Estudantes Online x Estudantes Tradicionais

Um infográfico publicado pelo site http://www.onlinephdprograms.com realiza uma comparação entre estudantes tradicionais e estudantes online, mostrando as principais disciplinas e áreas de estudo escolhidas estes dois tipos de estudantes nos Estados Unidos. O infográfico ainda traz informações sobre números de alunos, comparando o outono de 2009 com o outono de 2010 e compara o número de matrículas em disciplinas presenciais e à distância nos últimos 7 anos. O número de alunos matriculados cresceu exponencialmente em um ano e, com este aumento do número de disciplinas e cursos online, esta categoria de ensino ganhou credibilidade no mercado de trabalho.

Estudantes Online x Estudantes Tradicionais

Um infográfico publicado pelo site http://www.onlinephdprograms.com realiza uma comparação entre estudantes tradicionais e estudantes online, mostrando as principais disciplinas e áreas de estudo escolhidas estes dois tipos de estudantes nos Estados Unidos. O infográfico ainda traz informações sobre números de alunos, comparando o outono de 2009 com o outono de 2010 e compara o número de matrículas em disciplinas presenciais e à distância nos últimos 7 anos. O número de alunos matriculados cresceu exponencialmente em um ano e, com este aumento do número de disciplinas e cursos online, esta categoria de ensino ganhou credibilidade no mercado de trabalho.

24 de julho de 2012

Tecnologia e educação

Fonte: Gazeta do Povo Os adolescentes estão antenados o tempo todo, desempenham tarefas ao mesmo tempo e o computador, o tablet e o celular são parte de suas atividades diárias, tanto para os estudos, quanto para diversão. Como utilizar a tecnologia de maneira positiva na educação? Especialistas colocam que o papel do professor é essencial neste processo, auxiliando alunos na seleção das alternativas para acessar informações. Para espantar o medo de que o professor seja dispensado neste processo, é preciso atualização constante, para se tornar um facilitador, direcionando os alunos para a utilização correta dos dispositivos e pensando conteúdos e atividades personalizados para estes, evitando tornar-se um elemento descartável e despertando o interesse dos alunos para a aula. A educadora Cristiana Mattos de Assumpção, coordenadora de Tecnologia Educacional do Colégio Bandeirante, de São Paulo, acredita que é necessário incorporar a tecnologia na cultura da escola, permitindo, inclusive, o uso de celulares dentro da sala de aula. Ela conta que para isso foi necessária a realização de um projeto permanente na instituição. Os esforços começaram em 2008, primeiramente com a sensibilização dos educadores e posteriormente com o envolvimento dos alunos, pais e funcionários. “Nossa preocupação sempre foi de capacitar primeiro os professores”, afirma. O projeto inclui pesquisas constantes para identificar hábitos dos alunos e abrange também cursos e palestras sobre Ética, Cidadania Digital e Direito de Imagem, entre outros assuntos. Outra característica importante do projeto é a criação de cartilhas de uso responsável da tecnologia, elaboradas e debatidas entre alunos e professores. Aulas mais atrativas e dinâmicas Matheus Domanski, 16 anos, aluno do 2º ano do ensino médio, acredita que a tecnologia liga o aluno ao professor. “Ajudamos o professor levando informações que encontramos na internet para agregar à aula. Já o professor indica sites que podem nos ajudar e usa a tecnologia para deixar as aulas mais atrativas e dinâmicas”, diz. As escolas e educadores precisam pensar no relacionamento com seus alunos, tirando o foco da questão hierárquica. Orientação

Crianças e adolescentes dominam as tecnologias, mas para a educadora Cristiana Mattos Assumpção, pais e professores não podem abandoná-los à própria sorte. Confira algumas orientações: Pais – Acompanhar o que os filhos estão fazendo na internet – Colocar o computador em lugar público – Configurar a máquina para uso seguro – Criar regras de uso responsável junto com os filhos – Limitar o tempo de uso. Estimular os filhos a realizarem também outras atividades Educadores – Usar as ferramentas que os alunos usam, para entender como elas funcionam – Usar as tecnologias para suas atividades diárias, para ficarem confortáveis com seu uso – Criar junto com os alunos regras de uso responsável – Acompanhar o que os estudantes estão fazendo on-line – Criar projetos para aproveitar os pontos positivos que a tecnologia oferece

31 de Maio de 2012

Qual o futuro da educação superior?

22 de Maio de 2012

Professor não pode concorrer com a internet

Para especialistas, o apresentador de informações vai desaparecer, mas o educador que vai além delas é cada vez mais necessário Imagine, em um mundo sem internet, o dia em que professores são avisados que dali para frente uma ferramenta de pesquisa permitirá aos seus alunos ler, assistir, ouvir e discutir sobre qualquer assunto. Qual seria a reação dos educadores? Para especialistas, há muito motivo para comemorar: a chance de obter êxito no aprendizado aumenta. Na vida real, a recepção não foi bem assim. A falta de adaptação do professor às novas tecnologias e ao aluno influenciado por elas são tema do segundo dia da série especial do iG sobre os problemas na formação do docente. Incluída ou não na aula, presente ou não na escola, a internet faz parte da rotina dos alunos. Em 2008, quando apenas 23% dos lares estavam conectados segundo o Ibope, o instituto já apontava que 60% dos estudantes tinham acesso à rede de algum modo. Em pesquisa realizada nas escolas estaduais do Rio de Janeiro em 2011, 92% disseram estar online ao menos uma vez ao dia. Durante fórum sobre tecnologia e educação promovido pela Blackboard no último dia 12, em São Paulo, educadores estrangeiros sustentaram opinião parecida. A diretora de avaliação da Universidad Cooperativa de Colômbia, Maritza Randon Rangel, afirma que a democratização do acesso à rede dá oportunidade para que mesmo escolas rurais e afastadas tenham desempenho equivalente às que estão mais próximas de recursos culturais e financeiros. “Tivemos êxito com isso na Colômbia, mas além das máquinas é preciso uma equipe com objetivos claros.” Data de publicação: 24/04/2012 Veículo: IG

7 de Maio de 2012

Ensino brasileiro sai da sala de aula para ocupar ambientes virtuais

Empresas como a americana Blackboard apostam que o país é um dos maiores do mundo em potencial de negócios mobile Regiane de Oliveira Uma constatação na área educacional está orientado os negócios da americana Blackboard, especializada em novas tecnologias para a educação, no Brasil: “O mercado brasileiro explodiu em 2011, porque tanto a iniciativa pública quanto a privada entendeu que é preciso acabar com o gargalo entre a educação e o plano do país de ser um grande líder mundial”, diz Renzo Gianfranco Capocci, gerente geral da América Latina e Caribe da companhia. A empresa, que no Brasil é representado pelo Grupo A, tem negócios em mais de 40 países, com cerca de 9 mil clientes, e receita de US$ 500 milhões com a venda de tecnologia educacional. E tem visto bons indicadores de que o mercado brasileiro vai crescer nos próximos anos. O número de cursos a distância oferecidos no país, por exemplo, dobrou nos últimos três anos, segundo dados da Associação Brasileira de Educação a Distância – as faculdades já captam 42% dos alunos fora de seu estado sede. Só o Estado de São Paulo tem planos de digitalizar 40% das aulas da rede pública, com investimentos estimados em R$ 5,5 bilhões. Para o executivo da Blackboard, o futuro da educação está na mobilidade, por meio de ambientes virtuais de aprendizagem, uma área onde o Brasil já está instrumentalizado para ser um dos maiores mercados do mundo. Afinal, hoje são mais de cinco bilhões de aparelhos celulares para os sete bilhões de habitantes do planeta. Mas no Brasil, dados de março da Anatel, mostram que existem 250,8 milhões de linhas ativas na telefonia móvel, sendo que os terminais de banda larga 3G totalizaram quase 52 milhões de acessos. A Blackboard adquiriu recentemente duas empresas – Moodlerooms e a NetSpot-, focadas no fornecimento de serviços para Moodle (acrônimo em inglês para ambientes virtuais de aprendizagem) com foco em ampliar os negócios no país. A empresa já desenvolve ferramentas de aprendizagens para empresas como FGV, Faap, Dom Cabral, IESB, ESPM, Unip, Unicsul, Senac-SP e Insper. Mas quer ampliar nos negócios para o mercado público. “Fizemos trabalhos para a UFMG na área de programas para a área médica”, diz Capocci. Atualmente, calcula-se que 1/3 dos aplicativos educacionais disponíveis no mercado foram feitos pela Blackboard. Tecnologia “Professores nunca serão substituídos pela tecnologia, mas professores que não souberem usar a tecnologia serão substituídos”. Aafirmação de Patrick Devin, vice- presidente de vendas globais da empresa bem pareceria conversa de vendedor, um tanto fatalista, não fosse a velocidade com que o mercado de educação vem sendo alavancado por novas tecnologias. “Conheço quem tenha pago US$ 250 mil por um curso em Stanford e hoje vê as aulas sendo divulgadas gratuitamente on-line”, relata. Devin afirma, aliás, que o mercado de educação caminha para ter o mesmo destino da música, com o conhecimento ao alcance de todos. “Não tenho resposta para como vão ficar os negócios neste mercado. Mas uma coisa é certa, não há fórmulas prontas.Oque podemos é oferecer aos educadores instrumentos que os ajudem a inovar.” Novos paradigmas A Blackboard não é a única a ver as potencialidades de novas tecnologias para alavancar a educação. A Fundação Lemann, em parceria com o Instituto Natura e o Instituto Península, está levando a ferramenta Khan Academy para as escolas públicas. Trata-se de vídeo-aulas criadas por uma instituição não governamental, que ganharam destaque em todo o mundo por atrair a atenção de estudantes. Inicialmente, o projeto piloto será realizado em seis turmas de 5º ano (antiga 4ª série) de escolas municipais de São Paulo. O objetivo é contribuir para a melhoria do desempenho dos alunos em Aritmética e experimentar a metodologia em sala de aula, com a contribuição dos professores. No segundo semestre, a experiência deve ser levada a mais 15 escolas, totalizando 1000 alunos beneficiados. Outra empresa que aposta forte na área de educação é a Apple. A gigante norte-americana lançou no começo deste ano o Itunes U, uma plataforma de conteúdos que coloca cursos gratuitos de grandes universidade e outras escolas de todo o mundo ao alcance dos clientes que tem iPad, iPhone ou iPod touch. Outra aposta da empresa é o desenvolvimento de aplicativos que permitem ao professor criar seu próprio material didáticos, como o Book Creator. O livro pode ser distribuído gratuitamente ou mesmo vendido na loja virtual da companhia. ————- “Professores nunca serão substituídos pela tecnologia, mas professores que não souberem usar a tecnologia serão substituídos” – Patrick Devlin – Vice-presidente de de vendas globais da Blackboard   Fonte: http://namidia.empauta.com | Brasil Econômico

3 de Maio de 2012

Blackboard lança solução de Learning Analytics

Aplicação dá aos líderes visão sem precedentes de aprendizagem em toda Instituição As instituições de ensino estão, cada vez mais, procurando maneiras de aproveitar os dados para melhorar o desempenho e resultados dos alunos, Blackboard Inc. anunciou hoje o lançamento do Analytics para Blackboard Learn, uma solução que dá aos líderes educacionais uma visão sem precedentes do ensino e aprendizagem de sua instituição. O aplicativo coleta dados da atividade de aprendizagem e de gestão do Learning Management (LMS) e sistemas de informação de estudantes (SIS) para dar às partes interessadas em educação em todos os níveis de acesso as informações sobre a demanda necessária para melhorar o sucesso acadêmico e retenção de alunos. Munidos com um mais conhecimento, os líderes do campus podem definir e medir melhor as metas de aprendizagem e avaliar o sucesso de vários programas. Os instrutores podem identificar rapidamente onde os alunos estão ficando para trás e intervir para apoiá-los, e obter uma visão melhor sobre abordagens do desenvolvimento do curso que podem ser mais atraentes para os alunos. Mesmo os estudantes podem utilizar a aplicação para obter insights sobre atividade do curso e as medidas de progressão de seus colegas para compreender melhor os padrões de atividade associados ao desempenho de alunos. “Em todo o Campus, temos várias iniciativas que apoiam a conclusão dos cursos e retenção de alunos, e esta ferramenta auxilia todas as partes envolvidas, fornecendo dados críticos que revelam que as mudanças são necessárias”, disse Celeste Schwartz, vice-presidente de Tecnologia da Informação no Montgomery County Community College. “Há uma necessidade em toda a indústria de análise de dados em educação e em breve se tornará um padrão utilizar uma ferramenta como esta.” Blackboard Analytics oferece uma visão completa e personalizável de dados ensino e aprendizagem através de relatórios e dashboards que extraem a informação crítica de uma instituição da plataforma Blackboard Learn e SIS. Os relatórios destacam atividades de toda a instituição, analisam a eficiência em todos os departamentos acadêmicos, avaliam o desempenho individual do aluno com base na demografia, programas de graduação e muito mais. Os clientes que participaram de um ensaio de campo para a ferramenta no início deste ano relataram grande sucesso em receber insights sobre a atividade dos alunos, identificando projetos de cursos que se sobressaíram promovendo o envolvimento dos alunos ativos, e promovendo uma cultura de descoberta e investigação sobre o futuro da aprendizagem online e blended learning em seus campi. “Durante todo o teste de campo, Blackboard tem sido um verdadeiro parceiro, e não apenas um fornecedor”, disse John Fritz, Vice-Presidente Assistente de Tecnologia Educacional e Novas Mídias da Universidade de Maryland, Baltimore County. “Ter uma ferramenta como o Blackboard Learn Analytics para fornecer um nível profundo de análise dos dados foi sempre uma prioridade para UMBC, mas um projeto demorado para empreender. A Blackboard trabalhou conosco para expandir nossas capacidades atuais para atender a necessidade de relatórios completos.” “Inteligência de negócios é fundamental para o sucesso de uma organização, mas é subutilizado na educação devido a limitações de recursos dos métodos tradicionais”, disse Jim Hermens, Gerente Geral do Blackboard Analytics. “Esta solução foi projetada para aproveitar a riqueza de dados que as instituições já possuem, e coloca a informação nas mãos daqueles que mais precisam, quando precisam mais. Queremos dar aos líderes acadêmicos as ferramentas para ajudá-los a tomar melhores decisões sobre seus programas, atender às pressões internas e externas para prestação de contas e, em última análise, contribuir para o sucesso do aluno. ” O Blackboard Analytics Learn foi construído sobre a plataforma Blackboard Analytics e é um dos seis módulos do conjunto de soluções. Cada módulo dentro Blackboard Analytics fornece acesso imediato a análise de dados e insights em áreas como gestão de matrículas, finanças e recursos humanos. Analytics Blackboard foi lançado em 2011 e agora é usado para guiar tomada de decisões baseada dados em mais de 130 instituições de ensino superior. Blackboard Analytics for Learnr está atualmente disponível para clientes que utilizam Blackboard Learn 9.1, com Service Pack 4 ou posterior. O aplicativo se integra com as soluções líderes do SIS e pode ser customizado para integrar com outras soluções SIS. Para mais informações sobre Blackboard Analytics for Learn, visite: http://www.blackboard.com/Platforms/Analytics/Products/Blackboard-Analytics-for-Learn.aspx Sobre o Blackboard Inc. Blackboard Inc. é uma líder global em tecnologia empresarial e soluções inovadoras que melhoram a experiência de milhões de estudantes e alunos de todo o mundo a cada dia. As soluções Blackboard permitem que milhares de instituições de ensino superior, K-12, profissional, empresas e organizações governamentais ampliem o ensino e a aprendizagem on-line, facilitem o comércio e a segurança no campus, e comuniquem-se mais eficazmente com as suas comunidades. Fundada em 1997, a Blackboard está sediada em Washington, DC, com escritórios na América do Norte, Europa, Ásia e Austrália. Quaisquer declarações contidas neste press release sobre futuras expectativas, planos e perspectivas para Blackboard representam visões da Companhia na data deste comunicado de imprensa. Os resultados reais podem diferir materialmente como resultado de vários fatores importantes. A Companhia prevê que eventos e desenvolvimentos subseqüentes farão com que as visões da Companhia possam mudar. No entanto, apesar da empresa poder atualizar estas declarações em algum momento no futuro, a Companhia nega especificamente qualquer obrigação de fazê-lo. FONTE Blackboard Inc.

30 de Abril de 2012

“Os alunos mudaram e as instituições que não se adaptarem a essa nova realidade de ensino, não vão estar entre as escolas do futuro”, afirma Juan Lucca

O número de cursos a distância oferecidos no Brasil dobraram nos últimos 3 anos, de acordo com o censo de Educação a Distância produzido pela ABED (Associação Brasileira de Educação a Distância) e já captam 42% dos alunos fora do estado sede. Esse cenário detalha que o Brasil tem feito esforços para se adaptar à nova realidade dos estudantes. Só no estado de São Paulo, a previsão é digitalizar 40% das aulas da rede pública, com investimentos estimados em R$5,5 bilhões de reais. Diante dessa realidade, a Blackboard, multinacional focada no desenvolvimento de tecnologias para educação e representada no Brasil pelo Grupo A, vem anunciando mudanças na estrutura da empresa que prometem aumentar a participação no mercado brasileiro. “A principal mudança é a seguinte: a Blackboard está se transformando em uma plataforma de aprendizagem múltipla que apoia tanto softwares desenvolvidos comercialmente quanto soluções open source”, afirma Katie Blot, vice-presidente da empresa. Com esse foco, a Blackboard acaba de adquirir a Moodlerooms e a NetSpot, duas das maiores fornecedoras de serviços para Moodle. Em um mercado educacional como o brasileiro, terceiro maior mercado do mundo para Moodle e onde as universidades têm a cultura dos open source incutida no cotidiano da aprendizagem, acrescentar softwares livres à gama de serviços da Blackboard, faz da empresa um nome a ser respeitado aqui no Brasil. Mais do que isso, esse tipo de anúncio vem ao encontro do que se espera das instituições de ensino. Quem trabalha com educação, hoje, precisa entender de que maneira é possível estender o acesso à educação para todos os alunos. “Antes a tecnologia entrava na instituição por meio dos departamentos de TI. Hoje é o estudante quem leva as novidades tecnológicas para a sala de aula e a instituição tem que se adaptar para levar educação a esses alunos pelos meios aos quais eles têm acesso e em que têm interesse”, comenta Lucca. Eduardo Salcedo, professor na Universidade Tecnológica de Monterrey concorda: “Por mais que seja difícil para os professores mais antigos entenderem, quem dá aula, hoje, tem que se adaptar aos alunos. Temos que ter perfis ativos nas redes sociais e interagir com os estudantes por ali, pois só assim vamos conseguir captar a atenção deles”. Como hoje já são mais de cinco bilhões de aparelhos celulares para os sete bilhões de habitantes do planeta, devemos acreditar que o caminho para consolidar o futuro da educação seja a mobilidade. “Os smartphones estão modificando a maneira como os serviços educacionais se comunicam com estudantes e as instituições não acompanharem essa mudança, não vão estar entre as escolas do futuro”, afirma Juan Lucca. Cases internacionais ajudam a mapear a nova realidade educacional Os investimentos públicos do Brasil em tecnologias para educação ainda estão iniciando. A maneira como lidar com essa nova corja de alunos que passa o dia todo conectada também está sendo estruturada. Nesse sentido, conhecer os caminhos que vizinhos latinos seguiram, pode ser uma boa maneira de estruturar o perfil de professores e gestores brasileiros no trabalho com tecnologias aplicadas à educação. Por isso, o Blackboard Fórum trouxe cases de universidades como a Javeriana e a UCC da Colômbia, a Monterrey do México, a ESPM, a Universidade Cruzeiro do Sul e o Senac/SP do Brasil. De acordo com Maritza Róndon, docente da Universidade Cooperativa da Colômbia, “Essa troca de conhecimentos é muito importante. Assim conseguimos entender melhor a cabeça do aluno e como a instituição pode se adaptar a ele, tanto para facilitar o trabalho dos professores, quanto para melhorar a qualidade do ensino”. Discussões desse tipo geram debates e troca de conhecimentos por muito tempo. Por isso, até o final deste ano, a Blackboard vai promover um novo Fórum Blackboard de Educação, com data e local ainda a definir. Publicação: BRSA Fonte: Grupo A

26 de Abril de 2012

Mais do que games

Durante um evento de Games realizado em São Paulo em dezembro de 2011, foram mostrados alguns exemplos de como jogos podem auxiliar o aprendizado dos alunos, como soluções eficazes para a educação no futuro. Mas como isso pode funcionar? Por exemplo, para ensinar história e geografia, poderiam ser usados jogos ambientados em locais como o Oriente Médio, a Grécia ou a Roma Antiga, entre outros. Ou, ainda, para entender o desenvolvimento sustentável, poderia ser aplicado um jogo que permite o controle da construção da cidade. O coordenador do Games for Change (G4C), defende a utilização dos jogos eletrônicos como ferramentas para educação e conscientização social. Mas não é só isso, em setembro do mesmo ano, participantes do jogo online Foldit mostraram que os jogos também podem servir à ciência na solução de problemas. Os jogadores do Foldit, que permite que os jogadores definam estruturas de moléculas de proteínas, conseguiram resolver um problema que há décadas desafiava cientistas. Após anos tentando encontrar uma maneira de conseguir montar a estrutura da enzima de um vírus semelhante ao da AIDS, sem sucesso, os cientistas resolveram desafiar os jogadores a fazer um modelo preciso desta. O resultado foi surpreendente: em apenas três semanas já havia um protótipo. A solução deve auxiliar os esforços para encontrar medicamentos para combater o vírus HIV, já que essa enzima tem papel fundamental na forma como o vírus amadurece e se prolifera. Uma demonstração de que os jogos podem ser muito mais do que apenas diversão. Fonte: Universia e TechNinja

16 de Abril de 2012

Blackboard Fórum de Educação 2012

Quer colocar sua instituição lado a lado com as melhores do mundo? No dia 12 de abril, no Auditório Renato Castelo Branco na ESPM de São Paulo, você poderá ter contato com os maiores especialistas em tecnologia para educação que irão apresentar as novidades e vantagens das soluções Blackboard para o ensino. Durante todo o dia diretores, especialistas e coordenadores vão falar sobre os usos das diversas ferramentas da Blackboard em suas instituições, mostrando como são utilizadas e recepcionadas pela comunidade acadêmica e também expondo as implicações e mudanças que elas trazem para o ensino. Instituições como a Universidad Cooperativa de Colombia, Pontificia Universidad Javeriana de Bogotá, Senac, ESPM e TEC México apresentarão suas experiências com o uso das tecnologias da Blackboard para mostrar como a educação pode ser transformada em um processo muito mais integrado, social e atrativo que melhora o desempenho do aprendizado. Além disso, a Blackboard também irá apresentar as ferramentas mais inovadoras para o ensino superior, como o Blackboard Mobile e o Blackboard Learn e suas novidades para 2012. Inscreva-se e venha conhecer uma nova experiência de ensino com a Blackboard no Fórum de educação 2012. Data: 12/04 Hora: 8h30 Local: ESPM · Auditório Renato Castelo Branco – Campus Profº Francisco Gracioso. Rua Dr. Álvaro Alvim, 123 – Vila Mariana · São Paulo · SP Programação 8h30 · Recepção e credenciamento 9h05 · Abertura Gestores da ESPM · Escola Superior de Propaganda e Marketing Juan Lucca · Presidente da Blackboard Internacional Bruno Weiblen · Gerente Geral da Blackboard no Brasil 9h40 – 10h15 · Blackboard Learn 2012: como o Blackboard oferece suporte a todo o ciclo de aprendizagem Ray Henderson · Presidente da Blackboard Learn 10h20 – 11h · BlackBoard Mobile: o campus no seu bolso. Acesso a qualquer hora e lugar Patrick Devlin · Vice-presidente de Vendas da divisão Blackboard Mobile 11h05 · Coffee Break 11h30 – 12h10 · Cada vez mais perto · Implementação e uso do Blackboard Collaborate na Pontificia Universidad Javeriana de Bogotá Yolima Hurtado Ramírez · Administradora de Plataformas Virtuais do Centro Ático da Vice-reitoria Acadêmica da Pontificia Universidad Javeriana de Bogotá 12h20 – 13h · Plataforma Blackboard para transformação acadêmica · Caso Universidad Cooperativa de Colombia Dra. Maritza Rondon · Diretora de Auto-avaliação e Secretária da Reitoria da Universidad Cooperativa de Colombia 13h – 14h30 · Almoço 14h35 – 15h15 · Uso do Blackboard no Tecnológico de Monterrey: experiências após 12 anos Eduardo Salcedo · Diretor de Tecnologia da Informação da TEC de Monterrey – México 15h20 – 16h · Estudo de caso: a atualização do Blackboard no Senac e migração para solução do Managed Hosting Felipe Casaburi · Coordenador de TI do Senac São Paulo 16h10 · Encerramento Juan Lucca · Presidente da Blackboard Internacional 16h50 · Coquetel

27 de Março de 2012

Fórum traz ao Brasil especialistas do mundo todo para debater aplicabilidade de novas tecnologias na educação

Blackboard Fórum de Educação abre espaço para professores, aficionados por tecnologia e educadores questionarem a influência que novos meios e novas plataformas exercem no aprendizado

Tablets, celulares e incontáveis redes sociais fazem parte do cotidiano dos estudantes hoje. Pesquisas mostram que, nos Estados Unidos, o uso de smartphones entre estudantes do ensino médio triplicou desde 2006. Além disso, os alunos de lá têm utilizado meios como o Google Docs, por exemplo, para trocar anotações de aulas e resolver trabalhos em grupo. No Brasil, o aumento de cursos a distância revela um investimento crescente em tecnologias para a educação. Mas será que estamos no caminho certo? Para responder a essa e tantas outras perguntas acerca do futuro da educação, a Blackboard (multinacional especializada em tecnologia para educação e representada, no Brasil, pelo Grupo A) promove no próximo dia 12 de abril o Blackboard Fórum de Educação.
“A experiência educacional evoluiu muito. Hoje os alunos não se contentam mais com lousas e cadernos na sala de aula apenas. Eles aprendem a todo instante, por meio celulares, notebooks, tablets… Já existem plataformas que facilitam esse novo processo de ensino para os professores e é sobre isso que o Blackboard Fórum vai tratar”, explica Bruno Weiblen, gerente da Blackboard no Brasil.
A possibilidade de atingir alunos em diferentes locais também é bastante atrativa. Nesse sentido, saber como o mundo tem utilizado essas tecnologias que possibilitam dar aulas sem um espaço físico restrito pode ser um caminho para que as instituições brasileiras se adaptem a essa nova realidade de aprendizado. Por isso o Blackboard Fórum de Educação vai contar com a presença de professores e especialistas de todo o continente americano. “Teremos colombianos, mexicanos, americanos e brasileiros explicando como já têm usado com sucesso novas plataformas dentro e fora da sala de aula”, afirma Weiblen.
Universidades como a Javeriana e a UCC da Colômbia, a Monterrey do México, a ESPM, a Universidade Cruzeiro do Sul  e o Senac do Brasil têm tido sucesso ao incluir novas tecnologias nos planos de aula e vão apresentar cases das melhores práticas de digitalização do aprendizado. Os vice-presidentes da Blackboard mundial também irão apresentar soluções de inclusão da tecnologia em todo o ciclo de aprendizado (do ensino à avaliação), além de abordarem a utilização de dispositivos móveis como facilitadores da comunicação entre a instituição e o aluno. O Fórum Blackboard de Educação será realizado no dia 12 de abril, a partir das 8h, na ESPM. As inscrições são gratuitas e podem ser realizadas pelo site: blackboard.grupoa.com.br
Serviço:
– Fórum Blackboard de Educação
– Quando: 12 de abril de 2012
– Onde: ESPM – Auditório Renato Castelo Branco, Campus Professor Francisco Gracioso (Rua Dr. Álvaro Alvim, 123 – Vila Mariana, São Paulo)
– Horário: das 8h às 18h
– Inscrições: Gratuitas, pelo site: blackboard.grupoa.com.br
 Programação:
08h30 – Recepção e credenciamento
09h05 – Abertura
09h40 – Blackboard Learn 2012: Como o Blackboard Learn oferece suporte a todo o ciclo de aprendizagem.
10h20 – BlackBoard Mobile: o campus no seu bolso. Acesso a qualquer hora e local.
11h05 – Coffee Break
11h30 – Cada vez mais perto – Implementação e uso do Blackboard Collaborate na Pontificia Universidad Javeriana de Bogotá.
12h20 – Inovação no Campus Virtual Cruzeiro do Sul: da educação básica ao ensino superior
13h – Almoço
14h35 – Plataforma Blackboard para transformação Acadêmica – Caso Universidad Cooperativa de Colombia (UCC)
15h20 – Uso do Blackboard no Tecnológico de Monterrey: experiências após 12 anos.
16h10 – Estudo de Caso: Atualização do Blackboard no Senac e migração da solução para o Managed Hosting
16h50 – Encerramento
17h10 – Coquetel

 

Publicação: Brsa

19 de Março de 2012