Reforçando nossa ferramenta de open source

Mark Strassman Aprender sobre análises e tomar decisões baseadas em dados estão entre as principais tendências de negócios que irão impactar a educação em 2015. Por muitos anos, as instituições examinaram dados demográficos e de transcrição, a fim de entender como eles podem melhorar o desempenho do aluno. Com a crescente integração de tecnologias acadêmicas, as instituições começaram a analisar o “escape digital” dos alunos para descobrir padrões, recorrências e insights que podem ser usados para melhorar o sucesso do aluno. Além disso, os alunos têm um crescente interesse nestes dados de aprendizagem à medida que começam a utilizá-los para monitorar seu próprio desempenho. Aproveitando os dados para tomar decisões mais inteligentes e bem informadas está se tornando norma na tecnologia da educação, mas as ferramentas de análise precisam ser acessíveis para todos os tipos de organizações. É por isso que estou feliz de compartilhar com vocês a notícia de que temos melhorado a nossa capacidade de dados através da aquisição do X-Ray Analytics, uma tecnologia baseada em pesquisa que trará análises melhoradas para as nossas soluções de ensino e aprendizagem, começando com a nossa plataforma de open source. O X-Ray Analytics fornece insights profundos sobre o comportamento do aluno e identifica as tendências em curso e níveis institucionais. Ele identifica alunos em risco, analisa e valoriza suas atividades, permitindo assim que os instrutores se envolvam e corrijam problemas antes que seja tarde demais. Esta tecnologia é entregue na “nuvem”, assim como nossas soluções de open source, o que o torna fácil de implantar e oferece o máximo em desempenho. No Blackboard temos uma fascinante viagem para entregar a melhor experiência possível aos alunos. Isso inclui fornecer instrutores com ferramentas de ponta para que possam ajudar os alunos a alcançar o sucesso. Através da integração de X-Ray Analytics, vamos ir além de fornecer relatórios padrão ou ferramentas gráficas: vamos capacitar professores com previsões estaticamente baseadas sobre prováveis futuros comportamentos e os resultados acadêmicos, permitindo-lhes apoiar os alunos durante todo o ciclo acadêmico. Mas a notícia também tem um outro significado para nós. Ela mostra nosso compromisso contínuo para a comunidade open source. Nossos clientes de open source têm pedido análises melhores: ouvimos e agora estamos oferecendo esta nova solução. Esta nova ferramenta também reitera a importância estratégica do open source na estratégia da Blackboard e nos leva um passo adiante para trazer nossa abordagem centrada no aluno para a realidade, independentemente do fato de o aluno usas Moodlerooms, Moodle ou Blackboard Learn.

Reforçando nossa ferramenta de open source

Mark Strassman Aprender sobre análises e tomar decisões baseadas em dados estão entre as principais tendências de negócios que irão impactar a educação em 2015. Por muitos anos, as instituições examinaram dados demográficos e de transcrição, a fim de entender como eles podem melhorar o desempenho do aluno. Com a crescente integração de tecnologias acadêmicas, as instituições começaram a analisar o “escape digital” dos alunos para descobrir padrões, recorrências e insights que podem ser usados para melhorar o sucesso do aluno. Além disso, os alunos têm um crescente interesse nestes dados de aprendizagem à medida que começam a utilizá-los para monitorar seu próprio desempenho. Aproveitando os dados para tomar decisões mais inteligentes e bem informadas está se tornando norma na tecnologia da educação, mas as ferramentas de análise precisam ser acessíveis para todos os tipos de organizações. É por isso que estou feliz de compartilhar com vocês a notícia de que temos melhorado a nossa capacidade de dados através da aquisição do X-Ray Analytics, uma tecnologia baseada em pesquisa que trará análises melhoradas para as nossas soluções de ensino e aprendizagem, começando com a nossa plataforma de open source. O X-Ray Analytics fornece insights profundos sobre o comportamento do aluno e identifica as tendências em curso e níveis institucionais. Ele identifica alunos em risco, analisa e valoriza suas atividades, permitindo assim que os instrutores se envolvam e corrijam problemas antes que seja tarde demais. Esta tecnologia é entregue na “nuvem”, assim como nossas soluções de open source, o que o torna fácil de implantar e oferece o máximo em desempenho. No Blackboard temos uma fascinante viagem para entregar a melhor experiência possível aos alunos. Isso inclui fornecer instrutores com ferramentas de ponta para que possam ajudar os alunos a alcançar o sucesso. Através da integração de X-Ray Analytics, vamos ir além de fornecer relatórios padrão ou ferramentas gráficas: vamos capacitar professores com previsões estaticamente baseadas sobre prováveis futuros comportamentos e os resultados acadêmicos, permitindo-lhes apoiar os alunos durante todo o ciclo acadêmico. Mas a notícia também tem um outro significado para nós. Ela mostra nosso compromisso contínuo para a comunidade open source. Nossos clientes de open source têm pedido análises melhores: ouvimos e agora estamos oferecendo esta nova solução. Esta nova ferramenta também reitera a importância estratégica do open source na estratégia da Blackboard e nos leva um passo adiante para trazer nossa abordagem centrada no aluno para a realidade, independentemente do fato de o aluno usas Moodlerooms, Moodle ou Blackboard Learn.

7 de julho de 2015

Dez tendências de tecnologia para a educação

Se por um lado é impensável ignorar a importância da tecnologia na vida de jovens do mundo inteiro, por outro o uso dessa tecnologia em sala de aula ainda gera debates entre educadores e acadêmicos. Como transformar os investimentos em tecnologia em ideias que melhorem o desempenho e aprendizado dos alunos? A BBC Brasil levantou dez tendências relacionadas ao uso da tecnologia em sala de aula e experiências de seu uso na prática. Veja: Agregar valor ao trabalho do professor em vez de substituí-lo Em vez de recursos tecnológicos que tentem substituir o professor ou que apenas digitalizem tarefas de memorização, é muito mais produtivo pensar em como a tecnologia pode ajudar o trabalho do professor. “Em vez de pensar ‘temos esta tecnologia e este aplicativo, como podemos usá-lo para a educação’, o ideal é refletir ao contrário: perguntar aos docentes que tipo de problemas e dificuldades eles enfrentam e pensar em como a tecnologia pode ajudá-los”, diz Francesc Pedró, representante da Unesco para educação. Melhorar processos, sem precisar mudá-los radicalmente A tecnologia não precisa necessariamente revolucionar a aula: pode ser usada para ajudar professores e alunos a trabalhar conteúdos mais abstratos, por exemplo, ou facilitar o aprendizado. No ensino de ciências e de exatas é onde estão a maioria das experiências bem-sucedidas de avanço com a tecnologia, justamente porque fica mais fácil para que alunos visualizem conceitos, transformar números e equações em gráficos digitais e ver o resultado de seus experimentos.  Tablets estão ganhando o espaço de laptops e desktops Mais barato e portátil, o tablet tende a ganhar espaço. O tradicional colégio Bandeirantes, em São Paulo, tem um projeto-piloto de uso de tablets equipados com AppleTV a partir do 6º ano, para substituir as salas de informática. O documento da Unesco vê o tablet individual – seja comprado pelos pais ou emprestado pelo poder público – como uma tendência de médio prazo na educação.  Pensar na internet além dos sites de buscas e das redes sociais Muitos professores já notaram que tarefas tradicionais muitas vezes são resolvidas pelos alunos com buscas pouco criteriosas na internet e o velho “CtrlC+CtrlV”. “Tudo indica que de nada adianta continuar promovendo um uso da internet sem estrutura e orientação adequadas, que não evita que a maioria dos estudantes confie na primeira informação que encontre para sua tarefa, assim como não os ajuda a evitar as distrações da própria rede”, diz o documento da Unesco.  Fazer conexões com o mundo real Se facilitar a conexão da sala de aula com o mundo exterior, a tecnologia pode ter um papel crucial no ensino. E há cada vez mais exemplos disso. Nos EUA, estudantes dos anos finais do ensino fundamental criaram seu próprio anuário escolar digital e um tour virtual de um museu local, para mostrá-lo aos estudantes mais novos da mesma escola. O resultado foram alunos mais comprometidos com os estudos. No Equador, 55 alunos equipados com computadores simularam a abertura de um restaurante durante as aulas. Usaram softwares como Excel para controlar seus gastos e plataformas para desenvolver um website do projeto, desenhar panfletos e etc.  Estimular criação, cooperação e interação Estudantes aprendem mais quando usam a tecnologia para criar novos conteúdos por si mesmos em vez de serem meros receptores, aponta o documento da Unesco.  Pensar em novas formas de avaliar os alunos Ante novas formas de oferecer e produzir conteúdo, é preciso pensar também em novas formas de avaliar sua produção, dizem especialistas. “O melhor é buscar tarefas que estimulem a relação com o conteúdo e a reflexão – dar desafios maiores a alunos que estão armados de mais tecnologia”, diz Pedró. Ele diz ainda que as escolas não podem esquecer de sua responsabilidade de desenvolver e avaliar as habilidades digitais dos alunos.  Usar games em favor do aprendizado Se bem usados, videogames podem exigir do aluno análise da situação, concentração e conhecimento das matérias estudadas, ao mesmo tempo em que tornam o aprendizado mais vivencial e divertido.  Customização e personalização Algumas plataformas online permitem que o conteúdo seja personalizado pela região (atividades ligadas à história e ao costume locais, por exemplo) e até mesmo a cada aluno, de acordo com seus pontos fortes e fracos.  Planejamento é chave O uso da tecnologia será mais eficaz se for não aleatório, mas planejado, com objetivos claros de qual impacto pode ter no ensino. Fonte: http://www.bbc.co.uk/portuguese/noticias/2014/12/141202_tecnologia_educacao_pai

5 de junho de 2015

Saiba mais sobre Moodlerooms

Programe-se para webinar, dia 27 de maio, próxima quarta-feira, 11h, com o tema “Diferenciais do Moodlerooms como Ambiente Virtual de Aprendizagem”. Serão abordados os serviços oferecidos pelo Moodlerooms, os recursos acadêmicos e pedagógicos e sua aplicabilidade, recursos administrativos e demais serviços da ferramenta. O encontro terá duração de 1h e será apresentado por Alberto Maixner, Engenheiro de Soluções da Blackboard. Link para inscrição: http://bbbb.blackboard.com/WebinarMoodlerooms

20 de Maio de 2015

Big Data a revolução no ensino personalizado

O Big Data é uma das grandes apostas para um ensino mais personalizado, capaz de apontar as preferências e necessidades dos alunos. Com as informações dos acessos dos estudantes, é possível montar um banco de dados inteligente, para que a instituição de ensino crie produtos e soluções, para atender as demandas de cada aluno. O Big Data é o conjunto de soluções tecnológicas capaz de lidar com dados digitais em grande escala, com variedade e velocidade inéditos até hoje. A tecnologia permite analisar qualquer tipo de informação digital em tempo real, sendo fundamental para a tomada de decisões. Pavlos Dias, gerente nacional de operações da Blackboard, falou sobre o crescimento e importância da ferramenta dentro das intuições de ensino. Como as instituições devem usar big data na era do estudante consumidor? O aluno é o principal consumidor nas instituições de ensino, que devem se preparar e usar os dados a seu favor, afinal, é ele quem busca o ensino de qualidade, o melhor custo x benefício, o renome da instituição, e o nível de aprendizagem – inclusive prática – que a organização tem a oferecer. Hoje, o Big Data é uma maneira prática de analisar dados que antes não eram interligados, como o desempenho do aluno em determinada disciplina; o histórico; atividades complementares; notas; e fazer o cruzamento de informações para benefício da instituição e melhor atendimento a esse aluno consumidor. A análise de dados pode fornecer, às instituições, ferramentas para tomar decisões com mais elementos. E, do ponto de vista de investimentos, esses dados ajudarão as instituições a direcionar seus investimentos.   Como o big data tem sido utilizado globalmente, e como está a adoção da tecnologia no Brasil? O uso do Big Data está engatinhando globalmente… E, embora o uso seja mais desenvolvido em alguns países, como nos EUA, a escala não é muito grande. No Brasil, nós estamos numa fase de muita descoberta e temos visto excelentes resultados em universidades grandes e pequenas. Hoje, temos vários clientes da Blackboard que implementaram LMS com Analytics para apoiar a tomada de decisões.  O que as instituições devem ter em mente ao adotar esse tipo de tecnologia? Como elas devem se preparar? Adotar Big Data exige pensamento estratégico e envolvimento de pessoas da organização. Hoje, temos uma grande quantidade de informações disponíveis, e muitos se encantam com o número, sem saber ao certo o que tirar de proveito. Por isso, a estratégia em longo prazo é tão importante, e antes de iniciar um projeto é preciso entender o Big Data como um projeto que pode começar pequeno, com alguns estudos, e expandir aos poucos.  Como o Big Data e a Internet das Coisas estão relacionados à educação? Quais mudanças essas tendências podem trazer? Essas duas tendências serão o futuro da educação, pois elas estão conectadas e podem gerar dados, que se bem utilizados, trarão mais inteligência para as instituições. Hoje, os dados são produzidos por sistemas de aprendizagem LMS, mas com o IoE, teremos a possibilidade de gerar dados em tempo real e esse tipo de conectividade permitirá analisar o desempenho dos alunos de forma mais rápida e inteligente, gerando impactos positivos para a educação.

18 de Maio de 2015

Projeto de lei prevê proibição do uso de celular em escolas

A discussão sobre o uso de celular em sala de aula foi reacendida por um projeto de lei que está em análise na Câmara dos Deputados. O PL 104/15 proíbe o uso de aparelhos eletrônicos portáteis, como celulares e tablets, nas salas de aula da Educação Básica e Superior de todo o país. Para preservar a essência do ambiente pedagógico cabe a proibição de todos os equipamentos que desviam a atenção do aluno do trabalho didático desenvolvido pelo professor. Com essa justificativa, a lei também estabelece que aparelhos só serão permitidos em sala de aula se fizerem parte das atividades didático-pedagógicas e forem autorizados pelos professores. Será que a proibição é a melhor maneira de tratar do assunto em sala de aula? A lei não vai na contramão das discussões sobre uso da tecnologia para aprendizagem e sobre a necessidade de formação dos professores nesta área? Esses são apenas alguns dos questionamentos dos professores sobre o assunto. Veja alguns materiais interessantes para refletir sobre a questão:  1) Coluna: “É preciso ensinar os alunos a usar a tecnologia com consciência” “A escola que se empenha em inquietar o jovem, confrontando-o com questionamentos e conteúdos que o ajudam a entender o mundo em que vive, não deve temer a tecnologia, mas problematizá-la.” A especialista em Psicologia da Educação Catarina Iavelberg faz uma reflexão sobre como a escola deve lidar com o uso da tecnologia. Leia a coluna Nosso Aluno, da revista Gestão Escolar. Acesse: http://gestaoescolar.abril.com.br 2) Publicação: “Diretrizes de políticas da UNESCO para a aprendizagem móvel” “Pela primeira vez na história, o número de aparelhos móveis com internet – sendo a grande maioria telefones celulares – irá superar a população mundial. Entretanto, apesar da sua onipresença e dos tipos especiais de aprendizagem que elas podem apoiar, com frequência essas tecnologias são proibidas ou ignoradas nos sistemas formais de educação. Isso representa uma oportunidade perdida.” Neste documento, a UNESCO elenca os benefícios da aprendizagem móvel, como assegurar o uso produtivo do tempo em sala de aula, criar novas comunidades de estudantes e auxiliar estudantes com necessidades educacionais especiais, entre outros. A organização também descreve diretrizes para criação de políticas para o tema, que envolvem principalmente o apoio e a formação de professores, além da melhoria da infraestrutura para conectividade. Acesse o documento na íntegra: http://unesdoc.unesco.org 3) Matéria: “Sete motivos para ligar o celular na sala de aula” “”Liguem os telefones celulares.” Quando esta for a primeira frase que o professor disser a seus alunos ao entrar na classe, em vez de mandar que os desliguem, a mudança será real. No mundo atual, plenamente digitalizado, a entrada da tecnologia na educação não tem retorno.” A jornalista espanhola especializada em Educação Susana Pérez de Pablos listou em matéria do El País as razões para explorar o celular em sala de aula. Leia a tradução disponível no site UOL: http://educacao.uol.com.br/ 4) Plano de aula: “Combinado para o uso do celular durante a aula” Com esta sequência didática, você levará os alunos a discutirem sobre o uso do celular em sala de aula, elaborarem uma assembleia para criar regras coletivamente e ainda refletirem sobre normas e procedimentos. Acesse: http://www.gentequeeduca.org.br Ficou curioso para saber mais detalhes sobre o Projeto de Lei 104/15? Para ler na íntegra clique aqui. E você, concorda com o projeto de lei? Via: Revista Nova Escola

15 de Abril de 2015

Abertas as inscrições para prêmio sobre tecnologia social

Certificar, premiar e difundir tecnologias sociais já aplicadas e ainda em atividade, em âmbito local, regional ou nacional, que se constituam em efetivas soluções para questões relativas a água, alimentação, educação, energia, geração de renda, habitação, meio ambiente e saúde. Esse é o objetivo do 8º Prêmio Fundação Banco do Brasil de Tecnologia Social, que está com inscrições abertas até 31 de maio. Uma parceria entre a Petrobras, a Unesco e o Banco Interamericano de Desenvolvimento (BID), o prêmio distribuirá ao todo R$ 600 mil, sendo R$ 50 mil para as iniciativas vencedoras em cada uma das seis categorias e mais R$ 25 mil para cada uma das outras duas finalistas de cada categoria. Quem pode participar Podem participar as instituições sem fins lucrativos, legalmente constituídas no país, de direito público ou privado, como cooperativas, organizações não governamentais (ONGs), prefeituras, associações, fundações, institutos de pesquisa e universidades. As seis categorias do Prêmio são: Comunidades Tradicionais, Agricultores Familiares e Assentados da Reforma Agrária; Juventude; Mulheres; Gestores Públicos; Universidades e Instituições de Ensino e Pesquisa e a mais recente, Meios Urbanos. A inscrição pode ser feita aqui no site da Fundação Banco do Brasil. Via: Portal Aprendiz

6 de Abril de 2015

A presença da tecnologia na alfabetização

Antigamente, quando pensávamos em escrever o que vinha em mente, era sempre o lápis e o papel, não importando se você estava na escola ou fora dela. Com o tempo, essa associação foi se amplificando e passaram a surgir as máquinas de datilografar e depois, os computadores começaram a invadir os mais diversos ambientes, menos as salas de aula. Como assim? Se equipamentos desse tipo fazem parte do dia a dia da maioria das pessoas, não há porque ignorá-los em atividades de alfabetização. Felizmente, há sinais que isso vai mudar devido à informatização das escolas. Computador nas escolas Conforme dados do Ministério da Educação (MEC), há dez anos, 16% das escolas tinham computador para uso dos alunos e 12% contavam com acesso à internet (só na opção discada). Em 2012, eram 57% com micros para uso didático, 52% deles conectados à rede. O recurso deve chegar a todas as escolas nos próximos anos, razão para que você esteja preparado para usá-lo da melhor forma. Há um ponto que é necessário destacar: a presença da tecnologia não é garantia de aprendizagem. Não bastam laptops à disposição na sala, por exemplo, se eles só são usados para jogos – esses aplicativos certamente chamam a atenção da meninada, mas poucos proporcionam desafios e reflexões sobre a leitura e a escrita. Mesmo quem não sabe ler e escrever, acredite, pode enfrentar o computador em atividades com foco na alfabetização. Afinal, muitas crianças aprendem as letras em um teclado e todas podem usá-lo para grafar palavras da maneira que sabem, mesmo que não seja convencionalmente. Os recursos tecnológicos não são a salvação para o déficit do conhecimento em leitura e escrita, conforme afirma Emilia Ferreiro, psicolinguista argentina radicada no México. Para ela, no entanto, com a ajuda deles ocorrem práticas que levam à alfabetização “que corresponde ao nosso espaço e tempo”. “Com o bom uso da tecnologia, aliado aos outros recursos, a criança tem mais uma possibilidade de entrar em contato com os desafios dessa fase”, afirma Nanci Folena Pereira Sousa, chefe da Seção de Laboratório e Educação Tecnológica da prefeitura de São Bernardo do Campo, região metropolitana de São Paulo. As possibilidades são muitas. Programas como jogos, o Word e o PowerPoint, e equipamentos como a lousa digital e o Datashow, além da internet, são ótimas ferramentas que podem contribuir  para uma alfabetização adequada aos dias de hoje. Via: Revista Escola/Abril

25 de Março de 2015

Projeto leva tecnologia a escolas públicas e privadas

A vontade de resolver os problemas na educação em escolas públicas e privadas levou os sócios Bruna Waitman e Alexandre Sayad a inventarem o Media Education Lab (MEL) em 2013. O projeto tem por objetivo principal aproximar a educação do mundo real e estimula a experimentação. “Queremos tornar a educação mais interessante e dar mais sentido à ela.”, explica Bruna. “Em 2005, quando eu estava na escola, teve uma espécie de concurso para criar soluções que impactassem o bairro. Junto com quatro amigos, criei um projeto em que alunos voluntários contribuíam para alfabetização de funcionários de limpeza da escola. Nós assistíamos à Central do Brasil e, no final, ajudávamos todos a escrever cartas, por exemplo. Fomos finalistas”, lembra. Como finalistas, Bruna e seu grupo participaram de uma série de formações para implementar o projeto. Um dos educadores responsáveis pela capacitação era o jornalista Alexandre Sayad, que na época já desenvolvia projetos inovadores na educação. Eles se encontraram anos depois e Alexandre a convidou para participar de seus projetos. “Começamos um exercício para ver o que os projetos já existentes tinham em comum e o que podíamos criar de novo. A tecnologia apareceu como um elemento chave. Pensamos em propor vivências para professores se apropriarem da tecnologia para potencializar o trabalho feito em sala de aula”, explica Bruna. Mais de 30 projetos nasceram no MEL, desde professores que nem imaginavam que a tecnologia poderia ser usada para melhorar o ensino à estudantes que têm vontade de criar aplicativos para ajudar a melhorar o mundo. Desta forma, a iniciativa reúne vários atores que estão interessados em fazer acontecer. Um ponto de encontro do MEL é a Escola São Paulo de Economia Criativa, local onde foi criado um laboratório itinerante. “O espaço funciona como um co-studing e pessoas de todas as idades frequentam. Já vi casos de um garoto de 9 anos que queria criar um aplicativo e de um senhor de 89 que me contou que estava desacreditado da juventude mas que saiu revigorado de lá. Isso nos alegra muito,fazemos muitas conexões. A gente acredita que essa mistura de diferentes idades é muito proveitosa”, ressalta a Diretora de Novos Negócios do MEL. A ideia do MEL é oferecer um espaço, gratuito e aberto a todos, que sirva para trocas e criação de projetos, como um “faça você mesmo”, de prototipação. Segundo Bruna, os estudantes têm muitas ideias e às vezes na escola não tem tempo nem espaço para colocá-las em prática. E tem gente criando aplicativo, webséries, documentário, projetos de todos os tipos e formatos. Além disso, o MEL tem atuações voluntárias como palestras gratuitas em escolas públicas ou como no apoio a criação e implementação do Festival Educação, criado para dar voz aos estudantes de todo o Brasil. A empreendedora conta que a metodologia do MEL que mistura cocriação e design thinking e é baseada em momentos de inspiração com pessoas que têm trajetórias empreendedoras e criativas pode ser super customizada. “Cada escola ou grupo tem uma vivência única. É possível fazer formações que durem dois encontros ou até um ano”. Um dos maiores indicadores de sucesso são os projetos que nascem a partir das vivências feitas pelo MEL. Atualmente, o MEL tem projetos em mais de 10 escolas e Ongs. Recentemente, o projeto também foi convidado pela Unesco para ser o braço na América Latina para uma publicação sobre mídia-alfabetização.“Nós temos muitos projetos de uso das novas mídias a favor do aprendizado. A educação está mudando e o professor pode usar a mídia para potencializar o trabalho dele. A tecnologia tem que ser um meio e não um fim”, diz Bruna. Fonte: Social Good Brasil

15 de dezembro de 2014

Professores, usem a internet a seu favor

Uma das maiores preocupações dos professores hoje em dia é como melhorar a aprendizagem de seus alunos por meio dos recursos virtuais. Professor de japonês em Brasília, Malcon Douglas aponta um caminho usando as redes sociais. Adaptando os recursos disponíveis a cada obstáculo ele enxergou possibilidades de engajar os seus alunos para se superarem ao aprender uma língua que é tão distante da nossa. No processo de entender a vida virtual de seus alunos ele viu o quanto as redes sociais poderiam motivá-los a aprender o significado de palavras desconhecidas. Ele percebeu que os alunos estavam constantemente conectados as suas redes. “A internet dispõe de um leque de informações e cabe ao professor escolher certos tipos de informações e aproximá-las do aluno de modo que ele tenha acesso a um texto, um dicionário virtual, a um plugin no navegador que eles percebem que possa ser útil”, diz Malcon. O professor faz realmente um trabalho de curadoria para que os seus alunos tenham acesso aos conteúdos e formatos mais interessantes da web. Cabe a eles então decidirem o que faz mais sentido para o próprio aprendizado. Depois de coletar esses diferentes materiais ele os concentra tudo em apenas uma conta na nuvem compartilhada com toda a turma. O aluno opta pelo que prefere, seja ele pelo material impresso ou virtual. “É uma aprendizagem personalizada, onde os diferentes estilos dos alunos são respeitados. Tem um aluno que é mais visual, outro que é mais auditivo, e tem quem aprenda mais escrevendo. Eu posso ampliar os exercícios disponíveis para que ele se adeque a cada aluno” acrescenta o professor. Essa autonomia dos alunos é possível porque eles mesmos são responsáveis por avaliar o quanto eles sabem da matéria. Ao fazer os exercícios, eles têm um retorno imediato do seu desempenho e os possibilita identificar lacunas no próprio aprendizado: onde ele acertou, não acertou e onde ele pode melhorar. Isso é muito importante para entender em que os alunos devem se empenhar. Malcon realmente sai do caminho tradicional para que os seus alunos aprendam. Eles deixam de lado suas mesas para fazer exercícios dinâmicos de alongamento que são explicados por vídeos com instrutores japoneses. Ele usa recursos de mapas para que o aluno tenha uma visão 3D de como é se sentir participando de Hanami no Japão. “Japonês é uma língua carregada de cultura. Não basta você entender simplesmente as palavras ao se apresentar, por exemplo. O aprendizado passa por gestos, posturas e maneiras de como se deve falar ou deixar de falar. Encontrei diversas ferramentas na internet para me ajudar nisso: seja materiais didáticos disponíveis em pdf, através de vídeos no youtube, ou pelo contato direto com japoneses através do Skype”, conta o professor. Malcon mostra que os professores precisam ter claro onde eles querem chegar, mas podem ficar confiantes que o caminho se faz caminhando. Fonte: QMágico

9 de dezembro de 2014

Tecnologias de Informação e Comunicação atraem os alunos para sala de aula

O uso das Tecnologias de Informação e Comunicação (TICs) em sala de aula se faz cada vez mais necessário no mundo globalizado em que vivemos. A opinião é de Maria Elizabeth Bianconcini de Almeida, coordenadora e docente do Programa de Pós-Graduação em Educação: Currículo, da Pontifícia Universidade Católica de São Paulo (PUC-SP). Segundo ela, a inserção de novas tecnologias nos projetos pedagógicos é uma maneira de se aproximar da geração que está nos bancos escolares.

Defensora do uso das TICs em sala de aula, Beth Almeida faz uma ressalva: a tecnologia não é um enfeite e o professor precisa compreender em quais situações ela efetivamente ajuda no aprendizado dos alunos. “Sempre pergunto aos que usam a tecnologia em alguma atividade: qual foi a contribuição? O que não poderia ser feito sem a tecnologia? Se ele não consegue identificar claramente, significa que não houve um ganho efetivo”, explica.

 De acordo com a professora, o uso das tecnologias facilita o interesse dos alunos pelos conteúdos, pois oferecem novas linguagens, que fazem parte do cotidiano dos estudantes e das escolas. “Esses estudantes já chegam com o pensamento estruturado pela forma de representação propiciada pelas novas tecnologias”, diz ela.

Para integrar as novas tecnologias ao currículo escolar ou ao projeto pedagógico da escola, o primeiro passo é ter a tecnologia disponível.Quando há apenas um laboratório disponível para todos alunos, por exemplo, os resultados não são tão favoráveis.O ideal é que a tecnologia esteja na sala de aula, à mão no momento da necessidade. Pode ser um pequeno laboratório na sala ou um computador ou tablet por aluno.

Quanto ao custo para tornar isso uma realidade, Beth Almeida ressalta que em termos de política pública, não há solução única. “É preciso buscar ações diferenciadas. Há que superar esses desafios quase simultaneamente e trabalhar em duas frentes: recuperar atrasos, alguns bem antigos, e inserir essa nova geração na sociedade digital”, destaca.

A professora diz que no Brasil há várias iniciativas importantes neste sentido, mas que é preciso ter em mente que os resultados, em educação, não vêm em um curto prazo. “Os currículos estão se alterando hoje e a diferença será sentida daqui a algum tempo. Mas a hora da mudança é agora”, conclui.

Fonte: Educar para Crescer

26 de novembro de 2014