3 mitos sobre EAD que toda instituição deve repensar

A regulamentação da educação a distância no Brasil proporcionou uma verdadeira revolução no número de vagas e cursos no país. Por outro lado, em alguns casos, nem sempre foram efetuados estudos e adaptações necessários para a entrada nesse mercado.

“Como havia poucos players, surgiram referências que não necessariamente eram boas”, explica o diretor comercial do Grupo A Educação, Bruno Weiblen. “Algumas instituições continuam tendo falsas crenças sobre a EAD.”

Leia também: >> Mercado da educação a distância no Brasil: desafios e oportunidades

O Grupo A produziu, em parceria com a empresa de pesquisa de mercado Educa Insights, o estudo Jogo dos 7 erros. Aqui, veja 3 mitos sobre EAD apontados na pesquisa que, na visão dos especialista, toda instituição de ensino superior deve repensar.

1. “Sou pequeno e não tenho chances de competir”
Com o aumento das instituições credenciadas, apesar de os grandes grupos já terem anos de investimento e know-how na educação a distância, as IES que desempenharem suas atividades básicas com eficiência têm chance de sucesso – seja uma marca local ou nacional, pois ainda há players que negligenciam ações simples, como o atendimento rápido e efetivo aos seus alunos, o que resulta potencialmente em evasão.

2. “Não dou atenção à empregabilidade”
“A IES tem que mensurar seus índices de empregabilidade”, garante o diretor. Na sua visão, toda instituição deveria ter áreas dedicadas a carreira e estágio.

“E, no EAD, que possui um índice médio de evasão considerado mais alto, é muito importante saber qual curso está em alta ou como melhorar seu conteúdo para preparar o aluno adequadamente, de acordo com as demandas do mercado de trabalho”, explica.

Weiblen cita a plataforma da Symplicity como ferramenta que permite gestão completa do ciclo de empregabilidade dos alunos.

3. “É preciso desenvolver o LMS e conteúdos próprios”
Ao produzir internamente um ambiente virtual de aprendizagem, a IES pode estar investindo em um produto que talvez não ofereça uma experiência atrativa ao aluno – e que pode resultar tanto em evasão quanto interferir na captação de novos estudantes, porque há risco de avaliações negativas.

“Existem produtos, como o Blackboard, que são referência no mercado, com milhões de alunos em centenas de instituições, e que vem dando suporte ao crescimento de várias IES no país”, ressalta.

Weiblen também comenta o caso das instituições que optam por produzir totalmente seu conteúdo de forma interna.

“Não faz sentido reescrever conceitos básicos já sacramentados, é como produzir a Lei de Newton novamente”, exemplifica.

Para o diretor, a questão é como se oferece isso de forma que o aluno perceba um diferencial na sua instituição.

3 mitos sobre EAD que toda instituição deve repensar

A regulamentação da educação a distância no Brasil proporcionou uma verdadeira revolução no número de vagas e cursos no país. Por outro lado, em alguns casos, nem sempre foram efetuados estudos e adaptações necessários para a entrada nesse mercado.

“Como havia poucos players, surgiram referências que não necessariamente eram boas”, explica o diretor comercial do Grupo A Educação, Bruno Weiblen. “Algumas instituições continuam tendo falsas crenças sobre a EAD.”

Leia também: >> Mercado da educação a distância no Brasil: desafios e oportunidades

O Grupo A produziu, em parceria com a empresa de pesquisa de mercado Educa Insights, o estudo Jogo dos 7 erros. Aqui, veja 3 mitos sobre EAD apontados na pesquisa que, na visão dos especialista, toda instituição de ensino superior deve repensar.

1. “Sou pequeno e não tenho chances de competir”
Com o aumento das instituições credenciadas, apesar de os grandes grupos já terem anos de investimento e know-how na educação a distância, as IES que desempenharem suas atividades básicas com eficiência têm chance de sucesso – seja uma marca local ou nacional, pois ainda há players que negligenciam ações simples, como o atendimento rápido e efetivo aos seus alunos, o que resulta potencialmente em evasão.

2. “Não dou atenção à empregabilidade”
“A IES tem que mensurar seus índices de empregabilidade”, garante o diretor. Na sua visão, toda instituição deveria ter áreas dedicadas a carreira e estágio.

“E, no EAD, que possui um índice médio de evasão considerado mais alto, é muito importante saber qual curso está em alta ou como melhorar seu conteúdo para preparar o aluno adequadamente, de acordo com as demandas do mercado de trabalho”, explica.

Weiblen cita a plataforma da Symplicity como ferramenta que permite gestão completa do ciclo de empregabilidade dos alunos.

3. “É preciso desenvolver o LMS e conteúdos próprios”
Ao produzir internamente um ambiente virtual de aprendizagem, a IES pode estar investindo em um produto que talvez não ofereça uma experiência atrativa ao aluno – e que pode resultar tanto em evasão quanto interferir na captação de novos estudantes, porque há risco de avaliações negativas.

“Existem produtos, como o Blackboard, que são referência no mercado, com milhões de alunos em centenas de instituições, e que vem dando suporte ao crescimento de várias IES no país”, ressalta.

Weiblen também comenta o caso das instituições que optam por produzir totalmente seu conteúdo de forma interna.

“Não faz sentido reescrever conceitos básicos já sacramentados, é como produzir a Lei de Newton novamente”, exemplifica.

Para o diretor, a questão é como se oferece isso de forma que o aluno perceba um diferencial na sua instituição.

29 de novembro de 2017

Mercado da educação a distância no Brasil: desafios e oportunidades

Neste ano em que celebra 20 anos desenvolvendo produtos voltados para a tecnologia na educação, a Blackboard reuniu clientes em um encontro que ocorreu em São Paulo, em novembro, para compartilhar resultados e dividir planos para o futuro. Para Lee Blakemore, Presidente da Blackboard Internacional, em duas décadas de história, o principal desafio continua o mesmo: desenvolver produtos e plataformas para centenas de instituições em mais de 90 países, mantendo a tradição de atender a demandas específicas de cada uma delas. Leia também: >> Comunidade Online da Blackboard agora tem espaço dedicado para clientes brasileiros >> Parceria para promover mudanças na educação Lee destacou o crescimento significativo de alunos no país que entram no sistema educacional a distância nos últimos anos, movimento também observado na Índia e na China. “Existem cada vez mais alunos entrando no sistema educacional, e isso é exatamente o que nós almejamos: mais pessoas estudando e buscando completar sua formação.

A complexidade das demandas por tecnologia nos impulsionou a criar uma plataforma que hoje tem capacidade para atender cinco vezes mais alunos por instituição”, disse o Presidente da Blackboard Internacional. “No Brasil, encontramos um grande número de instituições de ensino com dezenas de milhares de alunos, o que é uma situação rara no mundo”, completou, ressaltando que essa característica torna único nosso mercado de ensino. Dados do Censo da Educação Superior mostram que, enquanto as matrículas para o ensino presencial cresceram 0,26% em 2016, comparado ao ano anterior, a educação a distância (EAD) expandiu 7,25% no mesmo período. O levantamento também mostrou que, em uma década (2006-2016), o número de cursos de graduação (bacharelado, tecnologia e licenciatura) a distância cresceu de 349 cursos para 1.662, um aumento de 376%. Já para os cursos presenciais, o crescimento foi de 48% no mesmo período. A Blackboard foi uma das precursoras do Learning Management System (LMS) e hoje é a maior fornecedora de serviços de LMS do mundo. Ainda segundo Lee, desafio atual da empresa é criar inovações em cima desse sistema. “Estamos focados em análises, dispositivos móveis e outros tipos de serviços para garantir o sucesso dos nossos estudantes.” Este ano, por exemplo, a empresa lançou o Blackboard Ally, produto focado em acessibilidade que permite converter todo o conteúdo em vários formatos – incluindo HTML semântico, áudio, ePub e Braille eletrônico –, tornando os materiais acessíveis para estudantes com diferentes habilidades. “Alguns alunos aprendem melhor lendo, outros ouvindo. Portanto, há ritmos e modos diferentes de aprendizado, e precisamos estar atentos a isso”, disse Lee, destacando que a Blackboard é a empresa do setor que mais investe em pesquisa e desenvolvimento. “Temos a melhor tecnologia da indústria”.

Alta conectividade deverá moldar a educação nos próximos 20 anos
“As novas gerações já não vão perceber diferenças entre o offline e o online. Todos estamos – e continuaremos – conectados em tempo integral, com maior velocidade e melhores recursos. Além disso, o aluno do futuro não estará mais dentro de uma sala de aula por horas ouvindo sobre um mesmo tema. Ele buscará estar conectado com o mundo, coletando informações em diferentes plataformas”, afirmou Pavlos Dias, Gerente Nacional da Blackboard no Grupo A Educação. Ele destacou, ainda, que a educação não tem fronteiras, ou seja, há muita informação disponibilizada em diversos locais. Portanto, uma das responsabilidades do Grupo A é apontar para os alunos os melhores caminhos. “Como a gente faz para o aluno não ficar perdido nesse oceano de conteúdo? Devemos indicar onde estão os melhores materiais para aprender sobre determinado tema. Esse também é nosso papel”, disse Pavlos. Dias também apontou que um dos desafios atuais é acompanhar a mudança de comportamento dos alunos. “No próximo ano, os alunos com 18 anos terão nascido em 2000, uma geração que sempre teve acesso a dispositivos móveis e vários outros recursos tecnológicos. É uma geração que não vai mais aceitar estar offline. Já existem escolas onde a educação ocorre 100% online. Esses estudantes vão guiar a maneira como professores e instituições ensinam. Haverá uma divergência, que já vemos agora, entre fazer as coisas da maneira antiga com um aluno que passou a vida inteira com um dispositivo na mão. Isso vai mudar a maneira como oferecemos educação”, conclui Pavlos.

24 de novembro de 2017

Seis atitudes que tornam especial o professor de EAD

A educação a distância já é uma realidade no Brasil e diversas instituições já concorrem para atrair mais alunos. Além disso, há uma cobrança sobre a qualidade desses cursos online, tornando-se cada vez mais importante que os professores atinjam as expectativas da IA. Os alunos também esperam mais dos cursos. Hoje, a maioria dos tutores reconhece a importância de conhecer seus estudantes pelo nome nos fóruns de discussão e de oferecer feedbacks consistentes em seus trabalhos e tarefas. No entanto, há muito mais coisas a se fazer. Veja a seguir seis atitudes que o professor de EAD deve tomar para levar uma experiência mais positiva a seus alunos.

1. Comunique-se usando vários canais
Se você tiver um comunicado importante a passar para seus alunos, não use apenas um canal, use múltiplos. Por exemplo, em vez de publicar as informações apenas na área de anúncios, escrever na página de comentários ou enviar um e-mail, faça os três. Isso reduzirá o número de estudantes dizendo que não recebeu o comunicado. Publicar as informações em tantos lugares quanto possível resultará numa pulverização da comunicação. Tente utilizar todas as possibilidades que o LMS de sua instituição oferece.

2. Receba os e-mails da escola em seu telefone
Descubra em sua instituição como sincronizar sua conta de e-mail profissional em seu celular. Não só o recebimento de e-mails em vários lugares reduzirá a possibilidade de você perder uma mensagem, mas também permitirá que dê uma resposta rápida a questões e preocupações urgentes. Mas estabeleça limites: informe a seus alunos que você responde normalmente dentro de 24 horas, durante o horário comercial normal. Isso ajudará a manter o equilíbrio entre trabalho e vida pessoal.

3. Tenha contas nas redes sociais
E as utilize para incentivar e compartilhar informações com os alunos. Você também pode criar uma conta no Instagram para que os alunos possam incluir citações motivacionais, memes, lembretes, dicas, etc. Você pode até incluir uma foto sua, para que os estudantes conheçam seu professor de EAD.

4. Mantenha uma lista de recursos para incluir no feedback
Quando for fazer uma crítica ou apontar um erro em alguma tarefa, inclua também recursos que o estudante pode usar para lidar com a dificuldade. Por exemplo, se você nota em um artigo que o estudante não sabe regras de uso de vírgulas, aponte o erro e inclua materiais complementares e indicação de sites onde ele pode buscar conhecimento para resolver as dúvidas.

5. Crie um fórum
Use o Sistema de Gerenciamento de Aprendizagem para criar um fórum fixo, onde os alunos encontrem informações úteis e façam perguntas sobre o curso. Se você notar que a maioria dos alunos tem dificuldade sobre um ponto específico da matéria, neste fórum deixe respostas para as perguntas frequentes e indique recursos sobre o assunto.

6. Reflita sobre seu ensino
Pergunte-se constantemente, duas ou três vezes por mês: o que pode ser melhorado em suas interações individuais com os alunos? O que você pode fazer para tornar determinado assunto atraente e memorável? O que falta na sua aula?

25 de outubro de 2017

Estratégias de captação: você sabe quem é seu aluno alvo?

Para aumentar o número de matrículas em sua Instituição de Ensino, é preciso pensar como um estudante. Para isso, é melhor ter uma imagem clara de quem é esse aluno. Considerando a mudança demográfica do estudante universitário de hoje, sabe-se que não existe mais o estudante típico – ou tradicional.

Isso significa que uma estratégia de captação única para todos os seus públicos, provavelmente, não funcionará.

Então, como você atende a um público cada vez mais amplo e diversificado, tornando ainda assim a mensagem direcionada e personalizada?

É preciso fazer um exercício de segmentação de audiência: dividir um público potencial em subgrupos menores, criando estratégias de mensagens e divulgação específicas. Essa segmentação pode ajudar a instituição a identificar e priorizar seus diferentes públicos-alvo; adaptar suas mensagens de forma direta às suas necessidades; direcioná-las de forma mais eficiente e, finalmente, alcançar mais alunos e aumentar as inscrições.

Para começar, responda a essas três perguntas:

Quem são eles?

Conduza pesquisas internas e externas para criar um perfil de sua população estudantil. Pense além dos termos demográficos: quantos anos eles têm? Qual o seu gênero e contexto cultural? Onde vivem? Quais são suas crenças e valores, seus hobbies e interesses? São solteiros, casados, moram sozinhos? Têm filhos?

Um pai solteiro que trabalha em tempo integral terá necessidades e motivações muito diferentes de um jovem profissional que procura um MBA para tentar uma promoção no trabalho.

O que os motiva?

O segundo passo é pensar nas motivações desse público para se inscrever. Eles são graduados que procuram maior especialização? São desempregados em busca de novas habilidades ou credenciais profissionais para mudar de carreira? Ou são pessoas maduras que voltam aos estudos em busca da satisfação pessoal de completar algum curso?

Conhecer as necessidades do público-alvo irá ajudá-lo a entender o que é mais importante para eles e a adaptar suas mensagem de marketing de acordo.

Onde você pode encontrá-los?

Ao definir a demografia e os interesses de seus alunos, você pode começar a entender como e onde eles procuram informações. Que sites ou canais de mídia eles frequentam? Existem muitos recursos online para descobrir quais canais os públicos segmentados são mais propensos a usar.

Você também deve pensar sobre a tecnologia que eles provavelmente usarão. Se estiverem sempre em movimento e lerem e-mails em um dispositivo móvel, certifique-se de que sua comunicação digital está otimizada para smartphones e tablets.

Uma vez que você começa a responder a essas perguntas, alguns perfis distintos de seus potenciais alunos irão surgir. Mas não pense neles em termos de dados e estatísticas: você pode escolher um personagem para cada perfil de público-alvo, dando a ele um nome, um rosto, uma idade.

Com esse retrato de seus alunos em mente, sua características, necessidades e motivações únicas, pense no que eles esperam e querem ouvir de você… E não no que você tem a dizer para eles.

Continue sua leitura: Veja 4 ações imediatas para aumentar o número de matrículas em sua instituição

6 de setembro de 2017

3 pontos essenciais para criar cursos EAD de alta qualidade

criar cursos EAD de alta qualidade A tendência de aumento do número de alunos no EAD segue firme. A previsão é de que, a partir de 2023, os cursos a distância ultrapassem o ensino presencial. Para isso, é fundamental que se invista em educação online de qualidade, obtendo resultados tão positivos quanto o ensino presencial. As etapas essenciais para a construção de disciplinas online são numerosas, mas existem 3 pontos fundamentais para criar cursos EAD de alta qualidade em sua instituição.

1. Análise antecipada

Quando se trata de design instrucional, um dos investimentos mais importantes que se pode fazer é a análise antecipada, que deve ocorrer primeiro no nível institucional: qual é a cultura da instituição, o histórico com EAD, cronograma, credeciamentos? Em seguida, a análise se move para o programa do curso, momento em que muitas perguntas devem ser feitas:

  • Quais são os resultados que os alunos precisam atingir?
  • Quem são os alunos? Como eles chegaram a um curso EAD?
  • Qual é a expectativa de tempo do curso?
  • De onde vem seu conteúdo? É uma adaptação de um curso presencial, baseia-se no conteúdo existente na plataforma LMS ou é algo completamente novo em desenvolvimento?
  • Quais são as restrições técnicas ou funcionais para a entrega desse conteúdo?

Sob pressão para começar a produzir cursos imediatamente, algumas instituições tendem a tomar notas de disciplinas presenciais e forçá-las a um formato online, negligenciando o tempo de análise inicial. Para evitar que isso aconteça, antecipe o planejamento do curso e reserve tempo para a análise antecipada. Todo o restante será desenvolvido a partir das respostas às questões essenciais.

2. Mapeamento de estrutura

Com a análise completa, o próximo passo é projetar e criar a estrutura do curso, mapeando as informações originadas a partir de seus questionamentos. Veja a seguir um exemplo de como a análise inicial orienta a criação do curso online. O material de origem é um curso de três créditos, apresentado em uma aula presencial que teve três horas de duração. Pode-se pressupor que esse material renderia uma semana de curso online. No entanto, para um um aprendiz não tradicional ou um estudante inscrito pela primeira vez em um EAD, uma conferência de três horas oferecida em uma semana pode representar muito material a ser absorvido. Dessa forma, a palestra e os materiais de apoio precisam ser desagregados e redesenhados para que o aluno consiga, em sua jornada de aprendizado, absorver todo o conteúdo. Uma mudança na abordagem conceitual quando o conteúdo do ensino presencial é adaptado para o EAD alivia a sobrecarga cognitiva que poderia se transformar em um resultado ruim, ou seja, um aumento da evasão. Por isso, é importante criar formatos diferentes para apresentar o material de forma compreensível, sem perder de vista o resultado desejado pela instituição: no caso, o sucesso do aluno. Se no planejamento do EAD se prever tempo para entender o material de origem e a experiência do usuário antes de começar a projetar, a instituição estará mais preparada para oferecer ao aluno o que ele precisa, de forma compreensível. ambiente virtual de aprendizagem - AVA

3. Experiência do aluno

Embora a forma como os materiais do curso são apresentados seja fundamental para criar um EAD bem-sucedido e de alta qualidade, também é igualmente importante considerar a experiência do aluno. Muitos estudantes já se inscrevem no EAD enfrentando dificuldades. O objetivo da instituição deve ser facilitar, e não sobrecarregar com desafios adicionais quando se trata de navegação, lógica de sequência dos materiais, expectativas do curso e requisitos de avaliação. As instituições devem evitar que um aluno bloqueie o aprendizado porque não consegue descobrir como chegar ao material complementar seguinte. Eles podem não saber interagir sozinhos em uma disciplina. Por isso, deve-se investir em uma ferramenta intuitiva e inteligente, que preencha as lacunas de conhecimento em tecnologia dos estudantes. Veja como o LMS influencia o sucesso do curso a distância. Não há motivo para que a experiência de aprendizagem online não seja tão boa quanto o ensino presencial. De certa forma, pode oferecer até mesmo um meio ainda melhor, já que apoia as necessidades daqueles com diferentes estilos de aprendizagem. É necessária, no entanto, a criação de uma experiência que considere as múltiplas interações que a aprendizagem online requer, incluindo: entre pares, do estudante com os materiais e do aluno com o instrutor. Todos esses tipos de interação devem ser incorporados no design e no desenvolvimento do EAD. Prevendo tempo para analisar a situação previamente, usando o resultado da análise para criar cuidadosamente o curso e tendo em mente o fato de que o que mais importa é a qualidade da experiência geral do aluno, as instituições podem criar os tipos de curso que mais envolvem e têm mais chance de reter estudantes. Para complementar a leitura, veja o estudo de caso da Universidade Positivo sobre como mesclar os ensinos a distância e presencial, no artigo O que é ensino híbrido e por que ele é tendência?

14 de julho de 2017

4 ações imediatas para aumentar o número de matrículas em sua instituição

como aumentar o número de matrículas Instituições de ensino de todos os tipos e tamanhos têm como meta aumentar o número de matrículas ou lançar novos programas, como a criação de novos cursos EAD, apesar de orçamentos e recursos limitados. Para isso, há necessidade de usar melhor o que já está em vigor e de se tornar criativo em canais de divulgação. Cada ferramenta, recurso e comunicação precisa ser otimizado para conversão. Quer se trate de site, redes sociais, conteúdo ou dados, existe uma oportunidade para garantir que cada ferramenta esteja funcionando o melhor possível, bem antes de novos canais de investimento serem adicionados ao mix. Utilizamos o termo Marketing de Conversão para descrever o processo de transformar leads qualificados em estudantes inscritos. No gerenciamento de matrículas, a conversão pode ser o número de clientes potenciais que preencheram um formulário de consulta, participaram de um evento de orientação, clicaram em um e-mail ou entraram em contato com alguém da instituição – quaisquer dessas ações pode levar a atingir um objetivo específico. A taxa de conversão é, de longe, o maior indicador de sucesso do seu plano de gerenciamento de Marketing e matrículas. Conhecer seu desempenho ao longo dessa linha garante que você possa eliminar gastos desperdiçados, maximizar seus recursos e entender um roteiro para aumentar o número de alunos inscritos. Leia também: O uso da tecnologia para atingir as metas da instituição de ensino Aqui estão quatro ações imediatas que você pode tomar para melhorar suas conversões.

1. Faça uma análise do seu site

Fazer uma avaliação honesta do conteúdo e facilidade de uso do seu site é a primeira parada em um caminho para melhores taxas de conversão. Pense em seu site como a porta da frente para futuros alunos. Ele precisa responder rapidamente a três perguntas sobre qualquer programa, certificado ou curso que você ofereça:

  • Quanto custa?
  • Quanto tempo vai demorar?
  • O que vou conseguir?

Disponibilizar essas respostas e oferecer um formulário fácil de encontrar para solicitar mais informações são duas etapas importantes na estruturação do conteúdo em seu site. A partir daí, você deve avaliar a capacidade de seu site gerar tráfego orgânico, usando as principais palavras-chave para seus programas e instituições. Importante: seu site deve ser amigável para dispositivos móveis e construído com as melhores práticas de usabilidade em mente. Acessibilidade, navegação clara, tempo de carregamento e compatibilidade entre navegadores são todos componentes críticos para a saúde técnica e terão impacto direto nas suas conversões.

2. Utilize as redes sociais

As redes sociais são ferramentas fundamentais para mostrar sua marca, personalidade e conteúdo para futuros alunos. A maioria das instituições utiliza ferramentas como Facebook e YouTube para compartilhar atualizações sobre atividades, programas e eventos. Mas a chave é garantir que elas também gerem conversões. Utilize as redes sociais para fornecer aos seus seguidores informações ricas sobre as ofertas de programas, cursos e experiências de outros alunos – mas não pare por aí. Certifique-se de criar uma planejamento de como irá trazer o seguidor qualificado. Você pode, por exemplo, criar metas de inscrições em um evento online a partir de um vídeo ou de uma publicação no Facebook. Defina seus objetivos e os principais indicadores de desempenho. E certifique-se de escolher as ferramentas certas para mensurar seus resultados e aprimorar a abordagem. Trate as redes sociais como qualquer outro componente importante no processo de gerenciamento de matrículas.

3. Mensure e aprimore

É importante ter boa visibilidade sobre o que está acontecendo em seu funil de inscrição; assim, você poderá analisar onde as coisas não estão funcionando como planejado. Quando você melhora a visualização dos dados, consegue diagnosticar e abordar de forma proativa problemas de conversão. A análise é fundamental no Marketing de Conversão. Se sua instituição não consegue encontrar onde está o problema, então se torna impossível corrigi-lo. Defina quais são suas métricas (clique em botões do site, taxa de abertura de e-mail, inscrições em eventos de apresentação de cursos, entre outros) e então acompanhe os resultados. Quando você consegue identificar quebras no funil, pode obter grandes resultados a partir de pequenos ajustes.

4. Seja proativo e específico

Uma conversão não é sinônimo de fim de jogo. Sua primeira troca com um estudante que está prospectando é apenas o começo de tudo. Nutrir os leads através do funil de conversão é um processo complexo. Mas, utilizando as ferramentas e dados já existentes, você pode ajudá-los a seguir o caminho. Esse é o momento de se tornar proativo e entrar em contato com uma pergunta específica ou uma chamada para a ação. Você tem diversos estudantes que iniciaram a inscrição, mas não terminaram? Tem um grupo de alunos que estavam matriculados no semestre passado, mas não renovaram? Aproveite esses dados para fazer uma campanha específica para essas pessoas. Oferecer conteúdo, um pequeno desconto, fazer uma ligação ou enviar um e-mail são formas de acessar os alunos que estão presos em alguma etapa do funil de conversão. Com esses quatro passos em mente, sua instituição estará no caminho para tornar seus esforços de Marketing de Conversão mais eficazes e eficientes. Nos momentos em que você precisa fazer mais com menos, essas técnicas podem rapidamente se tornar suas melhores amigas. Quer continuar a leitura? Veja como a Unigranrio planeja dobrar o número de estudantes inscritos em seus cursos EAD.

7 de julho de 2017

Infográfico: como criar cursos EAD em sua instituição de ensino

cursos ead Faculdades e universidades de todos os portes continuam a expandir suas ofertas de cursos de educação a distância (EAD). Aquelas instituições que continuam aperfeiçoando suas grades curriculares, adotando as mais recentes tecnologias para melhorar a experiência educacional, observam, como consequência, melhores resultados em avaliações de alunos e em número de matrículas. Leia também: Saiba como a Blackboard colaborou para a expansão dos cursos EAD da Feevale Veja como estudantes bem-sucedidos usam o Ambiente Virtual de Aprendizagem Alguns dos principais clientes da Blackboard internacional foram ouvidos e contaram, a partir de suas experiências, as melhores práticas e as lições aprendidas que descobriram ao longo do caminho. Neste infográfico, foram incluídas algumas dessas constatações, perguntas, tarefas e dificuldades enfrentadas ao se desenvolver e executar uma estratégia de aprendizagem online, tais como:

  • Criando um plano de negócios;
  • Evitando o deslocamento da missão;
  • Conhecendo seu mercado e como alcançá-lo;
  • Preparando seu corpo docente.

Acreditamos que uma viagem bem-planejada é a maneira mais segura de se alcançar sucesso no ambiente de e-learning. Por isso, este infográfico pode servir como um guia de suporte para todas as instituições, em qualquer fase de desenvolvimento de cursos EAD. Para visualizar o infográfico em tamanho maior, basta clicar na imagem. cursos ead

18 de Janeiro de 2017

O que os estudantes estão nos dizendo sobre a tecnologia e por que isso é importante

*Este é um post escrito por Bob Solis. Bob é membro do conselho consultivo da Blackboard.

Os estudantes querem trabalhar – e vamos ser claros quanto a isso. Cem por cento dos alunos que entrevistei informalmente afirmaram que frequentam a faculdade para se posicionar bem no futuro.

Minha conclusão pessoal coincide com uma pesquisa feita pela New America: “Cerca de 90% dos estudantes dizem que foram para a faculdade para conseguir um bom emprego, ganhar mais dinheiro ou obter melhores oportunidades econômicas…”

De forma alguma isso marginaliza a missão da educação, mas temos que tomar isto como uma afirmação acerca do que está interessando aos jovens alunos atualmente: o alto preço da educação e a crescente competição nas áreas de emprego.

Por que é importante saber o que os alunos estão nos dizendo sobre a tecnologia?

Efetivamente, todo o feedback que recebi a respeito da tecnologia sugeria que os alunos querem ter habilidades tecnológicas que possam necessitar no futuro ou alguma tecnologia que irá ser mais eficaz em sua experiência na faculdade.

Recentemente, organizei um painel em uma conferência. Esse painel foi originalmente composto por quatro alunos de graduação. O assunto era, de fato, novos pensamentos sobre a tecnologia – e os quatro tinham opiniões e experiências muito similares: todos eles usam e contam com a tecnologia 24×7 e, como resultado disso, destacaram facilidade de uso, design que não requer adaptação prévia, acesso a qualquer hora e em qualquer lugar e conectividade e integração entre dispositivos.

Seguem aqui algumas constatações dessa conferência: :

  • Os estudantes têm usado com mais frequência o ambiente virtual de aprendizagem, tanto em cursos a distância quanto presenciais, contudo estão interessados em utilizar um único AVA/LMS.
  • Eles esperam fazer um único login para poder navegar em diferentes aplicativos ou ferramentas.
  • Aderência a a recursos de vídeo para fins acadêmicos, de comunicação e capacitação; entretanto, é necessário que os vídeos tenham 2 minutos ou menos de duração – caso contrário, o estudante perde o interesse;
  • O e-mail está de volta: os estudantes estão lendo os e-mais com o objetivo de obter informações em casos que o e-mail é o principal canal de comunicação.
  • Eles esperam acesso wi-fi em todos os lugares do campus; Enquanto estes eram os principais e já esperados tópicos, ouvi também dicas sobre aplicativos e ferramentas que podem auxiliar os alunos durante sua jornada na faculdade.

Um artigo recente de Susan Grajek em um jornal de 2015, intitulado “O que precisamos saber sobre tecnologia em 2015”, resumiu cinco coisas que os alunos ”desejavam que seus instrutores utilizassem mais”:

  • Palestras gravadas;
  • Sistemas de alerta
  • Conteúdo livremente disponíveis;
  • Aprender mais sobre sistemas de gestão;
  • Utilizar laptops e tablets durante a aula.

Estas são tecnologias já enraizadas no ambiente da faculdade e do trabalho. No entanto, como todos sabemos, a tecnologia de hoje não é isolada, mas tem convergido bastante com nossas vidas pessoais.

Em agosto passado embarquei em uma viagem para ajudar meu filho a se mudar de Houston para Seattle. Fomos em um carro levando seus pertences, atravessando o oeste dos Estados Unidos, vendo alguns dos mais impressionantes parques nacionais ao longo do caminho.

Muito low tech, não? Não é bem assim… Estávamos ligados durante toda a viagem:

  • Kayak.com em busca do melhor vôo para encontrá-lo futuramente em Houston;
  • Waze e Google Maps para saber o trajeto durante a viagem;
  • Trip Advisor e hotels.com para conseguirmos hotéis ao longo do caminho;
  • O app do canal do tempo para rastrear a previsão;
  • Yelp, Diners e demais para encontrar lugares para comer;
  • O app Pandora em seu telefone para transmitir música no carro;
  • Instagram, Facebook e, claro, a câmera do telefone para narrar a viagem;
  • O app “Find My Friends” para que sua mãe e avó acompanhassem nosso caminho; *Craigslist, hotpads.com e apartments.com para encontrar um lugar para ele morar;
  • E, naturalmente, muitas mensagens de textos para amigos e familiares ao longo do caminho.

Nada parecido com a viagem que fiz com os meus pais na década de 1970! E o meu filho, calouro na faculdade, utilizou tudo isso com grande precisão. Este é o mundo das gerações atuais e futuras.

Como líderes de organizações, todos devemos abraçar a tecnologia – e não apenas os que trabalham com TI. E abraçar é só o início. Devemos nos mover mais rápido e com mais inovação em nossas organizações. Nós muitas vezes debatemos soluções em tecnologia demasiadamente, em vez de agir rapidamente e aproveitar a oportunidade.

Ainda recentemente, no início deste ano, tive uma conversa com um dos líderes em tecnologia que lançou um novo aplicativo, a fim de reduzir o volume de chamadas de help desk. Bom projeto, objetivos certos. O que me impressionou foi o espanto desse líder ao ver como os estudantes se adaptaram rapidamente ao app. Em que nível estamos pensando que os estudantes estão?

Isto pode ser reflexo de uma lacuna geracional ou simplesmente mostra que nossas organizações às vezes ficam presas em normas culturais, práticas de negócios e tomada de decisões… é preciso responder com maior habilidade e agilidade ao atendimento da tecnologia. É fundamental respondermos e preparar os alunos para o seu futuro… o nosso futuro!

29 de dezembro de 2016

3 dicas para personalizar o e-learning para os estudantes

3 dicas para personalizar o e-learning para os estudantes Pense por um momento sobre sua experiência de ensino superior. Como você aprendia com o material, quando estava matriculado como estudante de graduação? Como os materiais de curso e palestras de seus instrutores colaboraram para que você tirasse o melhor proveito de uma determinada disciplina? Que recursos foram fornecidos que o ajudaram a estudar para as provas? Que cursos você sentiu que foram personalizados para você? Sem dúvida, nem todo o material da graduação foi fácil de entender. E isso se reflete no aprendizado: você pode ter sentido que não absorveu tudo o que podia com base nesses conteúdos. Acontece com todos os estudantes. Se o professor refletir sobre como aprendeu – e sobre o que não funcionou para ele – vai poder perceber que nem todos têm a mesma experiência de aprendizagem e que nem todos aprendem da mesma forma. Apesar disso, existem literalmente dezenas de sites que apresentam as definições de estilo de aprendizagem e o que as difere. Não é possível utilizar todos os estilos em um mesmo curso. Em vez disso, que tal fornecer conteúdo de forma personalizada aos estudantes para ajudá-los, individualmente, em seus próprios estilos de aprendizagem? Veja como é possível, no e-learning, personalizar os materiais para que o estudante consiga absorver todo o seu conteúdo. >> O LMS e o sucesso do curso a distância 1 – Fornecer conteúdo em diferentes formatos Muitos professores utilizam o Ambiente Virtual de Aprendizagem (AVA) como um repositório de plano de estudo, notas, tarefas e exames. No entanto, o e-learning possibilita mais do que apenas publicar resumos e avaliações, especialmente com estudantes de diferentes locais, disciplinas e, mais importante, estilos de aprendizagem. Por isso, é importante incorporar técnicas diferentes e oferecer conteúdos em formatos variados nos cursos online. Em cadeiras mais práticas, por exemplo, é possível incluir as anotações sobre as aulas e, simultaneamente, uma lista de vídeos relacionados ao conteúdo do capítulo que está sendo apresentado. Detalhar o conteúdo com exemplos relacionados aos temas serve como complementação ao material abordado. Dessa forma, os alunos podem aprender lendo, vendo, ouvindo, revisão ou praticando em seus próprios projetos seguindo os modelos. 2 – Fornecer feedback detalhado e pessoal Produzir comentários individuais sobre cada projeto e dar feedbacks adaptados para cada aluno valoriza seu esforço e colabora para seu aperfeiçoamento. Exalte os pontos fortes e indique onde erraram – somado a sugestões de modificações para garantir o sucesso futuro. Além disso, muitas vezes um aluno entrega um trabalho incompleto ou abaixo do padrão porque acredita que era o suficiente para completar o problema. Ao fornecer um feedback detalhado e pessoal, o professor consegue colaborar com aquele que não compreendeu completamente o problema. Ele deve ser construtivo e positivo, visando apoiar a aprendizagem, ainda que seja apontando os erros. Saiba como fazer um feedback eficiente. 3 – Dar apoio aos estudantes que não estão se encontrando É possível, ainda, personalizar a experiência para aqueles alunos que parecem não ter se encontrado com os conteúdos e conceitos, a fim de ajudá-los. Mesmo que exija um pouco de tempo extra, colaborar para que estudantes tenham sucesso quando todo o resto não parece estar funcionando vai valer a pena. Nos cursos presenciais, é possível chamar o aluno em seu escritório e ajudá-los durante o expediente. Com as ferramentas de colaboração e vídeo online, como o Blackboard Collaborate, pode-se ligar para os alunos em suas salas de aula online e proporcionar uma conversa olho no olho, uma sessão de trabalho colaborativo ou um encontro para tirar dúvidas. Reconhecer o esforço e ajudar enquanto eles estão lutando pode ser a motivação que faltava. Artigo traduzido e adaptado de Brian Morgan, presidente e professor associado do Departamento de Ciência e Tecnologia Integrada da Universidade Marshall. Publicado originalmente no blog da Blackboard Internacional. Leia também: >> Como garantir o sucesso dos alunos nos cursos online >> Veja como estudantes bem-sucedidos usam o Ambiente Virtual de Aprendizagem

9 de dezembro de 2016

Como aumentar o número de estudantes na sua instituição de ensino

como aumentar matrículas Quando a proposta é aumentar o número de matrículas na sua instituição de ensino, é importante fazer um diagnóstico dos canais de comunicação que já fazem parte do seu mix de marketing antes de partir para novas ferramentas. Devem fazer parte dessa análise crítica o site da instituição, assim como o conteúdo das suas redes sociais e todos os outros pontos de contato com o público. O objetivo é otimizá-los para a conversão de novos estudantes. A gestão das inscrições em universidades e escolas envolve o conceito chamado de Marketing de Conversão. E, no caso das instituições de ensino, uma conversão pode ser o preenchimento de um formulário do site, a participação em um evento com foco em orientação de carreira ou o envio de um e-mail solicitando informações sobre os cursos, por exemplo. Ou seja, ações de prospects — estudantes potenciais — dentro dos objetivos da instituição, concluindo metas específicas. A matrícula no curso, portanto, pode ser vista como a conversão final. Entender as taxas de conversão ao longo do processo até a inscrição do aluno no curso é fundamental para que você entenda como está a performance do seu plano de marketing e gestão de inscrições. Compreender quais os gaps em cada etapa das conversões irá ajudá-lo a eliminar gastos desnecessários, maximizar recursos e entender em detalhes o processo de aquisição de novos estudantes. Veja ações imediatas que podem ajudá-lo a melhorar as conversões da sua instituição: 1. Mergulhe no site da instituição Fazer uma análise honesta do seu site, levando em conta o conteúdo disponível e a usabilidade é a primeira etapa para melhorar suas taxas de conversão. Afinal, ele é a porta de entrada para seus estudantes potenciais. O site precisa responder a três questões básicas sobre qualquer curso, certificação ou programa:

  • Qual o valor?
  • Qual a duração?
  • Quais os benefícios para o aluno?

Ter esse detalhamento junto com um formulário — fácil de ser visualizado — para que o aluno possa solicitar mais informações é um passo primordial para estruturar seu conteúdo de forma adequada. Na sequência, verifique se conteúdo e títulos dos cursos possuem palavras-chave relevantes para que sejam encontrados em pesquisas nos buscadores como o Google. Ainda, não se esqueça de que o site da instituição precisa estar adaptado para acesso via smartphones e desenvolvido seguindo as melhores práticas de usabilidade: acessível para pessoas com necessidades especiais, com navegação intuitiva, compatível para diferentes navegadores, entre outros importantes requisitos técnicos. >> Como escolher o melhor LMS? 2. Impulsione conversões nas redes sociais As redes são cruciais para sua estratégia de marca. São as vitrines da personalidade da sua instituição e do seu conteúdo único, que poderá atrair mais prospects. Muitas universidades utilizam o Facebook e o YouTube, por exemplo, para divulgar atualizações sobre atividades, cursos e eventos. A chave, contudo, é garantir que as redes também estejam trazendo conversões. Você pode utilizá-las para levar aos seguidores informações sobre os cursos e compartilhar experiências dos estudantes, mas vá além disso. Planeje como você pode fazer com que esse seguidor ou aluno em potencial realize uma ação. Por exemplo, de um vídeo ou post no Facebook, você pode levá-lo para uma página que tenha um formulário para registro em um evento ou para download de um e-book. Com isso, você terá conquistado o contato de um potencial estudante para posterior comunicação ou ligação. O importante é pensar as redes sociais em sintonia com os seus indicadores de performance. Para isso, utilize ferramentas para monitorar seu desempenho. Existem inúmeras no mercado, como HootSuite (monitoramento de redes), Bit.ly (encurtador de URLs, que você poderá usar para mapear os links utilziados nas redes), Google Analytics (ferramenta de análise para ver como os usuários se engajam com seu site) e Google Trends (para análise de tendências macro). 3. Monitore e aprimore Ao ter uma boa visibilidade de tudo o que acontece no funil de conversão do aluno até a finalização com a inscrição no curso, você poderá compreender o que está dando certo e onde ainda pode melhorar. Quando você tem acesso aos dados, consegue diagnosticar os problemas e contorná-los. Por isso, é imprescindível compreender em detalhes cada etapa de conversão — da visualização de um simples formulário de contato até a matrícula propriamente dita — para garantir que seus esforços estão dando certo. Assim, você terá como mapear as falhas no funil e endereçar os ajustes de forma mais assertiva. 4. Seja pró-ativo e específico Garantir a primeira conversão no início do funil é apenas a primeira etapa. É preciso instigar e conquistar esse potencial aluno para que se matricule no curso. E dependerá de você ser pró-ativo, criativo e específico em suas necessidades. Você tem uma lista de prospects que iniciaram um processo de conversão com o preenchimento de um formulário, mas não foram adiante com a inscrição? Se a resposta é não, você precisa mapear esse banco de dados. Se sim, quais foram as suas ações para tentar convertê-lo a estudante? Você tem uma estratégia de e-mail marketing? Quais foram os que e-mails que tiveram melhor engajamento? Há nos seus registros os contatos de estudantes que não se inscreveram em novos semestres? Pode ser válido o contato com eles para compreender o que aconteceu: quais os motivos da desistência? E-mails, mensagens, ligações. Existem inúmeras formas de entrar em contato com os estudantes para instigá-los a seguirem no funil de conversão. Agora, cabe a você realizar testes, monitorar e aprimorar os esforços para que o processo de matrículas na sua instituição de ensino seja cada vez mais efetivo e eficiente.

17 de novembro de 2016
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