A busca por um projeto pedagógico mais conectado às novas tecnologias

Cada vez mais cedo, aparelhos digitais como celulares, tablets e computadores fazem parte da vida de crianças e adolescentes. O Centro de Estudos sobre as Tecnologias da Informação e da Comunicação (Cetic.br) elaborou a pesquisa TIC Kids Online Brasil 2012, onde foi analisado o uso da web entre jovens de 9 a 16 anos e seus impactos sociais. Constatou-se que, no Brasil, a idade do primeiro acesso à internet é, em média, entre 9 e 10 anos. Metade dos jovens afirma conectar-se à rede diariamente. “A rapidez com a qual crianças e jovens estão obtendo acesso a tecnologias virtuais, convergentes, móveis e interconectadas não encontra precedentes na história da inovação e difusão tecnológica”, indica no estudo Sonia Livingstone, diretora da rede EU Kids Online. “Essas mudanças apresentam aos pais, aos professores e às crianças o importante desafio de adquirir, aprender a usar e definir objetivos para o uso da internet em suas vidas diárias.” Nesse panorama, as duas principais instituições responsáveis pela formação das novas gerações – família e escola – ganham responsabilidades imensas, mas ainda se encontram perdidas diante dos desafios da inclusão e orientação digital. “Elas estão perplexas ante crianças e jovens cada vez mais informados, participantes e conscientes (mesmo que confusamente) de seus direitos, além de serem digitalmente competentes e de se mostrarem totalmente à vontade diante dessas novas tecnologias”, aponta Maria Luiza Belloni, doutora e mestra pela Universidade de Paris-Sorbonne e pós-doutora em Comunicação Política. No ensino, fica evidente o descompasso entre o que os alunos têm nas mãos e a capacidade da escola de usar as novas tecnologias com propósitos pedagógicos. “Enquanto os alunos levam seus celulares para a sala, os professores muitas vezes não têm à disposição computadores e conexão para a realização de tarefas básicas como a busca de informações na internet”, alerta Maria Paulina de Assis, doutora em Educação pela PUC-SP. Além disso, a falta de infraestrutura tecnológica, dificuldades de gestão escolar e problemas com a própria ação pedagógica, a dificuldade dos professores para adotar novas tecnologias, aparecem como grandes desafios. No ensino público, destaca-se também a fragilidade da implementação das políticas públicas. “A escola pública tem sempre projetos a serem implementados, e a inserção das novas tecnologias para o uso pedagógico acaba sendo muitas vezes atropelada por necessidades mais imediatas. Dessa forma, a presença de tecnologias na escola acaba sendo geradora de problemas e não de soluções”, destaca Maria Paulina. O estudo TIC Kids Online Brasil 2012 também mostra como as novas tecnologias e a internet podem se transformar em potencial para inovações educativas, trazendo mais motivação para a aprendizagem na sala de aula e além dela. Para isso, entretanto, fica clara a necessidade de uma abordagem pedagógica que extrapole o uso dessas tecnologias pelos professores apenas como recurso para estratégias didáticas convencionais. “A inclusão digital de jovens não depende da aplicação da tecnologia a políticas pedagógicas somente. É possível até mesmo dizer que nisto não há muita diferença entre escolas públicas e privadas, pois as privadas podem até estar mais à frente no sentido de ensinar os alunos a manipular o computador, mas também não utilizam os recursos digitais para criar novas propostas de ensino, como utilizar um game para resolver uma equação de segundo grau”, explica Regina de Assis, mestre e doutora em Educação pela Universidade de Harvard e pela Universidade de Colúmbia e consultora em mídia e educação. A pesquisadora Ellen Helsper, doutora da London School of Economics, chama ainda a atenção para o que considera um equívoco das escolas, que é fazer uma divisão entre o universo online e o mundo real. “Esses dois campos são uma coisa só: a vida do aluno. Na escola, os piores lugares para se aprender a mexer no computador são as salas de informática, justamente porque configuram ambientes não familiares, estranhos, separados da vivência cotidiana dos jovens.” Segundo Maria Paulina, as novas tecnologias devem ser integradas ao currículo por meio de uma pedagogia voltada para o aluno, tendo as motivações para a aprendizagem como centro da atenção do professor. Dessa forma, as dificuldades do professor em apropriar-se das novas tecnologias deixam de ser um problema, pois ele passa a atuar mais como mediador e orientador do conteúdo obtido através dessas interfaces. “Assim, o professor fica mais atento aos objetivos de aprendizagem, à provisão de informações e orientações quando necessário, ao acompanhamento dos resultados, à avaliação, à observação de comportamentos e atitudes dos alunos que necessitam de intervenção, tendo um papel mais de mediador da aprendizagem do que de transmissor de conhecimentos”, explica. Adaptado via Carta na Escola

A busca por um projeto pedagógico mais conectado às novas tecnologias

Cada vez mais cedo, aparelhos digitais como celulares, tablets e computadores fazem parte da vida de crianças e adolescentes. O Centro de Estudos sobre as Tecnologias da Informação e da Comunicação (Cetic.br) elaborou a pesquisa TIC Kids Online Brasil 2012, onde foi analisado o uso da web entre jovens de 9 a 16 anos e seus impactos sociais. Constatou-se que, no Brasil, a idade do primeiro acesso à internet é, em média, entre 9 e 10 anos. Metade dos jovens afirma conectar-se à rede diariamente. “A rapidez com a qual crianças e jovens estão obtendo acesso a tecnologias virtuais, convergentes, móveis e interconectadas não encontra precedentes na história da inovação e difusão tecnológica”, indica no estudo Sonia Livingstone, diretora da rede EU Kids Online. “Essas mudanças apresentam aos pais, aos professores e às crianças o importante desafio de adquirir, aprender a usar e definir objetivos para o uso da internet em suas vidas diárias.” Nesse panorama, as duas principais instituições responsáveis pela formação das novas gerações – família e escola – ganham responsabilidades imensas, mas ainda se encontram perdidas diante dos desafios da inclusão e orientação digital. “Elas estão perplexas ante crianças e jovens cada vez mais informados, participantes e conscientes (mesmo que confusamente) de seus direitos, além de serem digitalmente competentes e de se mostrarem totalmente à vontade diante dessas novas tecnologias”, aponta Maria Luiza Belloni, doutora e mestra pela Universidade de Paris-Sorbonne e pós-doutora em Comunicação Política. No ensino, fica evidente o descompasso entre o que os alunos têm nas mãos e a capacidade da escola de usar as novas tecnologias com propósitos pedagógicos. “Enquanto os alunos levam seus celulares para a sala, os professores muitas vezes não têm à disposição computadores e conexão para a realização de tarefas básicas como a busca de informações na internet”, alerta Maria Paulina de Assis, doutora em Educação pela PUC-SP. Além disso, a falta de infraestrutura tecnológica, dificuldades de gestão escolar e problemas com a própria ação pedagógica, a dificuldade dos professores para adotar novas tecnologias, aparecem como grandes desafios. No ensino público, destaca-se também a fragilidade da implementação das políticas públicas. “A escola pública tem sempre projetos a serem implementados, e a inserção das novas tecnologias para o uso pedagógico acaba sendo muitas vezes atropelada por necessidades mais imediatas. Dessa forma, a presença de tecnologias na escola acaba sendo geradora de problemas e não de soluções”, destaca Maria Paulina. O estudo TIC Kids Online Brasil 2012 também mostra como as novas tecnologias e a internet podem se transformar em potencial para inovações educativas, trazendo mais motivação para a aprendizagem na sala de aula e além dela. Para isso, entretanto, fica clara a necessidade de uma abordagem pedagógica que extrapole o uso dessas tecnologias pelos professores apenas como recurso para estratégias didáticas convencionais. “A inclusão digital de jovens não depende da aplicação da tecnologia a políticas pedagógicas somente. É possível até mesmo dizer que nisto não há muita diferença entre escolas públicas e privadas, pois as privadas podem até estar mais à frente no sentido de ensinar os alunos a manipular o computador, mas também não utilizam os recursos digitais para criar novas propostas de ensino, como utilizar um game para resolver uma equação de segundo grau”, explica Regina de Assis, mestre e doutora em Educação pela Universidade de Harvard e pela Universidade de Colúmbia e consultora em mídia e educação. A pesquisadora Ellen Helsper, doutora da London School of Economics, chama ainda a atenção para o que considera um equívoco das escolas, que é fazer uma divisão entre o universo online e o mundo real. “Esses dois campos são uma coisa só: a vida do aluno. Na escola, os piores lugares para se aprender a mexer no computador são as salas de informática, justamente porque configuram ambientes não familiares, estranhos, separados da vivência cotidiana dos jovens.” Segundo Maria Paulina, as novas tecnologias devem ser integradas ao currículo por meio de uma pedagogia voltada para o aluno, tendo as motivações para a aprendizagem como centro da atenção do professor. Dessa forma, as dificuldades do professor em apropriar-se das novas tecnologias deixam de ser um problema, pois ele passa a atuar mais como mediador e orientador do conteúdo obtido através dessas interfaces. “Assim, o professor fica mais atento aos objetivos de aprendizagem, à provisão de informações e orientações quando necessário, ao acompanhamento dos resultados, à avaliação, à observação de comportamentos e atitudes dos alunos que necessitam de intervenção, tendo um papel mais de mediador da aprendizagem do que de transmissor de conhecimentos”, explica. Adaptado via Carta na Escola

9 de dezembro de 2013

De vilão a aliado: celular vira alternativa para melhorar a educação

A ideia do celular como inimigo da educação está ficando para trás. Devido à sua facilidade de acesso, o celular já é considerado um aliado da educação por especialistas em ensino a distância.

No Brasil temos exemplos de iniciativas como o ProDeaf, aplicativo para Android que traduz tudo o que você escrever ou falar para libras (língua de sinais usada por pessoas surdas e mudas). Outro exemplo é o serviço oferecido por uma operadora de telefonia celular que tira dúvidas de português da escola ou do trabalho pelo aparelho, além de cursos de idiomas e de outras áreas via smarphone.

Mas não é só isso. A fim implementar soluções móveis com capacidade de levar o ensino ainda mais longe, a Blackboard trouxe ao Brasil o Blackboard Mobile. Este conjunto de soluções é uma forma de manter os alunos conectados ao campus e de divulgar sua instituição para alunos em potencial.

Todos terão tudo que necessitam nos dispositivos móveis que possuem, através de aplicativos como Blackboard Mobile Learn, e Blackboard Mobile Central. Com eles, alunos, ex-alunos e faculdade têm acesso a cursos, conteúdos e organizações, além de informações especiais e auxílio na utilização plena dos recursos do campus.

Com ferramentas como esta, podemos construir uma melhor experiência de ensino para todos, em toda a parte, a qualquer momento.

Adaptado via Porvir

13 de novembro de 2013

5 maneiras inovadoras de usar a tecnologia, segundo os alunos

Você acha que os estudantes usam a Internet de maneira produtiva? Claro, eles gastam muito tempo curtindo posts no Facebook, tuitando e conversando pelo Whatsapp, mas essas interações não são as únicas atividades deles na web. Os chamados nativos digitais estão, sim, utilizando a tecnologia para aprender ainda mais. A Geração Y ainda acredita na necessidade de um professor e nas aulas presenciais, mas também espera que os serviços e recursos digitais voltados para a educação tenham velocidade, conveniência, flexibilidade e potência. Com todas essas exigências, como será que eles estão usando essas ferramentas? Inspirados no site Edudemic, listamos aqui cinco maneiras inovadoras de usar a tecnologia, segundo os jovens. 1. Organizando o cronograma O smartphone serve para atividades além das conversas no Whatsapp. Os alunos utilizam aplicativos de organização, agendas, alarmes e lembretes para recordar prazos de projetos e avaliações. Muitas ferramentas disponíveis na web podem ser acessadas no celular, tornando os estudantes mais conectados com o que está acontecendo em sala de aula. 2. Estudando em ambientes híbridos Os alunos preferem assistir a aulas on-line, responder quizzes, obter os resultados imediatamente e, depois, trabalhar seus pontos fracos em sala de aula. Nos Estados Unidos (EUA), 63% dos alunos preferem um ambiente híbrido de aprendizagem, onde o professor precisa tirar dúvidas individuais e aprimorar o conhecimento das aulas feitas de maneira virtual. 3. Fazendo experimentos em laboratórios virtuais Os jovens se adaptam com facilidade às limitações que podem existir nas instituições de ensino. Quando não é possível fazer experiências em laboratórios dentro da universidade, os alunos podem utilizar laboratórios virtuais para solucionar esse problema. Nos EUA, universidades têm espaços onde alunos aprendem, virtualmente, a fazer experimentos. 4. Compartilhando conhecimento Diferente das gerações anteriores, a Geração Y acha que compartilhar o conhecimento é algo tão natural quanto respirar. Os alunos utilizam as redes sociais para manter contato com os colegas, solucionar dúvidas sobre conteúdos que aprenderam em sala de aula ou fazer trabalhos em grupo. Além do entretenimento, esses espaços se transformam em um ambiente de aprendizado e troca de informações realmente relevantes para a formação dos alunos. 5. Colocando em prática as lições de sala de aula Antigamente os alunos iam para casa e praticavam o que aprendiam sozinhos. Hoje, com todas as possibilidades de comunicação disponíveis (chamadas de vídeo, chats, comunicadores instantâneos, etc.) é muito mais fácil tirar dúvidas e praticar lições com os colegas. O contato entre eles fora de sala de aula facilita a troca de conhecimento. Portanto, este é um grande desafio para os gestores das universidades: acompanhar as necessidades dos estudantes, buscando fornecer ferramentas para o desenvolvimento de suas capacidades. E você, utiliza a tecnologia de maneira inovadora? Quer continuar a discussão por email? Cadastre-se na nossa newsletter Desafios da Educação clicando neste link.

1 de novembro de 2013

O professor deve incentivar o uso de blogs pelos alunos

Utilizar blogs em salas de aula pode beneficiar os alunos em diversos sentidos. Com eles, os alunos são encorajados a compartilhar suas opiniões e, um simples projeto escolar, pode se tornar muito mais interessante, já que possibilitará maneiras mais interativas de criação aos estudantes. Veja como e por que os professores deveriam incentivar o uso de blogs aos alunos: 1. Administrar as atividades de estudantes– Por meio de blogs, professores e estudantes podem ter uma melhor forma de interação. Os alunos podem publicar seus trabalhos no site e os membros do corpo docente podem, por exemplo, compartilhar as atividades que devem ser feitas. 2. Aumento das habilidades com escrita– A prática leva à perfeição. Portanto, por que não utilizar os blogs para que seus alunos e até mesmo você possam aprimorar as habilidades de escrita? Incentive-os! Manter uma página diária falando sobre matérias do colégio, sobre que aprenderam, quais dúvidas tiveram e também escrever sobre assuntos que os interessem, irá aprimorar muito o vocabulário dos mesmo. 3. Feedback– Uma dúvida frequente entre alunos é entender seu desempenho apenas através de notas. Com um blog, você pode fazer comentários em textos dos alunos, por exemplo, dando uma explicação melhor sobre o que está correto e o que não está. 4. Encoraje a colaboração– Outra vantagem dos blogs é a possibilidade de encorajar a colaboração entre os alunos, permitindo que eles se juntem para realizar projetos. Dessa maneira, eles saberão como avaliar o trabalho de outros alunos e saberão se expressar melhor. O professor pode usar essa ideia como um projeto para sua disciplina, onde o mesmo será avaliado. Porém, se for bem administrado e coordenado, os alunos possivelmente irão continuar o desenvolvimento deste meio, o que continuará agregando valor aos seus sonhecimentos! Fonte: Universia

28 de outubro de 2013

15 passos para adotar tecnologias em sala de aula

Para um professor que só foi se relacionar com a internet apenas depois de adulto, as tecnologias digitais, tão familiares para crianças e adolescentes, podem até parecer um universo hostil. Mas, de acordo com Luciana Allan, diretora do Instituto Crescer para a Cidadania e especialista em tecnologias aplicadas à educação, não há o que temer. Ela recentemente lançou um livro que busca ajudar o professor nesse momento de transformação e compartilhar insumos para que ele seja capaz de promover a chamada educação 3.0: Crescer em Rede –Um guia para promover a formação continuada de professores para adoção de tecnologias digitais no contexto educacional. Luciana afirma que com a adoção das tecnologias digitais dentro e fora das salas de aula, o processo de ensino e aprendizagem vem se tornando, rapidamente, um grande desafio para uma geração de professores que estudou e aprendeu a ensinar em uma era pré-digital. Confira os 15 passos enumerados por Luciana, para que os professores adotem tecnologias digitais como ferramentas pedagógicas na sala de aula: 1. Acredite que as tecnologias digitais podem colaborar para promover novas práticas pedagógicas; 2. Entenda como estes recursos podem ser incorporados à rotina escolar; 3. Conheça algumas possibilidades que fazem sentido dentro da sua área de trabalho e se aproprie de algumas ferramentas tecnológicas; 4. Planeje novas estratégias de ensino que tenham o aluno no centro do processo de aprendizado e o professor como mediador da construção do conhecimento; 5. Pense em um ensino mais personalizado e uma avaliação que leve em consideração as necessidades de cada aluno, visto que o conhecimento está disponível e o foco da educação não é mais a transmissão de conteúdo, mas sim o desenvolvimento de competências e habilidades; 6. Incentive os alunos a pesquisar na internet. Oriente-os a pesquisar fazendo uso de palavras-chave e símbolos. Além disso, indique bibliografias e sites úteis para que desenvolvam com qualidade o trabalho; 7. Permita que os alunos comparem informações e discutam sobre os temas pesquisados, sinalizando a confiabilidade da informação;. 8. Estimule os alunos a produzir seus próprios textos, em diferentes formatos, a partir das pesquisas realizadas na internet e em outras mídias, bem como a mencionar autores e fontes pesquisadas; 9. Motive os alunos a participar de projetos colaborativos, inclusive com estudantes de outras escolas no Brasil e no exterior; 10. Crie ou estimule seus alunos a criarem um espaço virtual exclusivo para produção de trabalhos colaborativos (uma página no Facebook, um perfil no Twitter, um blog, um disco virtual); 11.  Incentive os alunos a compartilhar seus trabalhos na internet para que qualquer pessoa possa ter acesso, contribuir e fazer críticas; 12.  Valorize o uso de diferentes recursos tecnológicos para produção de trabalhos escolares, como vídeos, fotos, podcasts, blogs, slides, gráficos, banco de dados, ou seja toda e qualquer ferramenta que possa ser utilizada no dia a dia escolar ou futuramente no mercado de trabalho; 13.  Permita diferentes formas de manifestação e expressão no desenvolvimento dos trabalhos, dando espaço à criatividade e pró-atividade; 14.  Engaje os alunos em tarefas desafiadoras, que façam sentido para suas vidas, que proporcionem o trabalho em equipe e administração do tempo; 15.  Propicie a produção de games, estimulando o raciocínio lógico, com o uso de softwares de programação. Fonte: Porvir

18 de outubro de 2013

Blackboard patrocina evento de tecnologia no Brasil

Em seu trigésimo ano, a Bett, o maior encontro global da comunidade de tecnologia da comunicação em educação, chega ao Brasil. Através de uma série de eventos de alto nível, a missão da Bett América Latina é promover a descoberta de tecnologia e conhecimento para um aprendizado permanente. O evento acontece nos dias 31 de outubro e 1 de novembro, e a nova Cúpula de Liderança da Bett America Latina será lançada no World Trade Center em São Paulo. Este evento inaugural vai reunir os atores e tomadores de decisão dos sistemas público e privado do continente, buscando potencializar um aprendizado profundo através de TIC e inovação de ensino para atingir um maior acesso à educação. Serão dois dias de conferência, incluindo apresentações durante a manhã, oficinas durante o almoço, discussões a tarde e sessões de intervalo. A conferência de nível internacional, apresentará uma agenda relevante e inovadora. Um dos dias contará com o Fórum de Desenvolvimento Profissional de Professores e os participantes terão uma oportunidade única de conhecer e aprender com os especialistas mundiais que lideram a área de tecnologia da educação. A Blackboard tem o orgulho de poder patrocinar este evento, que trará inovações para a área da educação e tecnologia na América Latina.

10 de outubro de 2013

Três dicas para que seus alunos saibam usar as tecnologias

A cidadania digital é um dos termos mais utilizados no mundo educativo. Isso porque, uma grande preocupação que surgiu juntamente com o uso das tecnologias na sala de aula foi a falta de ética no âmbito on-line e o mau uso das redes. Se você quer evitar esses problemas, confira 3 dicas para construir a cidadania digital e ser bem sucedido na utilização do método como forma de ensino: 1. Sempre incentive o bom comportamento Os alunos sempre vão se espelhar nos adultos. Eles observam como tratamos uns aos outros e a nossa forma de nos envolvermos com o mundo. Por esse motivo, sempre incentive o bom comportamento e seja o tipo de professor pelo qual vale a pena ser inspirado. 2. Discuta abertamente a etiqueta online Existem algumas regras de etiqueta que devem ser seguidas no mundo on-line. Discuta esses hábitos abertamente com os seus alunos e explique quais são os problemas que podem ser evitados se eles se comportarem de maneira ideal na internet. 3. Incorpore as redes sociais nas suas aulas Incorporar as redes sociais nas suas aulas é uma ótima forma de colocar as dicas anteriores em prática. Assim, você poderá exemplificar aos seus alunos o que é a etiqueta on-line, e não apenas falar sobre isso.

7 de outubro de 2013

Utilizando o Facebook em sala de aula

Com tantas inovações tecnológicas, conseguir implementá-las ao dia-a-dia é essencial para se manter atualizado. Para os professores dessa era digital, existem maneiras de fazer com que essas inovações tecnológicas contribuam para o ensino. Interagir com os alunos por redes sociais, como o Facebook, por exemplo, pode ser uma ótima alternativa para acompanhar o desenvolvimento no aprendizado deles e manter contato quando necessário. Confira 4 dicas para os professores utilizarem o Facebook em sala de aula: 1. Mantenha seu perfil profissional– Seu Facebook deve mostrar o seu trabalho, já que você pretende se conectar com alunos, com colegas de trabalho e também com as instituições de ensino nas quais poderia trabalhar. Por isso, é importante que você mantenha sua página com uma imagem profissional, para que assim, não seja necessário se preocupar com o que é apropriado compartilhar ou não. 2. Crie uma página– Uma das maneiras de interagir com seus alunos sem precisar adicioná-los ao seu perfil é criar uma página. Com isso, você pode atualizar os estudantes e até os pais deles sobre o que tem ocorrido na sala de aula, datas de entrega para projetos, etc. Como páginas no Facebook são públicas e todos podem ter acesso ao conteúdo, você também pode compartilhar conteúdo que seria interessante para mais pessoas e então divulgar seu trabalho. 3. Crie um grupo– Se você prefere apenas interagir com seus alunos de maneira privada, criar um grupo é uma boa alternativa. Isso também possibilitará que todos compartilhem ideias, trabalhos, datas, lembretes, etc. 4. Dê orientações– Mesmo que as redes sociais sejam ferramentas com as quais os estudantes normalmente estão acostumados, é necessário que você implemente algumas regras a seus alunos para que eles interajam de maneira correta. Fonte: Universia

30 de setembro de 2013

Plataforma facilita troca de conteúdos para estudantes

Disciplina e dedicação são fatores importantes para cumprir uma rotina de estudante, tanto para o vestibulando quanto para o aluno universitário. Mesmo pertencendo a diferentes níveis de ensino, regularmente, ambos têm diante de si uma série de novos conteúdos, exercícios, provas e outras atividades pedagógicas. Para facilitar essa rotina, uma solução foi criada para auxiliar diretamente o estudante de nível médio e o de nível superior a facilitar seus estudos. Na rede social acadêmica Passei Direto, os universitários conseguem compartilhar qualquer tipo de material de aula com colegas de qualquer  faculdade do Brasil. Criada no ano passado – mas ofertada de maneira restrita a algumas instituições -, a plataforma Passei Direto passou, a partir do dia 9 deste mês, a liberar o acesso para estudantes universitários de todo o país. O portal gratuito já conta com mais de 350 mil estudantes cadastrados. A plataforma permite que os usuários compartilhem materiais acadêmicos, exercícios e provas. Ainda é possível tirar dúvidas por meio do portal e manter contato com estudantes calouros e veteranos da mesma universidade ou de outras instituições cadastradas. No Passei Direto, depois de um rápido cadastro, o usuário tem acesso a mais de 100 mil materiais disponíveis por alunos do mesmo curso, de outras instituições ou até de estudantes que já concluíram a universidade e resolveram disponibilizar parte do seu acervo no portal. Visando tornar o ambiente mais descontraído, a plataforma resolveu incorporar estratégias simples de gameficação. Assim, quem mais posta materiais ou ganha recomendações de outros estudantes cadastrados recebe pontos. Ao ganhar mais pontuação, o participante sobe de nível. Ele pode sair da condição inicial de “calouro” e chegar até a de “oráculo”, ou seja, um usuário que disponibiliza materiais que servem de reverência para centenas de estudantes. Fonte: Porvir

25 de setembro de 2013

Pavlos Dias fala sobre tecnologias nas universidades

O Gerente da Blackboard Brasil, Pavlos Dias, falou na Folha de São Paulo sobre as tecnologias que vão revolucionar as universidades. Confira na integra a matéria: Estudo mostra seis tecnologias que vão revolucionar as universidades Seis tecnologias devem mudar o cenário da educação superior nos próximos cinco anos. É o que identificou um relatório publicado por um grupo de especialistas em tecnologia educacional das instituições New Media Consortium (NMC) e Educase. O estudo classificou as tendências em curto, médio e longo prazo. CURTO PRAZO A tecnologia dos cursos on-line e tablets deve impactar o ensino superior nos próximos 12 meses. Segundo o relatório, esses cursos estão se tornando cada vez mais populares entre os estudantes. “Os cursos on-line já são encarados como realidade. Por lei, as instituições de ensino já são autorizadas a entregar 20% do conteúdo de seus cursos dessa maneira. Grandes nomes da educação já utilizam essa ferramenta e há um grande crescimento na modalidade de ensino à distância também, afirma Pavlos Dias, gerente da empresa de tecnologia para a educação Blackboard no Brasil. Já os tablets podem auxiliar o ensino fora das universidades, que inclusive já tem softwares para explorar essa possibilidade. Segundo Dias, a discussão é definir se as universidades devem oferecer os tablets, ou apenas a solução para que cada estudante use seu aparelho. MÉDIO PRAZO Nos próximos três a cinco anos, a linguagem dos jogos eletrônicos e o “big data” (análise de grande volume de dados) também devem se destacar. “Hoje, existem muitos aplicativos que ajudam na execução de tarefas. A tendência é que isso chegue à educação também. Além disso, as aulas precisam ser mais divertidas, e os games podem ajudar a atrair alunos que buscam por isso”, diz o gerente. Já o “big data” pode ajudar na implantação de um ensino mais personalizado. Assim como o recurso é utilizado em áreas de negócios para analisar comportamento e hábitos de consumidores, ele pode apontar as preferências e necessidades dos alunos. “Isso é algo que ainda vai evoluir muito. A gente espera que daqui a alguns anos o ensino superior seja totalmente personalizado e dê a cada aluno exatamente o que ele precisa e o que funciona para o seu aprendizado”, afirma Dias. LONGO PRAZO Em cinco anos, as tecnologias da impressão 3D e de equipamentos integrados a roupas e acessórios — como óculos — devem mudar o cenário educacional. A impressão tridimensional deve facilitar a criação de protótipos e modelos, e ser bastante utilizada nas áreas de artes, design e ciências. De acordo com o relatório, as tecnologias de equipamentos como o Google Glass dão aos usuários uma experiência de “realidade ampliada”. Além disso, outros dispositivos podem monitorar as condições físicas de uma pessoa em tempo real, sendo úteis nas áreas biológicas. “O Google Glass é algo que pode vir a ser bastante explorado. Gravar uma aula e assisti-la novamente em casa ou fazer marcações em uma aula em vídeo pode ajudar muito no desempenho de um aluno”, diz o especialista. Segundo Dias, o importante é se atentar à capacidade de absorção dos professores a essas novas tecnologias. “Temos que comparar a velocidade com que as tecnologias avançam com a velocidade que os professores vão absorver isso. Precisamos prepará-los para essas novas tendências e não fazer com que isso seja mais um problema para eles”, explica.

6 de setembro de 2013