O que os estudantes estão nos dizendo sobre a tecnologia e por que isso é importante

*Este é um post escrito por Bob Solis. Bob é membro do conselho consultivo da Blackboard. Os estudantes querem trabalhar – e vamos ser claros quanto a isso. Cem por cento dos alunos que entrevistei informalmente afirmaram que frequentam a faculdade para se posicionar bem no futuro. Minha conclusão pessoal coincide com uma pesquisa feita pela New America: “Cerca de 90% dos estudantes dizem que foram para a faculdade para conseguir um bom emprego, ganhar mais dinheiro ou obter melhores oportunidades econômicas…” De forma alguma isso marginaliza a missão da educação, mas temos que tomar isto como uma afirmação acerca do que está interessando aos jovens alunos atualmente: o alto preço da educação e a crescente competição nas áreas de emprego.

Por que é importante saber o que os alunos estão nos dizendo sobre a tecnologia?

Efetivamente, todo o feedback que recebi a respeito da tecnologia sugeria que os alunos querem ter habilidades tecnológicas que possam necessitar no futuro ou alguma tecnologia que irá ser mais eficaz em sua experiência na faculdade. Recentemente, organizei um painel em uma conferência. Esse painel foi originalmente composto por quatro alunos de graduação. O assunto era, de fato, novos pensamentos sobre a tecnologia – e os quatro tinham opiniões e experiências muito similares: todos eles usam e contam com a tecnologia 24×7 e, como resultado disso, destacaram facilidade de uso, design que não requer adaptação prévia, acesso a qualquer hora e em qualquer lugar e conectividade e integração entre dispositivos. Seguem aqui algumas constatações dessa conferência: : *Os estudantes têm usado com mais frequência o ambiente virtual de aprendizagem, tanto em cursos a distância quanto presenciais, contudo estão interessados em utilizar um único AVA/LMS. *Eles esperam fazer um único login para poder navegar em diferentes aplicativos ou ferramentas. *Aderência a a recursos de vídeo para fins acadêmicos, de comunicação e capacitação; entretanto, é necessário que os vídeos tenham 2 minutos ou menos de duração – caso contrário, o estudante perde o interesse; *O e-mail está de volta: os estudantes estão lendo os e-mais com o objetivo de obter informações em casos que o e-mail é o principal canal de comunicação. *Eles esperam acesso wi-fi em todos os lugares do campus; Enquanto estes eram os principais e já esperados tópicos, ouvi também dicas sobre aplicativos e ferramentas que podem auxiliar os alunos durante sua jornada na faculdade. Um artigo recente de Susan Grajek em um jornal de 2015, intitulado “O que precisamos saber sobre tecnologia em 2015”, resumiu cinco coisas que os alunos ”desejavam que seus instrutores utilizassem mais”:

  • Palestras gravadas;
  • Sistemas de alerta
  • Conteúdo livremente disponíveis;
  • Aprender mais sobre sistemas de gestão;
  • Utilizar laptops e tablets durante a aula.

Estas são tecnologias já enraizadas no ambiente da faculdade e do trabalho. No entanto, como todos sabemos, a tecnologia de hoje não é isolada, mas tem convergido bastante com nossas vidas pessoais. Em agosto passado embarquei em uma viagem para ajudar meu filho a se mudar de Houston para Seattle. Fomos em um carro levando seus pertences, atravessando o oeste dos Estados Unidos, vendo alguns dos mais impressionantes parques nacionais ao longo do caminho. Muito low tech, não? Não é bem assim… Estávamos ligados durante toda a viagem: *Kayak.com em busca do melhor vôo para encontrá-lo futuramente em Houston; *Waze e Google Maps para saber o trajeto durante a viagem; *Trip Advisor e hotels.com para conseguirmos hotéis ao longo do caminho; *O app do canal do tempo para rastrear a previsão; *Yelp, Diners e demais para encontrar lugares para comer; *O app Pandora em seu telefone para transmitir música no carro; *Instagram, Facebook e, claro, a câmera do telefone para narrar a viagem; *O app “Find My Friends” para que sua mãe e avó acompanhassem nosso caminho; *Craigslist, hotpads.com e apartments.com para encontrar um lugar para ele morar; *E, naturalmente, muitas mensagens de textos para amigos e familiares ao longo do caminho; Nada parecido com a viagem que fiz com os meus pais na década de 1970! E o meu filho, calouro na faculdade, utilizou tudo isso com grande precisão. Este é o mundo das gerações atuais e futuras. Como líderes de organizações, todos devemos abraçar a tecnologia – e não apenas os que trabalham com TI. E abraçar é só o início. Devemos nos mover mais rápido e com mais inovação em nossas organizações. Nós muitas vezes debatemos soluções em tecnologia demasiadamente, em vez de agir rapidamente e aproveitar a oportunidade. Ainda recentemente, no início deste ano, tive uma conversa com um dos líderes em tecnologia que lançou um novo aplicativo, a fim de reduzir o volume de chamadas de help desk. Bom projeto, objetivos certos. O que me impressionou foi o espanto desse líder ao ver como os estudantes se adaptaram rapidamente ao app. Em que nível estamos pensando que os estudantes estão? Isto pode ser reflexo de uma lacuna geracional ou simplesmente mostra que nossas organizações às vezes ficam presas em normas culturais, práticas de negócios e tomada de decisões… é preciso responder com maior habilidade e agilidade ao atendimento da tecnologia. É fundamental respondermos e preparar os alunos para o seu futuro… o nosso futuro!

O que os estudantes estão nos dizendo sobre a tecnologia e por que isso é importante

*Este é um post escrito por Bob Solis. Bob é membro do conselho consultivo da Blackboard. Os estudantes querem trabalhar – e vamos ser claros quanto a isso. Cem por cento dos alunos que entrevistei informalmente afirmaram que frequentam a faculdade para se posicionar bem no futuro. Minha conclusão pessoal coincide com uma pesquisa feita pela New America: “Cerca de 90% dos estudantes dizem que foram para a faculdade para conseguir um bom emprego, ganhar mais dinheiro ou obter melhores oportunidades econômicas…” De forma alguma isso marginaliza a missão da educação, mas temos que tomar isto como uma afirmação acerca do que está interessando aos jovens alunos atualmente: o alto preço da educação e a crescente competição nas áreas de emprego.

Por que é importante saber o que os alunos estão nos dizendo sobre a tecnologia?

Efetivamente, todo o feedback que recebi a respeito da tecnologia sugeria que os alunos querem ter habilidades tecnológicas que possam necessitar no futuro ou alguma tecnologia que irá ser mais eficaz em sua experiência na faculdade. Recentemente, organizei um painel em uma conferência. Esse painel foi originalmente composto por quatro alunos de graduação. O assunto era, de fato, novos pensamentos sobre a tecnologia – e os quatro tinham opiniões e experiências muito similares: todos eles usam e contam com a tecnologia 24×7 e, como resultado disso, destacaram facilidade de uso, design que não requer adaptação prévia, acesso a qualquer hora e em qualquer lugar e conectividade e integração entre dispositivos. Seguem aqui algumas constatações dessa conferência: : *Os estudantes têm usado com mais frequência o ambiente virtual de aprendizagem, tanto em cursos a distância quanto presenciais, contudo estão interessados em utilizar um único AVA/LMS. *Eles esperam fazer um único login para poder navegar em diferentes aplicativos ou ferramentas. *Aderência a a recursos de vídeo para fins acadêmicos, de comunicação e capacitação; entretanto, é necessário que os vídeos tenham 2 minutos ou menos de duração – caso contrário, o estudante perde o interesse; *O e-mail está de volta: os estudantes estão lendo os e-mais com o objetivo de obter informações em casos que o e-mail é o principal canal de comunicação. *Eles esperam acesso wi-fi em todos os lugares do campus; Enquanto estes eram os principais e já esperados tópicos, ouvi também dicas sobre aplicativos e ferramentas que podem auxiliar os alunos durante sua jornada na faculdade. Um artigo recente de Susan Grajek em um jornal de 2015, intitulado “O que precisamos saber sobre tecnologia em 2015”, resumiu cinco coisas que os alunos ”desejavam que seus instrutores utilizassem mais”:

  • Palestras gravadas;
  • Sistemas de alerta
  • Conteúdo livremente disponíveis;
  • Aprender mais sobre sistemas de gestão;
  • Utilizar laptops e tablets durante a aula.

Estas são tecnologias já enraizadas no ambiente da faculdade e do trabalho. No entanto, como todos sabemos, a tecnologia de hoje não é isolada, mas tem convergido bastante com nossas vidas pessoais. Em agosto passado embarquei em uma viagem para ajudar meu filho a se mudar de Houston para Seattle. Fomos em um carro levando seus pertences, atravessando o oeste dos Estados Unidos, vendo alguns dos mais impressionantes parques nacionais ao longo do caminho. Muito low tech, não? Não é bem assim… Estávamos ligados durante toda a viagem: *Kayak.com em busca do melhor vôo para encontrá-lo futuramente em Houston; *Waze e Google Maps para saber o trajeto durante a viagem; *Trip Advisor e hotels.com para conseguirmos hotéis ao longo do caminho; *O app do canal do tempo para rastrear a previsão; *Yelp, Diners e demais para encontrar lugares para comer; *O app Pandora em seu telefone para transmitir música no carro; *Instagram, Facebook e, claro, a câmera do telefone para narrar a viagem; *O app “Find My Friends” para que sua mãe e avó acompanhassem nosso caminho; *Craigslist, hotpads.com e apartments.com para encontrar um lugar para ele morar; *E, naturalmente, muitas mensagens de textos para amigos e familiares ao longo do caminho; Nada parecido com a viagem que fiz com os meus pais na década de 1970! E o meu filho, calouro na faculdade, utilizou tudo isso com grande precisão. Este é o mundo das gerações atuais e futuras. Como líderes de organizações, todos devemos abraçar a tecnologia – e não apenas os que trabalham com TI. E abraçar é só o início. Devemos nos mover mais rápido e com mais inovação em nossas organizações. Nós muitas vezes debatemos soluções em tecnologia demasiadamente, em vez de agir rapidamente e aproveitar a oportunidade. Ainda recentemente, no início deste ano, tive uma conversa com um dos líderes em tecnologia que lançou um novo aplicativo, a fim de reduzir o volume de chamadas de help desk. Bom projeto, objetivos certos. O que me impressionou foi o espanto desse líder ao ver como os estudantes se adaptaram rapidamente ao app. Em que nível estamos pensando que os estudantes estão? Isto pode ser reflexo de uma lacuna geracional ou simplesmente mostra que nossas organizações às vezes ficam presas em normas culturais, práticas de negócios e tomada de decisões… é preciso responder com maior habilidade e agilidade ao atendimento da tecnologia. É fundamental respondermos e preparar os alunos para o seu futuro… o nosso futuro!

29 de dezembro de 2016

O quê nos tira o sono – lidando com a próxima “grande novidade” na educação superior

Este texto foi escrito por Brian D. Voss, membro do Conselho Consultivo da Blackboard. O Conselho, composto por líderes do ensino superior de instituições e organizações em todos os Estados Unidos, fornece feedback sobre tecnologia, soluções, estratégia corporativa e temas-chave que afetam o ensino superior hoje, bem como apoia atividades de liderança da Blackboard. Em uma recente reunião do Conselho Consultivo da Blackboard, me perguntaramo que tirava o meu sono à noite, quando era um CIO (Diretor de TI). Ah, os bons e velhos dias de noites sem dormir. Uma coisa que eu posso dizer sobre ser um CIO aposentado é que há muito mais boas noites de sono. No entanto, meu trabalho como consultor, muitas vezes, me coloca diretamente em contato com os meus colegas e amigos CIOs estressados, então esta é uma questão válida a ser ponderada. Quando eu era um CIO, uma infinidade de coisas me mantinha acordado à noite: a preocupação com a segurança da minha rede no campus e dados institucionais; a capacidade da minha organização para atrair e reter talentos; mudanças no corpo docente, a forma como se ensina e o papel da TI nessa mistura; as demandas de pesquisadores de ponta para infraestrutura online; desafios de financiamento provocados por condições econômicas no estado; e muitos outros problemas conhecidos e mencionados em muitas listas. Masa uma pergunta que não está em nenhuma lista e ainda assim estava sempre em minha mente era: “Qual será ‘a próxima grande novidade’ e como encontrar recursos para lidar com ela?” No passado, muitas dessas “próximas grandes novidades” chegaram como um furacão. Às vezes você tem um monte de avisos e tem tempo para se preparar (criar estoques e pedir conselhos). Mas outras vezes a tempestade se materializa de forma rápida e chega de repente, com a reação sendo a ordem do dia. Claro, há muitos exemplos de “tempestades” que eu poderia listar. Mas vamos olhar para três. O que nós podemos, no ensino superior, fazer quando elas acontecem? 1) Infra-estrutura de internet insuficiente para suportar a demanda repentina A tempestade: Quando smartphones e tablets explodiram nos nossos campus no outono de 2007, muitos de nós ficamos com redes sem fio lamentavelmente subdimensionados para lidar com alunos que tem até três dispositivos em suas mochilas  e que necessitam de conexão. Isto desafiou nossa capacidade de adicionar infra-estrutura de pessoal para fazer o trabalho e financiamento para adquirir hardware. Além disso, nós estávamos lutando para lidar com o desafio de uma disponibilidade cada vez menor de endereços IPv4. Como nós lidamos com isso: O déficit de WiFi foi abordado ao se investir dinheiro e esforço pessoal; instalar mais pontos de acesso sem fio e controladores. Para abordar a questão do espaço de endereços de rede, investimos em reengenharia de nossas redes de campus para usar endereços privados, e uma eventual e mais estratégica mudança para o IPv6. Como o tempo passou, este acabou por ser um problema sem fim, enquanto mais e mais dispositivos e sua demanda por acesso continuam a crescer. Eventualmente, pensamos que um dia conseguiremos equilibrar essa equação, – embora ainda não tenha acontecido. Mas este desafio provavelmente já esteja bem mapeado e previsto por muitas instituições, e por nós. 2) O ensino e a aprendizagem passam a ser processos, também,tecnológicos. A tempestade: Em meados dos anos 1990, o ensino e a aprendizagem abriram as portas para o uso de ferramentas de tecnologia da informação para melhorar os cursos, com os então chamados sistemas de administração de cursos (CMS, na sigla em inglês). Tivemos algum tempo para prever essa chegada, pois a aderência do corpo docente foi gradual. Muitas instituições aplicaram o que já tinham feito com outras formas de sistemas corporativos – nós escrevemos nosso próprio CMS ecriamos aplicativos específicos do campus que não seriam sustentáveis, e a maioria dos quais não estavam satisfazendo professores e alunos. Como nós lidamos com isso: A pedagogia habilitada por TI eventualmente levou à utilização de sistemas desenvolvidos por fornecedores,soluções abertas e soluções em comunidade. Hoje, quase ninguém está “curtindo sozinho” e a maioria das Intituições tem um ambiente virtual de aprendizagem implantado. Blackboard, Instructure, Moodle, entre outras plataformas, estão fornecendo uma infinidade de soluções para instituições. O desafio atualmente é escolher de forma sábia e apoiar sua utilização de forma adequada no campus, e essas soluções continuam a evoluir e expandir suas ofertas e utilidades. Eu sugeriria que, já que estamos longe de superar essa tempestade, nós utilizemos as ferramentas necessárias para envolver nossos estudantes e corpo docente. Mudar e incluir um ambiente virtual de aprendizagem, como eu já mencionei, é um desafio significativo. Mas provavelmente não mantém muitos de nós acordados à noite. 3) A crescente necessidade de uma capacidade de internet melhor A tempestade: Também em meados de 1990, enfrentamos um desafio que se desenvolveu rapidamente sob a forma de uma necessidade insaciável de banda larga, alimentando a demanda por redes até então frágeis e tênues. Já não estávamos apenas lidando com o fluxo do tráfego de e-mails e comunicação, mas agora a internet comercial estava construindo demanda em nossos campus para um conjunto mais amplo de usos de banda larga. Algumas destas necessidades eram acadêmicas e de pesquisa, mas muitas não eram. Lutamos para adicionar 56 circuitos kilobit e sinais digitais, o que fazemos a preços gigantescos das operadoras de comunicação comerciais. Como nós lidamos com isso: Este desafio foi resolvido de duas maneiras. Em primeiro lugar, a comunidade se reuniu e fez investimentos significativos na construção de nossa própria rede com foco acadêmico e em pesquisa. Trinta e quatro instituições fizeram uma aposta para lançar o Internet2, construindo uma rede e comunidade onde a rede pode até ser o propósito principal, mas também promove colaboração e inovação. A partir deste esforço, estados e regiões construíram uma infra-estrutura de  de fibra óptica para dar suporte a esta rede nacional de pesquisa, aumentando ainda mais os recursos e reduzindo custos. A segunda maneira foi que o crescimento mais amplo de aplicações de Internet e serviços utilizados por todos, levou a um crescimento em ofertas comerciais (e descida de preços) em todo o mundo. É este último exemplo que eu acho intrigante, considerando os motivos para se perder o sono pensando sobre “a próxima grande novidade”. Eu não sei que novidade é essa  – ninguém sabe – mas algo está surgindo, e eu me preocupo, tendo as necessidades de ensino superior em mente,  que simplesmente jogar recursos ou esperar que o mercado comercial a resolva não será a forma como será abordada e solucionada. Em meados dos anos 1990, os tempos financeiros eram diferentes. Essas trinta e quatro instituições tinham recursos disponíveis para aplicar na construção da plataforma que iria fornecer a solução para o desafio. Hoje, eu tenho certeza que todo mundo está sem o financiamento de investimento necessário para se lançar no que poderia ser a próxima grande novidade. Orçamentos institucionais foram aparados para um ponto em que há muito pouco (ou nenhum) dinheiro discricionário para investir. E já não estamos em posição de tomar riscos significativos. Estamos lidando não apenas com todas as questões que consideramos prioritárias, como também com as que estão fora do nosso radar e irão aparecer como tornados e tempestades. CIOs estão correndo para acompanhar as mudanças, e estão sob pressão para serem economicamente sustentáveis e terem eficiência de resultados. Se nós não podemos mostrar que o investimento vai ser compensado, não apenas eventualmente, mas imediatamente, nós provavelmente não seremos capazes de fazer esses investimentos. Não é uma questão de ter a coragem, a maioria dos CIOs simplesmente não têm a flexibilidade de recursos para fazê-lo. Então, quando “a próxima grande novidade” aparece, eu me preocupo que uma das ferramentas de maior sucesso que tivemos no passado, a comunidade se unindo para investir na criação de algo para resolver o desafio, não está mais disponível para nós. A maioria das empresas de tecnologia têm orçamentos de pesquisa e desenvolvimento para evoluir produtos e serviços existentes e criar novos. Esses orçamentos podem não ser tão grandes quanto já foram, mas eles ainda estão lá. Eu não vejo uma mentalidade de investimento em pesquisa e desenvlvimento no ensino superior ao nível institucional, muito menos nas mãos do CIO. Isto é especialmente verdadeiro se levarmos em consideração a diminuição potencial do escopo (e orçamento) do papel do CIO. Hoje, as margens financeiras em nossas instituições são tão apertadas e a tolerância ao risco é tão baixa que, a menos que o desafio seja claramente afirmado e a necessidade sentida com urgência em toda a amplitude do ensino superior, a vontade coletiva para agir pode não se materializar. E pior, eu me preocupo que, mesmo que o perigo seja claro e presente, a flexibilidade para fazer até mesmo uma aposta certeira pode não existir. Como eu cheguei ao fim desta epístola, você pode estar esperando que eu vá ter alguma sabedoria a respeito de uma solução. E infelimente eu não tenho. Eu não acho que nós podemos gastar da forma que gostaríamos para abordar essa tempestade que se aproxima (seja ela qual for), porque, bem, nós não temos o dinheiro para investir. Podemos contar com o setor comercial para resolvê-la para nós? Acho mais provável que este setor seja o que produz a tempestade, quando ele chega ao mercado com “a próxima grande novidade”. E por causa das pressões de orçamentos apertados e expectativas tremendas para o sucesso de qualquer investimento, eu me preocupo que uma massa crítica de investimentos feitos pelo CIO na comunidade possa não se materializar. Até então, eu acho que um monte de CIOs terão algumas noites sem dormir. E alguns aposentados também. Fonte: Blackboard

13 de Janeiro de 2016

Cinco recursos de acessibilidade para melhorar suas ofertas de cursos on-line

Sabemos que os estudantes necessitam de mais ofertas de cursos acessíveis. Se a sua instituição não tornar o conteúdo on-line acessível também aos estudantes com deficiência, você pode ficar suscetível a complicações legais. No caso dos Estados Unidos, embora a American with Disabilities Act (ADA) não preveja normas específicas para a acessibilidade em determinados cursos, isso continua sendo uma exigência federal. “As instituições que têm uma boa política de acessibilidade e que estão agindo de boa-fé são menos propensas a serem processadas. As instituições que não estão implementando essas políticas são vulneráveis”, conta Eva Hill, Subprocuradora Geral de Justiça e de Direitos Civis do Departamento de Justiça dos Estados Unidos. Reunimos aqui 5 recursos de acessibilidade para ajudá-lo a ficar em dia com essas políticas. Web Content Accessibility Guidelines (WCAG) 2.0 – Abrange uma gama de recomendações para tornar o conteúdo da web mais acessível. Seguindo essas orientações, o conteúdo ficará mais acessível a mais pessoas com deficiência visual, auditiva, limitações cognitivas, entre outros. Universal Design for Learning Series  – Oferecido pelo Centro Nacional de Desenho Universal para a Aprendizagem (UDL), fornece apresentações e recursos de mídia na web para aumentar a compreensão, a utilização e potencializar os recursos da UDL, informando famílias e comunidades sobre iniciativas de desenvolvimento e políticas profissionais. CAST – É uma organização de pesquisa e desenvolvimento da educação sem fins lucrativos que trabalha para expandir as oportunidades de aprendizagem através do Universal Design for Learning. O CAST, trabalha para entender toda a extensão da variabilidade humana e dos alunos para encontrar abordagens transformadoras que tornem o ensino mais eficaz para todos. Materiais de Qualidade – Um corpo docente centrado no processo de revisão deve estar atento à qualidade dos cursos online e mistos. É interessante submeter o curso a uma revisão e receber feedbacks para melhorar o desempenho. Centro Nacional para a Deficiência e o Acesso à Educação – Aborda questões de tecnologia nas práticas de educação para melhorar o rendimento das pessoas com deficiência e suas famílias. No Brasil, o ensino on-line é uma forma de democratizar o ensino superior, utilizando-se das novas tecnologias e alcançando mais pessoas que buscam uma qualificação que se encaixe dentro do seu perfil pessoal e profissional. Este modelo de ensino surge também da necessidade de proporcionar educação a pessoas que não se enquadram no sistema tradicional. Aqui na Blackboard, nós oferecemos recursos valiosos. Temos uma seção de nossa Central de Ajuda totalmente dedicada à acessibilidade. Você tem necessidade de mais recursos acessíveis na web? Nossos Consultores de Acessibilidade estão prontos para criar uma parceria e desenvolver, revisar ou aperfeiçoar estratégias e conteúdo. Você pode nos contatar por aqui ou se conectar diretamente no LinkedIn. Enquanto algumas instituições criam mecanismos eficazes para estabelecerem mudanças na indústria, não podemos esquecer que nossa principal motivação são os alunos! Quando construímos a acessibilidade no ambiente de aprendizagem, todos se beneficiam.  Adaptação do texto de Scott Ready. Fonte: Blackboard

16 de dezembro de 2015

Recursos educacionais abertos: maximizando o tempo dos professores e o engajamento dos estudantes

Os recursos educacionais abertos são uma ótima maneira para os professores fazerem uso de conteúdos digitais em sala de aula. Estes recursos educacionais estão disponíveis gratuitamente on-line para que todos possam usar e contribuir em seus conteúdos. De acordo com uma pesquisa do Projeto Amanhã, de 2014, 65% dos bibliotecários escolares dizem que o acesso a esses materiais seriam eficazes e ajudariam os professores a melhor utilizar os conteúdos digitais em sala de aula. E, mais de 70% dos professores consideram conteúdo gratuito como o fator mais importante quando se avalia a qualidade dos materiais usados em sala de aula. Os professores também querem fazer a curadoria e modificar o conteúdo digital que utilizam em suas aulas.

Recentemente, o Departamento de Educação dos Estados Unidos anunciou uma nova campanha, “#GoOpen”, destinada a pressionar por mais material educativo a ser livremente disponível. Dez distritos se comprometeram com o desafio para substituir pelo menos um livro com Recursos Educacionais Abertos, incluindo clientes Blackboard. Para atender a essas necessidades a Blackboard está empenhada em fornecer acesso contínuo aos recursos educacionais abertos dentro de suas soluções. O Xplor, desenvolvido pela Blackboard, é uma plataforma cruzada, onde se repõe conteúdos globais e fornece aos educadores um universo de conteúdos de aprendizagem. Os professores podem descobrir, criar e participar da curadoria dos objetos de aprendizagem e compartilhá-los. A Blackboard também fez uma parceria com os melhores distribuidores de conteúdo digital K-12 OER (Open Educational Resource): a CK-12 Foundation, a SAS Curriculum Pathways e a Khan Academy, para poupar tempo e fazer com que os professores escolham conteúdos digitais que sejam interativos e envolventes para seus alunos. CK-12 Foundation A CK-12 Foundation é uma organização sem fins lucrativos que fornece cobertura completa para K-12 de matemática e ciências. A CK-12 é utilizada por alunos e professores em mais de 30.000 escolas e fornece uma gama completa de soluções de aprendizagem; cerca de 100 mil professores criaram livros didáticos digitais e testes totalmente personalizáveis. Além disso, a CK-12 é totalmente gratuita para os estudantes, professores e escolas e agora está disponível em soluções de ensino e aprendizagem através da Xplor. SAS Curriculum Pathways A Pathways SAS oferece atividades interativas, baseadas em ferramentas, recursos e aplicativos para as classes K-12. Suas normais são diferenciadas para atender às variadas necessidades e capacidades tecnológicas. Dentro da Blackboard Xplor, os recursos e aplicativos do SAS Pathways estão disponíveis sem nenhum custo. Khan Academy Khan Academy é uma organização educacional sem fins lucrativos criada em 2006 pelo educador Salman Khan, e que fornece “Educação mundial e livre para qualquer pessoa, em qualquer lugar”. A organização produz micro palestras publicadas em vídeos no YouTube. Além das palestras, o site da organização também dispõe de exercícios práticos e ferramentas para educadores. Todos os recursos estão disponíveis gratuitamente para qualquer pessoa ao redor do mundo. A Khan Academy OER é outro grande exemplo de conteúdo digital, livre e de alta qualidade disponível para os clientes Blackboard K-12 através do Xplor. Conteúdo gerado por usuários Finalmente, o “mundo de recursos de ensino aberto” não seria completo sem considerar o conteúdo gerado pelo próprio usuário. Com Xplor, os professores podem criar, compartilhar e colaborar em objetos de aprendizagem com colegas dentro da sua região ou em todo o mundo. Os professores podem compartilhar facilmente o conteúdo de forma global ou com grupos seletos e “publicar” conteúdos digitais em canais para que outros os encontrem e também utilizem o material. A Blackboard Xplor oferece conteúdos protegidos e utiliza os direitos autorais Creative Commons, reconhecido em todo o mundo. A Crowley Independent School District (Crowley ISD), atende mais de 15 mil estudantes em escolas em Crowley e Fort Worth, e aproveita o poder da Blackboard Xplor. “Graças a Blackboard Xplor, nossos professores são capazes de criar e compartilhar livremente seus conteúdos entre as classes e outros professores sem ter de replicar os esforços”, conta Chris Tims, Instrutor Tecnológico na Crowley ISD. E completa: “os professores preparam, enriquecem e editam o conteúdo que estará imediatamente disponível nos nossos ambientes online e disponibilizados para docentes e alunos”. A Blackboard Xplor atingiu e ultrapassou o marco de 100 mil recursos em OER. “A Educação Aberta está no DNA da Blackboard e estamos animados com este novo marco alcançado por nossa plataforma”, disse Mark Strassman, vice-presidente sênior de marketing de produto e gestão na Blackboard. “A Blackboard Xplor é atualmente utilizada em cerca de 60 países ao redor do mundo com um alcance potencial de mais de 4 milhões de alunos. Estamos orgulhosos de colaborar com os educadores para criar uma comunidade global que incentiva o sucesso educativo dos alunos”, completa Strassman.

11 de novembro de 2015

Serviço One-Stop para os estudantes: os benefícios para os alunos de hoje

 

Craig Chanoff

Quando eu falo sobre apoio ao estudante com líderes institucionais, é cada vez mais claro que cada instituição terá de investir em serviços para seus alunos. A maior necessidade é a criação de um apoio integrado para a experiência do estudante –  isto irá atender melhor às necessidades complexas dos alunos de hoje.

Como parte de nossa investigação na Blackboard para a construção e gestão de serviços de suporte, entrevistei três líderes de ensino superior que partilharam as suas melhores práticas e pensamentos sobre o futuro e como terão que evoluir; pequenas e grandes instituições deveriam aproveitar a tecnologia para atender as necessidades dos estudantes de hoje.

Anne Valentine Vice-presidente do Atendimento e Experiência ao Estudante no Ivy Tech Community College, em Indiana Julie Selander Diretora do Serviço ao Estudante One Stop e Serviços aos Veteranos na Universidade de Minnesota Dennis Day Ex-vice-presidente do Estudantes de Sucesso e Engajamento na Johnson County Community College Quais problemas o one-stop pode resolver? Anne Valentine: Nós precisávamos criar uma experiência. Todos sabemos que perdemos muitos estudantes no processo de inscrição, porque ele era muito complexo. Também sabíamos que queríamos criar uma experiência “uniforme” para todos os estudantes – não importando em qual campus ele estivesse. No entando, os alunos receberam serviços incoerentes e respostas diferentes. Tivemos um longo caminho a percorrer. Julie Selander: Na Universidade de Minnesota, foi lançada uma pesquisa para entender melhor a satisfação do aluno. Os resultados mostraram altos níveis de insatisfação com serviço de apoio ao estudante e dificuldade na obtenção de respostas a perguntas básicas – e nós concordamos. Decidimos que era preciso encontrar uma maneira de criar uma melhor experiência simplificada para os alunos e aproveitar melhor os nossos recursos humanos e tecnologia.  Quais são os benefícios do one-stop no centro de serviços estudantis para a instituição? Dennis: A maioria espera que a experiência do estudante seja melhorado consolidando várias funções de apoio. Um dos maiores benefícios da implementação do “one-stop” é a melhora da experiência pessoal. Os alunos querem ser auto-suficientes e que seus níveis de satisfação subam. Outro grande benefício é o tempo; as instituições têm tempo para fazer projetos mais estratégicos ou mergulhar mais fundo em projetos atuais. Julie: A experiência pessoal não era nosso foco principal, mas sim melhorar a experiência do estudante. Estávamos preocupados como as nossas antigas operações, mas foi incrível como nossa equipe “abraçou” nossa nova meta e missão. O tempo também foi um grande benefício. Fomos capazes de expandir o escopo de nossa equipe one-stop e profissionalizar a posição por conta do aumento da “eficiência” e agora podemos fornecer serviços para todos os estudantes. Dennis: Muitas pessoas criar o one-stop para se conectar com os alunos de forma diversificada. Através do ganho de eficiência que a mudança para o one-stop permite, as universidades alcançam novas oportunidades na relação com os alunos.  Todas as instituições deveriam considerar o desenvolvimento e a abordagem integrada dos serviços? Dennis: Diferentes instituições têm personalidades e necessidades diferentes. Os serviços para os estudantes em cada instituição terão resultados diferentes. Instituições maiores podem procurar por conveniência e serviço; eles querem mais transações concluídas em menos tempo, utilizando menos pessoas. As instituições menores querem melhorar a experiência do estudante. Apesar as diferenças, todas as instituições terão de melhorar a tecnologia. Julie: Não existe um modelo único. Você tem que pensar sobre quais são os seus pontos negativos e quais problemas você está tentando resolver. No nosso caso, os alunos sentiram como se fossem apenas um número e queriam se sentir como parte integrante e ter uma conexão com a instituição.

23 de outubro de 2015

Os seis pilares da inovação no Blackboard

Mark Strassman Estou na Blackboard pouco mais de dois anos, já que ingressei no verão de 2013. Quando eu comecei, a Blackboard já havia construído uma empresa de enorme sucesso com os melhores produtos do mundo para a K-12, ao ensino superior e instituições empresariais e governamentais. Fiquei impressionado com o quão apaixonada e comprometida a equipe era com os nosso clientes e como buscavam melhorar a forma como a educação é entregue. Ao mesmo tempo, nossos produtos tinham sido projetados, desenvolvidos e vendidos separadamente. Por exemplo, a  Blackboard liderou o mercado em muitas categorias e, de fato, popularizou o Learning Management System (LMS) e continuamos a liderar o mercado com nossos produtos de LMS e Moodle, adicionando mais e mais funcionalidade para os usuários mais fervorosos e fiéis. Além disso, a Blackboard também criou um “Dilema Inovador”, onde servimos nossos clientes X com foco nas necessidades emergentes do usuários: a crescente demanda de alunos que usam nossos produtos todos os dias. Parte de nossa jornada nos últimos dois anos tem sido a de continuar a apoiar o administrador de TI e o usuário, enquanto reorientamos a empresa para servir um adicional e, possivelmente, o público mais importante, o estudante. Desde 2013, transformamos a Blackboard e nossos produtos para impulsionar a inovação que atende às novas necessidades. Esta transformação tem se concentrado em seis pilares fundamentais: 1) Concentre-se no aluno Alunos de hoje estão imersos em tecnologia. Eles cresceram com ela e têm um conjunto diferente de expectativas e necessidades. Querem, cada vez mais, opções flexíveis e que o investimento em sua experiência educacional seja positivo. Querem e precisam de uma experiência integrada, holística e sempre online. Com quase 100 milhões de alunos que utilizam nosso software, a Blackboard precisava dar um passo atrás e olhar para a forma de trazer a nossa tecnologia em conjunto com a experiência educacional para esses usuários. Ao mudar drasticamente o nosso foco para as necessidades dos alunos estamos criando experiências de consumo que os alunos querem nas plataformas e dispositivos onde eles “vivem”. 2) Comprometer-se a apoiar o novo aluno em toda a sua jornada A aprendizagem não está vinculada a um limite de idade, status socioeconômico ou aos limites de uma instituição. Assim, a tecnologia e o conteúdo que oferecem aprendizagem “a qualquer hora, em qualquer lugar”, o ensino deve estar sempre disponível para o aluno. A Blackboard tem fornecido soluções em K-12, Ensino Superior e em ambientes de aprendizagem corporativo e no governo por um longo tempo. Agora estamos nos concentrando em unir essas experiências, permitindo e possibilitando a participação em todos os segmentos e entre as instituições, convidando o aluno participar, envolvendo e melhorando sua experiência de aprendizagem. Ao mesmo tempo, estamos permitindo que os alunos tragam suas identidades, perfis, competências, experiências e conteúdo ao longo de sua jornada de aprendizagem ao longo da vida. 3) Construir experiências para os usuário que respondam às necessidades emocionais dos alunos Juntamente com a ênfase no aluno, estamos usando práticas centradas em design thinking e mudar a nossa cultura para se concentrar nas experiências dos alunos. Estamos indo ao encontro do que usam em tecnologia, educação e, mais importante, suas necessidades emocionais, criando soluções que sejam fáceis, intuitivas e divertidas. Líder de design da Blackboard, Jon Kolko, defendeu os benefícios do design thinking para reimaginar a educação. Agora estamos “abraçando” isso como um diferencial e uma maneira de mudar a nossa cultura de tal forma para atender os alunos e construir soluções para atender às suas necessidades. 4) Criar fluxos de trabalho, não produtos A Blackboard construiu e adquiriu o melhor portfólio de produtos em educação tecnológica. Até pouco tempo, todos eles foram projetados e construídos separadamente – apesar do fato de que a maioria dos nossos clientes utilizam e possuem mais de um de nossos produtos. Nós achamos que facilitaria integrar todos eles para criar um fluxo de trabalho contínuo. Então, nós nos propusemos a fazer exatamente isso – o que resultou na Novo Experiência de Aprendizagem (NEA). Agora, nós investimos nosso tempo resolvendo os fluxos de trabalho de educação holística e como as combinações de tecnologias de toda a Blackboard podem gerar melhores experiências para os alunos e as instituições que o utilizam. 5) “Forneça” um ambiente acessível, atualizado e online Fato pouco conhecido: a maioria dos produtos da Blackboard tem sua base na nuvem. Oferecemos uma gama de opções e mais flexibilidade para aqueles que utilizam nossas soluções Blackboard. Por quê? Porque um tamanho “limitado” não serve para todos no sistema educacional complexo de hoje e queremos garantir que cada cliente tenha a qualidade, confiabilidade e, continuamente, a entrega de inovação para os alunos que utilizam as nossas ferramentas. 6) Integrando dados e análises Com dezenas de milhões de usuários utilizando dezenas de produtos, a Blackboard utiliza uma base de dados para ajudar os alunos a melhorarem seus resultados. Temos, tradicionalmente, focado em análises em nossos sistemas – o Bb Analytics, por exemplo, é a solução líder hoje para ajudar as instituições a analisarem e compartilharem informações. Acreditamos que há muito mais a realizar quando nos integramos e olhamos através dos dados de todos estes sistemas e domínios juntos. Durante o ano passado, enviamos novos produtos e soluções que proporcionam a implantação destes seis pilares fundamentais. Isso me deixa muito orgulhoso. Estamos verdadeiramente cumprindo o que estamos chamando de Nova Experiência de Aprendizagem, construindo sobre estes pilares para promover uma maior colaboração, interação e aprendizagem de qualidade. Acreditamos que através da entrega de tecnologia, serviços e recursos de dados de ponta, nós podemos ajudar a fazer a diferença na satisfação das necessidades dos alunos e dirigir seu sucesso.

6 de outubro de 2015

3 Coisas que eu aprendi com 150 líderes universitários na Casa Branca

  *Katie Blot Há uma filosofia que eu e minha equipe aqui no Blackboard vivemos para “implementar”: colocar os alunos no centro do ensino. Ele dirige tudo, desde a forma como fazemos nossos negócios, até a forma como concebemos os nossos produtos. Então, quando eu tive a oportunidade de conversar com 150 líderes universitários de todos os Estados Unidos na Casa Branca e na Câmara de Comércio, fiquei bastante entusiasmada. Alguns alunos estavam envolvidos em atividades muito além das que nós lidamos quando eu era líder do corpo discente. Eles fizeram perguntas sobre regulamentos de ajuda financeira e negociações comerciais. Além disso, falaram sobre como combater a violência sexual no campus com tanta paixão sobre o tema e com convicção de que eles podem ser a mudança. E enquanto o dia foi sendo preenchido com amplas conversas, o que foi excepcionalmente esclarecedor para mim foi o tempo em que todos passaram focados na força de trabalho. Os alunos tinham pedido que este fosse um tema abordado, já que todos estão preocupados em melhorar seu plano de carreira. Nessas discussões, incluindo um painel na Câmara de Comércio, emergiram três temas. 1. Os alunos não estão construindo as habilidades sociais de que precisam para entrar com confiança no mercado de trabalho. Ouvi isso de um dos líderes dos estudantes… Todos estavam muito interessados ​​em descobrir novas maneiras para que as escolas pudessem auxiliá-los neste assunto. Eles foram incentivados pelo pensamento de que habilidades sociais podem ser desenvolvidas através de uma combinação de atividades curriculares e extra-curriculares e capacitados pela idéia de que eles devem impor esta necessidade. Na minha opinião, não deve existir uma única comissão no campus que não tenha representação estudantil. 2. Os estudantes universitários estão preocupados com duas coisas: conseguir um emprego e pagar seus estudos. Ok, isto definitivamente não é inesperado. Mas o que foi surpreendente foi a maneira que os líderes estudantis falaram sobre estas questões. O nível de ansiedade deste grupo era muito grande – e o muitos estudantes que, aparentemente, estavam em situações muito boas e com um bom caminho para formar uma carreira depois da faculdade, são tão ansiosos como qualquer um dos que já precisam trabalhar para pagar os estudos. Falamos um pouco sobre o potencial da tecnologia para nos ajudar a reduzir o déficit de competências no aumento do acesso à educação de qualidade. O que realmente me surpreendeu nesta conversa é a maneira poderosa como a tecnologia pode impactar na carreira e na transformação dos serviços. Em vez de currículo clássicos, a tecnologia pode atuar como um meio de criar portfolios de aprendizagem ao longo da vida que mostram não apenas realizações acadêmicas e experiências, mas também trabalham habilidades, competências e conhecimentos. Isso também permite que os conselheiros de carreira passem mais tempo ajudando os estudantes a determinar este caminho. 3. Os estudantes querem experimentar o mundo ‘The Office’ além do programa de TV Além das questões já mencionadas de se sentir despreparado com as habilidades que eles precisam para ter sucesso em um ambiente de trabalho, os alunos também se deparam com um mundo real desconhecido e assustador: o que é, na verdade, um escritório? Será que eu realmente quero trabalhar em um local assim? Marvin, presidente do corpo estudantil da Kent State University, nos disse que muitos de seus colegas têm pais que nunca trabalharam em um ambiente como o de um escritório. “O famoso ‘leve seu filho no trabalho’”, Marvin nos disse, “nunca existiu para essas pessoas”. O relacionamento mais crítico, a fim de eliminar essa barreira é o entre empregador e instituição. Claro, precisamos destas pontes para trabalhar melhor as experiências que estamos oferecendo e as habilidades que estamos construindo para o que o mercado de trabalho necessita. Mas também precisamos deles para que possamos dar aos alunos o verdadeiro percurso de sua carreira. Desta forma, podemos ter menos pessoas gastando tempo e dinheiro em um caminho que não levá-los para onde eles realmente querem ir. Assim, junto com o alinhamento sobre os resultados, precisamos de empregadores envolvidos em mostrar a realidade do trabalho para os alunos esperam por este momento. Este foi um dia esclarecedor para mim, mas continuo a pensar muito sobre a conexão entre a educação formal e a progressão na carreira. *Katie lidera os Serviços de Educação da Blackboard, fornecendo consultoria e serviços para estudantes e organizações em todo o mundo, capacitando-os para prever, preparar e realizar o futuro da educação. Katie orienta uma equipe de mais de 1000 pessoas para gerar novas oportunidades de mercado, desenvolver a capacidade organizacional e a excelência operacional. Este relato mostra a realidade “americana” do ensino e a preocupação de seus estudantes, mas podemos ver semelhanças, adaptar e aplicar algumas atitudes e planejamento para a realidade brasileira.  

2 de setembro de 2015

Como engajar alunos, professores e universidade no aprendizado

como engajar alunos O uso da tecnologia na educação tem mostrado que, ao oferecer uma experiência de aprendizado mais colaborativa e interativa, é possível – entre outras coisas – envolver todos os alunos como nunca se conseguiu antes. E esse é o objetivo da plataforma Blackboard Collaborate™. Com ela, é possível criar salas de aula, escritórios e salas de reunião virtuais, abrindo mais possibilidades de interação entre alunos, professores e instituição. Isso porque a plataforma é capaz de oferecer novas abordagens de aprendizado em grupo e, ao mesmo tempo, envolver cada aluno individualmente. O Blackboard Collaborate combina as habilidades dos líderes do setor, Wimba e Elluminate, proporcionando uma plataforma de aprendizado abrangente e destinada especificamente para o ensino. Ele já está ajudando milhares de instituições de ensino, organizações profissionais, corporativas e governamentais em todo o mundo a proporcionar uma experiência mais eficaz de aprendizado. Trata-se de uma grande possibilidade de envolver mais alunos e melhorar os resultados. Saiba mais sobre a plataforma e como ela pode melhorar o engajamento entre alunos, professores e a universidade como um todo.  

19 de Fevereiro de 2014

5 questões que professores devem perguntar a seus alunos

Para garantir um ensino eficiente, além da capacidade do professor de passar um conteúdo amplo e bem explicado a seus alunos, também é essencial encorajar os estudantes a pensarem sobre o que foi visto em aula. É desta forma que eles irão desenvolver habilidades em questionar e dissertar sobre assuntos, além de aprimorarem a criatividade. Confira 5 questões que professores devem perguntar a seus alunos para garantir um aprendizado mais completo: 1. Qual sua opinião? Para que os alunos desenvolvam um ponto de vista e possam assimilar o conteúdo de maneira mais abrangente, pergunte a eles qual opinião formaram sobre o assunto estudado. Dessa forma, eles darão mais atenção ao que foi ensinado. 2. Por que você tem essa opinião? Logo após a primeira pergunta, questione sobre o motivo que fizeram com que eles formassem essa opinião. Isso fará com que os alunos tenham ainda mais foco no assunto estudado. 3. Como você chegou a essa conclusão? Fazendo essa pergunta, seus estudantes tentarão conectar o que foi visto em aula com experiências que vivenciaram, assistiram ou leram anteriormente, ampliando a capacidade de raciocínio e facilitando a memorização do assunto. 4. Você pode desenvolver? Pedindo para que seus alunos desenvolvam as ideias que tiveram, você os encorajará a ir ainda mais além, algo que pode ajudá-los a serem mais criativos. 5. Alguma pergunta? Sua última pergunta deve ser para estimular seus alunos a questionarem de volta e, dessa maneira, resolverem qualquer tipo de dúvida que possa ter surgido com a discussão do assunto. Adaptado via Universia

2 de dezembro de 2013

As 4 tendências para o aprendizado nos dias de hoje

Está aumentando rapidamente o número de games, apps e softwares que ajudam tanto na alfabetização de crianças quanto no aprendizado em todas as idades. Cada vez mais interativos, animados e sofisticados, esses programas têm desempenhado importante papel, não apenas no momento de ensinar as primeiras palavras, mas também para aumentar as habilidades em escrita e leitura. A Edweek, revista norte-americana especializada em educação, reuniu quatro tendências que têm acompanhado o ensino, e deu exemplos de ferramentas que comprovam cada uma das tendências. O site Porvir procurou elencar iniciativas brasileiras também. Confira: 1. Interação As editoras têm feito grandes avanços na incorporação de mídias interativas em livros eletrônicos para os alunos de todas as idades. Um novo estudo da Campaign for Grade-Level Reading – um esforço colaborativo de organizações sem fins lucrativos, fundações e educadores do governo norte-americano para aumentar o número de estudantes de baixa renda que lêem no nível adequado para a sua idade – descobriu, a partir da análise de 137 livros digitais disponíveis no iTunes, que quase 95% possuíam áudios com narração. Um quarto permitia que os estudantes gravassem sua própria voz e quase metade destacava as palavras enquanto as histórias eram lidas, permitindo que os alunos acompanhassem a leitura. Cerca de 65% tinham jogos e atividades interativas. No Brasil, apesar de a indústria de e-books ainda estar engatinhando, as grandes editoras já entraram de cabeça nesse mercado. 2. Ambientes Personalizados Jogos, apps e softwares que detectam o nível das habilidades dos alunos estão se tornando cada vez mais comuns. A Edweek cita os exemplos da Lexia Learning’s Reading Core5 e o Journeys Common Core Assessment App, ambientes virtuais de aprendizagem interativos voltados para o currículo norte-americano. No Brasil, especificamente para a alfabetização, temos alguns exemplos de games para alfabetização, como o Pé de Vento e o Ludo Primeiros Passos. 3. Criação de Histórias Usando gravações de voz, animações e galeria de fotos e desenhos, muitos apps permitem que os estudantes criem e contem suas próprias histórias em formatos digitais. Aplicativos como o Toontastic, criado pela Faculdade de Educação de Stanford e pelo Zeum, museu infantil em São Francisco, permite que alunos escolham um conjunto de diferentes cenas para criar uma história com pitadas de conflito, desafio, um clímax e a solução do problema. Já o aplicativo PlayTime Theater, criado por uma empresa chamada Make Believe Worlds, permite que os alunos criem um show de marionetes virtuais, onde suas vozes servem como narradores de diálogo. O aplicativo grava o show, para que ele possa ser guardado e reproduzido. 4. Envolvimento dos Pais Pesquisas têm mostrado que o envolvimento dos pais com as crianças em momentos de leitura pode aumentar a quantidade de informação que a criança absorve tanto de livros tradicionais quanto dos eletrônicos ou outra mídia digital. Ferramentas têm aumentado esses momentos de conexão entre pais e filhos em várias formas, como o Pocket Literacy Coach, que envia mensagens com ideias de atividades envolvendo leitura para o celular dos pais. Já o Wonderopolis é um site criado pela National Center for Family Literacy, uma organização que se dedica a melhorar a leitura nas famílias. Outro exemplo é a Story Before Bed, um site que permite que pais, avós, tios ou professores gravem sua voz enquanto lêem um livro digital. Depois, eles podem enviar esse arquivo para qualquer criança e o áudio pode ser usado em tablets ou outros dispositivos móveis.  

29 de novembro de 2013