4 dicas rápidas para aumentar a matrícula de estudantes

como aumentar o número de matrículas

Christina Fleming Esta semana falarei na Mid-Atlantic Conference Regional UPCEA , na Filadélfia, sobre como aumentar o número de alunos matriculados. Um colega da George Mason University se juntará a mim e vamos falar sobre nossos esforços de colaboração para aumentar a Mason Online. No caso de George Mason, e para muitas outras instituições, nosso objetivo era aumentar as matrículas e lançar novos programas, apesar de orçamentos e recursos limitados. Isso cria uma necessidade imediata para fazer melhor uso do que já está em vigor e ser criativo com custos baixos e canais de alto impacto. Todas as ferramentas, recursos e precisam ser otimizados para a conversão. Usamos o termo “Marketing de conversão” para descrever o processo de transformar os potenciais futuros alunos em alunos matriculados. Uma conversão pode ser o número de alunos que preencheram um formulário, acessaram um aplicativo, participaram de algum evento de orientação, clicou em um e-mail ou teve contato com algum conselheiro – qualquer ação que leva a realizar um objetivo específico. Em última análise, a taxa de conversão é de longe o maior indicativo da existência ou não do plano de marketing. Conhecendo o seu desempenho, você pode eliminar gastos desnecessários, maximizar seus recursos e “criar um roteiro” para aumentar o número de matrículas dos alunos. Aqui estão 4 ações imediatas que você pode tomar para melhorar suas conversões: 1. Faça uma análise do seu site Fazer uma avaliação honesta de seu site, dos conteúdos e da facilidade de utilização é a primeira “parada” em um caminho para melhores taxas de conversão. Pense em seu site como a porta de entrada para os futuros alunos. Ele precisa responder a três questões-chave rapidamente sobre qualquer programa, certificado ou curso que você tem a oferecer: 1) Quanto vai custar? 2) Quanto tempo vai demorar? 3) O que vou receber? Tendo esses detalhes, juntamente com um formulário simples para solicitar mais informações, são os dois passos mais importantes na estruturação do conteúdo do seu site. E não se esqueça: seu site deve ser amigável móvel, acessível e com navegação clara! 2. Influência para conversão A mídia social é uma ferramenta fundamental para mostrar sua marca, personalidade e conteúdo exclusivo para os futuros alunos. A maioria das escolas tira proveito de ferramentas como Facebook e YouTube para compartilhar atualizações sobre as atividades, programas e eventos. Mas a chave é assegurar que a mídia social também está agindo para realizar as “conversões”. Pense em como você pode usar os sites de mídia social para fornecer a seus seguidores informações sobre suas ofertas de programa, corpo docente e a experiência de outros alunos. É importante tratar as mídias sociais como qualquer outro componente importante no processo de gestão de matrículas e marketing. 3. Medir e melhorar Minha equipe gosta de usar o ditado “se você vê, você pode corrigir”. Por isso, se você tem uma boa visibilidade sobre o que está acontecendo em todo o seu processo de matrículas, você pode ver o que não está funcionando como planejado. Segundo nossa experiência, esses pequenos ajustes podem realmente ajudar a aumentar o número de matrículas. 4. Seja pró-ativo e específico Mesmo que você alcance conversão, isso não significa o final. Sua primeira troca com um potencial estudante é apenas o começo: este é o momento de ser pró-ativo e entrar em contato com esses alunos com um objetivo específico. Você tem um grande número de futuros alunos que começaram um aplicativo, mas não terminaram? Você tem um grupo de estudantes que se inscreveram previamente, mas não se matricularam no prazo? Aproveite os dados que você tem e converse com os alunos para que façam a matrícula. Além disso, campanhas de divulgação podem trazer resultados rapidamente.  Com estas quatro etapas em mente, você estará no caminho para tornar seus esforços de marketing e de matrícula mais eficazes e eficientes. Estas técnicas são importantes principalmente nos momentos em que você precisa “fazer mais com menos”.

4 dicas rápidas para aumentar a matrícula de estudantes

como aumentar o número de matrículas

Christina Fleming Esta semana falarei na Mid-Atlantic Conference Regional UPCEA , na Filadélfia, sobre como aumentar o número de alunos matriculados. Um colega da George Mason University se juntará a mim e vamos falar sobre nossos esforços de colaboração para aumentar a Mason Online. No caso de George Mason, e para muitas outras instituições, nosso objetivo era aumentar as matrículas e lançar novos programas, apesar de orçamentos e recursos limitados. Isso cria uma necessidade imediata para fazer melhor uso do que já está em vigor e ser criativo com custos baixos e canais de alto impacto. Todas as ferramentas, recursos e precisam ser otimizados para a conversão. Usamos o termo “Marketing de conversão” para descrever o processo de transformar os potenciais futuros alunos em alunos matriculados. Uma conversão pode ser o número de alunos que preencheram um formulário, acessaram um aplicativo, participaram de algum evento de orientação, clicou em um e-mail ou teve contato com algum conselheiro – qualquer ação que leva a realizar um objetivo específico. Em última análise, a taxa de conversão é de longe o maior indicativo da existência ou não do plano de marketing. Conhecendo o seu desempenho, você pode eliminar gastos desnecessários, maximizar seus recursos e “criar um roteiro” para aumentar o número de matrículas dos alunos. Aqui estão 4 ações imediatas que você pode tomar para melhorar suas conversões: 1. Faça uma análise do seu site Fazer uma avaliação honesta de seu site, dos conteúdos e da facilidade de utilização é a primeira “parada” em um caminho para melhores taxas de conversão. Pense em seu site como a porta de entrada para os futuros alunos. Ele precisa responder a três questões-chave rapidamente sobre qualquer programa, certificado ou curso que você tem a oferecer: 1) Quanto vai custar? 2) Quanto tempo vai demorar? 3) O que vou receber? Tendo esses detalhes, juntamente com um formulário simples para solicitar mais informações, são os dois passos mais importantes na estruturação do conteúdo do seu site. E não se esqueça: seu site deve ser amigável móvel, acessível e com navegação clara! 2. Influência para conversão A mídia social é uma ferramenta fundamental para mostrar sua marca, personalidade e conteúdo exclusivo para os futuros alunos. A maioria das escolas tira proveito de ferramentas como Facebook e YouTube para compartilhar atualizações sobre as atividades, programas e eventos. Mas a chave é assegurar que a mídia social também está agindo para realizar as “conversões”. Pense em como você pode usar os sites de mídia social para fornecer a seus seguidores informações sobre suas ofertas de programa, corpo docente e a experiência de outros alunos. É importante tratar as mídias sociais como qualquer outro componente importante no processo de gestão de matrículas e marketing. 3. Medir e melhorar Minha equipe gosta de usar o ditado “se você vê, você pode corrigir”. Por isso, se você tem uma boa visibilidade sobre o que está acontecendo em todo o seu processo de matrículas, você pode ver o que não está funcionando como planejado. Segundo nossa experiência, esses pequenos ajustes podem realmente ajudar a aumentar o número de matrículas. 4. Seja pró-ativo e específico Mesmo que você alcance conversão, isso não significa o final. Sua primeira troca com um potencial estudante é apenas o começo: este é o momento de ser pró-ativo e entrar em contato com esses alunos com um objetivo específico. Você tem um grande número de futuros alunos que começaram um aplicativo, mas não terminaram? Você tem um grupo de estudantes que se inscreveram previamente, mas não se matricularam no prazo? Aproveite os dados que você tem e converse com os alunos para que façam a matrícula. Além disso, campanhas de divulgação podem trazer resultados rapidamente.  Com estas quatro etapas em mente, você estará no caminho para tornar seus esforços de marketing e de matrícula mais eficazes e eficientes. Estas técnicas são importantes principalmente nos momentos em que você precisa “fazer mais com menos”.

20 de outubro de 2015

Pais não olhem para o outro lado

Lisa Nielsen “A maioria dos homens prefere negar uma verdade dura a enfrentá-la” – George R. R. Martin, Game of Thrones Os seres humanos vêm equipados com um mecanismo de defesa primitivo destinado a reduzir a ansiedade: “Se eu ignorá-lo, ele vai embora”. Muito humano, muito natural e muito compreensível. Todos nós fazemos isso. Isso pode até ter alguma vantagem evolutiva. Afinal, isso pode baixar a pressão sanguínea e manter o stress sob o controle. Mas os problemas têm uma dinâmica própria: eles só pioram quando são ignorados. Quando não enfrentamos a verdade por ela ser assustadora e nos perturbar, a movemos para um lugar chamado “negação”. Mas as emoções têm pouco a ver com a lógica. Se a negação é um pequeno quarto escuro, junte forças e entrente a verdade buscando a luz do dia. Mas a negação é onde alguns pais estão vivendo. Eles estão olhando para o outro lado, ignorando problemas ou pior, justificando-os. Acho que é compreensível. Pais de todo o país são confrontados com a realidade de que o sistema de ensino no qual eles colocaram sua fé, pode ter falhas que não estão sendo corrigidas – e isso os leva a crer que estão perdendo o controle. Esta é uma realidade difícil de enfrentar e deve transformar o mundo de qualquer pai de cabeça para baixo. Então, esses pais às vezes se tornam distantes, se fechando nos “quartos da negação”. Esta é exatamente a realidade que a mãe Christine Dougherty, de Nova York, teve que enfrentar depois que seu filho de 12 anos de idade, Joseph, “foi obrigado” a fazer alguns testes padronizados em sua escola. Christine pediu que a escola exercesse a aprendizagem de forma mais significativa. Apesar de seus desejos, Joseph foi intimidado pelo diretor Thomas Joseph Capone e forçado a fazer o teste. Alguns professores até chamaram o menino de “fresco” por não seguir suas ordens e fazer o que foi dito. Christine não estava vivendo a “fase” da negação e não foi dissuadida. Ela se impôs e fez tudo que podia para que os desejos de seu filho fossem concedidos. Infelizmente, nem todos os pais são tão corajosos, fortes ou capazes de encarar os fatos como Christine fez. Em vez disso, quando ouviram da situação, alguns entraram em um estado de negação. Eles foram atrás desta mãe e defenderam o diretor da escola em vez de olhar para os fatos. Houve também uma explosão de tweets por administradores, professores e pais, todos chocados com as ações do líder desta escola. Felizmente, muitos cidadãos são guiados por uma bússola moral que coloca os direitos das crianças em primeiro lugar: eles não toleraram as ações do diretor. Infelizmente, vários dos pais da escola se sentiram confortáveis em seu estado de negação, criaram uma página no Facebook contra a mãe e a favor do agressor. O que eles não perceberam foi que, em vez do apoio esperado, eles receberam uma enxurrada de comentários daqueles que apoiaram a mãe e não concordaram com estes pais ou com o diretor responsável. Essas táticas são compreensíveis quando você leva em consideração que eles foram feitos por pessoas que não têm nenhuma intenção de desistir de seu estado de negação.   Os pais, como os que se levantaram contra esta mãe representam um segmento infeliz de nossa população que perdeu a fé em si mesmo ou outros pais que decidem o que é melhor para os seus próprios filhos. Chegamos a um ponto onde muitos pais estão dispostos a entregar seus filhos a uma instituição para criá-los, mesmo quando é claro que imposições como estes testes estão prejudicando as crianças. Há pais que ignoram a verdade, em vez de reconhecer o mal que está acontecendo com as crianças nas escolas. E há um nome para o que eles estão fazendo: negação, o que significa escolher uma realidade alternativa como forma de evitar uma verdade incômoda. E aqui está o detalhe: muito da educação tradicional, como a conhecemos hoje, não é bom para as crianças. Muitas das práticas que todos nós conhecemos e vivemos não é o melhor para os nossos filhos. E isso é muito difícil de enfrentar! “A mente humana não é um lugar terrivelmente lógico ou coerente. A maioria das pessoas, dada a escolha de enfrentar uma verdade hedionda e aterrorizante ou evitá-la convenientemente, escolhem a conveniência e paz de normalidade” Jim Butcher Os pais foram doutrinados por um sistema que diz: faça o que eu disse. Deixem as suas crianças e os direitos dos pais na porta. Eles foram condicionados para não confiar em si mesmos ou em seus instintos quando se trata de seus filhos. Eles aceitaram que (como foi compartilhado na página do Facebook e em comentários do blog), “os melhores interesses de seus filhos são deixados para os especialistas”. Pais, e não funcionários do governo ou empresas, têm os melhores interesses de seus filhos no coração. Lute para proteger seus filhos! Proteger o seu filho é um direito seu.

5 de setembro de 2015

3 Coisas que eu aprendi com 150 líderes universitários na Casa Branca

Katie Blot

Há uma filosofia que eu e minha equipe aqui no Blackboard vivemos para “implementar”: colocar os alunos no centro do ensino. Ele dirige tudo, desde a forma como fazemos nossos negócios, até a forma como concebemos os nossos produtos.

Então, quando eu tive a oportunidade de conversar com 150 líderes universitários de todos os Estados Unidos na Casa Branca e na Câmara de Comércio, fiquei bastante entusiasmada. Alguns alunos estavam envolvidos em atividades muito além das que nós lidamos quando eu era líder do corpo discente.

Eles fizeram perguntas sobre regulamentos de ajuda financeira e negociações comerciais. Além disso, falaram sobre como combater a violência sexual no campus com tanta paixão sobre o tema e com convicção de que eles podem ser a mudança.

E enquanto o dia foi sendo preenchido com amplas conversas, o que foi excepcionalmente esclarecedor para mim foi o tempo em que todos passaram focados na força de trabalho. Os alunos tinham pedido que este fosse um tema abordado, já que todos estão preocupados em melhorar seu plano de carreira.

Nessas discussões, incluindo um painel na Câmara de Comércio, emergiram três temas.

1) Os alunos não estão construindo as habilidades sociais de que precisam para entrar com confiança no mercado de trabalho

Ouvi isso de um dos líderes dos estudantes. Todos estavam muito interessados ​​em descobrir novas maneiras para que as escolas pudessem auxiliá-los neste assunto.

Eles foram incentivados pelo pensamento de que habilidades sociais podem ser desenvolvidas através de uma combinação de atividades curriculares e extra-curriculares e capacitados pela idéia de que eles devem impor esta necessidade.

Na minha opinião, não deve existir uma única comissão no campus que não tenha representação estudantil.

2) Os estudantes universitários estão preocupados com duas coisas: conseguir um emprego e pagar seus estudos

Ok, isto definitivamente não é inesperado. Mas o que foi surpreendente foi a maneira que os líderes estudantis falaram sobre estas questões.

O nível de ansiedade deste grupo era muito grande – e o muitos estudantes que, aparentemente, estavam em situações muito boas e com um bom caminho para formar uma carreira depois da faculdade, são tão ansiosos como qualquer um dos que já precisam trabalhar para pagar os estudos.

Falamos um pouco sobre o potencial da tecnologia para nos ajudar a reduzir o déficit de competências no aumento do acesso à educação de qualidade. O que realmente me surpreendeu nesta conversa é a maneira poderosa como a tecnologia pode impactar na carreira e na transformação dos serviços.

Em vez de currículo clássicos, a tecnologia pode atuar como um meio de criar portfolios de aprendizagem ao longo da vida que mostram não apenas realizações acadêmicas e experiências, mas também trabalham habilidades, competências e conhecimentos.

Isso também permite que os conselheiros de carreira passem mais tempo ajudando os estudantes a determinar este caminho.

3) Os estudantes querem experimentar o mundo “The Office” além do programa de TV

Além das questões já mencionadas de se sentir despreparado com as habilidades que eles precisam para ter sucesso em um ambiente de trabalho, os alunos também se deparam com um mundo real desconhecido e assustador:

O que é, na verdade, um escritório? Será que eu realmente quero trabalhar em um local assim?

Marvin, presidente do corpo estudantil da Kent State University, nos disse que muitos de seus colegas têm pais que nunca trabalharam em um ambiente como o de um escritório.

“O famoso ‘leve seu filho no trabalho’”, Marvin nos disse, “nunca existiu para essas pessoas”. O relacionamento mais crítico, a fim de eliminar essa barreira é o entre empregador e instituição.

Claro, precisamos destas pontes para trabalhar melhor as experiências que estamos oferecendo e as habilidades que estamos construindo para o que o mercado de trabalho necessita. Mas também precisamos deles para que possamos dar aos alunos o verdadeiro percurso de sua carreira.

Desta forma, podemos ter menos pessoas gastando tempo e dinheiro em um caminho que não levá-los para onde eles realmente querem ir. Assim, junto com o alinhamento sobre os resultados, precisamos de empregadores envolvidos em mostrar a realidade do trabalho para os alunos esperam por este momento.

Este foi um dia esclarecedor para mim, mas continuo a pensar muito sobre a conexão entre a educação formal e a progressão na carreira.

Sobre a autora do texto

Katie lidera os Serviços de Educação da Blackboard, fornecendo consultoria e serviços para estudantes e organizações em todo o mundo, capacitando-os para prever, preparar e realizar o futuro da educação.

Katie orienta uma equipe de mais de 1000 pessoas para gerar novas oportunidades de mercado, desenvolver a capacidade organizacional e a excelência operacional.

Este relato mostra a realidade “americana” do ensino e a preocupação de seus estudantes, mas podemos ver semelhanças, adaptar e aplicar algumas atitudes e planejamento para a realidade brasileira.

2 de setembro de 2015

Um novo membro em nossa família Soluções de Código Aberto

Nos últimos meses, muitas coisas estão acontecendo na Blackboard em torno de nossas soluções Moodle. É por isso que estamos animados para anunciar que a Blackboard adquiriu Nivel Siete, um fornecedor líder de soluções de código aberto e um dos parceiros do Moodle mais respeitados na América Latina. A Nivel Siete oferece uma variedade de soluções de aprendizagem, hospedagem, suporte e serviços de consultoria que ajudam as organizações a ter sucesso no seu ensino e iniciativas de aprendizagem, incluindo instituições acadêmicas e empresas que se concentram no uso de para gestão de talentos e treinamento de e-learning. Ao juntar forças, seremos capazes de suportar mais alunos que utilizam o Moodle para atingir seus objetivos educacionais e alcançar o sucesso acadêmico. Além disso, vamos ampliar e fortalecer a nossa rede de código aberto, criando novas formas de instituições e organização aprenderem e colaborarem uns com os outros. A notícia de hoje ainda atesta nosso compromisso no Moodle e segue as recentes aquisições da Remote-Learner  e da tecnologia X-Ray Analytics. Ele também reitera a importância estratégica do open source para nossos clientes e para nós. No decorrer do mês de agosto, a Nivel Siete estará promovendo um MoodleMoot na Colômbia. Todos os nossos clientes de código aberto são convidados a participar. Será uma grande oportunidade para manter contato com nossas equipes locais e aprender mais sobre esta história empolgante. Mais novidades estão por vir. Fique atento! Phill Miller – Vice Presidente Internacional de Serviços Open Source, Blackboard Pavlos Dias – Gerente Nacional da Blackboard, Grupo A  

14 de agosto de 2015

Não deixe bons alunos fazerem apresentações ruins

Boa notícia: cada vez mais, mais alunos estão apresentando seus trabalhos. A má notícia é que estão fazendo trabalhos ruins – e a “culpa” pode ser do professor. Veja aqui algumas dicas para incentivar os alunos a fazerem bons trabalhos. NÃO USAR PALAVRAS SOLTAS NO POWER POINT PowerPoint não é uma ferramenta ruim. Ele pode ser ótimo se você não usá-lo apenas com títulos e palavras soltas. O PowerPoint – ou qualquer outra ferramenta de apresentação – deve ser usado para mostrar e não apenas contar. Você deve apostar em imagens, gráficos e diagramas. Algumas palavras, pensamentos ou legendas podem ser utilizadas, mas, em geral, devem aparecer pouco. As palavras devem vir do apresentador – e não dos slides. NÃO LER AS INFORMAÇÕES DO POWER POINT Apesar de esta prática ser recorrente, é necessário reforçar: não é bom que alunos leiam seus slides. Ler não é apresentar. Peça aos alunos para que contem uma história, para que aprendam a falar com o público. Não se trata de memorização, mas de saber sobre o que se está falando. OLHAR PARA O PÚBLICO Muitos alunos olham para o computador ou para a tela de projeção. Isto é um erro! O aluno deve olhar para seu público, para quem está falando – e não para uma tela. ANALISAR APRESENTAÇÕES JUNTO DOS ALUNOS Mostrar vídeos de boas apresentações, como as do TEDxYouth por exemplo, são bons exercícios para melhorar a forma de se comunicar com o público. Assista estas apresentações junto dos alunos, identifique o que funciona e o que não funciona. Peça que eles considerem estas estratégias em seu momento. GRAVE SEUS ESTUDANTES Caso tenha tempo, grave seus alunos antes de eles se apresentarem. Em seguida, assista ao vídeo com eles e converse sobre o que pode ser melhorado.   Então, o que você acha? A maioria das ações são simples e podem ser realizadas em qualquer sala de aula. E o saldo será bastante positivo.

1 de julho de 2015

3 ideias ruins que dominam o Ensino Superior

“Idéias ruins, eu diria, têm uma vida própria. E eles governam nosso mundo.” John Maynard Keynes   O Dr. Joshua Kim, diretor do Digital Learning Initiatives at the Dartmouth Center for the Advancement of Learning (DCAL) e PhD em Sociologia e Demografia pela Brown University cita aqui algumas ideias consideradas ruins que dominam o ensino superior. #1 – O ensino deve ser tratado como um modelo de negócio As instituições que seguem uma estratégia de redução de custos negociam a redução a curto prazo para a viabilidade a longo prazo. Tratar o ensino como uma mercadoria – e não como uma habilidade realizada por um educador dedicado – é o caminho mais rápido para afundar. Instituições inteligentes devem investir no corpo docente, uma vez que isso cria o valor da instituição. #2 – Educação de qualidade deve ser fragmentada A educação de qualidade requer uma relação entre o educador e o aluno. A aprendizagem autêntica ocorre em escala. Nosso conhecimento impulsionado pela economia global cria uma pressão contínua sobre o que constitui uma educação de qualidade. Habilidades como pensamento crítico e flexível, inteligência social, e liderança não podem ser aprendidas por métodos de ensino que só privilegiam a aquisição de conteúdo. Em um mundo de abundância de informação, uma educação “valiosa” será de pequena escala: construído em um ambiente onde o professor e o aluno se conhecem como indivíduos. #3 – Professores são avessos às inovações no ensino superior Na realidade, a dificuldade que as nossas faculdades e universidades têm na adaptação e em mudanças tem muito pouco a ver com o corpo docente, mas sim com o pouco incentivo e cultura que se cria no campus. Crie um conjunto de incentivos que priorizem a inovação e você verá inovação.

19 de junho de 2015

Fique por dentro das novidades e tendências da educação!

Para proporcionar um maior compartilhamento de informações, novidades e tendências do setor educaional no Brasil e no Mundo, criamos a newsletter que reúne o melhor conteúdo divulgado nas plataformas da Blackboard e do Grupo A. De periodicidade mensal, a newsletter da iniciativa Desafios da Educação apresenta notícias sobre o futuro do ensino e é voltado a líderes e gestores de instituições de ensino superior. Além disso, a partir da newsletter é possível se conectar a todas as ferramentas digitais da Blackboard, como Twitter, Facebook e o blog da instituição. Para assinar, é preciso acessar o site http://www.desafiosdaeducacao.com.br/newsletter/ e fazer o cadastro. A assinatura é gratuita.

11 de junho de 2015

Saiba mais sobre Moodlerooms

Programe-se para webinar, dia 27 de maio, próxima quarta-feira, 11h, com o tema “Diferenciais do Moodlerooms como Ambiente Virtual de Aprendizagem”. Serão abordados os serviços oferecidos pelo Moodlerooms, os recursos acadêmicos e pedagógicos e sua aplicabilidade, recursos administrativos e demais serviços da ferramenta. O encontro terá duração de 1h e será apresentado por Alberto Maixner, Engenheiro de Soluções da Blackboard. Link para inscrição: http://bbbb.blackboard.com/WebinarMoodlerooms

20 de Maio de 2015

Pró-Reitor da UNIPAC fala sobre os desafios da educação

Tecnologia na educação e a sala de aula invertida. Esses foram alguns dos temas abordados por Gustavo Hoffmann, pró-reitor acadêmico da UNIPAC, em entrevista concedida durante a edição de abril de 2015 do Fórum de Lideranças: Desafios da Educação. O evento, que tem o objetivo de reunir líderes e gestores de Instituições de Ensino para debater as perspectivas e desafios da educação, movimentou no dia 8 de abril a Universidade Positivo, em Curitiba, no Paraná. Hoffmann, que também é diretor acadêmico e de EAD do grupo Singular Educacional, foi um dos palestrantes do evento. Como a tecnologia da Blackboard tem ajudado a UNIPAC a superar os Desafios da Educação?  Estamos vivendo o momento da Inversão da Sala de Aula, pois a forma como as pessoas aprendem mudou, e cada vez mais, é preciso considerar o ritmo de aprendizagem de cada aluno e permitir o acesso a conteúdo em qualquer hora e a qualquer lugar. Por isso, ter uma boa plataforma para acessar dados estatísticos e fazer análises do aluno como indivíduo é fundamental para que a sala de aula invertida passe de tendência à realidade. Há também outros conceitos, como o de aprendizagem híbrida, que pode acontecer com o apoio de um ambiente virtual de aprendizagem que permita fazer mudanças. Isso faz parte da revolução que estamos vivendo no Ensino Superior, e seria impossível fazer isso sem a Blackboard. Como uma educação centralizada no aluno pode mudar a realidade da educação brasileira? Precisamos levar em consideração que cada aluno tem um ritmo de aprendizagem diferente, e quando colocamos todos na mesma sala e aplicamos o mesmo modelo pedagógico, não respeitamos esse ritmo. Quando analisamos o método tradicional de transmitir conteúdo, percebemos que a individualidade não é respeitada, e que o modelo não funciona, pois os alunos não aprendem da forma como deveriam. Mas, com o uso da metodologia de aprendizagem ativa e o apoio de um ambiente virtual de aprendizagem é possível tornar esse processo mais efetivo, ao considerar o ritmo de cada aluno. A UNIPAC tem acompanhado de perto tendências de aprendizagem ativa, blended learning e aprendizagem adaptativa. Como o investimento em tecnologia tem apoiado esses processos? Não adianta ter apenas tecnologia sem uma boa metodologia por trás. Por isso, defendemos muito as metodologias ativas de aprendizagem, que colocam os alunos como os principais atores desse processo. Na UNIPAC, usamos algumas metodologias ativas, que com apoio da ferramenta tecnológica garantem eficiência. Portanto, para fazer a diferença no ensino é preciso aliar a metodologia à tecnologia, que sozinha é apenas um canal. O evento Desafios da Educação trouxe discussões sobre mudanças que precisam acontecer no Ensino Superior. No seu ponto de vista, qual a importância desse tipo de debate com líderes das IES brasileiras? Hoje, há tecnologia disponível, metodologias, consórcios para capacitação de professores – pois a capacitação do corpo docente é um grande desafio, principalmente para quebrar o paradigma de que apenas o modelo tradicional funciona – mas, ainda faltam iniciativas dos líderes das IES, que, muitas vezes, não investem em novos modelos e tecnologias por falta de conhecimento. Por isso, a grande importância do Desafios da Educação é a de divulgar essas informações, mostrar que há alternativas e coisas boas acontecendo não apenas fora do Brasil, mas no País. Pesquisas mostram que os novos modelos de aprendizagem funcionam, deixam os alunos mais satisfeitos e ainda custam menos, portanto, disseminar esse tipo de conhecimento para os líderes das IES é o primeiro passo para quebrar essa barreira.

27 de Abril de 2015

Educadores trocam informações pelas redes sociais

Com 65 milhões de pessoas, o Brasil está em segundo lugar no ranking de usuários do Facebook, ficando atrás apenas dos Estados Unidos. Pelo menos é o que aponta os dados divulgados no início do ano pela SocialBakers, agência especializada em análise dessas mídias. Na contramão da ligeira tendência de queda registrada no resto do mundo, o tempo gasto pelos brasileiros interagindo virtualmente nessa rede mais que triplicou em 2012, de acordo com outra pesquisa, da consultoria comScore. O cenário denominado pelo filósofo francês Pierre Levy de a “quarta revolução da comunicação” cada vez mais faz parte da nossa realidade. Sua característica principal é o acesso praticamente irrestrito à informação. Nesse contexto, um dos papéis essenciais do educador é ajudar os alunos a desenvolver competências que permitam a eles distinguir o que tem qualidade em meio à avalanche de dados. Outra habilidade a ser ensinada é a de como transformar tudo isso em conhecimento construí-do de forma autônoma e colaborativa. Muitas barreiras Ainda há muitas barreiras no processo de introdução das tecnologias de informação e comunicação (TIC) na escola. A pesquisadora argentina Delia Lerner lembra, no artigo La Incorporación de las TIC em el Aula. Un Desafio para las Práticas Escolares de Lectura y Escrita, que, 40 anos após a difusão das calculadoras de bolso, ainda há docentes que preferem não usá-las na aula e consideram que elas substituiriam o que os alunos têm de aprender: a resolução de contas. Então, uma das maiores dificuldades dos educadores em incorporar a tecnologia é o fato de ela mudar o que deve ser ensinado. Se antes era a conta, por exemplo, hoje é tomar decisões na resolução de problemas. “A internet tem o potencial de ampliar as possibilidades de comunicação para o professor”, destaca. Trocar e-mails com seus alunos e expandir o aprendizado para fora do horário das aulas são apenas algumas das possibilidades do educador. Mas, além disso, a atuação online é uma maneira de vencer o isolamento e usar grupos, fóruns e plataformas virtuais para uma intensa troca de ideias entre educadores que estão em escolas distantes. Em alguns casos, até o diálogo com universidades tem sido realizado com mais facilidade. Maria Elizabeth Bianconcini de Almeida, professora do Programa de Pós-graduação em Educação: Currículo da Pontifícia Universidade Católica de São Paulo (PUC-SP), ressalta que a própria tecnologia pode ser a parceira que faltava para vencer o receio inicial ao possibilitar que a preparação dos docentes para esses desafios seja feita com a socialização, nas redes, das práticas dos participantes. Segundo César Nunes, do Núcleo de Pesquisa sobre Inovação Curricular da Faculdade de Educação da Universidade de São Paulo (USP), a interação, autoria e construção coletiva são atitudes estimuladas pelo uso das redes sociais para fins pedagógicos. Nesse contexto, têm sido observados dois modelos no uso das redes por educadores: a reunião espontânea de docentes em comunidades para compartilhar experiências e debater questões de suas áreas de atuação e a criação de ambientes institucionalizados, adotados por escolas ou redes de ensino. Via: Revista Escola/Abril

1 de Abril de 2015