Big Data leva o ensino personalizado a mais alunos

Cada pessoa aprende de forma diferente. Por isso, a personalização do ensino tem sido apontada como uma das formas mais eficientes de garantir o aprendizado dos alunos. Mas identificar as variáveis que influenciam cada um não é uma tarefa fácil, principalmente em grande escala. Os dados recolhidos sobre os estudantes em ferramentas de aprendizado, formulários online preenchidos por eles e outras plataformas podem ser justamente a solução para esse dilema. Com esse objetivo, pesquisadores trabalham para criar ferramentas tecnológicas que utilizem os dados sobre os alunos para traçar caminhos de aprendizado que façam sentido para eles durante a vida escolar e ajudem na tomada de decisões sobre futuro acadêmico e profissional. “Conseguindo identificar esses padrões, poderíamos construir plataformas que entreguem soluções mais prontas para alunos e professores, como sugestões de aulas disponíveis on-line ou na plataforma”, afirmou a pesquisadora Lois Schonberger, gerente de produtos da Declara, empresa que faz plataformas de desenvolvimento de pessoas. No Seminário Nacional de Ensino Personalizado e Tecnologia, que aconteceu em fevereiro na Carolina do Norte, EUA, as formas como o Big Data pode ajudar a escalar a personalização do ensino também foram discutidas. E, segundo uma pesquisa feita com os participantes do evento, um dos grandes desafios a ser superado é como traduzir os dados para os professores e alunos, facilitando assim a tarefa de traçar planos de aprendizado personalizados. Segundo James Basham, da Universidade do Kansas, o melhor jeito de entregar esses dados ainda está sendo estudado. “Hoje os professores têm acesso a painéis onde os dados ficam expostos e cabe a eles analisá-los e tomar decisões. O grande desafio é fazer com que os sistemas que ‘traduzem’ os dados ajudem também na tomada de decisão dos professores e alunos”, disse. A pesquisa mostra ainda que recolher mais informações sobre os estilos de aprendizado também é um desafio, já que a maioria dos dados extraídos foca os resultados dos estudantes, e não na forma como aprendem. Apesar das dificuldades, algumas escolas já estão tentando integrar os dados e a personalização do ensino. O Education Achievement Authority, agência que tem como missão transformar escolas de baixo rendimento no estado norte-americano de Michigan e criar um modelo de instituição inovador que possa ser escalado, é uma das que está tentando. Nas 15 escolas em que atua, a agência recolhe dados que variam de avaliação de desempenho, questionário de interesse, testes de força de aprendizado a frequência e comportamento em sala de aula. Essas informações são recolhidas em diferentes plataformas, tanto dentro de sala de aula como fora. Depois, com ajuda de especialistas, educadores – e até alunos – traçam a trajetórias de aprendizado. Ao mesmo tempo, essas escolas que trabalham com ensino personalizado adotam a prática do ensino e dividem os alunos por idade, em vez de séries. Mas, após um ano e meio de trabalho, para que o modelo seja expandido a outras instituições de Michigan, ainda é necessário encontrar ou construir uma plataforma que recolha e reúna todos os dados em um só lugar. Questões legais e éticas sobre como disponibilizar os dados dos alunos para terceiros também entram na discussão sobre o ensino personalizado em escala, dificultando o desenvolvimento de plataformas. Enquanto isso, empresas como Declara e Bright Bytes experimentam plataformas de ensino personalizado e adaptativo na formação de professores.   Adaptado via Porvir

Big Data leva o ensino personalizado a mais alunos

Cada pessoa aprende de forma diferente. Por isso, a personalização do ensino tem sido apontada como uma das formas mais eficientes de garantir o aprendizado dos alunos. Mas identificar as variáveis que influenciam cada um não é uma tarefa fácil, principalmente em grande escala. Os dados recolhidos sobre os estudantes em ferramentas de aprendizado, formulários online preenchidos por eles e outras plataformas podem ser justamente a solução para esse dilema. Com esse objetivo, pesquisadores trabalham para criar ferramentas tecnológicas que utilizem os dados sobre os alunos para traçar caminhos de aprendizado que façam sentido para eles durante a vida escolar e ajudem na tomada de decisões sobre futuro acadêmico e profissional. “Conseguindo identificar esses padrões, poderíamos construir plataformas que entreguem soluções mais prontas para alunos e professores, como sugestões de aulas disponíveis on-line ou na plataforma”, afirmou a pesquisadora Lois Schonberger, gerente de produtos da Declara, empresa que faz plataformas de desenvolvimento de pessoas. No Seminário Nacional de Ensino Personalizado e Tecnologia, que aconteceu em fevereiro na Carolina do Norte, EUA, as formas como o Big Data pode ajudar a escalar a personalização do ensino também foram discutidas. E, segundo uma pesquisa feita com os participantes do evento, um dos grandes desafios a ser superado é como traduzir os dados para os professores e alunos, facilitando assim a tarefa de traçar planos de aprendizado personalizados. Segundo James Basham, da Universidade do Kansas, o melhor jeito de entregar esses dados ainda está sendo estudado. “Hoje os professores têm acesso a painéis onde os dados ficam expostos e cabe a eles analisá-los e tomar decisões. O grande desafio é fazer com que os sistemas que ‘traduzem’ os dados ajudem também na tomada de decisão dos professores e alunos”, disse. A pesquisa mostra ainda que recolher mais informações sobre os estilos de aprendizado também é um desafio, já que a maioria dos dados extraídos foca os resultados dos estudantes, e não na forma como aprendem. Apesar das dificuldades, algumas escolas já estão tentando integrar os dados e a personalização do ensino. O Education Achievement Authority, agência que tem como missão transformar escolas de baixo rendimento no estado norte-americano de Michigan e criar um modelo de instituição inovador que possa ser escalado, é uma das que está tentando. Nas 15 escolas em que atua, a agência recolhe dados que variam de avaliação de desempenho, questionário de interesse, testes de força de aprendizado a frequência e comportamento em sala de aula. Essas informações são recolhidas em diferentes plataformas, tanto dentro de sala de aula como fora. Depois, com ajuda de especialistas, educadores – e até alunos – traçam a trajetórias de aprendizado. Ao mesmo tempo, essas escolas que trabalham com ensino personalizado adotam a prática do ensino e dividem os alunos por idade, em vez de séries. Mas, após um ano e meio de trabalho, para que o modelo seja expandido a outras instituições de Michigan, ainda é necessário encontrar ou construir uma plataforma que recolha e reúna todos os dados em um só lugar. Questões legais e éticas sobre como disponibilizar os dados dos alunos para terceiros também entram na discussão sobre o ensino personalizado em escala, dificultando o desenvolvimento de plataformas. Enquanto isso, empresas como Declara e Bright Bytes experimentam plataformas de ensino personalizado e adaptativo na formação de professores.   Adaptado via Porvir

12 de Maio de 2014

Codecademy lança versão em português

Há quem diga que, no século 21, aprender programação será tão importante quanto aprender a ler. Em um mundo repleto de novas tecnologias, conhecer a linguagem das máquinas pode ser uma habilidade necessária. E para compreender o mundo dos códigos, já existem diversas opções on-line que estão disponíveis gratuitamente. Uma das mais famosas internacionalmente é o site americano Codecademy, que ganhou uma versão em português, conforme anunciado durante o Transformar 2014 pelo cofundador da plataforma, Zach Sims. No site da Codecademy é possível ter acesso a aulas de diferentes linguagens de programação, como o JavascriptHTML, CSSPHP. Baseado em princípios de gamificação, o serviço permite que o usuário faça um cadastro e receba feedbacks de seu desenvolvimento, recebendo medalhas para completar exercícios e podendo exibir a sua pontuação para outros usuários. Para Zach Sims, a programação é uma das habilidades mais importantes do século 21. Com esse conhecimento é possível estimular o raciocínio lógico e melhorar a capacidade de resolução de problemas, itens considerados indispensáveis nos dias de hoje. “A programação é multidisciplinar porque você muda a maneira de pensar”, explicou. Segundo ele, com a Codecademy, o usuário consegue treinar essas habilidades da forma que quiserem e quando desejarem. Com a plataforma, o usuário pode aprender no seu próprio ritmo. Ao passar pelas lições, é possível relacionar conceitos práticos e teóricos, fazendo tarefas para aplicar o conhecimento adquirido. No decorrer do curso, conforme o usuário avança, também precisa resgatar conceitos aprendidos anteriormente para completar as novas tarefas. Mitchel Resnick, professor do MIT Media Lab, também acredita que a programação é uma habilidade importante para este século. “Não devemos aprender apenas a programar, mas programar para aprender”, afirmou durante o Transformar. De acordo com ele, o aprendizado de programação oferece para as pessoas a oportunidades de terem fluência nas novas tecnologias. Trabalhar essa habilidade na sala de aula também pode ser uma ótima ferramenta para oferecer oportunidades de criação e personalização. “Precisamos proporcionar oportunidades para que as crianças sejam pensadores criativos. Se permitirmos que elas construam coisas no mundo físico e virtual, unindo as duas, estamos criando novas dimensões para aprenderem”, defendeu. Adaptado via Porvir

7 de Maio de 2014

Vai começar o VII Congresso Brasileiro de Educação Superior Particular

Na próxima quinta-feira , dia 3, começa em Maceió o VII Congresso Brasileiro de Educação Superior Particular, com o tema central “Ensino superior e novas tecnologias: caminhos e desafios”.  Por meio de palestras e discussões, o evento estimulará o compartilhamento de experiências sobre o impacto da tecnologia no ensino, abrangendo temas como mídias sociais, digitalização dos alunos, ensino híbrido e aprendizagem mobile. O objetivo é elucidar e debater os rumos do ensino superior no Brasil, em um momento em que as inovações tecnológicas tornam o aluno cada vez mais ativo no processo de aprendizagem. Pavlos Dias, Gerente Nacional da Blackboard no Brasil, estará presente no evento para falar sobre o futuro da educação e a mobilidade no ensino. A palestra ocorrerá no dia 4 de abril, às 17h50. A Blackboard Brasil também estará presente com um estande no Congresso, onde os participantes conhecerão de perto nossas plataformas. As inscrições online para o Congresso já estão encerradas, mas ainda é possível  inscrever-se no local, a partir do dia 3. O evento vai até o dia 5 e contará com a presença de grandes nomes como o pesquisador e professor da Universidade do Colorado Robert Kadel e o Ministro da Educação José Henrique Paim Fernandes. Confira a programação completa no site do evento.

1 de Abril de 2014

“Precisamos mudar o DNA da educação”, diz especialista

dna da educação Em vez de insistir em paradigmas como transmissão, absorção, retenção, reprovação e controle, a escola deverá se preocupar com um novo tipo de DNA, o D3NA, que se baseia em diversão, diálogo, desafio, narrativa e aventura. O panorama sobre a escola que se quer para o futuro foi apresentado por Luciano Meira, professor de psicologia da UFPE e especialista em games educacionais, durante a terceira edição da Série de Diálogos O Futuro Se Aprende. “A missão da escola, o seu DNA constitutivo parece estar no ensino. Isso não produz a reciprocidade da aprendizagem. Nós estamos usando as metáforas erradas”, afirma Meira, que vem desenvolvendo em Pernambuco a OJE, uma olimpíada de conhecimento gamificada, que deverá atingir 2 milhões de estudantes de escolas públicas até 2015. Meira percebeu que existe um descompasso importante entre o que os alunos esperam da escola e o que ela lhes oferece. Para o pesquisador, livros em duas dimensões não dão mais conta das necessidades dos alunos, que vivem em um mundo em que já é possível manipular realidades de seis dimensões. Em uma pesquisa feita recentemente com jovens de Recife, ao serem perguntados sobre o que haviam estudado na semana, os alunos até se lembravam de assuntos abordados nas aulas de matemática e biologia. Mas, ao serem questionados sobre o que gostariam de aprender, as respostas em nada coincidiam com as da pergunta anterior: os alunos prefeririam aprender informática e computação (15%), música (8%), dança (6%), design de games (6%) e robótica (6%). O mais grave, ressalta o especialista, é que 47% dos entrevistados responderam “outras coisas”. “Tem uma frequência enorme de outras coisas que a gente nem sabe o que é”. De acordo com Meira, o que causa isso são “os arranjos” travados da escola, que se verificam tanto em aspectos infraestruturais quanto nas relações entre as pessoas que compõem o ambiente educacional. “Os arranjos têm sido os mesmos, apesar das tecnologias. Eu me refiro principalmente aos arranjos discursivos que desautorizam o diálogo.” Meira sugere que, no lugar desse modelo ineficaz, a escola se abra à diversão, mas não uma diversão que passe apenas pelo engraçado, mas que incentive os alunos a serem autores do seu aprendizado. “Nós queremos encantamento, surpresa, curiosidade”, diz ele. A escola tem preferido os testes tradicionais aos desafios que realmente engajam os alunos no aprendizado, na avaliação do professor. Segundo Meira, as narrativas não tradicionais e as aventuras ainda não são consideradas experiências válidas de aprendizagem. E um dos caminhos que ele tem visto dar certo – que leva em conta não apenas desafio, narrativa e aventura, mas também diálogo e diversão – é o aprendizado via games. Assista ao vídeo da palestra: Adaptado via Portal Aprendiz

26 de Março de 2014

Especialista diz em conferência que educação digital é necessidade

especialista fala sobre educação digital Durante a Contec 2014, conferência realizada pela Feira do Livro de Frankfurt em parceria com o Sesc SP, o vice-presidente e gerente geral de educação da Enciclopédia Britânica, Michael Rosso, falou sobre a educação digital, trazendo suas contribuições ao evento que discute educação, tecnologia e literatura com escritores, professores e desenvolvedores interessados no futuro da aprendizagem interativa. Para Ross, a educação digital é uma necessidade.  “As crianças são fluentes na tecnologia, estão envolvidas e inseridas em ambiente digital por meio de videogames, Internet, e celulares. Os editores e educadores precisam lidar com isso e descobrir um jeito de fazer essas tecnologias vingarem nas suas áreas”, disse o executivo. Para ele, a tecnologia não está presa às bibliotecas ou e-books. “As crianças estão tendo um bom desempenho nas escolas graças às tecnologias. Às vezes, a criança não está interessada na matéria, até que ela entra em contato com os meios digitais e o interesse aumenta”, explica. Michael Ross conta que, entre os objetivos da Britânica, está a transformação das crianças em “aprendizes digitais”. Para isso é preciso captar recursos, desenvolver dispositivos digitais de alta qualidade, para que seja possível customizar o aprendizado. “Promover a educação digital não somente é algo bom, mas é uma necessidade. É bom para o país”, afirma. Alguns dados justificam a estratégia da Enciclopédia Britânica que, ao longo de 15 anos, é voltada para produtos digitais: em um paralelo entre o crescimento das editoras que possuem estratégias digitais contra aquelas que não têm, as que possuem estratégias crescem 60%, enquanto que as que não possuem crescem apenas 2%. O quadro negro interativo foi outro recurso citado como aliado no aprendizado infantil: nos Estados Unidos, o alcance desse equipamento chegou a 58% das salas de aula americanas em 2013, contra 28% em 2009. Segundo Ross, após muitos anos de existência, a versão clássica e impressa da Enciclopédia Britânica acabou em fevereiro de 2012. A mudança gerou questionamentos sobre a possibilidade dos e-books substituírem obras impressas. “Não é uma questão de perda, mas de ganhos. Não nos preocupamos em manter as impressoras vivas e trabalhando. Se não forem eficientes, mudamos”, afirma. Acima da questão do papel e e-book, as preocupações da Britânica giram em torno do conteúdo e da forma como são elaborados materiais de qualidade. O novo conteúdo deve ser confiável e as informações atualizadas e relevantes, deve também haver variedade de formatos, assim como soluções tecnológicas atualizadas, serviços customizados e um preço realista.   Adaptado via Tribuna Hoje

11 de Março de 2014

Especialista indica 10 filmes para estimular empatia

filmes para professores Conhecer histórias que não fazem parte de nossas vidas nos faz ver o mundo a partir da perspectiva de outra pessoa. Em outras palavras, como explica o especialista norte-americano em coaching de vida educacional, Brady Norvall, o cinema pode nos ajudar a desenvolver empatia. “É importante mostrar histórias de outras pessoas que fizeram coisas diferentes e se deram bem, assim como exemplos que podem nos inspirar.” Norvall ajuda jovens estudantes a planejar um futuro bem sucedido, o que, para ele, está muito relacionado à habilidade de desenvolver empatia. Apesar de parecer simples, desenvolver a habilidade de compreender o outro está na lista de competências demandadas para o século 21. Segundo o National Research Council – organização norte-americana que faz pesquisas sobre temas importantes da sociedade para ajudar governos a desenharem políticas públicas – a empatia deveria, inclusive, ser desenvolvida na escola. O especialista costuma indicar para os estudantes uma lista de documentários e filmes que estimulam essas habilidades. Dentre a extensa lista, selecionamos 10 obras, mantendo os comentários de Norvall. Confira:   1. Os Tempos de Harvey Milk, de Rob Epstein. Relata a vida e carreira de Harvey Milk, político e ativista gay norte-americano que foi assassinado em 1978. “Um olhar interessante sobre a história de um dos mais importantes ativistas de direitos humanos que, provavelmente, você nunca ouviu falar.”   2. Uma verdade Inconveniente, de Davis Guggenheim. Mostra a campanha do ex-vice-presidente dos Estados Unidos Al Gore que tinha como objetivo educar os cidadãos do mundo sobre a questão do aquecimento global. “Assista por nenhum outro motivo a não ser ajudar a ampliar a consciência e entender melhor como cada um de nós, todos os dias, contribuímos para a mudança do mundo.”   3. Blackfish, Fúria Animal, de Gabriela Cowperthwaite. O documentário investiga o histórico dos shows com baleias orca nos Estados Unidos e as condições dos cativeiros onde os animais são mantidos. “É importante assistir para que cada pessoa reconheça e entenda que divide um planeta com uma série de outras espécies.”   4. Kundun, de Martin Scorcese. Desde a infância até a idade adulta, o décimo quarto Dalai Lama, líder político e espiritual do Tibet, lida com a opressão chinesa que pretendia tomar posse da região. “O filme mostra exatamente porque o líder possui essa força tão grande, devido sua visão de mundo e poder que devem ser reconhecidos.”   5. O Labirinto do Fauno, de Guillermo del Toro. Na Espanha fascista de 1944, a estudiosa jovem enteada de um sádico oficial do exército escapa para um mundo de fantasia estranha, mas cativante. “A imaginação é poderosa. Faça tudo que puder para promover a imaginação das crianças ao seu redor.”   6. Sobre Meninos e Lobos, de Clint Eastwood. Após uma tragédia na infância obscurecer suas vidas, três homens se reencontram quando um deles perde sua filha. “É sobre viver em comunidade, as raízes e as experiências que temos, como o tempo nos molda e como às vezes as pessoas perder perspectiva quando eles não têm outros para apoiá-los.”   7. Infância Roubada, de Gavin Hood. Narra os seis dias da vida de um líder de uma gangue de Johanesburgo, África do Sul, que furta o carro de uma mulher sem saber que o bebê dela está no banco de trás. “A pobreza e as dificuldades em crescer nesse cenário e o poder que cada escolha que tomamos tem em nossas vidas são abordadas nesse filme.”   8. Cidadão Kane, de Orson Welles. Baseado na vida do magnata William Randolph Hearst, homem que construiu um império dos meios de comunicação a partir do nada, mas que vivia uma vida pessoal extremamente turbulenta. “O melhor filme de todos os tempos! E o mais inteligente também. Pense sobre isso: o que a grande riqueza pode alcançar?”   9. Cidade de Deus, de Fernando Meirelles. Retrata o crescimento do crime organizado na Cidade de Deus, no Rio de Janeiro,  entre o final da década de 1960 e o início da década de 1980. “É uma assustadora ilustração do poder da pressão econômica e social, mas também mostra a natureza redentora da arte e das boas escolhas.”   10. Intocáveis, de Olivier Nakashe e Eric Toledano. Um acidente de paraquedas deixa um milionário aristocrata tetraplégico e ele contrata um jovem recém saído da prisão para ser seu cuidador. “Um filme derradeiro que ilustra a diferença entre empatia e compaixão. É uma maravilhosa lição para todos que assistirem.”   Adaptado via Porvir

6 de Março de 2014

5 dicas usar as redes sociais a favor da aprendizagem

usar redes sociais no aprendizado Além de servir para o entretenimento, as redes sociais podem se tornar ferramentas de interação valiosas para auxiliar no seu trabalho em sala de aula. “O contato com os estudantes na internet ajuda o professor a conhecê-los melhor”, afirma Betina von Staa, pesquisadora da divisão de Tecnologia Educacional da Positivo Informática. “Quando o professor sabe quais são os interesses dos jovens para os quais dá aulas, ele prepara aulas mais focadas e interessantes, que facilitam a aprendizagem”, diz. Também é importante frisar que, em uma rede social, os professores precisam continuar dando bons exemplos. “O que não se pode perder de vista é o fato de que, nas redes sociais, o professor está se expondo para o mundo”, afirma Maiko Spiess, sociólogo e pesquisador do Grupo de Estudos Sociais da Ciência e da Tecnologia, da Universidade Estadual de Campinas (Unicamp). Confira cinco formas de usar as redes sociais como aliada da aprendizagem:   1. Faça a mediação de grupos de estudo Convidar os alunos de séries diferentes para participarem de grupos de estudo nas redes – separados por turma ou por escolas em que você dá aulas -, pode ajudá-lo a diagnosticar as dúvidas e os assuntos de interesse dos estudantes que podem ser trabalhados em sala de aula, de acordo com os conteúdos curriculares já planejados para cada série. Mas lembre-se: você é o mediador das discussões propostas e tem o papel de orientar os alunos.   2. Disponibilize conteúdos extras para os alunos As redes sociais são bons espaços para compartilhar com os alunos materiais multimídia, notícias de jornais e revistas, vídeos, músicas, trechos de filmes ou de peças de teatro que envolvam assuntos trabalhados em sala, de maneira complementar. “Os alunos passam muitas horas nas redes sociais, por isso, é mais fácil eles pararem para ver conteúdos compartilhados pelo professor no ambiente virtual”, diz Spiess.   3. Promova discussões e compartilhe bons exemplos Aproveitar o tempo que os alunos passam na internet para promover debates interessantes sobre temas do cotidiano ajuda os alunos a desenvolverem o senso crítico e incentiva os mais tímidos a manifestarem suas opiniões. Instigue os estudantes a se manifestarem, propondo perguntas com base em notícias vistas nas redes, por exemplo. Essa pode ser uma boa forma de mantê-los em dia com as atualidades, sempre cobradas nos vestibulares.   4. Elabore um calendário de eventos No Facebook, por meio de ferramentas como “Meu Calendário” e “Eventos”, você pode recomendar à sua turma uma visita a uma exposição, a ida a uma peça de teatro ou ao cinema. Esses calendários das redes sociais também são utilizados para lembrar os alunos sobre as entregas de trabalhos e datas de avaliações. Porém, vale lembrar: eles não podem ser a única fonte de informação sobre os eventos que acontecem na escola, em dias letivos.   5. Organize um chat para tirar dúvidas  Ccombine um horário com os alunos para tirar dúvidas sobre os conteúdos ministrados em sala de aula. Você pode usar os chats do Facebook, do Google Talk, do MSN ou até mesmo organizar uma Twitcam para conversar com a turma – mas essa não pode ser a única forma de auxiliá-los nas questões que ainda não compreenderam. A grande vantagem de fazer um chat para tirar dúvidas online é a facilidade de reunir os alunos em um mesmo lugar sem que haja a necessidade do deslocamento físico.   Adaptado via Revista Escola

28 de Fevereiro de 2014

5 dicas para deixar a aula tão legal quanto um game

dicas para deixar a aula interativa Qual o segredo para os jovens passarem tanto tempo tentando vencer as fases de um game e ainda gostarem?  Tratam-se de alguns truques usados pelos criadores de games para fazer com que eles sejam tão envolventes ao ponto que as pessoas não querem parar de jogá-los. A boa notícia é que esses truques podem ser usados em sala de aula sem a necessidade de dispor de muita tecnologia à disposição. Basta criar uma atmosfera de jogo em sala de aula: estimular os alunos a errarem e escolherem seus próprios caminhos. Confira cinco dicas dos criadores de games que podem ser usados para envolver os alunos no aprendizado em sala de aula:   1. Criar eventos virtuais fora da escola Faça sua aula ser um evento. Jogos como o FarmVille ou o Animal Crossing têm eventos acontecendo o tempo todo, mesmo que os jogadores não estejam on-line. Suas plantações precisam ser cultivadas e alguns dons especiais são entregues àqueles, por exemplo, que jogarem no dia do seu aniversário. Professores que conseguem mesclar conteúdo on-line e off-line fazem com que o processo de aprendizado seja mais dinâmico e continue além do horário escolar. Um exemplo de atividade que o professor pode desenvolver fora da sala de aula é a marcação de eventos virtuais – com nome, data e horário –, em que os alunos assistem a alguns vídeos e discutem, ao vivo, com o professor, através de softwares de chamada, como o Skype ou o hangout, do Google+.   2. Medir ao longo do processo Em alguns jogos, como o Angry Birds, o jogador precisa falhar muitas vezes antes de ter sucesso. Na sala de aula, procure fornecer maneiras para que os alunos cometam vários pequenos erros, ao invés de impor grandes testes ou exames. Um jeito de fazer isso é por meio de ferramentas on-line, como o Socrative, verificando a compreensão dos alunos durante uma unidade, ou durante cada aula. Ofereça aos alunos maneiras de dar e receber feedback. É importante que o professor não espere o trabalho ser concluído para dar sua opinião, mas que guie todo o processo, identificando os acertos, os erros e indicando o melhor caminho a seguir.   3. Criar diversos caminhos para alcançar o mesmo objetivo Em jogos mais modernos, como a franquia GTA (Grand Theft Auto), são proporcionados ambientes cheios de missões para completar e lugares para explorar, na ordem que cada jogador deseja. Ou seja, o final do jogo será sempre o mesmo, mas cada um pode escolher seu caminho para chegar até ele. O educador precisa encontrar esse mesmo tipo de flexibilidade em seu próprio currículo. Na escola, as disciplinas seguem um programa conjunto que vai, ao final de cada ciclo, aprovar o aluno com base em sua progressão por meio de um conjunto linear de objetivos, como faziam os jogos velhos. Mas, em sala de aula, o educador precisa ser mais criativo ao construir esses caminhos. Em vez de oferecer uma missão principal, proporcione várias pequenas missões, permitindo que os alunos investiguem ainda mais e se aprofundem mais no conteúdo da disciplina.   4. Reconhecer o progresso Os criadores de jogos sabem que os jogadores têm mais probabilidade de desistir nos primeiros minutos de um jogo. É por isso que a maioria dos jogos modernos começa com desafios mais simples. Isso permite que os jogadores construam novas habilidades de que vão precisar ao longo do jogo. O mesmo pode acontecer com cada aluno nos níveis iniciais de seu curso. Tente oferecer um feedback positivo para a realização de cada uma das tarefas simples que, com o decorrer do tempo, vão ficar mais difíceis. Dessa forma, os estudantes não se assustam e ficam cada vez mais cativados pela proposta.   5. Propor atividades que façam sentido para os alunos Alguns dos jogos mais bem sucedidos de todos os tempos, como Civilization e Minecraft, permitem que os jogadores definam seus próprios objetivos e são livres para expressar sua criatividade no processo de construção de uma missão. Da mesma forma, o professor deve encontrar maneiras de envolver os alunos em iniciativas que façam sentido para ele. O professor pode, por exemplo, propor uma economia de sala de aula que funcione com moeda projetada pelas próprias crianças ou organizar um projeto para beneficiar instituições locais.   Para se beneficiar da dinâmica do jogo, não é necessário que as crianças joguem games reais em sala de aula. Da mesma forma, o professor não precisa conhecer videogames para desenvolver um currículo estimulante e envolvente como os jogos. Antes de tudo, é importante criar um ambiente estimulante, criativo e, é claro, divertido.   Adaptado via Porvir

21 de Fevereiro de 2014

Veja quais são as maiores tendências na área da educação

tendências em educação Uma das áreas que vem passando por inúmeras modificações devido ao avanço constante da tecnologia é a educação. Com as diferenças perceptíveis do modelo de aprendizado, é importante saber exatamente de que maneira isso tem ocorrido para que seja possível se acostumar a esse novo padrão e então tirar proveito das inovações. Sendo assim, confira sete tendências na área da educação atualmente: 1. Acesso a dispositivos móveis Os dispositivos móveis têm substituído o uso de computadores para estudos e desenvolvimento de projetos. Quando os celulares são equipados com conexão à internet, os alunos têm mais facilidade para fazerem pesquisas em qualquer local onde estiverem. 2. Uso de vídeos Professores e alunos têm utilizado vídeos em sala de aula para dar ênfase ao conteúdo que deve ser estudado ou até mesmo para apresentar trabalhos. 3. Uso de ferramentas diferentes para tarefas diferentes Os estudantes têm aproveitado a maior quantidade de aparelhos possíveis para garantir um bom desempenho no que precisam realizar, ao invés de usar apenas algumas ferramentas para realizar várias tarefas. 4. Atenção à marca pessoal A maioria dos estudantes têm se mostrado preocupada com a imagem que passa por meio da internet, em redes sociais por exemplo. Isso é um ponto positivo, já que o futuro profissional dos jovens também depende da marca que eles criam online. 5. Interesse em aprendizado online A quantidade de cursos online disponíveis tem aumentado cada vez mais e mesmo os estudantes que não participam dessa plataforma de ensino demonstram interesse em tentar a experiência. Esse interesse se deve, entre outras coisas, ao fato do aluno ter mais controle sobre o próprio aprendizado. 6. Jogos para aprendizado Muitos estudantes utilizam computadores ou outros aparelhos móveis como celulares e tablets com a finalidade de jogar. Mas ao contrário do que muitos pensam, o lazer não é o único intuito dessa atividade: muitos desses estudantes têm optado por cursos relacionados à tecnologia de jogos, fazendo desse tema mais uma tendência na educação. 7. Redes sociais Assim como os jogos, as redes sociais não são apenas usadas para entretenimento. Também servem para possibilitar as conexões entre alunos e professores, aprimorando a experiência de ensino. Adaptado via Universia

17 de Fevereiro de 2014

Conheça 7 habilidades tecnológicas fundamentais para professores

habilidade tecnológicas professores Se você é professor, já deve ter notado a grande quantidade de alunos que estão constantemente utilizando seus celulares e tablets, mesmo durante as aulas. No entanto, existem várias formas de incluir efetivamente a tecnologia na educação e na rotina dos educadores. Confira a seguir sete coisas que você precisa saber para fazer isso com sucesso: 1 – Pesquisar na internet Muitas pessoas pensam que já sabem fazer buscas e que essa é uma tarefa fácil, no entanto várias delas não têm conhecimento sobre técnicas de pesquisa básicas, como usar palavras-chave e trechos de artigos. Usar as buscas da internet de forma eficiente colabora com a expansão de conhecimentos pessoais e a aquisição de novas informações. 2 – Noções do Pacote Office Dominar o uso de programas como o Power-Point e o Word garantem não só um trabalho mais prático e organizado, mas também apresentações e aulas mais dinâmicas, que atraem o olhar dos alunos. Caso você não queira adquirir uma licença de softwares pagos existem outras opções, como o Google Docs. 3 – Estar disposto a acompanhar as mudanças tecnológicas Com a tecnologia é assim: num dia você domina tudo sobre um programa ou aplicativo, no outro ele já está obsoleto. É por isso que você nunca deve se dar por satisfeito ou parar de aprender sobre as novidades tecnológicas. Tal como você provavelmente fala aos seus alunos, “busque sempre conhecimento”. 4 – Redes sociais, blogs e vídeos As redes sociais podem ser ótimas formas de se comunicar com seus estudantes. Trocar twitts, criar grupos para salas de aula, compartilhar fotos e postar vídeos das aulas são ações simples que tornam o aprendizado bem mais dinâmico e atraente. 5 – Aplicativos para celular Não é preciso lutar contra o número cada vez maior de alunos que não largam o celular. Existem diversos aplicativos relacionados às disciplinas escolares que podem ser usados para melhorar a sua aula. 6 – Comunicar-se por e-mail Fáceis, rápidos e práticos, os e-mails têm sido a melhor forma de se comunicar com estudantes e pais. Para garantir um bom uso dessa ferramenta, organize a sua caixa de entrada e separe as mensagens pessoais das profissionais. Além disso, é essencial que você saiba escrever um bom e-mail que transmita todas as informações que você deve comunicar. 7 – Armazenamento de arquivos online A solução para quem não quer se arriscar a esquecer ou perder pendrives, ou andar com eles o tempo todo no bolso, está nas plataformas de armazenamento online, como o Google Cloud e o Dropbox. Eles permitem que seus usuários armazenem todo o tipo de arquivo em suas contas, podendo acessá-los a qualquer hora e em qualquer computador. Adaptado via Universia

14 de Fevereiro de 2014