Fórum Mundial de Ciência: países enfrentam o desafio de atrair jovens para educação

A democratização da informação e os desafios da educação científica foram os tópicos mais abordados no primeiro dia de palestras do Fórum Mundial de Ciência, que ocorreu no Rio de Janeiro na última semana. Em diferentes intensidades, países ricos e pobres são afetados pela dificuldade em atrair jovens para a iniciação científica por meio da educação formal.

De acordo com Takashi Onishi, presidente do Conselho de Ciências do Japão, os investimentos em educação científica em seu país são significativos, mas as escolas enfrentam concorrência desleal com a internet, quando o assunto é a atenção e dedicação do estudante.

Segundo o diretor da Academia Brasileira de Ciências, Luiz Davidovich, no Brasil os problemas são ainda mais complexos, já que incluem os baixos salários dos professores e a pouca valorização da educação pela sociedade como um todo. “É um tema extremamente importante que tem sido negligenciado há séculos na história do Brasil. A valorização significa aumentar os salários e promover a educação continuada dos professores”, disse ele. “Sendo cientista, conheço o fascínio da ciência. Acho muito importante o processo pelo qual a fascinação da ciência chega às crianças. Os professores devem transmitir a magia da ciência”.

Um dos participantes do fórum, o professor de física Jorge Flores, da Universidade Nacional Autónoma de México, defendeu investimentos na educação informal, para que o conhecimento seja repassado de maneira eficaz. “Pelo menos na América Latina, os sistemas educativos são incapazes de produzir um ensino correto das ciências”, disse ele. O professor acredita que “o uso de centros pequenos e interativos de ciência podem ajudar os estudantes a fazer experimentos”.

Para Anne Glover, assessora científica da União Europeia, educação e democratização da informação científica são parceiras na diminuição das desigualdades e na prosperidade das nações.

Adaptado via Exame

 

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Blackboard no IV Congresso Internacional de Tecnologia Educacional da ABT

Com o constante crescimento da aplicação de tecnologias da informação móveis e sem fio, o conceito de mobile learning ganha cada vez mais importância no cenário da educação. É por isso que nos dias 22 e 23 de novembro, a Associação Brasileira de Tecnologia Educacional (ABT) promove o IV Congresso Internacional de Tecnologia Educacional, com o tema “Mobile Learning: o uso de dispositivos móveis em educação”. O evento é organizado e sediado por um dos clientes da Blackboard, a Universidade Anhembi Morumbi, e reunirá renomados profissionais do mercado para debater os principais pontos que estão em discussão no atual cenário educacional.

Um destes profissionais que estará presente no congresso é o gerente da Blackboard Brasil, Pavlos Dias, que irá ministrar uma palestra para falar sobre a plataforma Blackboard Mobile. O objetivo é apresentar o conjunto de soluções oferecido pela plataforma, suas principais ferramentas, e como ela pode promover uma experiência de ensino muito mais completa para todos através da mobilidade e praticidade de acessar informações de qualquer lugar por meio de smartphones ou tablets.

Esta e outras novidades relacionadas ao assunto estarão em pauta no Congresso, tornando importantíssima a participação de reitores, professores, e demais profissionais da área da educação e da tecnologia no evento. A troca de ideias e experiências, somadas à consciência de tudo que a tecnologia pode agregar à educação, certamente poderão levar o ensino muito mais longe do que se imagina.

As vagas para o Congresso são limitadas e as inscrições custam R$ 95,00. A programação completa do evento pode ser conferida aqui.

Palestra: Blackboard Mobile: a revolução da experiência educacional no seu celular.
Ministrante: Pavlos Dias
Data: 22/11 (sexta-feira)
Hora: 14h
Local: Universidade Anhembi Morumbi | Rua Casa do Ator, 275 – Vila Olímpia – São Paulo/SP

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De vilão a aliado: celular vira alternativa para melhorar a educação

A ideia do celular como inimigo da educação está ficando para trás. Devido à sua facilidade de acesso, o celular já é considerado um aliado da educação por especialistas em ensino a distância.

No Brasil temos exemplos de iniciativas como o ProDeaf, aplicativo para Android que traduz tudo o que você escrever ou falar para libras (língua de sinais usada por pessoas surdas e mudas). Outro exemplo é o serviço oferecido por uma operadora de telefonia celular que tira dúvidas de português da escola ou do trabalho pelo aparelho, além de cursos de idiomas e de outras áreas via smarphone.

Mas não é só isso. A fim implementar soluções móveis com capacidade de levar o ensino ainda mais longe, a Blackboard trouxe ao Brasil o Blackboard Mobile. Este conjunto de soluções é uma forma de manter os alunos conectados ao campus e de divulgar sua instituição para alunos em potencial. Todos terão tudo que necessitam nos dispositivos móveis que possuem, através de aplicativos como Blackboard Mobile Learn, e Blackboard Mobile Central. Com eles, alunos, ex-alunos e faculdade têm acesso a cursos, conteúdos e organizações, além de informações especiais e auxílio na utilização plena dos recursos do campus. Com ferramentas como esta, podemos construir uma melhor experiência de ensino para todos, em toda a parte, a qualquer momento.

Adaptado via Porvir

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Blog Desafios da Educação é fonte de informações para educadores

Para superarmos os desafios que se apresentam dentro e fora da sala de aula, entendemos que é necessário estar a par e estabelecer um diálogo diário para uma troca de ideias efetiva. Pensando nisso, nasceu o Desafios da Educação, uma iniciativa da Blackboard Brasil e do Grupo A que tem como objetivo unir líderes, gestores e especialistas na discussão das melhores práticas, além do compartilhamento de experiências inovadoras em educação.

A fim de fortalecer este diálogo, foi criado o Blog Desafios da Educação, um espaço aberto para a troca de conhecimentos e o debate de temas relativos à educação, inovação e tecnologia. Para isso, reunimos semanalmente conteúdos que instigam e questionam nossas percepções sobre o mundo do ensino. A ideia é que estes conteúdos incentivem professores, reitores e demais envolvidos a exporem suas opiniões, fomentando os debates e agregando seus conhecimentos e experiências.

Acesse o blog, conheça mais sobre o projeto e, principalmente, opine. Sua participação é essencial para, juntos, enriquecermos as discussões e descobrirmos novos caminhos para o futuro da educação.

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5 maneiras inovadoras de usar a tecnologia, segundo os alunos

Você acha que os estudantes usam a Internet de maneira produtiva? Claro, eles gastam muito tempo curtindo posts no Facebook, tuitando e conversando pelo Whatsapp, mas essas interações não são as únicas atividades deles na web. Os chamados nativos digitais estão, sim, utilizando a tecnologia para aprender ainda mais.

Geração Y ainda acredita na necessidade de um professor e nas aulas presenciais, mas também espera que os serviços e recursos digitais voltados para a educação tenham velocidade, conveniência, flexibilidade e potência. Com todas essas exigências, como será que eles estão usando essas ferramentas? Inspirados no site Edudemic, listamos aqui cinco maneiras inovadoras de usar a tecnologia, segundo os jovens.

1. Organizando o cronograma
O smartphone serve para atividades além das conversas no Whatsapp. Os alunos utilizam aplicativos de organização, agendas, alarmes e lembretes para recordar prazos de projetos e avaliações. Muitas ferramentas disponíveis na web podem ser acessadas no celular, tornando os estudantes mais conectados com o que está acontecendo em sala de aula.

2. Estudando em ambientes híbridos
Os alunos preferem assistir a aulas on-line, responder quizzes, obter os resultados imediatamente e, depois, trabalhar seus pontos fracos em sala de aula. Nos Estados Unidos (EUA), 63% dos alunos preferem um ambiente híbrido de aprendizagem, onde o professor precisa tirar dúvidas individuais e aprimorar o conhecimento das aulas feitas de maneira virtual.

3. Fazendo experimentos em laboratórios virtuais
Os jovens se adaptam com facilidade às limitações que podem existir nas instituições de ensino. Quando não é possível fazer experiências em laboratórios dentro da universidade, os alunos podem utilizar laboratórios virtuais para solucionar esse problema. Nos EUA, universidades têm espaços onde alunos aprendem, virtualmente, a fazer experimentos.

4. Compartilhando conhecimento
Diferente das gerações anteriores, a Geração Y acha que compartilhar o conhecimento é algo tão natural quanto respirar. Os alunos utilizam as redes sociais para manter contato com os colegas, solucionar dúvidas sobre conteúdos que aprenderam em sala de aula ou fazer trabalhos em grupo. Além do entretenimento, esses espaços se transformam em um ambiente de aprendizado e troca de informações realmente relevantes para a formação dos alunos.

5. Colocando em prática as lições de sala de aula
Antigamente os alunos iam para casa e praticavam o que aprendiam sozinhos. Hoje, com todas as possibilidades de comunicação disponíveis (chamadas de vídeo, chats, comunicadores instantâneos, etc.) é muito mais fácil tirar dúvidas e praticar lições com os colegas. O contato entre eles fora de sala de aula facilita a troca de conhecimento.

Portanto, este é um grande desafio para os gestores das universidades: acompanhar as necessidades dos estudantes, buscando fornecer ferramentas para o desenvolvimento de suas capacidades.

E você, utiliza a tecnologia de maneira inovadora?

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