É preciso oferecer novas formações para os professores

Os professores ainda estão usando pouco as tecnologias aplicadas à educação e isso pode ser explicado por alguns fatores. Primeiramente, as escolas do Brasil não foram devidamente equipadas como deveriam. Existem unidades com computadores, mas muitas vezes eles não têm uma conexão à internet de qualidade e, quando as escolas possuem equipamentos adequados, o acesso nem sempre é livre.

O tipo de formação que o professor teve é outra razão que pode justificar a baixa utilização das tecnologias na escola, a maioria  deles não foram qualificados, especificamente, para trabalhar com a tecnologia nas salas de aula, até porque a internet é ainda algo recente. Hoje, eles estão desafiados a aprender ao mesmo tempo em que aplicam os computadores na sua rotina.

O problema é que essa falha na formação ainda continua. Os cursos de formação de professores em todo o país ainda não contemplam fortemente o uso de tecnologia na educação como disciplina. É preciso oferecer novos currículos para que os atuais estudantes e futuros professores, já cheguem às escolas sabendo usar as tecnologias em seu proveito. E esse tema deve ser tratado com urgência.

Além disso, as secretarias de educação precisam oferecer mais cursos para os profissionais que já estão nas escolas, mas que não tiveram uma formação voltada para o melhor uso de instrumentos modernos.

No entanto, é sempre importante perceber que a tecnologia não deve dispensar a intermediação do professor. Ela pode ser um bom instrumento, mas é com o trabalho do educador que o aluno conseguirá agregar mais conhecimento.

Fonte referência: estadao.com.br

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Feira em SP sobre a escola do futuro conclui que lousa digital é a maior oferta

Na 20ª Educar Educador, feira e congresso internacional que começou na quarta-feira (22) em São Paulo, a lousa digital, uma das primeiras tecnologias a entrarem na sala de aula brasileira, há mais de 15 anos, ainda é o principal produto de inovação disponível no mercado educacional. Mas agora, ela divide espaço –e interage– com os tablets, que trazem uma diversa gama de aplicativos e programas com conteúdo do currículo escolar, mas estão, em sua maioria, atrelados ao uso da lousa interativa.

A feira aconteceu até o sábado, dia 25, no Centro de Exposições Imigrantes, na Zona Sul de São Paulo. Entre os 200 expositores nacionais e internacionais do evento, não faltaram modelos de lousas sensíveis a toque, com canetas próprias, acesso à internet, sistema de som e até um sensor infravermelho, que permite o uso por mais de uma pessoa ao mesmo tempo, entre outras novidades interessantes para uso em sala de aula.

A maioria dos produtos oferecidos pelo mercado brasileiro, porém, é importada e, por isso, o custo ainda é alto. Segundo expositores, uma lousa pode sair por cerca de R$ 5 mil, mas, para que ela seja usada com qualidade, é preciso transformar a sala de aula e, principalmente, treinar os professores.

As pesquisas de mercado mostram que, apesar da tendência de crescimento, apenas 4% das escolas brasileiras já adotaram a tecnologia nas salas de aulas. Quem responde pelo maior número delas, de acordo com ele, são as escolas da rede pública. Na China, segundo estimativas de Lin Shuyuan, representante da fabricante chinesa de lousas Returnstar Interactive Technology, entre 10% e 15% das escolas possuem um modelo de lousa digital.

A empresa que já fabricava carteiras escolares, também entrou no ramo das lousas digitais e oferece pacotes que incluem o produto acoplado a dois quadros brancos tradicionais e caixas de som embutida. O valor pode chegar a R$ 25 mil, e até 15 professores recebem uma capacitação que dura entre seis e oito horas para aprenderem a usar a ferramenta.

Ele afirma que já treinou mais de seis mil professores em todas as partes do Brasil e concluiu que o professor tem mais facilidade em aceitar a nova tecnologia se ainda tem acesso à antiga, por isso o quadro branco é vendido junto com a versão digital.

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Eventos em torno da educação e tecnologia acontecem em São Paulo

A cidade de São Paulo recebe essa semana programações para quem se interessa por inovação em educação. Dois grandes eventos acontecem para discutir esse assunto, que é de extrema importância no mundo educacional atualmente. Ambos os eventos são presenciais e precisam de inscrições para a participação. Confira abaixo quais são eles e as informações necessárias para você não ficar de fora:

20ª Educar/Educador

Começou hoje a 20ª Educar/Educador que se estende até o dia 25 de maio. Considerada a maior feira e congresso educacional da América Latina, neste ano o evento tem como tema a Educação 3.0: A Escola do Futuro Chegou?. O palco dessa grande feira é o Centro de Exposições Imigrantes e acontece das 15h às 19h. Além de visitar a feira que é gratuita e contará com estandes e exposições de produtos e serviços em educação, os participantes também podem assistir as palestras que são pagas e acontecem no congresso. As inscrições ainda podem ser feitas até amanhã pelo site.

Participam do congresso mais de 150 palestrantes. No encontro, estarão reunidos nomes de destaque nacional e internacional, como o especialista em comunicação Dado Schneider, que apresentará no primeiro dia sua palestra magna Educação 3.0 e Digiriatria: Seremos Todos Velhos Digitais?. No mesmo dia, o professor José Carlos Libâneo, mestre e doutor em educação, abordará as exigências educacionais contemporâneas e os desafios da escola e o trabalho de professor. O uruguaio José Weinberg falará, no penúltimo dia do evento, sobre os desafios do desenvolvimento da educação profissional e tecnológica no Brasil, América Latina e Europa e o que é possível tirar de aprendizado.

2º Congresso de Recursos Digitais na Educação

Amanhã começa o 2º Congresso de Recursos Digitais na Educação que vai até o dia 25. No evento que acontece na Universidade Presbiteriana Mackenzie em Higienópolis -SP, serão apresentados trabalhos acadêmicos na área e realizados minicursos a partir de temas como: ambientes virtuais de aprendizagem, desenvolvimento de objetos de aprendizagem, formação de educadores na era digital, entre outros. No congresso ocorre ainda uma chamada pública para o projeto que está identificando e mapeando ODAs (Objetos Digitais de Aprendizagem), realizado a partir da parceria entre Instituto Natura, Inspirare e Instituto Educadigital. As inscrições podem ser feitas pelo site.

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A educação digital demanda capacitação dos professores

O tempo do professor em sala de aula hoje é otimizado com o auxílio dos recursos existentes nos programas de criação de apresentações e nas lousas digitais. O estudo do aluno em casa é incrementado pela facilidade de pesquisa em sites de busca e pela permanente comunicação com a escola, a qual, por meio de portais cada vez mais sofisticados, coloca à sua disposição aulas de reforço, listas de questões, atividades de fixação, revisão e aprofundamento.

No entanto, a rapidez com que avança a tecnologia e a forma como se sucedem as gerações de estudantes (e, no que se refere à população discente, o intervalo entre gerações é cada vez mais curto) trazem a certeza de que a transformação será mais profunda do que a que temos hoje. O aproveitamento dos recursos tecnológicos que já existem e dos que virão passará necessariamente por uma modificação na linguagem educacional, na qual o aluno deixa de ser um componente passivo e se torna um elemento ativo do processo de ensino e aprendizagem. Condições para isso já existem: recursos audiovisuais que permitem contextualizar os conceitos apresentados, atividades especialmente desenvolvidas para possibilitar a aprendizagem contínua e significativa, uso de devices em sala de aula que acessam as redes colaborativas.

As tecnologias oferecem hoje aos professores recursos e meios que podem ampliar a relação ensino-aprendizagem, diminuindo barreiras de tempo e espaço, através de ambientes que extrapolam a sala de aula física e convencional. Os repositórios, blogs e os espaços colaborativos podem agregar conhecimentos a própria prática docente, por meio de pesquisas sobre novas metodologias e recursos didáticos.

Para que isso ocorra, os profissionais da educação, sobretudo os professores, devem assumir um papel de pesquisador de novos conhecimentos para aperfeiçoar cada vez mais sua prática educativa. O professor deve ser sempre um pesquisador, não só de conhecimentos científicos, metodológicos, mas também da sua própria prática pedagógica. Nesta perspectiva, o professor, assumindo esse papel de pesquisador e produtor de conhecimentos, poderá utilizar as tecnologias para estudos, através do acesso a periódicos, livros, artigos científicos, blogs, conteúdos e recursos educativos. Além de também poder compartilhar com outros profissionais suas produções (trabalhos, artigos, atividades educativas, vídeos, entre outros), experiências e conhecimentos.

Ao professor está reservado o importante papel de coordenador do processo, mediando o caminho do aluno rumo à aprendizagem e à aplicação dos fundamentos. Por isso, é necessário e urgente capacitar os mestres desde sua formação; assim, poderão chegar à atividade docente com a consciência de que os conteúdos não são simplesmente alvo para a memória, mas ferramentas que possibilitam o desenvolvimento das habilidades e competências fundamentais para o pleno exercício das capacidades dos alunos.

Fonte referência: administradores.com.br

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Google Glass: um olhar digital e tecnológico

As novas tecnologias trouxeram grande impacto sobre a Educação nos dias atuais, criando novas formas de aprendizado, disseminação do conhecimento e, especialmente, novas relações entre professor e aluno. A informação gerada em qualquer lugar, pode estar disponível rapidamente em outro. Essa globalização do conhecimento e a simultaneidade da informação são ganhos fundamentais para a humanidade, principalmente quando unida a educação.

Hoje, o dispositivo que tem gerado uma enorme expectativa na arena online em que transitamos é o Google Glass. Não se trata apenas de um mero novo gadget, pois assim como o iPhone e iPad que revolucionaram as suas respectivas categorias, o Google Glass é realmente algo rompedor e diferente. Primeiro que o novo produto da Google foi concebido para ser usado de forma acoplada ao nosso rosto. Atualmente, os meios de comunicação são extensões de nosso corpo. Quando nossa simples presença abre a porta automática de um shopping, a sensação é que o nosso corpo quem está abrindo a porta. Quando usamos o bip de um chaveiro para destravar a porta de nosso carro à distância, sentimos como se fosse nosso poder da mente que abre a porta do carro. Vivemos num verdadeiro universo de ficção científica e o Google Glass é a prova disso. Ele é composto de uma parte que se conecta aos ouvidos e outra ao longo da linha da sobrancelha. Nada mais é que um computador razoavelmente completo, ou talvez um smartphone que você nunca tenha que tirar do seu bolso.

Uma série de pessoas ao redor do mundo está eufórica com o seu lançamento. Algumas pessoas, selecionadas a dedo, estão tendo a chance de experimentar um par. O Google Glass é um projeto absolutamente impressionante de miniaturização e integração. Dentro do fone de ouvido direito, isto é, o suporte horizontal que passa sobre a orelha, tem embalado memória, processador ultra veloz, câmera, alto-falante e microfone, Bluetooth e antenas Wi-Fi, acelerômetro, giroscópio, bússola e uma bateria. Tudo dentro do fone de ouvido. O maior triunfo é que a tela pequena é completamente invisível quando você está falando, dirigindo ou lendo. O usuário simplesmente esquece da tela. Pode-se controlar o software passando um dedo em diferentes direções, é um touchpad. Seus toques podem guiá-lo por meio de um menu simples e intuitivo. Em diversas apresentações, o Google propôs ícones para funcionalidades como tirar uma foto, gravar um vídeo, fazendo uma chamada de telefone, navegar no Google Maps, verificar o calendário e assim por diante.

O advento do Google Glass já insinua até mesmo algumas discussões da ordem ética. Dizem que já estão desenvolvendo aplicativos para Google Glass que simplesmente eliminam de nossa visão os mendigos da rua. Além de outras questões de privacidade, ou seja, você pode estar conversando com uma pessoa que está usando os óculos e ela estar lhe fotografando sem que você perceba, e compartilhando sua imagem no Google Plus. O fato é que ainda é muito cedo para tentar prever como as pessoas irão se apropriar dessa novidade. Mas é absolutamente possível que ela carregue um potencial que nenhuma outra máquina já teve antes.

A Blackboard acredita que são novas ferramentas e tecnologias como essas, que devem estar inseridas nas salas de aula e aprendizado do aluno.

Fonte: administradores.com.br

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