Por que algumas universidades são melhores do que outras no uso de tecnologia educacional?

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Artigo de Pavlos Dias, Gerente Nacional da Blackboard

Universidades sempre foram locais de inovação, colocando ênfase na exploração acadêmica e no desenvolvimento individual. Isso não mudou com o avanço da tecnologia.

Na verdade, a adoção de ambientes virtuais de aprendizagem, a comunicação móvel e o ensino a distância têm potencializado o que pode ser oferecido e alcançado.

A maioria das universidades compartilha o mesmo objetivo: melhorar a experiência de aprendizado do aluno, a fim de impactar o seu desempenho e, em última instância, aumentar a sua capacidade de alcançar objetivos de vida e de carreira.

Forte foco no aluno e uso de tecnologia podem ajudar a alcançar essas metas. Porém, o sucesso disso depende da capacidade da instituição de mudar algumas atitudes arraigadas no âmbito acadêmico.

É preciso liderança executiva forte para impulsionar a mudança e argumentos convincentes para mostrar como a tecnologia pode ser útil dentro do contexto acadêmico. Para muitos gestores, torna-se uma missão pessoal olhar para além de quaisquer obstáculos ou dúvidas e criar uma estratégia de tecnologia que entregue resultados.

A implementação de tecnologia na educação não pode ser feita do dia para a noite; ao contrário, requer investimento, não apenas financeiro, mas em termos de gestão da mudança, apoio e comunicação.

Falamos sobre isso em nosso Guia de Adoção da Tecnologia, indicando etapas para superar obstáculos na incorporação de plataformas. A tecnologia em si deve ser confiável. Alunos e professores esperam que a tecnologia esteja sempre disponível e quaisquer problemas com estabilidade afetarão a adoção.

Ninguém vai se sentir confortável com algo que possa falhar em um momento crucial, seja no meio de uma aula online ou tentando enviar um trabalho. Os fundamentos devem estar cobertos desde o início:

  • O Ambiente Virtual de Aprendizagem está disponível 24 horas por dia?
  • Ele roda na velocidade que os usuários precisam?
  • Ele é acessível em todas as plataformas, navegadores e dispositivos?

Para muitos docentes, usar um ambiente virtual pela primeira vez é uma mudança em sua prática de trabalho estabelecida. É papel da instituição apoiá-los com treinamento, suporte técnico e orientação.

Os usuários precisam ter acesso a ajuda, através de telefone, chat, e-mail ou presencialmente, quando têm dúvidas imediatas ou não conseguem fazer o sistema funcionar como eles queriam. Também é vital ao fornecer treinamento sobre a nova tecnologia contextualizar com as melhores práticas pedagógicas.

A tecnologia é uma importante ferramenta a ser usada pelos educadores para melhorar o seu processo de ensino, por isso é importante não os jogar lá dentro e esperar adoração instantânea. Instituições devem fazer o seu melhor para fornecer recursos que possam aumentar a adoção.

Seja compartilhando links úteis do YouTube, literaturas sobre o assunto, artigos online, ajudando a resolver quaisquer dificuldades técnicas e oferecendo cursos de formação oficiais como parte do desenvolvimento profissional contínuo do corpo docente.

Hoje em dia, é uma norma para as universidades investir em tecnologia para beneficiar os seus alunos. Porém, os sistemas nem sempre são utilizados plenamente. Professores precisam ser convencidos de que a tecnologia pode tornar o ensino mais interessante, mais fácil, mais motivador e, principalmente, melhorar os resultados dos alunos.

Se a tecnologia disponível para os professores não está sendo explorada e utilizada, isso não está apenas prejudicando os docentes, mas é também uma injustiça com os alunos. Ninguém gosta de ser forçado a nada, deve ser através da partilha de histórias de sucesso e melhores práticas que as universidades podem criar uma onda de entusiasmo por aquilo que é realizável com uso da tecnologia.

Além disso, usar a tecnologia para o engajamento dos alunos, desde o momento da inscrição até a avaliação final, pode fornecer dados vitais que podem ser usados para alimentar a estratégia de curto e longo prazo da universidade.

Não há como voltar atrás agora. É impensável para uma universidade em 2016 não querer engajar alunos eletronicamente, oferecer cursos à distância ou monitorar o progresso e taxa de sucesso com o uso da tecnologia.

Nos próximos anos, a tecnologia continuará a ser a espinha dorsal das instituições de ensino, garantindo que elas consigam oferecer uma experiência única de aprendizagem, mais rápida, de forma mais relevante, a um grupo maior e mais diversificado de pessoas.

A tecnologia é tão boa quanto seus usuários são! Se as universidades não conseguirem mergulhar profundamente nos aspectos benéficos da tecnologia, se deixarem de envolver os alunos e se os professores relutarem em explorar o que é possível, então será improvável a adoção bem-sucedida.

E isso é pior do que um desperdício de dinheiro, é um desperdício de oportunidade.

Por que algumas universidades são melhores do que outras no uso de tecnologia educacional?

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Artigo de Pavlos Dias, Gerente Nacional da Blackboard

Universidades sempre foram locais de inovação, colocando ênfase na exploração acadêmica e no desenvolvimento individual. Isso não mudou com o avanço da tecnologia.

Na verdade, a adoção de ambientes virtuais de aprendizagem, a comunicação móvel e o ensino a distância têm potencializado o que pode ser oferecido e alcançado.

A maioria das universidades compartilha o mesmo objetivo: melhorar a experiência de aprendizado do aluno, a fim de impactar o seu desempenho e, em última instância, aumentar a sua capacidade de alcançar objetivos de vida e de carreira.

Forte foco no aluno e uso de tecnologia podem ajudar a alcançar essas metas. Porém, o sucesso disso depende da capacidade da instituição de mudar algumas atitudes arraigadas no âmbito acadêmico.

É preciso liderança executiva forte para impulsionar a mudança e argumentos convincentes para mostrar como a tecnologia pode ser útil dentro do contexto acadêmico. Para muitos gestores, torna-se uma missão pessoal olhar para além de quaisquer obstáculos ou dúvidas e criar uma estratégia de tecnologia que entregue resultados.

A implementação de tecnologia na educação não pode ser feita do dia para a noite; ao contrário, requer investimento, não apenas financeiro, mas em termos de gestão da mudança, apoio e comunicação.

Falamos sobre isso em nosso Guia de Adoção da Tecnologia, indicando etapas para superar obstáculos na incorporação de plataformas. A tecnologia em si deve ser confiável. Alunos e professores esperam que a tecnologia esteja sempre disponível e quaisquer problemas com estabilidade afetarão a adoção.

Ninguém vai se sentir confortável com algo que possa falhar em um momento crucial, seja no meio de uma aula online ou tentando enviar um trabalho. Os fundamentos devem estar cobertos desde o início:

  • O Ambiente Virtual de Aprendizagem está disponível 24 horas por dia?
  • Ele roda na velocidade que os usuários precisam?
  • Ele é acessível em todas as plataformas, navegadores e dispositivos?

Para muitos docentes, usar um ambiente virtual pela primeira vez é uma mudança em sua prática de trabalho estabelecida. É papel da instituição apoiá-los com treinamento, suporte técnico e orientação.

Os usuários precisam ter acesso a ajuda, através de telefone, chat, e-mail ou presencialmente, quando têm dúvidas imediatas ou não conseguem fazer o sistema funcionar como eles queriam. Também é vital ao fornecer treinamento sobre a nova tecnologia contextualizar com as melhores práticas pedagógicas.

A tecnologia é uma importante ferramenta a ser usada pelos educadores para melhorar o seu processo de ensino, por isso é importante não os jogar lá dentro e esperar adoração instantânea. Instituições devem fazer o seu melhor para fornecer recursos que possam aumentar a adoção.

Seja compartilhando links úteis do YouTube, literaturas sobre o assunto, artigos online, ajudando a resolver quaisquer dificuldades técnicas e oferecendo cursos de formação oficiais como parte do desenvolvimento profissional contínuo do corpo docente.

Hoje em dia, é uma norma para as universidades investir em tecnologia para beneficiar os seus alunos. Porém, os sistemas nem sempre são utilizados plenamente. Professores precisam ser convencidos de que a tecnologia pode tornar o ensino mais interessante, mais fácil, mais motivador e, principalmente, melhorar os resultados dos alunos.

Se a tecnologia disponível para os professores não está sendo explorada e utilizada, isso não está apenas prejudicando os docentes, mas é também uma injustiça com os alunos. Ninguém gosta de ser forçado a nada, deve ser através da partilha de histórias de sucesso e melhores práticas que as universidades podem criar uma onda de entusiasmo por aquilo que é realizável com uso da tecnologia.

Além disso, usar a tecnologia para o engajamento dos alunos, desde o momento da inscrição até a avaliação final, pode fornecer dados vitais que podem ser usados para alimentar a estratégia de curto e longo prazo da universidade.

Não há como voltar atrás agora. É impensável para uma universidade em 2016 não querer engajar alunos eletronicamente, oferecer cursos à distância ou monitorar o progresso e taxa de sucesso com o uso da tecnologia.

Nos próximos anos, a tecnologia continuará a ser a espinha dorsal das instituições de ensino, garantindo que elas consigam oferecer uma experiência única de aprendizagem, mais rápida, de forma mais relevante, a um grupo maior e mais diversificado de pessoas.

A tecnologia é tão boa quanto seus usuários são! Se as universidades não conseguirem mergulhar profundamente nos aspectos benéficos da tecnologia, se deixarem de envolver os alunos e se os professores relutarem em explorar o que é possível, então será improvável a adoção bem-sucedida.

E isso é pior do que um desperdício de dinheiro, é um desperdício de oportunidade.

6 de julho de 2016

Guia de Adoção da Tecnologia apresenta etapas para superar obstáculos na incorporação de plataformas

Lançado no Encontro da Comunidade Blackboard, o Guia de Adoção da Tecnologia traz seis fatores-chave fundamentais para que as soluções tecnológicas sejam incorporadas da melhor maneira por alunos e professores das instituições de ensino. Nele, é possível conferir como impulsionar a adoção de forma bem-sucedida, com o objetivo de atingir suas metas estratégias. Entre elas: * Melhorar a qualidade da experiência do estudante; * Responder às crescentes expectativas e necessidades de suporte tecnológico do corpo discente; * Estender o alcance da Instituição, desenvolvendo novos mercados; * Reduzir o ônus administrativo sobre a equipe acadêmica; * Potencializar as habilidades de uso digital dos alunos. Apesar dos benefícios e na colaboração para o atingimento dos objetivos, existem diversos obstáculos para adoção da tecnologia a serem superados pelas instituições. Qualquer tipo de mudança é desafiadora. Por isso, o Guia sugere dicas práticas para superar as dificuldades, com base nas seguintes etapas: 1. Envolvimento da liderança na condução e sucesso da adoção de tecnologia. 2. Investimento e comprometimento institucional. 3. Infraestrutura robusta e confiável. 4. Suporte efetivo ao corpo docente. 5. Habilidade em demonstrar os benefícios da tecnologia para alunos e professores. 6. Decisões baseadas em dados e ciclo contínuo de melhorias. Aqui você pode baixar a versão em pdf do Guia de Adoção da Tecnologia. O material foi desenvolvido pela Blackboard Internacional e adaptado ao mercado brasileiro pela equipe Blackboard Brasil.

8 de junho de 2016

4 verdades sobre o sucesso do estudante com o uso de dados

Artigo por Katie Blot, vice-presidente de estratégia corporativa e desenvolvimento de negócios na Blackboard. Na última semana, 180 pessoas reuniram-se para a 2º Conferência de Desempenho Institucional (IPC), realizada pela Blackboard em Austin, Texas. No evento,  debatemos profundamente as tendências e desafios no ensino superior, com foco em como usar os dados para aumentar a o sucesso e desenvolvimento do aluno. Dados são, sem dúvida, ferramentas poderosas que nos apoiam a alcançar nossos objetivos educacionais. Desde aqueles dados para assessorar a tomada de decisão institucional ao uso de dados para permitir experiências personalizadas – que eu acredito ser o mais poderoso de todos -. Experiências essas que nós entregamos ao aluno para que ele possa fazer escolhas sobre o seu próprio caminho. Transformar dados em ação foi um tema que esteve presente em todas as sessões ao longo dos dois dias. Aqui estão alguns dos maiores tópicos desta grande conferência. 1.       Quando as universidades colaboram, os estudantes ganham Bridget Burns, diretora executiva da University Innovation Alliance, discutiu a necessidade de agir com os dados para ajudar os alunos a ter sucesso. Ela observou que, em 2025 os Estados Unidos terão uma carência de 16 milhões de graduados, em comparação com o número que será necessário para a força de trabalho. Nós simplesmente não temos número suficiente de pessoas que concluam o ensino superior e não temos um número suficiente de programas de graduações certos para a força de trabalho de amanhã. Bridget e a UIA estão ajudando os alunos a alcançar o sucesso através de colaboração interinstitucional para promover a inovação, escala e difusão. Ela falou sobre o fato de termos vários projetos pilotos e experimentos acontecendo no âmbito educacional e de tecnologia – mas a capacidade é muito limitada para dimensionar essas inovações em serviço de um grande número de estudantes. Eu fiquei pessoalmente impactada com a sua poderosa fala a respeito de agir com o objetivo de derrubar as barreiras tradicionais que temos mantido, e compartilhar abertamente sobre casos de sucesso e fracasso a fim de que possamos todos, juntos, evoluir. 2.       Com acesso em tempo real aos dados, você pode criar conversas e resultados Clientes do Blackboard Analytics estão aproveitando o acesso aos dados para medir o desempenho institucional e acompanhar o envolvimento e desempenho dos alunos. Paul O’Brien, vice-presidente associado de Tecnologia Institucional, e Kendall St. Hilaire, Diretor Administrativo do Campus Virtual, ambos no Indian River State College (IRSC), discutiram como eles usaram os dados para ajudar a impulsionar o crescimento bem-sucedido em seu Campus Virtual. Em três semestres letivos, o IRSC foi capaz de eliminar a lacuna as taxas de sucesso do ensino presencial e  on-line, aumentando a consciência e conversas dentro de todos os níveis da faculdade. 3.       Para sobreviver à mudança, você precisa estar disposto a mudar No segundo dia, tivemos a palestra de dois líderes excepcionais. Recebemos Susan Aldridge, Ph.D., Vice-Presidente Sênior deAprendizagem On-line, na Drexel University e Presidente da Drexel University Online, e também o Dr. Michael McCall, Presidente Emérito daKentucky Community & Technical College System. Ambos falaram sobre o crescimento de suas instituições e como resolver os desafios atuais. Susan pontuou sabiamente: “Não tente ser tudo para todos. Desenvolva programas com foco em seus pontos fortes e naquilo que você pode se diferenciar.” Eles também falaram sobre a entender os alunos e usar isso para ajudar a conduzir o seu foco. E não tenha medo de fazer os ajustes, a fim de fazer isso.Um dos meus trechos favoritos durante a palestra de Mike McCall foi “para sobreviver à mudança, você precisa estar disposto a mudar”. 4. Comece tendo o final em mente Pensar amplamente sobre o que o sucesso representa para o aluno, além de apenas se formar, e como repensar o nosso modelo tradicional de apoio ao estudante, foram temas abordados ao longo dos dois dias. Havia uma grande quantidade de energia em torno de “puxar as coisas para a frente”- desde aconselhar os serviços de carreira até ter um impacto maior sobre o sucesso do aluno. Candice Carpenter Olson, Co-Fundadora e Presidente Executiva do Fullbridge, Inc, concluiu a conferência. Focada em como podemos ajudar a educar a próxima geração de profissionais e permitir que os alunos se tornem grandes agentes globais, Candice falou sobre como as intervenções de sucesso dos estudantes e treinamento focados em preparação para o mercado de trabalho devem começar no início da experiência da faculdade, e sua palestra foi recebida com uma série de sinais de aprovação e consentimento por parte da platéia. A Blackboard segue neste debate sobre dados e o sucesso do aluno no BbWorld 2016, que acontece em Las Vegas, de 12 a 14 de julho. Nossa conferência anual reúne líderes de todo o mundo para as sessões educacionais, demonstrações de produtos, troca de conhecimentos, networking, entre outros temas. Fique atento às novas informações sobre o BbWorld 2016 que serão divulgadas em breve! Fonte: Blackboard. 

17 de Fevereiro de 2016

3 dicas para se conectar com seus alunos on-line

Post escrito por Josh Murdock, designer instrucional na Faculdade de Valencia, na Flórida. Os alunos de hoje não são mais como conhecíamos na nossa época de escola. Eles estão aprendendo em novos ambientes, utilizando ferramentas que não existiam a até pouco tempo. Mais de 21 milhões de estudantes estão matriculados em pelo menos um curso on-line, e esse número cresce a cada semestre. A realidade é que não há mais estudantes  tradicionais ou estudantes on-line; discentes de todos os lugares estão fazendo tanto cursos on-line quanto em salas de aula. Como instrutores e administradores, temos a oportunidade de ajudar os alunos acostumados a cursos tradicionais a fim de que se tornem, também, um sucesso em ambientes on-line. Um dos ajustes mais difíceis para os estudantes em transição de uma sala de aula tradicional para um ambiente on-line é a ligação com seu professor. Muitas vezes nos cursos on-line, os alunos são apenas “um nome de usuário”, enquanto os instrutores passam a ser computadores virtuais que respondem questões. Mas, com alguns truques essenciais para criar um ambiente em que o professor on-line se torne “real”, isso não precisa acontecer. Aqui estão três dicas simples para ajudar os alunos nesta transição: Dica # 1: Criar uma comunidade desde o início Desenvolva o senso de conexão entre você e os alunos no início do curso através de uma primeira conversa. Peça aos alunos para postarem sobre si mesmos em fóruns de discussão ou blogs para o resto da turma, incentivando-os a responder uns aos outros. (Não se esqueça de incluir algumas questões que se relacionem com o curso). Como instrutor, a melhor maneira de começar essa conexão é personalizar a conversa com cada aluno. Você pode começar postando alguns de seus interesses pessoais, como livro favorito, por exemplo. Oferecendo informações pessoais, você auxilia os alunos a se conectarem e perceber que você não é um professor-online robotizado. Dica # 2: Inicie um projeto “All About Me”, ou “Tudo Sobre Mim”, em português. Outra tarefa que ajuda a aprender mais sobre os estudantes e lhes ensina como usar um tipo de software é um projeto “All About Me”, em que os alunos contem um pouco mais sobre si mesmos e sua vida, a fim de se apresentarem para a turma. Tenho indicado tanto o PowerPoint quanto o Glogster para os alunos criarem projetos sobre sua formação, educação, história de trabalho, interesse pessoal e objetivos futuros. Crio um exemplo com as minhas informações, o que nos ajuda a conhecer melhor uns aos outros. Importante: certifique-se de responder, não dê apenas o retorno do projeto, mas ajude com informações que possam ser usadas na vida pessoal. Dica # 3: Aumente o envolvimento dos alunos com anúncios de vídeo Esta dica foi a mais bem-sucedida e parece ser rara nos cursos on-line atualmente: fornecer anúncios ou atualizações semanais através de atualizações de vídeo. Eu criei atualizações semanais via webcam para meus cursos de tecnologia educacional on-line e os estudantes têm dado um grande feedback sobre este tipo de vídeo. Os alunos dizem que se sentem mais conectados, entendem melhor as expectativas e obtém uma melhor experiência com as atribuições de cada semana.

  • Siga com temas similares a cada semana;
  • Discuta a semana anterior como um tipo de incentivo ou lembrete do conteúdo;
  • Discuta as próximas atribuições com detalhes e as melhores.

Este tipo de anúncio de vídeo é fácil de produzir usando uma webcam básica e às vezes gravados diretamente para o YouTube. Ao não listar o vídeo em seu canal através das configurações, por exemplo, permite que você compartilhe o link ou incorpore ele em posts sem ter o vídeo aparecendo em seu canal do YouTube. O YouTube é ótimo, porque ele vai transcodificar automaticamente qualquer mídia para o formato correto e é acessível na maioria dos dispositivos móveis. Não esqueça o quão importante é a qualidade de áudio durante a gravação; considere usar um microfone, em vez do microfone da webcam (dependendo da sua qualidade e clareza). Crie um script simples ou um esquema a seguir para cada semana que você gravar; isso vai ajudá-lo a manter o foco e não esquecer detalhes. Este tipo de anúncio de vídeo permite que os alunos vejam seu professor on-line, o que muitas vezes é raro. Também é importante incluir uma transcrição do anúncio para os alunos que precisam de acesso a uma versão de texto. Sentir-se mais ligado ao curso é sempre reconfortante para os alunos, especialmente aqueles que estão tendo seu primeiro curso on-line ou lutando para entender as atribuições com base em indicações de texto e exemplos. Siga estas três dicas simples e, garanto, os alunos irão lhe dar um feedback positivo no final. Recebo algumas perguntas sobre as atribuições e enfatizo sempre o anúncio em vídeo. Conheço meus alunos muito melhor e logo no início do curso criando uma “comunidade” e incentivando o projeto “All About Me”. Também me sinto muito mais ligado ao meu curso on-line, seguindo essas dicas.  Josh Murdock, também conhecido como Professor Josh, é um designer instrucional na Faculdade Valência, na Flórida, onde ele tem experiência de construção e desenvolvimento de cursos online, treinamento de tecnologia com professores, e resolução dos problemas da Blackboard no mundo. Ele é professor de cursos on-line , híbridos e presenciais há dez anos. Fonte: Blackboard

10 de Fevereiro de 2016

Bb Student: um aplicativo móvel para os estudantes, projetado a partir do zero

Temos o prazer de anunciar que está disponível o Bb Student, novo produto móvel da nossa marca para estudantes que usam Learn. O Bb Student v1.0 foi reinventado a partir do zero, e se destina a ajudar os estudantes a gerir o seu progresso acadêmico de forma ágil. Aproveitamos nossa nova linguagem de design para produzir versões nativas para Android, IOS e Microsoft deste produto, e eu quero guia-los através algumas de nossas decisões de design. Em primeiro lugar, estamos mudando a maneira como a Blackboard constrói produtos para alunos. Ao invés de liberar o software uma vez por ano, vamos construir este produto de forma incremental, adicionando novas capacidades gradualmente com base no que os estudantes querem e precisam para ter sucesso. Ouvimos repetidas vezes que os alunos estão ocupados e sobrecarregados. Eles encaixam os seus estudos em pequenos pedaços de tempo livre que têm durante o dia, e estão à procura de um local único para gerenciar seus prazos programados. A primeira versão é focada em trazer informações acadêmicas e conteúdos fundamentais para os alunos, proporcionando um fluxo de atualizações e notificações, exibindo o conteúdo das matérias, e oferecendo uma visão sobre o seu progresso e notas. Além disso, criamos um produto que é extremamente simples de aprender. Queremos ajudar os estudantes a obter a informação rapidamente, para que eles possam se concentrar em sua jornada acadêmica. Nós nos esforçamos muito para adicionar diversos detalhes, antecipando o que os alunos irão procurar e criando um acesso rápido ao conteúdo. Você verá alguns estilos de interação únicos, incluindo a nossa navegação lateral, que proporciona acesso rápido a diferentes seções do produto. Nós usamos movimento para chamar a atenção para detalhes fundamentais. E a cor é usada com moderação, para destacar componentes e informações importantes. Por fim, a nossa nova linguagem de design é aplicada a todos os excitantes produtos que estamos lançando. Você verá paradigmas de interação e padrões de design visual semelhantes e repetíveis, para que os alunos sejam capazes de aplicar sua compreensão do sistema de um produto para outro. Os produtos da Blackboard vivem em uma ecologia, e estamos trabalhando para apoiar a jornada acadêmica de ponta a ponta. Esperamos que você explore por você mesmo o BbStudent nas lojas da Apple ou Google.

17 de novembro de 2015

Por que utilizar dados para personalizar projetos e decisões é tão importante

Lily Ladd

Em nossos esforços para continuar a missão da Blackboard em busca das melhores práticas de inovação em educação, neste mês, fomos na Dreamforce, maior encontro mundial de pessoas e executivos que pensam a tecnologia para a educação, onde se discutem soluções para os desafios que estão atingindo não só a educação, mas muitas indústrias em todo o mundo. Este ano, houve um grande foco sobre como coletar e utilizar “grandes quantidades de dados” para ir além e tomar decisões personalizadas, sejam elas para clientes, pacientes ou alunos. Este pensamento e essas discussões são diretamente aplicáveis aos vários pilares de nossa inovação na Blackboard e estão nos ajudando a aprimorar nossos esforços para atender às necessidades do novo aluno. Neste ano, Marc Benioff, da Salesforce, deu destaque aos impactos do câncer. Ele disse: “Eu sei que o câncer afeta toda a família”. Ao fazer isso, ele queria destacar uma iniciativa que está utilizando muitos dados para “personalizar decisões”, o Athena Wisdom Study. Ele apresentou a Dr. Laura Esserman, diretora do UCSF Breast Care Center, que está liderando um grupo para criar uma abordagem mais personalizada no tratamento de câncer de mama. Ela explicou que, enquanto desenvolvemos abordagens “normais” e planos de tratamento, o estudo tem como objetivo analisar a possibilidade de se obter mais dados genéticos de cada mulher e sua história familiar, personalizando assim certos fatores que podem entregar melhores resultados. Esserman compartilhou como a equipe de estudo têm usado a “tecnologia da nuvem” em grande escala para entregar uma medicina de precisão e transformar como se “descobre” o câncer de mama, mas também tratá-lo com base em dados da história pessoal de cada indivíduo a partir de diferentes dados agregados. O Wisdom Study é o primeiro deste tipo a criar percursos personalizados para os pacientes para passarem pelo câncer de mama e, enquanto os resultados não são completamente tabulados, o aumento contínuo do número de sobreviventes é um bom indicador. A aplicação direta de uma abordagem semelhante à aprendizagem é algo em que estamos trabalhando de forma rigorosa na Blackboard. Descobrimos quanto mais sabemos sobre as preferências e necessidades de aprendizagem de cada um, o desenvolvimento é melhor, além de fornecer uma educação com caminhos “personalizados” para cada aluno. Com o nosso anúncio e lançamento de uma nova experiência de aprendizagem, nos focamos em criar uma plataforma aberta, segura e totalmente focada em impulsionar o sucesso do aluno. Ao capturar dados individualizados de cada estudante em tempo real, os educadores e os próprios alunos podem tomar decisões com mais conhecimento sobre as necessidades de aprendizagem de cada um e saber os próximos passos, em vez de utilizar pressupostos amplos para proporcionar um currículo generalizado. Embora não exista uma solução rápida e certeira, somos encorajados pelos primeiro sucessos do Athena Wisdom Study, e continuamos a procurar novas maneiras de fazer progressos na formação de educação para entregar experiências mais atraentes em todo o ciclo de vida do aluno. Ainda há milhões de alunos que estão lutando com os sistemas padrão e atingindo seu potencial de aprendizagem dentro dele, por isso até fornecemos aos alunos e as organizações que os apoiam, o necessário para proporcionar percursos personalizados para todos – e vamos continuar inovando. E você? Tem usado dados para conduzir percursos personalizados em sua organização?

6 de novembro de 2015

7 Dicas para ser um aluno online bem sucedido

Por Kristen Hicks Certa vez alguns educadores já recusaram a ideia de educação online. Como aulas em um computador poderiam trazer o mesmo benefício para os alunos que as com um professor? Como a tecnologia tem melhorado e as mais conceituadas instituições de ensino têm adotado a aprendizagem online ao longo dos últimos anos, muitas das primeiras críticas têm se mostrado um desafio. Mais de um terço de todos os estudantes do ensino superior tem pelo menos um de seus cursos online, e mais de 12% estão matriculados exclusivamente em cursos online. Ou seja, estudantes, professores e faculdades estão se acostumando à ideia de educação a distância. Apesar disso, alguns alunos podem ter dificuldades em estudar em casa, mas apresentamos algumas dicas aqui:

  1. Seja exigente com o curso que escolher

Se você quer ser um aluno bem sucedido, a decisão mais importante a tomar é escolher uma boa escola. Os relatórios universitários online podem ajudar, mas complementá-los com suas pesquisas é bom para se certificar de que a escolha é a mais apropriada. 2. Ter a tecnologia certa Um computador antigo ou que tenha uma conexão lenta com a internet, pode ter impacto na sua educação online. Desistências são comuns em cursos online quando qualquer dificuldade se torna uma barreira em seu caminho para a graduação – até mesmo algo que possa parecer pequeno como um computador desatualizado. Você também precisa verificar os requisitos técnicos específicos do programa online que você escolher para ter certeza de obter todo o software ou as ferramentas que eles recomendam. Isso fará a diferença e será um bom investimento. 3. Seja organizado em sua rotina Pode parecer fácil, mas estudar em casa todos os dias é um desafio significativo, especialmente se você está tentando conciliar as aulas com a sua rotina. É preciso elaborar um sistema que garanta que você cumpra as tarefas: pode ser determinar prazos rigorosos ou criar horários de estudo. Também é interessante encontrar um colega ou parceiro que estimule o seu estudo. 4. Descubra quais hábitos de estudo funcionam para você Assim como na última dica, isso exige bastante treinamento. Preste atenção a que tipos de trabalho e “sistemas de aprendizagem” funcionam para você: ouvir palestras, ler livros, anotar o conteúdo… Identificar o estilo de estudo que lhe dá os melhores resultados vai otimizar seu tempo. Também é importante descobrir onde você pode estudar sem distrações. Se estudar em casa significa lidar com crianças, familiares ou mais tarefas, que tal ir a uma biblioteca ou a um café? Se estudar no meio da tarde faz com que você se distraia com outras atividades, você pode estudar a noite. Trate isso como um trabalho e informe as pessoas a sua volta para que tratem da mesma forma.   5. Colabore com outros estudantes Muitas faculdades oferecem ferramentas que incentivam a colaboração entre os alunos online, mas os alunos também podem criar grupos de estudo ou espaços online para se comunicarem entre si. Tenha em mente a importância da interação com outros estudantes: além da troca de conteúdo, podem ser ótimos contatos profissionais. 6. Esteja disposto a pedir ajuda A maioria das faculdades se esforçam para dar o apoio necessário aos alunos. Se você está tendo dificuldades, fale com o professor. Se precisar de ajuda para além do que seu professor pode fornecer, veja as outras opções oferecidas. Ajudar os alunos a aprender é a meta nº 1 de cada faculdade e todas possuem uma estrutura para garantir que esse objetivo seja alcançado. Lembre-se: se você está tendo problemas, peça ajuda! 7. Faça pausas Cuide para manter as metas e os prazos, mas não se sinta culpado por precisar fazer uma pausa – e nem ver isso como um “bônus”, isto é uma necessidade. Ter uma pausa de vez em quando vai te ajudar a ficar mais focado no resto do tempo. É interessante até mesmo colocar este tempo em sua rotina ou definir um alarme para se certificar de que você não vai esquecer de descansar. O sucesso do aluno depende da existência de bons professores e cursos. Mas a maior parte depende dele mesmo. Se você descobrir um sistema de estudo que funciona e cumpri-lo, você terá sucesso como um estudante online. É importante perceber que, se estudar em casa é muito difícil para você, você pode ser alguém que se encaixe melhor em aulas presenciais. Esteja disposto a mudar se isso for melhor para você!

14 de outubro de 2015

Sendo on-line, sendo digital

Peter Stokes* Levou décadas, mas a tecnologia educacional está finalmente começando a mudar a maneira como pensamos sobre a própria educação – e não apenas a nossa maneira de entregá-la. Vinte e quatro anos atrás, ensinei meu primeiro curso de escrita em uma sala de aula, equipada com 25 computadores. Naqueles dias a aprendizagem on-line foi uma experimentação – vimos o que a nova tecnologia poderia fazer. Logo, porém, a aprendizagem on-line deixou de ser um “meio” e se tornou um “fim”, como forma de expansão do mercado e rápido crescimento. Hoje em dia, vemos milhões de alunos que buscam ensino totalmente on-line. Isso, de alguma forma, ressalta o fato de que a aprendizagem on-line é um campo estabelecido e está amadurecendo. Isto pode explicar, em parte, porque o campo está começando a falar em novas formas e como as instituições estão se envolvendo mais, implantando uma número cada vez maior de tecnologias, como os cientistas de aprendizagem obtém novos dados capturados por estas tecnologias e como as estruturas organizacionais de aprendizagem on-line operam. Se a era da aprendizagem on-line nas duas décadas passadas foi em grande medida sobre o crescimento da receita, o momento atual é de novidade. As provas desta mudança podem ser vistas em uma mudança sutil na forma como falamos sobre isso. Onde uma vez falamos de forma consistente sobre “aprendizagem on-line,” agora, mais e mais vezes, escuto líderes do ensino superior falando sobre “estratégia digital” – uma mudança na terminologia que, creio eu, mostra uma mudança significativa na forma como estamos pensando a utilização das tecnologias de aprendizagem. Como Claudia Urrea, professor no recém-criado Escritório de Aprendizagem Digital do MIT, me disse: “Não é mais sobre a colocação de conteúdos on-line apenas, mas uma oportunidade para repensar a aprendizagem”. Kevin Bell, que atua como diretor executivo para o desenvolvimento do currículo on-line e implantação da Universidade Northeastern, fala com mais ênfase: “É preciso que haja uma estratégia digital para cursos presenciais também”. Curiosamente, os dois foram responsáveis por realinhar suas estruturas organizacionais no mundo digital. O Escritório de Aprendizagem Digital do MIT, liderada por Dean Sanjay Sarma, é uma organização relativamente nova que estabeleceu iniciativas como o OpenCourseWare, fundado há mais de 15 anos, o MITX, lançado em 2012 e o precursor do MIT colaboração com Harvard, chamado EDX – mas que só agora foi “divulgada”. Demais instituições estão se reorganizando, acrescentando novas camadas de gestão e governança para supervisionar e harmonizar as diversas “explorações digitais”. Em 2014, James Devaney entrou para a Universidade de Michigan como vice-reitor adjunto de educação digital e inovação, com o objectivo explícito de modificar os serviços de seu escritório “obsoleto – no bom sentido. “Gostaria de ver a palavra ‘digital’ removida do nosso nome da unidade”, contou. Uma maneira de explicar essa mudança de pensamento é a crescente consciência do potencial das tecnologias educacionais para melhorar o ensino e a aprendizagem em geral e reforçar o valor que as faculdades e as universidades estão oferecendo. “Eu vejo a mudança não como de on-line para digital”, disse Eddie Maloney, diretor-executivo para novos modelos de aprendizagem e bolsa de estudos na Universidade de Georgetown, “mas como uma mudança de currículo orientado a conteúdo ou orientado a faculdade para um projeto e currículo avaliado. É realmente um foco crescente na aprendizagem”. Claro, isso não quer dizer que não existam instituições lá fora, ainda querendo aumentar a receita através da apresentação de programas on-line. E até mesmo instituições como Harvard estão tentando gerar renda a partir de iniciativas como HBX, uma iniciativa da Harvard Business School, com seus cursos on-line em fundamentos do negócio de segmentação. Southern New Hampshire University e Champlain College, para citar apenas dois exemplos, criaram intencionalmente uma separação orgânica entre o seu campus e atividades de aprendizagem on-line. Na medida em que esta mudança de ênfase da aprendizagem on-line para a estratégia digital pode produzir programas sustentáveis ​​de melhor qualidade, podemos esperar ver mais instituições perseguir o caminho do projeto de aprendizagem informada pela experimentação digital. Embora ainda seja muito cedo para dizer com certeza se essa mudança será duradoura, devemos esperar para ver evidências. Como Devaney disse: “Eu acho que nós vamos saber se esta mudança é real quando vermos mais instituições se diferenciando desta maneira”. Kathleen Ives, diretora executiva do Learning Consortium on-line, concorda, ressaltando que “O digital está se tornando mainstream. Mas para uma instituição ter sucesso, isso tem que ser parte de sua visão e missão, além de permear toda a sua organização”. Em outras palavras, a mudança para a estratégia digital só será significativa se permitir que as instituições não só pensem e ensinem de forma diferente, mas também mostrem de forma mais eficaz quem eles são e quais seus diferenciais. Peter Stokes é diretor-gerente na prática de ensino superior no Huron Consulting Group.

14 de setembro de 2015

Um novo membro em nossa família Soluções de Código Aberto

Nos últimos meses, muitas coisas estão acontecendo na Blackboard em torno de nossas soluções Moodle. É por isso que estamos animados para anunciar que a Blackboard adquiriu Nivel Siete, um fornecedor líder de soluções de código aberto e um dos parceiros do Moodle mais respeitados na América Latina. A Nivel Siete oferece uma variedade de soluções de aprendizagem, hospedagem, suporte e serviços de consultoria que ajudam as organizações a ter sucesso no seu ensino e iniciativas de aprendizagem, incluindo instituições acadêmicas e empresas que se concentram no uso de para gestão de talentos e treinamento de e-learning. Ao juntar forças, seremos capazes de suportar mais alunos que utilizam o Moodle para atingir seus objetivos educacionais e alcançar o sucesso acadêmico. Além disso, vamos ampliar e fortalecer a nossa rede de código aberto, criando novas formas de instituições e organização aprenderem e colaborarem uns com os outros. A notícia de hoje ainda atesta nosso compromisso no Moodle e segue as recentes aquisições da Remote-Learner  e da tecnologia X-Ray Analytics. Ele também reitera a importância estratégica do open source para nossos clientes e para nós. No decorrer do mês de agosto, a Nivel Siete estará promovendo um MoodleMoot na Colômbia. Todos os nossos clientes de código aberto são convidados a participar. Será uma grande oportunidade para manter contato com nossas equipes locais e aprender mais sobre esta história empolgante. Mais novidades estão por vir. Fique atento! Phill Miller – Vice Presidente Internacional de Serviços Open Source, Blackboard Pavlos Dias – Gerente Nacional da Blackboard, Grupo A  

14 de agosto de 2015

Guia Para Recursos Educacionais Abertos do Professor

Você provavelmente já ouviu falar sobre Recursos Educacionais Abertos (REA) e talvez até mesmo tenha usado algum em sua sala de aula. Mas o mundo de REAs está crescendo constantemente, com mais recursos disponíveis todos os dias. Se você não está levando vantagem deles, agora é um ótimo momento para dar uma olhada.

O que há de tão importante sobre REAs?

Recursos Educacionais Abertos são ferramentas como livros didáticos, planos de aula e outras mídias que estão em domínio público ou abertamente licenciados, que todas as pessoas podem usá-las e adaptá-las livremente. Ao contrário de recursos on-line que estão livres, mas não abertamente licenciado, você pode adaptar os REAs para suas próprias necessidades. Por exemplo, você pode ter um livro de geografia e adicionar exemplos e pontos de referência da sua própria região. Ou você pode pegar um livro de histórias e traduzi-lo, junto com os alunos, para outra língua. Ou a sua aula de arte poderia criar novas ilustrações para uma história já existente.

Você também pode contribuir com uma nova versão de um trabalho, tornando os REAs uma maneira maravilhosa para você e seus alunos partilharem seu trabalho com outras salas de aula de todo o mundo. Você pode ter um livro de ciências da África do Sul, adicionar um pouco de suas próprias lições e exemplos e depois descobrir que a sua versão modificada foi traduzido para Sueco para estudantes na Suécia. Isso torna o mundo mais “próximo”.

Como posso saber se uma obra é uma REA? A maneira mais fácil de descobrir se uma obra é uma REA, é olhar sua licença para Creative Commons (CC). Creative Commons torna mais fácil para as pessoas licenciarem abertamente e partilharem suas obras, colocando seu trabalho com uma licença CC. Existem vários tipos de licenças CC, por isso certifique-se de verificar quais permissões estão disponíveis; algumas licenças permitem que você compartilhe o seu trabalho para fins comerciais, outros para o uso não-comercial. As licenças Creative Commons não são a única forma de verificar se uma obra é REA, mas são o meio mais utilizado.

Onde começar Qualquer pessoa pode criar um REA e compartilhá-lo on-line. O “OER Commons” é um ótimo lugar para começar a procurar ferramentas para usar em sala de aula.

Literatura Livros de domínio público são uma ótima maneira de conhecer os recursos disponíveis gratuitamente na web. Você pode encontrar todos os tipos de literatura on-line, em muitas línguas – de Shakespeare a Charles Darwin. O “Projecto Gutenberg” tem a maior coleção de livros de domínio público, a maioria dos que foram publicados antes de 1923. Para uma seleção com curadoria de livros de domínio público com melhores covers e descrições, consulte a secção de domínio público Feedbooks.

3 de agosto de 2015