Um novo membro em nossa família Soluções de Código Aberto

Nos últimos meses, muitas coisas estão acontecendo na Blackboard em torno de nossas soluções Moodle. É por isso que estamos animados para anunciar que a Blackboard adquiriu Nivel Siete, um fornecedor líder de soluções de código aberto e um dos parceiros do Moodle mais respeitados na América Latina.

A Nivel Siete oferece uma variedade de soluções de aprendizagem, hospedagem, suporte e serviços de consultoria que ajudam as organizações a ter sucesso no seu ensino e iniciativas de aprendizagem, incluindo instituições acadêmicas e empresas que se concentram no uso de para gestão de talentos e treinamento de e-learning.

Ao juntar forças, seremos capazes de suportar mais alunos que utilizam o Moodle para atingir seus objetivos educacionais e alcançar o sucesso acadêmico. Além disso, vamos ampliar e fortalecer a nossa rede de código aberto, criando novas formas de instituições e organização aprenderem e colaborarem uns com os outros.

A notícia de hoje ainda atesta nosso compromisso no Moodle e segue as recentes aquisições da Remote-Learner  e da tecnologia X-Ray Analytics. Ele também reitera a importância estratégica do open source para nossos clientes e para nós.

No decorrer do mês de agosto, a Nivel Siete estará promovendo um MoodleMoot na Colômbia. Todos os nossos clientes de código aberto são convidados a participar. Será uma grande oportunidade para manter contato com nossas equipes locais e aprender mais sobre esta história empolgante.

Mais novidades estão por vir. Fique atento!

Phill Miller – Vice Presidente Internacional de Serviços Open Source, Blackboard

Pavlos Dias – Gerente Nacional da Blackboard, Grupo A

 

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Blackboard, Moodle e a educação aberta

Por Mark Strassman

Este mês marca três anos desde que adquirimos o Moodlerooms e NetSpot. Para comemorar a ocasião refleti sobre nossa atividade no Moodle e nosso compromisso com a “educação aberta”.

Começo dizendo simplesmente que a abertura da educação é o elemento chave para o modelo de negócio da Blackboard. Isto é especialmente verdadeiro quando os espaços on-line atendem demandas de alunos e professores. Estudantes e professores querem trabalhar com diferentes instituições de forma colaborativa, em um esforço para gerar os melhores resultados de aprendizagem. Fornecer ferramentas abertas é um elemento fundamental para construir soluções que atendam essas necessidades.

Moodlerooms e NetSpot, ferramentas saudáveis para empresas em crescimento, nos auxiliaram a fazer isso. Através de uma oferta que simplifica e melhora o LMS Moodle básico, temos sido capazes de ajudar mais de três milhões de estudantes e mais de 800 escolas em serem bem sucedidas em suas necessidades e objetivos originais. Isso está diretamente alinhado com a nossa missão global para reimaginar soluções de educação e de oferta e mudar a forma como a educação é entregue e experimentada.

Estou muito orgulhoso do trabalho que temos feito com o Moodlerooms e NetSpot – atendemos desde algumas das maiores universidades da Austrália até pequenos clientes de treinamento corporativo na América do Norte e Europa.  Nosso compromisso para abrir a educação e apoiar a comunidade tem continuado através de um árduo trabalho e de investimentos massivos.

Acreditamos que é importante desempenhar um papel ativo nesta indústria e não ser simplesmente um fornecedor. Servimos toda a comunidade Moodle e continuaremos a contribuir com investimentos, inovações e tecnologia.

Quer saber mais sobre como o Moodlerooms pode apoiar o crescimento de sua instituição? Acesse: br.moodlerooms.com

 

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Dez tendências de tecnologia para a educação

Se por um lado é impensável ignorar a importância da tecnologia na vida de jovens do mundo inteiro, por outro o uso dessa tecnologia em sala de aula ainda gera debates entre educadores e acadêmicos. Como transformar os investimentos em tecnologia em ideias que melhorem o desempenho e aprendizado dos alunos?

A BBC Brasil levantou dez tendências relacionadas ao uso da tecnologia em sala de aula e experiências de seu uso na prática. Veja:

Agregar valor ao trabalho do professor em vez de substituí-lo

Em vez de recursos tecnológicos que tentem substituir o professor ou que apenas digitalizem tarefas de memorização, é muito mais produtivo pensar em como a tecnologia pode ajudar o trabalho do professor.

“Em vez de pensar ‘temos esta tecnologia e este aplicativo, como podemos usá-lo para a educação’, o ideal é refletir ao contrário: perguntar aos docentes que tipo de problemas e dificuldades eles enfrentam e pensar em como a tecnologia pode ajudá-los”, diz Francesc Pedró, representante da Unesco para educação.

Melhorar processos, sem precisar mudá-los radicalmente

A tecnologia não precisa necessariamente revolucionar a aula: pode ser usada para ajudar professores e alunos a trabalhar conteúdos mais abstratos, por exemplo, ou facilitar o aprendizado. No ensino de ciências e de exatas é onde estão a maioria das experiências bem-sucedidas de avanço com a tecnologia, justamente porque fica mais fácil para que alunos visualizem conceitos, transformar números e equações em gráficos digitais e ver o resultado de seus experimentos. 

Tablets estão ganhando o espaço de laptops e desktops

Mais barato e portátil, o tablet tende a ganhar espaço. O tradicional colégio Bandeirantes, em São Paulo, tem um projeto-piloto de uso de tablets equipados com AppleTV a partir do 6º ano, para substituir as salas de informática. O documento da Unesco vê o tablet individual – seja comprado pelos pais ou emprestado pelo poder público – como uma tendência de médio prazo na educação. 

Pensar na internet além dos sites de buscas e das redes sociais

Muitos professores já notaram que tarefas tradicionais muitas vezes são resolvidas pelos alunos com buscas pouco criteriosas na internet e o velho “CtrlC+CtrlV”.

“Tudo indica que de nada adianta continuar promovendo um uso da internet sem estrutura e orientação adequadas, que não evita que a maioria dos estudantes confie na primeira informação que encontre para sua tarefa, assim como não os ajuda a evitar as distrações da própria rede”, diz o documento da Unesco. 

Fazer conexões com o mundo real

Se facilitar a conexão da sala de aula com o mundo exterior, a tecnologia pode ter um papel crucial no ensino. E há cada vez mais exemplos disso.

Nos EUA, estudantes dos anos finais do ensino fundamental criaram seu próprio anuário escolar digital e um tour virtual de um museu local, para mostrá-lo aos estudantes mais novos da mesma escola. O resultado foram alunos mais comprometidos com os estudos.

No Equador, 55 alunos equipados com computadores simularam a abertura de um restaurante durante as aulas. Usaram softwares como Excel para controlar seus gastos e plataformas para desenvolver um website do projeto, desenhar panfletos e etc. 

Estimular criação, cooperação e interação

Estudantes aprendem mais quando usam a tecnologia para criar novos conteúdos por si mesmos em vez de serem meros receptores, aponta o documento da Unesco. 

Pensar em novas formas de avaliar os alunos

Ante novas formas de oferecer e produzir conteúdo, é preciso pensar também em novas formas de avaliar sua produção, dizem especialistas.

“O melhor é buscar tarefas que estimulem a relação com o conteúdo e a reflexão – dar desafios maiores a alunos que estão armados de mais tecnologia”, diz Pedró.

Ele diz ainda que as escolas não podem esquecer de sua responsabilidade de desenvolver e avaliar as habilidades digitais dos alunos. 

Usar games em favor do aprendizado

Se bem usados, videogames podem exigir do aluno análise da situação, concentração e conhecimento das matérias estudadas, ao mesmo tempo em que tornam o aprendizado mais vivencial e divertido. 

Customização e personalização

Algumas plataformas online permitem que o conteúdo seja personalizado pela região (atividades ligadas à história e ao costume locais, por exemplo) e até mesmo a cada aluno, de acordo com seus pontos fortes e fracos. 

Planejamento é chave

O uso da tecnologia será mais eficaz se for não aleatório, mas planejado, com objetivos claros de qual impacto pode ter no ensino.

Fonte: http://www.bbc.co.uk/portuguese/noticias/2014/12/141202_tecnologia_educacao_pai

 

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Saiba mais sobre Moodlerooms

Programe-se para webinar, dia 27 de maio, próxima quarta-feira, 11h, com o tema “Diferenciais do Moodlerooms como Ambiente Virtual de Aprendizagem”. Serão abordados os serviços oferecidos pelo Moodlerooms, os recursos acadêmicos e pedagógicos e sua aplicabilidade, recursos administrativos e demais serviços da ferramenta. O encontro terá duração de 1h e será apresentado por Alberto Maixner, Engenheiro de Soluções da Blackboard.

Link para inscrição: http://bbbb.blackboard.com/WebinarMoodlerooms

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Palestras do Fórum de Lideranças falaram sobre os desafios dos professores, tecnologia e o papel do aluno na aprendizagem

Líderes e gestores de instituições de ensino se reuniram nesta quinta-feira (8), em Curitiba, para debater a educação no Fórum de Lideranças, evento realizado na Universidade Positivo.

Ryon Braga, presidente da UniAmérica, apresentou uma das palestras mais esperadas pelo público: “O estudante como protagonista da aprendizagem: o caso da Faculdade UniAmérica”. Braga afirmou que recebeu muitos pedidos de demissão por parte dos professores que não aceitavam que o modelo de ensino que conheciam ia mudar:

– O professor não vai mais ser o sábio no palco, mas sim um orientador, uma pessoa que vai levar o conhecimento para o aluno. As pessoas estão insatisfeitas com o que está aí e os jovens estão criando formas mais atraentes e entusiasmantes de aprender. Nós ainda vivemos a cultura do sábio no palco. E um grande desafio é fazer o professor deixar essa cultura de lado. A hegemonia da aula expositiva tem que ser eliminada.

Ryon citou vários exemplos que já estão sendo testados na UniAmerica e um fato que chamou a atenção de todos é que dentro do novo modelo, hoje grande parte dos alunos chega na Universidade em torno de 1 hora antes para aproveitar os recursos disponíveis para estudar. Ryon também apresentou a todos diversas imagens das salas de aulas que já utilizam o conceito de sala de aula invertida na universidade. 

Vice-Presidente Acadêmico da Kroton Educacional e Reitor da Universidade de Cuiabá, Rui Fava destacou:

– Minha preocupação é que a educação faça uma reengenharia onde queira trabalhar só com processos e deixe as pessoas, que são as mais importantes, de lado. A reengenharia faz essa invenção e muitas empresas quase faliram porque perderam suas cabeças pensantes.

E completou:

– O professor tem um papel importante e deve ensinar e usar as ferramentas. Nosso desafio é fazer com que o nosso aluno aprenda a pensar, algo que não era feito antes. Mas não adianta só pensar, ele precisa ter percepção e agir.

Matt Small, da Blackboard, apresentou a palestra “O foco no novo aluno” e falou sobre a tecnologia no ensino:

– As instituições devem focar na tecnologia, mas não sozinha, usando velhos métodos. É preciso olhar para as tendências e desafios e decidir como usar a tecnologia.

Para Pavlos Dias, Gerente da Blackboard no Brasil, a tecnologia trouxe a possibilidade de “educação 24 horas por dia”:

– Quando a internet e a mobilidade surgiram, o profissional parou de trabalhar somente as 8 horas em que estava na empresa. Como o celular passou a ser uma extensão do corpo, o trabalho passou a ser 24 horas. O aluno também pode aprender nas 24 horas do dia.

Pavlos ainda citou as tendências em educação com base no manifesto Educação 2020, da Blackboard:

* O ensino centrado no aluno;

* Análise de dados para tomada de decisões pelas instituições;

* Ampla disponibilidade de conteúdo, 24 horas por dia vindo de diversos canais;

E destacou:

– O aluno vai aprender a aprender, vai pensar mais no que está aprendendo e criar soluções e projetos.

Fotos: Daniel Derevecki

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