A tecnologia e a democratização do acesso à educação no EAD

A tecnologia e a democratização do acesso à educação no EAD

COMO O AMBIENTE VIRTUAL DE APRENDIZAGEM ALIADO À GESTÃO EFICIENTE PODE LEVAR A EDUCAÇÃO A TODOS OS CANTOS DO BRASIL

“O grupo Ser Educacional vive uma importante fase digital que envolve gestão e questões acadêmicas”, diz Moreira

O estudante Felix Bento do Nascimento encontrou mais tempo para o lazer com sua família, quando optou por um curso superior de Marketing no ensino a distância do Centro Universitário Maurício de Nassau (UNINASSAU), com sede em Recife (PE).

Para ter bom desempenho nos estudos, comenta paulatinamente que o EAD exige: “de-di-ca-ção”. Para se entusiasmar nessa jornada, o estudante elogia a proposta do ambiente virtual de aprendizagem utilizado por sua universidade. “Além da mobilidade, o grande diferencial é que o conteúdo nas unidades é colocado de forma interativa, que torna o aprendizado mais interessante do que apenas ler no livro”, diz.

Integrante do grupo Ser Educacional, a UNINASSAU utiliza ferramentas da plataforma Blackboard para atividades como: compartilhar conteúdos pedagógicos, promover interação nos fóruns, fazer avaliações e aulas ao vivo, entre outras ações no processo de ensino e aprendizagem.

Na visão do diretor de EAD do grupo, Enzo Moreira, a organização vive uma importante fase digital que envolve gestão e questões acadêmicas – e a ferramenta tem apresentado resultados ideais para esse momento da IES.

“O grupo Ser Educacional investe fortemente em tecnologia, com uma robusta plataforma de e-learning, realidade aumentada, recursos de aulas ao vivo pela internet, entre outros exemplos de inovação no ensino”, diz. Na visão do diretor, a ferramenta da Blackboard apresenta funcionalidades necessárias para os bons resultados que o grupo pretende alcançar.

“Reúne todas as características que devemos procurar em um bom AVA: ergonomia, segurança, robustez, interatividade, facilidade de acesso e convergência digital”.

Facilitar o acesso ao ensino

“Não tenho dúvidas que o EAD tem um papel importante na democratização do ensino superior brasileiro”. A afirmação de Moreira é baseada no fato de a tecnologia possibilitar a chegada da educação em lugares onde não há estrutura para a oferta de ensino superior presencial.

“Este é um dos pontos em que se justifica a utilização da tecnologia para levar educação de qualidade com recursos modernos, sem a barreira da presencialidade física”, conclui.

Texto original foi publicado em 25/05/2018 na Revista Ensino Superior.

A tecnologia e a democratização do acesso à educação no EAD

A tecnologia e a democratização do acesso à educação no EAD

COMO O AMBIENTE VIRTUAL DE APRENDIZAGEM ALIADO À GESTÃO EFICIENTE PODE LEVAR A EDUCAÇÃO A TODOS OS CANTOS DO BRASIL

“O grupo Ser Educacional vive uma importante fase digital que envolve gestão e questões acadêmicas”, diz Moreira

O estudante Felix Bento do Nascimento encontrou mais tempo para o lazer com sua família, quando optou por um curso superior de Marketing no ensino a distância do Centro Universitário Maurício de Nassau (UNINASSAU), com sede em Recife (PE).

Para ter bom desempenho nos estudos, comenta paulatinamente que o EAD exige: “de-di-ca-ção”. Para se entusiasmar nessa jornada, o estudante elogia a proposta do ambiente virtual de aprendizagem utilizado por sua universidade. “Além da mobilidade, o grande diferencial é que o conteúdo nas unidades é colocado de forma interativa, que torna o aprendizado mais interessante do que apenas ler no livro”, diz.

Integrante do grupo Ser Educacional, a UNINASSAU utiliza ferramentas da plataforma Blackboard para atividades como: compartilhar conteúdos pedagógicos, promover interação nos fóruns, fazer avaliações e aulas ao vivo, entre outras ações no processo de ensino e aprendizagem.

Na visão do diretor de EAD do grupo, Enzo Moreira, a organização vive uma importante fase digital que envolve gestão e questões acadêmicas – e a ferramenta tem apresentado resultados ideais para esse momento da IES.

“O grupo Ser Educacional investe fortemente em tecnologia, com uma robusta plataforma de e-learning, realidade aumentada, recursos de aulas ao vivo pela internet, entre outros exemplos de inovação no ensino”, diz. Na visão do diretor, a ferramenta da Blackboard apresenta funcionalidades necessárias para os bons resultados que o grupo pretende alcançar.

“Reúne todas as características que devemos procurar em um bom AVA: ergonomia, segurança, robustez, interatividade, facilidade de acesso e convergência digital”.

Facilitar o acesso ao ensino

“Não tenho dúvidas que o EAD tem um papel importante na democratização do ensino superior brasileiro”. A afirmação de Moreira é baseada no fato de a tecnologia possibilitar a chegada da educação em lugares onde não há estrutura para a oferta de ensino superior presencial.

“Este é um dos pontos em que se justifica a utilização da tecnologia para levar educação de qualidade com recursos modernos, sem a barreira da presencialidade física”, conclui.

Texto original foi publicado em 25/05/2018 na Revista Ensino Superior.

2 de agosto de 2018

Tecnologia para a educação colabora para a criação de novos espaços de aprendizagem

O investimento em diferentes tecnologias por parte das instituições de ensino tem provocado uma revolução das salas de aula. Ambientes digitais e novos espaços de aprendizagem para professores e alunos facilitam a aplicação de metodologias diversificadas e incentivam o protagonismo dos alunos ao longo de sua formação. Na Rede Marista de Colégios, aulas presenciais são combinadas a interações em ambientes virtuais, com o objetivo de promover melhores experiências de aprendizagem para estudantes e educadores.

Leia também: > 7 etapas para capacitar professores em novas ferramentas tecnológicas > Como escolher o Sistema de Gestão da Aprendizagem ideal?

De acordo com Caroline Serqueira, coordenadora educacional da Diretoria Executiva da Rede de Colégios (DERC), os ambientes digitais favorecem a expansão da sala de aula para além do espaço físico, ampliando as possibilidades de interação, colaboração, engajamento e produção de conhecimento.

Dessa forma, geram recursos para que professores realizem mediações mais qualificadas para o processo de ensino e aprendizagem. – Esse movimento gerou iniciativas por meio de diferentes metodologias, que projetam os estudantes como protagonistas de suas aprendizagens – afirma.

Nesse sentido, mais do que um local online para abastecimento de conteúdos complementares às atividades de sala de aula, diversos colégios da Rede Marista têm encontrado no Sistema de Gestão da Aprendizagem (LMS) Blackboard Learn recursos para compartilhar informações, realizar projetos e promover a aprendizagem em rede, além de possibilitar que o aluno acompanhe seu próprio desempenho acadêmico.

Novos espaços de aprendizagem permitem construção conjunta de conhecimento
Os alunos do 4º ano do Ensino Fundamental dos Colégios Maristas de Goiânia (GO), Ribeirão Preto (SP) e Pio XII, de Ponta Grossa (PR) nunca se encontraram pessoalmente, mas estão construindo conhecimento em conjunto por meio da plataforma Blackboard.

O projeto “Nossas Histórias” faz parte de uma atividade interdisciplinar de Língua Portuguesa, História, Geografia e Ensino Religioso e possibilita que as crianças produzam relatos sobre seu cotidiano, história de vida familiar e sobre sua cidade, compartilhando os conteúdos e comparando com os de colegas das outras localidades. Assim, percebem-se como agentes da própria história e desenvolvem percepção sobre seu posicionamento no mundo.

Os conteúdos produzidos são publicados em um blog dentro do LMS, reunindo informações que explicitam também as diferenças e proximidades culturais de cada região, já que as escolas estão em estados distintos. Ler e comentar os textos já produzidos pelos colegas, interagindo com as histórias, faz parte das atividades em turma, durante as aulas nos laboratórios de informática.

Segundo a coordenadora de tecnologia do Colégio Marista de Goiânia, Joicilany Costa, os alunos estão entusiasmados com o projeto. – Estamos desenvolvendo narrativas de uma maneira divertida, as crianças ficam surpresas com as diferenças nos hábitos, no tipo de culinária. É uma troca muito rica – acredita.

Ensino personalizado
As atividades realizadas no Blackboard Learn possibilitam aos estudantes acompanhamento contínuo e personalizado de seu desempenho. Os professores do Ensino Fundamental II do Colégio Marista de Goiânia já estão explorando de maneira ainda mais profunda as novas relações que a solução tecnológica oferece.

Por meio do LMS, eles têm acesso às informações geradas a partir das atividades realizadas pelos estudantes, que possibilitam identificar necessidades individuais e coletivas.

A mediação dos professores passa, então, a ser mais direcionada, indicando alternativas de recuperação e ampliação dos conteúdos, respeitando tempo e ritmo de cada aluno. As aulas também passaram a ser planejadas de acordo com as necessidades identificadas, qualificando cada vez mais o relacionamento entre professores e alunos.

13 de dezembro de 2017

7 etapas para capacitar professores em novas ferramentas tecnológicas

Novas ferramentas tecnológicas Mudar é sempre difícil. Quando se fala em novas ferramentas tecnológicas, há três perfis de pessoas: aquelas que dominam e utilizam em qualquer situação; as que aprenderam a usar e acabaram incluindo na rotina; e as que sabem que existem, mas acham complicado demais até para tentar. A formação tradicional para capacitar professores não inclui no currículo ferramentas tecnológicas. Isso faz com que muitos deles excluam essa possibilidade da sala de aula, achando que não se faz necessária para o processo de aprendizagem. No entanto, o novo perfil de aluno é conectado e vê a inovação como aliada, inclusive na aprendizagem.

Para entender melhor o novo perfil de aluno, leia este artigo: O que os estudantes estão nos dizendo sobre tecnologia e por que isso é importante?

Por isso, mesmo nos ensinos presencial e semipresencial, quando o professor consegue dialogar com os alunos na mesma linguagem e utiliza ferramentas inovadoras que eles já dominam percebe resultados diferentes em sala de aula. Saiba como o uso da tecnologia em sala de aula desperta interesse nos alunos.

Veja a seguir sete estratégias para facilitar a adoção de tecnologia pelo corpo docente, indicados por Geralyn Stephens, professora associada da Universidade Estadual Wayne, que é cliente da Blackboard nos Estados Unidos.

1 – Comece pequeno

Inicialmente, escolha os professores que são mais adeptos a novidades e comece a capacitação com esse grupo. A tendência é que eles disseminem o conhecimento entre seus pares, estimulando a participação de pessoas que são naturalmente mais resistentes.

2 – Complemente as práticas atuais

A instituição pode promover cursos de atualização dos currículos dos professores utilizando o próprio ambiente virtual de aprendizagem. Assim, o uso da tecnologia fica em segundo plano e o corpo docente testa as ferramentas e suas possibilidades na prática, na posição de aluno.

3 – Faça com que seja conveniente

Realize os treinamentos presenciais em locais de fácil acesso para os professores e em horários alternativos. Essa flexibilidade pode inicialmente exigir um esforço da instituição, mas incentiva a confiança dos professores.

4 – Torne relevante

Reserve algumas aulas de capacitação presencial para dar suporte aos professores, de forma que seja possível construir em conjunto planos de aula alternativos, incluindo ferramentas tecnológicas. Quando o professor desconhece todas as alternativas possíveis, tem dificuldade em colocar sua utilização na prática, por isso, essa tutoria é fundamental e motivadora.

5 – Inclua novas ferramentas aos poucos

Para capacitar professores da melhor forma possível, incentive o uso do blog, de fóruns de discussão ou outras ferramentas durante os treinamentos. Motive-os a continuar usando essas ferramentas não só durante a capacitação, mas também em sala de aula, com uma turma. Vá introduzindo as alternativas aos poucos, de forma que ele consiga aprender enquanto utiliza e aplica em turmas piloto.

6 – Colete dados e avalie

Documente como os participantes utilizam os recursos apresentados na capacitação. Posteriormente, esses dados e as recomendações do corpo docente podem ser utilizados para melhorar a experiência de treinamento.

7 – Crie uma comunidade de aprendizado

É possível utilizar o próprio fórum de discussão para gerar tópicos para troca de conhecimento sobre ensino online, tecnologias educacionais e as ferramentas Blackboard. Esses fóruns devem ser acompanhados pela área de suporte para que quaisquer questões técnicas ou necessidades de instruções sejam imediatamente respondidas. Além disso, em outra sessão, a instituição pode publicar dicas rápidas, orientações e outros itens relacionados ao uso do ambiente virtual na instituição. Quer complementar sua leitura? Veja 7 hábitos altamente eficientes dos professores que utilizam tecnologia.

30 de agosto de 2017

Uma revolução sendo criada com o Moodlerooms

A revolução da tecnologia no EAD   A forma como pensamos, agimos e convivemos mudou com a tecnologia. Isso ocorreu e influenciou também a educação. Por isso, as universidades que utilizam a inovação para expandir experiências de aprendizagem por meio de plataformas de educação a distância são as que conseguem acompanhar o novo perfil dos estudantes. O UNASP (Centro Universitário Adventista de São Paulo) é uma delas: a instituição existe há mais de um século e tem quatro campi: Engenheiro Coelho, Hortolândia, São Paulo (sede central) e Virtual. Em todos eles, o grupo educacional oferece uma variedade de cursos e programas de licenciatura, pós-graduação (Lato e Stricto Sensu) e extensão. Sua filosofia é baseada no respeito e na promoção das crenças adventistas, e abrange áreas muito mais amplas do que o próprio conhecimento: busca incentivar o equilíbrio espiritual, intelectual, físico e social. >> Veja como a Feevale planeja a ampliação de seu EAD O plano de estudo tem o objetivo de promover a excelência acadêmica sem abrir mão de valores, justiça e responsabilidade. Tudo isso aliado a estratégias de aprendizagem inovadoras, com a utilização de ferramentas online.

Figura central: o aluno

Quando começou a oferecer cursos de EAD, o UNASP estava motivado a sair do convencional da educação no Brasil e no mundo, em que o professor é a figura central da sala de aula e detentor de todo o conhecimento. Essa maneira de pensar muda com a educação a distância, porque a atenção é focada no aluno, que desempenha um papel mais ativo e participativo na evolução do aprendizado. Além disso, o mito de que a qualidade do EAD é diferente da oferecida no ensino presencial já foi superado, em virtude dos resultados significativos alcançados pela instituição desde 2005. Esse foi o ano em que os cursos a distância foram introduzidos no UNASP, tendo como suporte a plataforma Moodlerooms. Veja como o LMS se relaciona com o sucesso do curso a distância. A EAD garante também benefícios em relação à otimização de tempo, reduzindo distâncias: com ela, as agendas individuais podem ser manejadas mais facilmente, evitando que um estudante tenha que viajar periodicamente de casa até a universidade. – Quando uma universidade passa a investir em EAD, está buscando ampliar seu campo de atuação. O UNASP faz parte de um grupo com 400 unidades escolares, fora outras instituições, localizados em todo o Brasil. Então, a educação a distância foi um passo natural, pois existe a possibilidade de criar polos presenciais de apoio à EAD onde existir uma escola do grupo – explica o Diretor de Produções e Processos do campus Virtual do UNASP, Valcenir do Vale Costa. Em 2016, o UNASP atendeu mais de 5.000 alunos na educação a distância, aumentando para cerca de 6.500 estudantes nos sete primeiros meses de 2017. Hoje, a instituição oferece cursos de pós-graduação e de extensão a distância, mas já está credenciada para, a partir de 2018, ofertar seis cursos de graduação – Ciências Contábeis, Administração, Pedagogia e Letras – e os tecnólogos em Gestão de RH e Processos Gerenciais.

Capacitação do corpo docente

No início da implantação do projeto no UNASP, o corpo docente apresentou-se um pouco resistente, pois era algo novo com que os professores não estavam acostumados. No entanto, à medida que se desenvolviam as aulas virtuais, suas percepções foram mudando. Três elementos centrais começaram então a se apresentar: ter, dominar e fazer uso adequado, ideal e harmonioso das ferramentas digitais. Cada professor é treinado e está constantemente aprendendo e conhecendo as aplicações e outros temas relacionados às ferramentas online. O interessante é que o UNASP utiliza diferentes estratégias para essa capacitação. – Hoje, não trabalhamos mais com a capacitação em tecnologia por si só. Nós desenvolvemos atividades complementares para que os professores se atualizem em seus campos de atuação, atividades essas que são realizadas com apoio da plataforma tecnológica. Assim, o uso da ferramenta acaba se tornando secundário, não é o foco do professor, o que diminui sua resistência e aumenta sua familiaridade – esclarece Valcenir Costa. Para ele, o professor tem o importante papel de facilitador do aprendizado. Portanto, a tecnologia não vai substituí-lo. Mas, se ele não procurar inovar, consequentemente estará se colocando do lado de fora da sala de aula. Assim, são empregados todos os esforços para capacitar e motivar constantemente o corpo docente, assegurar que esteja totalmente em sintonia e que entenda as inúmeras possibilidades oferecidas pela tecnologia quanto aos resultados positivos e os processos educativos. o aluno no centro da educação1600

A evolução da educação

A grande dificuldade de toda mudança não é o estabelecimento de processos tecnológicos, porque esse conhecimento já está disponível. Para colocar o aluno como figura principal no processo de educação, é preciso promover uma mudança cultural, como Valcenir comenta: – Temos que rever os processos pedagógicos e também a cultura dos professores, porque quem foi formado na educação presencial tem uma resistência natural à educação a distância. Em todo e qualquer momento, o processo educacional deve ter como ponto central o aluno, por um motivo simples: a educação tem como base o processo de ensino e aprendizagem. O ensino depende do professor, mas a aprendizagem, do aluno. E quando o estudante é colocado como figura principal nesse processo, ele é incentivado a buscar complementação ao conteúdo em diferentes lugares, a procurar o conhecimento. A educação a distância exige leitura, debate, estudo, realização de provas e atividades; por isso, é tão importante a ascensão das metodologias ativas, em detrimento da sala de aula tradicional, que ainda tem uma visão industrial. – É preciso considerar que a internet não possui limites de espaço ou de tempo. O uso das tecnologias digitais conectadas pela internet como um recurso na sala de aula tradicional, apesar de seu valor, não deve ser a tônica da prática pedagógica dessas tecnologias; não se pode conceber o uso territorializado de tecnologias pervasivas.

Moodlerooms: canal de comunicação

A plataforma Moodlerooms tem sido uma parte fundamental do processo de expansão da instituição, que cresce em quantidade de alunos com a premissa de manter a qualidade do ensino que oferece. – É o canal de comunicação entre instituição e aluno, além de ser onde todo o nosso conteúdo está publicado – aponta Costa. Atualmente, os estudantes podem fazer 20% de sua carga acadêmica na plataforma virtual. Há, aproximadamente, 15 mil estudantes em cursos presenciais e que também estão inscritos em diversos programas a distância, e 400 estudantes inscritos em cursos de pós-graduação. Adicionalmente, existem cursos para os estudantes interessados em educação em curto prazo (de 10 a 40 horas), e nos últimos 12 meses foram oferecidos sete programas de extensão. – Contamos com uma plataforma robusta, acessível e com suporte tecnológico. O Moodlerooms tem diferenciais importantes: oferece diferentes relatórios, mais usabilidade, design de interação mais sofisticado e limpo. O resultado é a maior adesão por parte dos professores e, principalmente, dos alunos. A instituição tem planos otimistas: em cinco anos, planeja ter 20 mil alunos inscritos na educação a distância. Favorecem a expansão de sua atuação diferentes fatores, entre eles a capilaridade no Brasil, credibilidade e seriedade. Recentemente, o Ministério da Educação liberou o credenciamento de cursos 100% EAD no Brasil – que não requerem a presença do aluno no campus e/ou polos. Ou seja, trata-se de uma evolução do semipresencial para a educação totalmente a distância, tudo resolvido no ambiente em que o estudante preferir. – O UNASP já vem se preparando para esse momento há alguns anos. E, nesse caminho, contaremos certamente com o suporte do Moodlerooms – finaliza Costa.

16 de agosto de 2017

Uso da tecnologia em sala de aula desperta interesse nos alunos

Da educação infantil à graduação, existe uma grande preocupação de proporcionar ao aluno atividades atrativas que, aliadas ao conteúdo pedagógico de cada disciplina, auxiliem efetivamente no aprendizado. Os estudantes de hoje aprendem com muita facilidade e rapidez, mas se cansam facilmente das práticas repetitivas do ensino cotidiano.

Eles anseiam sempre por novidades! E é por isso que o uso da tecnologia em sala de aula desperta o interesse dos alunos. Essa mudança na forma de aprender obriga o professor a elaborar diferentes aulas da mesma matéria para conseguir atingir uma ampla e diversificada gama de alunos.

Os educadores sabem que precisam dispor sempre de novos recursos que os auxiliem a explorar as atividades em grupo, a aumentar a atenção e a disciplina na sala de aula. Além disso, cada aluno tem necessidades e dificuldades diferentes e, por isso, o uso da tecnologia integrando conteúdos podem apoiar os professores no desenvolvimento e planejamento das aulas.

O próprio professor pode criar uma primeira atividade, que exigirá tempo para sua construção, mas que, posteriormente, poderá ser alterada e adaptada de acordo com os próximos conteúdos. As metodologias ativas, que colocam o aluno no centro do aprendizado, transformando-o em protagonista de sua evolução acadêmica, encontram na tecnologia suporte para que o aluno absorva o conteúdo.

Mais do que atrair e motivar, a tecnologia também pode garantir a acessibilidade no ensino, colaborando para que barreiras sejam superadas por pessoas que têm necessidades especiais. Nesse sentido, a tecnologia bem aplicada passa a ser uma facilitadora no acesso à informação e à educação.  

No caso de o professor não ter muita habilidade com inovações, ele pode solicitar ajuda de um aluno, que, certamente, se sentirá muito importante em realizar a tarefa. É natural que o uso da tecnologia em sala de aula desperte o interesse dos alunos. Elas lhes permitem criar atividades em planilhas eletrônicas, multimídia, fazer edição de filmes e imagens, entre muitos outros recursos.

Essas atividades estimulam a participação dos alunos no processo de construção do próprio conhecimento. Mas, independentemente dos recursos ou materiais utilizados, só trarão os resultados esperados se forem bem direcionadas e planejadas. Até na educação infantil já se provou que os jogos e as brincadeiras – diversas delas realizadas com o apoio da tecnologia – ajudam no desenvolvimento integral da criança.

O uso de recursos tecnológicos vem ganhando cada vez mais espaço nas escolas. Por isso, o contato do aluno com a tecnologia é muito importante desde cedo, mantendo-o ao longo de sua formação. Qualquer disciplina, matéria ou conteúdo pode ter atividades preparadas, construídas e realizadas com recursos tecnológicos.

Se os educadores souberem combinar as atividades lúdicas com os recursos tecnológicos, as aulas não se tornarão rotineiras e maçantes, mas despertarão o interesse dos alunos, facilitando o aprendizado e desenvolvendo neles o gosto pelos estudos. E não é só na sala de aula que a tecnologia colabora com o ensino.

Ajuda também no acompanhamento da rotina escolar, no planejamento de aulas e muito mais.

Quer continuar bem informado? Saiba quais foram as melhores inovações para a educação em 2016 e surpreenda seus alunos!

Com informações de administradores.com.br

22 de Março de 2017

Sete hábitos altamente eficientes dos professores que usam tecnologia

Sete hábitos altamente eficientes dos professores que usam tecnologia

Na maioria das vezes, professores que usam tecnologia em sala de aula são muito diferentes dos que não usam. Eles gerenciam sua sala de aula de uma forma mais interativa, criam um ambiente positivo de aprendizagem e – grandes professores, especialmente – colaboram com as diversas partes interessadas para se certificar de que cada tentativa é humanamente possível para atender a todas as necessidades dos alunos.

Mas usar a tecnologia na sala de aula de forma eficaz pode exigir alguns pequenos ajustes por parte do professor para que dê resultados. Com inovação e alternativas criativas para solução de problemas, pode-se melhorar a aprendizagem com o uso da tecnologia.

Veja no infográfico quais são os 7 hábitos eficientes dos professores que usam tecnologia:

7 hábitos altamente eficientes dos professores que usam tecnologia

7 de Fevereiro de 2017

A influência das novas tecnologias em sala de aula

novas tecnologias

Enquanto para os alunos a adaptação às novas tecnologias no ambiente escolar é fácil, muitos professores enfrentam certas dificuldades com a inovação. O perfil do estudante está mudando e cada vez é mais importante incluir novas ferramentas para aprimorar o processo de ensino. Inúmeras novidades, como o uso de celulares em sala de aula, podem ajudar na aprendizagem e no preparo dos jovens para o mercado de trabalho.

Indiscutivelmente, é um benefício para o estudante ter aulas com um professor que saiba explorar os recursos tecnológicos, seja nas aulas presenciais ou nos cursos de educação a distância. Ainda assim, seja por falta de tempo ou de motivação, nem todos os docentes estão preparados para integrar o processo veloz de inovação no ambiente escolar, na contramão de toda a evolução de metodologia pelas quais as instituições de ensino estão passando. Algumas escolas e universidades já incluem gamificação, conteúdos em vídeo e diferentes outros métodos ativos em que o aluno se torna protagonista na sala de aula.

Hoje, sabe-se que a tecnologia é uma aliada da educação, influenciando diretamente o sucesso dos alunos. As ferramentas permitem, por exemplo, a personalização do processo de aprendizagem, com aplicativos e softwares que, utilizando inteligência artificial, são capazes de assimilar o nível de conhecimento e como o estudante aprende.

Outro indicador da influência das novas tecnologias em sala de aula é a disponibilidade de recursos ricos e interativos, que facilitam o ensino e apoiam o professor na definição da estratégia pedagógica mais eficaz. Além, é claro, de estarem disponíveis em qualquer plataforma, a todo momento e em qualquer lugar, democratizando a educação. Tudo isso torna o uso de novas soluções fator determinante para dialogar com o estudante de hoje e prepará-lo para o futuro.

A tecnologia não substitui o professor, ao contrário: permite que ele utilize seus conhecimentos e os ensine de forma inovadora. A seguir, veja que ferramentas já estão sendo utilizadas a favor da educação.

a influência das novas tecnologias

Objetos digitais de aprendizagem

Jogos, animações, vídeos e simuladores naturalmente atraem a atenção de crianças, jovens e adultos. Por isso, nada mais natural do que utilizar esses recursos para apoiar a prática pedagógica dentro e fora de sala de aula. Com as ferramentas, é possível que professores facilitem a absorção de conhecimento, trabalhando diferentes competências e conteúdos – de matemática básica a anatomia –, além de criar a possibilidade de planejar atividades educativas mais criativas e motivadoras.

Outra grande vantagem dos objetos digitais é que permitem que estudantes os utilizem por conta própria ou com a ajuda de familiares, funcionando como um reforço do conteúdo de sala de aula. Os professores também podem inserir elementos de gamificação – com toda a lógica de um jogo, inclusive as recompensas e mudanças de nível – para estimular a busca por conhecimento.

Ferramentas de comunicação

As redes sociais (dentro do Ambiente Virtual de Aprendizagem ou não) são poderosas ferramentas de comunicação. Elas podem ser utilizadas para o desenvolvimento de atividades de diferentes conteúdos curriculares, de diferentes formas:

  • criação de comunidades para discussões e compartilhamento de informações complementares às vistas em sala de aula, inclusive em diferentes formatos multimídia;
  • invenção de palavras-chave, como uma hashtag no Twitter, que estimule os alunos a compartilharem diariamente conhecimentos adquiridos na aula;
  • ensinando os estudantes a localizar e reconhecer vídeos com conteúdos relevantes em suas buscas pela web, entre outros.

A troca de informações e conteúdos entre professores de diferentes instituições também pode ocorrer nas redes sociais, sendo uma boa forma de se envolver na comunidade acadêmica. Veja outras habilidades que os professores de hoje precisam ter.

novas tecnologias

Ferramentas de produção

Apresentar o conteúdo das aulas na forma de texto não é mais tão atrativo, mas nem sempre se encontra o vídeo certo para determinado conteúdo. Por isso, ferramentas que permitem produzir apresentações animadas, infográficos ou editar áudios são fundamentais para que o professor consiga encontrar a forma certa de tornar seu material didático atraente.

Existem diferentes sites e aplicativos disponíveis gratuitamente na internet que permitem essas e outras soluções, como gestão e produção de planilhas, organização de materiais de aula, planejamento e agenda. Além disso, diferentes bases de dados também facilitam o armazenamento das informações em nuvem, deixando-as disponíveis em qualquer lugar e facilitando o compartilhamento com os alunos.

Em alguns cursos de graduação e especialização, blogs de conteúdo, vídeo e fotos são boas formas de estimular os alunos a publicarem portfólios online. O uso dessas ferramentas permite que se tornem ainda mais inovadores – e colaboram para que o professor acompanhe a produção em tempo real.

Ambiente Virtual de Aprendizagem (AVA)

O Ambiente Virtual de Aprendizagem é uma solução tecnológica que facilita a troca de informações e o acompanhamento da evolução de cada aluno. No curso de educação a distância, é onde todo o processo de ensino acontece, substituindo a sala de aula física. Nele, é possível publicar conteúdos, notas e tarefas, além de incentivar a interação entre estudantes, promovendo toda a gestão do aprendizado.  

Além disso, os softwares AVA mais avançados permitem personalizar o ensino com plataformas adaptativas, que avaliam dados e de que forma cada estudante aprende, propondo atividades diferentes para cada aluno.

A tecnologia está presente não só na rotina de professores, alunos e pais, como também faz parte do processo educativo de diversas instituições.

Conheça o case da Universidade de Groningen, em que o uso de soluções inovadoras impactou positivamente diferentes resultados.

21 de dezembro de 2016

4 verdades sobre como o uso de dados favorece o sucesso dos alunos

uso-de-dados-educacao Os dados são, sem sombra de dúvidas, ferramentas importantes que ajudam a alcançar objetivos em instituições educacionais. O uso dessas informações pode ser direcionado tanto para decisões gerenciais quanto para o auxílio dos estudantes na escolha de seu próprio caminho. A proposta fundamental é transformar dados em ações. Veja como essas informações podem colaborar para o sucesso dos estudantes: 1. Colaboração entre universidades gera ganhos para os estudantes

Cada universidade possui especificidades, conhecimentos e informações. Imagine, então, como os alunos poderiam ser beneficiados se as instituições compartilhassem suas experiências como gestoras de educação. A colaboração entre universidades poderia promover inovação em maior escala, uma verdadeira difusão de aprendizado. Isso porque, muitas vezes, as instituições possuem projetos pilotos e experimentos relacionados a serviços, disciplinas, entre outros, cujos insights, sucessos e falhas poderiam ser compartilhados para contribuir com o crescimento de todo o segmento. 2. Com dados em tempo real, é possível criar interações e atingir resultados Os dados gerados em plataformas de ensino permitem que gestores consigam mensurar a performance das instituições e mapear o engajamento e sucesso dos alunos. Com as informações coletadas, você pode analisar quais são os maiores gaps de comunicação entre alunos e tutores, por exemplo. Ainda, tem a possibilidade de melhorar a integração entre os diferentes níveis e departamentos na própria instituição. 3. É preciso estar disposto a mudanças A compreensão dos dados também mostra onde a sua instituição precisa de mudanças. Quais são os anseios dos estudantes? Você precisa compreendê-los. E, para alcançar isso, os dados serão importantes norteadores. Contudo, as instituições de ensino também precisam estar dispostas a seguir o que os estudantes almejam – e portanto, abertas a mudanças. Sempre com direcionamentos bem estruturados para que não se perca o foco. 4. Ter em mente a finalidade da formação do aluno é fundamental Além de contribuir para a instituição de ensino na formação dos estudantes, os dados também auxiliam gestores e tutores para que possam orientar os alunos visando o seu futuro após a finalização dos cursos. Afinal, o preparo para o mercado de trabalho deve começar durante a graduação, e a instituição deve se fazer presente também com orientações e conselhos. Outra etapa em que os dados podem ser colocados em prática.

10 de novembro de 2016

O uso da tecnologia para atingir as metas da Instituição de Ensino

Guia de Adoção da Tecnologia Conhecer com profundidade seu consumidor é o principal passo para atende-lo da melhor forma. Como é possível decidir o que entregar para deixa-lo satisfeito, para expandir o alcance do seu serviço sem perder a qualidade, para fazer com que a conversão da empresa não aumente custos? Toda instituição educacional tem objetivos, seja aumentar o número de alunos, otimizar o aprendizado ou ampliar o alcance. Funciona tal qual uma empresa: o investimento em qualidade do serviço, em comunicação, em métricas de satisfação, entre outros fatores, são proporcionais ao atingimento das metas estratégicas. Nesse ponto, a tecnologia é um fator extremamente relevante. Ela tanto colabora para a experiência de aprendizado dos alunos quanto reúne uma base de dados de toda a instituição. Alguns exemplos de metas que podem ser atingidas com o uso de ferramentas tecnológicas: Melhorar a qualidade da experiência do estudante, afetando positivamente desempenho, satisfação e retenção dos alunos A utilização de soluções tecnológicas permite que se acompanhe com maior proximidade taxas de turnover, abstenção e conhecimento adquirido. Em aulas semipresenciais e de educação a distância, esses dados são ainda mais fundamentais para que a instituição aja antes da evasão do aluno. Para aprimorar o ensino, o uso da tecnologia pode promover um estudo interativo dos conteúdos, fazendo com que os estudantes adotem uma postura mais participativa. Leia como utilizar o celular como aliado em sala de aula. Responder às expectativas e necessidades de suporte tecnológico do corpo discente Os alunos já são nativos digitais; a tecnologia faz parte de sua realidade e do seu cotidiano. Dessa forma, investir em ferramentas tecnológicas para incentivar o aprendizado aproxima o curso de uma linguagem comum ao conteúdo que o estudante consome na sua rotina, aumentando ainda mais a proximidade entre ele e a instituição.  Veja mais sobre o novo perfil de aluno das universidades. Estender o alcance institucional e desenvolver novos mercados por meio de entrega flexível Os cursos semipresenciais e, em especial, os EAD encerram as limitações físicas. Grandes universidades mundiais, como Stanford e Harvard, já oferecem opções de educação a distância, formando alunos de diferentes países. A universidade que inclui o ensino online em suas opções de graduação e especializações expande seu alcance, saindo dos alunos que moram no entorno e atingindo aqueles que moram em qualquer lugar. Reduzir o ônus administrativo sobre a equipe acadêmica, aprimorando eficiência e eficácia dos processos A tecnologia também colabora para melhorar processos da instituição, reduzindo custos por meio de integração de sistemas. Permite, por exemplo, centralização de matrículas, notas e certificações online. Veja resultados práticos da Universidade Feevale com a adoção da tecnologia. Potencializar a empregabilidade e habilidades de literacia digital dos alunos, expondo-os a softwares específicos da área, recursos e práticas online. As instituições podem utilizar a tecnologia como sua aliada na educação, mas também estimula diferentes características de seus estudantes. Alunos de EAD, por exemplo, desenvolvem autonomia e autogerenciamento ao longo das aulas. Complemente sua leitura sobre o que os empregadores realmente pensam sobre o EAD. Sendo planejado e com objetivos claros, o uso da tecnologia contribui para os planos da instituição.  Quer entender como superar obstáculos na adoção da tecnologia em sua instituição de ensino? Baixe nosso e-book gratuito!

25 de agosto de 2016

Por que algumas universidades são melhores do que outras no uso de tecnologia educacional?

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Artigo de Pavlos Dias, Gerente Nacional da Blackboard

Universidades sempre foram locais de inovação, colocando ênfase na exploração acadêmica e no desenvolvimento individual. Isso não mudou com o avanço da tecnologia.

Na verdade, a adoção de ambientes virtuais de aprendizagem, a comunicação móvel e o ensino a distância têm potencializado o que pode ser oferecido e alcançado.

A maioria das universidades compartilha o mesmo objetivo: melhorar a experiência de aprendizado do aluno, a fim de impactar o seu desempenho e, em última instância, aumentar a sua capacidade de alcançar objetivos de vida e de carreira.

Forte foco no aluno e uso de tecnologia podem ajudar a alcançar essas metas. Porém, o sucesso disso depende da capacidade da instituição de mudar algumas atitudes arraigadas no âmbito acadêmico.

É preciso liderança executiva forte para impulsionar a mudança e argumentos convincentes para mostrar como a tecnologia pode ser útil dentro do contexto acadêmico. Para muitos gestores, torna-se uma missão pessoal olhar para além de quaisquer obstáculos ou dúvidas e criar uma estratégia de tecnologia que entregue resultados.

A implementação de tecnologia na educação não pode ser feita do dia para a noite; ao contrário, requer investimento, não apenas financeiro, mas em termos de gestão da mudança, apoio e comunicação.

Falamos sobre isso em nosso Guia de Adoção da Tecnologia, indicando etapas para superar obstáculos na incorporação de plataformas. A tecnologia em si deve ser confiável. Alunos e professores esperam que a tecnologia esteja sempre disponível e quaisquer problemas com estabilidade afetarão a adoção.

Ninguém vai se sentir confortável com algo que possa falhar em um momento crucial, seja no meio de uma aula online ou tentando enviar um trabalho. Os fundamentos devem estar cobertos desde o início:

  • O Ambiente Virtual de Aprendizagem está disponível 24 horas por dia?
  • Ele roda na velocidade que os usuários precisam?
  • Ele é acessível em todas as plataformas, navegadores e dispositivos?

Para muitos docentes, usar um ambiente virtual pela primeira vez é uma mudança em sua prática de trabalho estabelecida. É papel da instituição apoiá-los com treinamento, suporte técnico e orientação.

Os usuários precisam ter acesso a ajuda, através de telefone, chat, e-mail ou presencialmente, quando têm dúvidas imediatas ou não conseguem fazer o sistema funcionar como eles queriam. Também é vital ao fornecer treinamento sobre a nova tecnologia contextualizar com as melhores práticas pedagógicas.

A tecnologia é uma importante ferramenta a ser usada pelos educadores para melhorar o seu processo de ensino, por isso é importante não os jogar lá dentro e esperar adoração instantânea. Instituições devem fazer o seu melhor para fornecer recursos que possam aumentar a adoção.

Seja compartilhando links úteis do YouTube, literaturas sobre o assunto, artigos online, ajudando a resolver quaisquer dificuldades técnicas e oferecendo cursos de formação oficiais como parte do desenvolvimento profissional contínuo do corpo docente.

Hoje em dia, é uma norma para as universidades investir em tecnologia para beneficiar os seus alunos. Porém, os sistemas nem sempre são utilizados plenamente. Professores precisam ser convencidos de que a tecnologia pode tornar o ensino mais interessante, mais fácil, mais motivador e, principalmente, melhorar os resultados dos alunos.

Se a tecnologia disponível para os professores não está sendo explorada e utilizada, isso não está apenas prejudicando os docentes, mas é também uma injustiça com os alunos. Ninguém gosta de ser forçado a nada, deve ser através da partilha de histórias de sucesso e melhores práticas que as universidades podem criar uma onda de entusiasmo por aquilo que é realizável com uso da tecnologia.

Além disso, usar a tecnologia para o engajamento dos alunos, desde o momento da inscrição até a avaliação final, pode fornecer dados vitais que podem ser usados para alimentar a estratégia de curto e longo prazo da universidade.

Não há como voltar atrás agora. É impensável para uma universidade em 2016 não querer engajar alunos eletronicamente, oferecer cursos à distância ou monitorar o progresso e taxa de sucesso com o uso da tecnologia.

Nos próximos anos, a tecnologia continuará a ser a espinha dorsal das instituições de ensino, garantindo que elas consigam oferecer uma experiência única de aprendizagem, mais rápida, de forma mais relevante, a um grupo maior e mais diversificado de pessoas.

A tecnologia é tão boa quanto seus usuários são! Se as universidades não conseguirem mergulhar profundamente nos aspectos benéficos da tecnologia, se deixarem de envolver os alunos e se os professores relutarem em explorar o que é possível, então será improvável a adoção bem-sucedida.

E isso é pior do que um desperdício de dinheiro, é um desperdício de oportunidade.

6 de julho de 2016
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