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30 de outubro de 2019

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Como usar tecnologia educacional no ensino presencial

Em geral, uma nova tecnologia educacional carrega em seu DNA grandes possibilidades. Por conta disso, as instituições de ensino superior (IES) devem aproveitá-las ao máximo, indo além do simples compartilhamento de conteúdos no Learning Management System (LMS), também chamado de Ambiente Virtual de Aprendizagem (AVA).

Antes de tudo, é fundamental compreender como as inovações proporcionadas pelo LMS impactam a sala de aula. Nesse sentido, é importante refletir sobre o novo papel da docência, já que o conceito clássico de professor-emissor e aluno-receptor não tem a mesma efetividade na dinâmica digital.

Disponibilizar materiais online, portanto, é apenas uma entre as inúmeras funcionalidades de um LMS de qualidade. O que se faz com esse conteúdo nas etapas posteriores torna-se o grande diferencial de uma IES inovadora. Mas nada disso funcionará se não houver o fomento da cultura digital, que incentive o aluno a acessar o AVA e a permanecer ativo na plataforma.

Ensino híbrido: o trunfo do dinamismo

A integração de metodologias está no cerne do ensino híbrido. A combinação do ensino presencial com a aprendizagem remota tem entre seus objetivos a autonomia do aluno. Ao estudar à sua maneira, ele aproveita os recursos do ambiente virtual para aprender. E também se vale das aulas presenciais para tirar dúvidas e debater o que foi assimilado.

Uma das maneiras mais eficientes de adequar o conteúdo às novas tecnologias é a gamificação. Funciona assim: o conteúdo de uma determinada disciplina é adaptado a versões digitais com estética e funcionalidade similares a de videogames. O aluno, então, é desafiado a cumprir tarefas e, conforme avança na aprendizagem da matéria, recebe recompensas virtuais. Depois, as recompensas são usadas pelos professores na forma de avaliações de desempenho.

Tecnologia educacional começa pela estratégia

Antes de apostar em uma nova tecnologia educacional, entretanto, é recomendável que cada IES faça um criterioso levantamento de suas necessidades pedagógicas. Assim será possível tirar o melhor proveito do LMS escolhido. Quando em funcionamento, a ferramenta poderá ser decisiva na estratégia de desenvolvimento de competências para cada curso.

Seguindo as diretrizes curriculares nacionais, por exemplo, a instituição poderá estabelecer um padrão de habilidades a ser trabalhado. Dentro dessa estratégia, caberá ao LMS fazer o monitoramento de parâmetros para assegurar que as escolhas pedagógicas sejam mais assertivas.

Centros de retenção, um diferencial do LMS

Ferramenta estratégica para auxiliar professores no desenvolvimento das aulas, os centros de retenção são um dos pilares de um LMS robusto. Por meio de uma central de informações virtual, professores, tutores e equipes pedagógicas conseguem monitorar as atividades dos estudantes.

Entre as informações levantadas estão o monitoramento de notas, feedbacks, prazos e o próprio comportamento online – movimentos que ajudarão a IES a otimizar o engajamento do aluno no AVA. Além disso, os centros de retenção contribuem com a geração de análises métricas. Isto porque o histórico do aluno fica gravado no próprio LMS.

Makerspaces, um elo entre o real e o virtual

Outra solução empregada por algumas IES são os makerspaces. Trata-se de laboratórios de experimentação que permitem ao aluno desenvolver projetos de maneira criativa e sem frustração diante de erros. A proposta foca na vivência do aluno. Ele pode utilizar desde ferramentas de construção até impressoras 3D e desenvolvimento de softwares.

Ainda que esses espaços makers sejam reais fisicamente, as tarefas que os envolvem, os conteúdos atrelados a eles e o monitoramento dos projetos podem ser feitos por meio da integração com o AVA.

Em um novo cenário tecnológico, a tendência é de personalização da educação. Para isso, é preciso que docentes e tutores estejam preparados para assumir o papel de mediadores do processo de aprendizagem. O mercado conta com empresas especializadas em soluções educacionais e no treinamento de professores.

Contratar uma consultoria com profissionais que são referência em educação, portanto, é a marca registrada das IES mais disruptivas do mundo.

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