Conheça o Blackboard Collaborate, ferramenta completa de videoconferência

Blackboard Collaborate

Blackboard Collaborate é uma ferramenta completa de videoconferência que proporciona para sua instituição de ensino ou empresa uma experiência colaborativa e interativa pela web, via computador, tablet ou dispositivo móvel. O objetivo da plataforma é facilitar a criação de salas de aula, de reunião e escritórios virtuais, abrindo possibilidades para que usuários participem simultaneamente, não importa em que lugar estejam.

>> Leia também: Como as salas virtuais facilitam o treinamento a distância

Com o Blackboard Collaborate, você pode oferecer novas abordagens de aprendizado em grupo e, ao mesmo tempo, envolver cada aluno individualmente, oferecendo uma experiência de aprendizado completa. Diferentemente de outras ferramentas, o Blackboard Collaborate é acessado via navegador; dessa forma, o usuário não precisa instalar nenhum programa em sua máquina ou dispositivo móvel.

A tecnologia de videoconferência virtual ajuda a intensificar o aprendizado, já que proporciona soluções de colaboração abertas e focadas na colaboração. Assim, permite a redução de investimentos e melhora a experiência dos usuários, proporcionando maior eficácia, seja no aprendizado seja em reuniões corporativas.

A plataforma Blackboard Collaborate é abrangente para ajudar sua empresa ou instituição a atingir as metas por meio de uma interatividade. Inclui:

    • Web, vídeo e áudio conferência;
    • Mensagens presenciais e instantâneas;
    • Colaboração de voz;
    • Participação por meio de dispositivos móveis.

Você pode testar a ferramenta completa de videoconferência da Blackboard gratuitamente por 30 dias. Clique aqui para começar agora mesmo.

Conheça as principais possibilidades de uso da ferramenta:

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O que os estudantes estão nos dizendo sobre a tecnologia e por que isso é importante

*Este é um post escrito por Bob Solis. Bob é membro do conselho consultivo da Blackboard.

Os estudantes querem trabalhar – e vamos ser claros quanto a isso. Cem por cento dos alunos que entrevistei informalmente afirmaram que frequentam a faculdade para se posicionar bem no futuro. Minha conclusão pessoal coincide com uma pesquisa feita pela New America:

“Cerca de 90% dos estudantes dizem que foram para a faculdade para conseguir um bom emprego, ganhar mais dinheiro ou obter melhores oportunidades econômicas…”

De forma alguma isso marginaliza a missão da educação, mas temos que tomar isto como uma afirmação acerca do que está interessando aos jovens alunos atualmente: o alto preço da educação e a crescente competição nas áreas de emprego.

Por que é importante saber o que os alunos estão nos dizendo sobre a tecnologia?

Efetivamente, todo o feedback que recebi a respeito da tecnologia sugeria que os alunos querem ter habilidades tecnológicas que possam necessitar no futuro ou alguma tecnologia que irá ser mais eficaz em sua experiência na faculdade.

Recentemente, organizei um painel em uma conferência. Esse painel foi originalmente composto por quatro alunos de graduação. O assunto era, de fato, novos pensamentos sobre a tecnologia – e os quatro tinham opiniões e experiências muito similares: todos eles usam e contam com a tecnologia 24×7 e, como resultado disso, destacaram facilidade de uso, design que não requer adaptação prévia, acesso a qualquer hora e em qualquer lugar e conectividade e integração entre dispositivos.

Seguem aqui algumas constatações dessa conferência: :

*Os estudantes têm usado com mais frequência o ambiente virtual de aprendizagem, tanto em cursos a distância quanto presenciais, contudo estão interessados em utilizar um único AVA/LMS.

*Eles esperam fazer um único login para poder navegar em diferentes aplicativos ou ferramentas.

*Aderência a a recursos de vídeo para fins acadêmicos, de comunicação e capacitação; entretanto, é necessário que os vídeos tenham 2 minutos ou menos de duração – caso contrário, o estudante perde o interesse;

*O e-mail está de volta: os estudantes estão lendo os e-mais com o objetivo de obter informações em casos que o e-mail é o principal canal de comunicação.

*Eles esperam acesso wi-fi em todos os lugares do campus;

Enquanto estes eram os principais e já esperados tópicos, ouvi também dicas sobre aplicativos e ferramentas que podem auxiliar os alunos durante sua jornada na faculdade.

Um artigo recente de Susan Grajek em um jornal de 2015, intitulado “O que precisamos saber sobre tecnologia em 2015”, resumiu cinco coisas que os alunos ”desejavam que seus instrutores utilizassem mais”:

  • Palestras gravadas;
  • Sistemas de alerta
  • Conteúdo livremente disponíveis;
  • Aprender mais sobre sistemas de gestão;
  • Utilizar laptops e tablets durante a aula.

Estas são tecnologias já enraizadas no ambiente da faculdade e do trabalho. No entanto, como todos sabemos, a tecnologia de hoje não é isolada, mas tem convergido bastante com nossas vidas pessoais.

Em agosto passado embarquei em uma viagem para ajudar meu filho a se mudar de Houston para Seattle. Fomos em um carro levando seus pertences, atravessando o oeste dos Estados Unidos, vendo alguns dos mais impressionantes parques nacionais ao longo do caminho. Muito low tech, não? Não é bem assim… Estávamos ligados durante toda a viagem:

*Kayak.com em busca do melhor vôo para encontrá-lo futuramente em Houston;
*Waze e Google Maps para saber o trajeto durante a viagem;
*Trip Advisor e hotels.com para conseguirmos hotéis ao longo do caminho;
*O app do canal do tempo para rastrear a previsão;
*Yelp, Diners e demais para encontrar lugares para comer;
*O app Pandora em seu telefone para transmitir música no carro;
*Instagram, Facebook e, claro, a câmera do telefone para narrar a viagem;
*O app “Find My Friends” para que sua mãe e avó acompanhassem nosso caminho;
*Craigslist, hotpads.com e apartments.com para encontrar um lugar para ele morar;
*E, naturalmente, muitas mensagens de textos para amigos e familiares ao longo do caminho;

Nada parecido com a viagem que fiz com os meus pais na década de 1970! E o meu filho, calouro na faculdade, utilizou tudo isso com grande precisão. Este é o mundo das gerações atuais e futuras.

Como líderes de organizações, todos devemos abraçar a tecnologia – e não apenas os que trabalham com TI. E abraçar é só o início. Devemos nos mover mais rápido e com mais inovação em nossas organizações. Nós muitas vezes debatemos soluções em tecnologia demasiadamente, em vez de agir rapidamente e aproveitar a oportunidade. Ainda recentemente, no início deste ano, tive uma conversa com um dos líderes em tecnologia que lançou um novo aplicativo, a fim de reduzir o volume de chamadas de help desk. Bom projeto, objetivos certos. O que me impressionou foi o espanto desse líder ao ver como os estudantes se adaptaram rapidamente ao app. Em que nível estamos pensando que os estudantes estão?

Isto pode ser reflexo de uma lacuna geracional ou simplesmente mostra que nossas organizações às vezes ficam presas em normas culturais, práticas de negócios e tomada de decisões… é preciso responder com maior habilidade e agilidade ao atendimento da tecnologia. É fundamental respondermos e preparar os alunos para o seu futuro… o nosso futuro!

Fonte: Blackboard

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4 verdades sobre como o uso de dados favorece o sucesso dos alunos

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Os dados são, sem sombra de dúvidas, ferramentas importantes que ajudam a alcançar objetivos em instituições educacionais. O uso dessas informações pode ser direcionado tanto para decisões gerenciais quanto para o auxílio dos estudantes na escolha de seu próprio caminho. A proposta fundamental é transformar dados em ações. Veja como essas informações podem colaborar para o sucesso dos estudantes:

1. Colaboração entre universidades gera ganhos para os estudantes

Cada universidade possui especificidades, conhecimentos e informações. Imagine, então, como os alunos poderiam ser beneficiados se as instituições compartilhassem suas experiências como gestoras de educação.

A colaboração entre universidades poderia promover inovação em maior escala, uma verdadeira difusão de aprendizado. Isso porque, muitas vezes, as instituições possuem projetos pilotos e experimentos relacionados a serviços, disciplinas, entre outros, cujos insights, sucessos e falhas poderiam ser compartilhados para contribuir com o crescimento de todo o segmento.

2. Com dados em tempo real, é possível criar interações e atingir resultados

Os dados gerados em plataformas de ensino permitem que gestores consigam mensurar a performance das instituições e mapear o engajamento e sucesso dos alunos. Com as informações coletadas, você pode analisar quais são os maiores gaps de comunicação entre alunos e tutores, por exemplo.

Ainda, tem a possibilidade de melhorar a integração entre os diferentes níveis e departamentos na própria instituição.

3. É preciso estar disposto a mudanças

A compreensão dos dados também mostra onde a sua instituição precisa de mudanças. Quais são os anseios dos estudantes? Você precisa compreendê-los. E, para alcançar isso, os dados serão importantes norteadores.

Contudo, as instituições de ensino também precisam estar dispostas a seguir o que os estudantes almejam – e portanto, abertas a mudanças. Sempre com direcionamentos bem estruturados para que não se perca o foco.

4. Ter em mente a finalidade da formação do aluno é fundamental

Além de contribuir para a instituição de ensino na formação dos estudantes, os dados também auxiliam gestores e tutores para que possam orientar os alunos visando o seu futuro após a finalização dos cursos. Afinal, o preparo para o mercado de trabalho deve começar durante a graduação, e a instituição deve se fazer presente também com orientações e conselhos. Outra etapa em que os dados podem ser colocados em prática.

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Como se tornar um professor melhor na educação online?

Como se tornar um professor melhor no EAD?

Engajar, motivar, apontar os caminhos dentro do conteúdo abordado na disciplina, acelerar o processo de aprendizagem. O papel do professor é muito claro, independentemente do local em que se encontra: seja na aula presencial seja em um curso online, ele precisa estar atento a cada estudante da turma e incentivar de diferentes formas a absorção do conhecimento.

Ainda assim, os cursos de educação a distância têm características próprias. Ao mesmo tempo em que a tecnologia aproxima o aluno de diferentes fontes de informação – permitindo que ele procure outras referências para complementar seu aprendizado –, ela também torna o estudo mais solitário. Conhecer essas características e utilizá-las a seu favor é o que transforma um bom professor de curso presencial em um bom professor em uma sala de aula virtual. É por isso que, quando se fala em tecnologia da educação, sempre é necessário ter em foco a capacitação do corpo docente. Veja por que algumas universidades são melhores do que outras no uso de tecnologia educacional. 

No entanto, os professores precisam entender seu papel nesse processo: antes de buscar o “como fazer”, compreender “por que fazer”. Quando assimilam a importância de se capacitar, conseguem vencer a barreira inicial de restrição. É comum existir medo e insegurança, sentir-se um dinossauro da tecnologia. Nesse sentido, treinamento, uso recorrente das ferramentas e preparação são fundamentais. A busca por atividades de reforço presenciais ou online, a troca de experiência com outros professores e o estudo de casos bem-sucedidos do uso da tecnologia na educação colaboram para aprimorar o conhecimento. Com menos ansiedade, o professor estará preparado para orientar o aluno dentro do plano de ensino estabelecido.

Existem obstáculos que são comuns nos cursos de EAD, entre eles: como manter engajados e motivados os alunos sem o “olho no olho”; lidar com a ansiedade em aprender a nova tecnologia; e estar confortável no ambiente virtual, no uso das ferramentas, conhecendo com profundidade as ferramentas disponíveis. Sendo assim, como é possível endereçar esses desafios?

 

Superando a distância nos cursos online

 

É difícil entender a necessidade do aluno estando no ambiente virtual? Veja algumas formas de contornar a distância e se aproximar de suas turmas online:

– Normalmente, os alunos são nativos digitais e estão confortáveis em utilizar as ferramentas. Apesar disso, eles também ficam inseguros na sala de aula virtual, que normalmente é um espaço diferente para ele. Mostrar-se presente ao longo do processo, interagindo constantemente e respondendo de forma recorrente a questionamentos e dúvidas, colabora para que professor e estudante se sintam próximos.

– Quando o aluno supera a fase inicial de ambientação, percebe que a internet é uma extensão da sala de aula e começa a utilizá-la para aprender. Criar listas e repositórios de conteúdo para ajudar a fazer a curadoria das fontes disponíveis, indicando canais complementares à matéria em sites e blogs, faz com que ele tire melhor proveito da pesquisa. Essa relação de fontes pode, ainda, ser construída ou aprimorada em conjunto pela turma ao longo do semestre.

– Nos cursos online, o aluno demonstra o desinteresse de diferentes formas. Se o professor ficar atento a sinais, como entrega de trabalhos malfeitos ou atrasados, presença esporádica no ambiente virtual e ausência nos fóruns de discussão, vai conseguir resgatar o estudante que perdeu a motivação. Ter um método de acompanhamento constante do aluno –por meio de tarefas, resolução de exercícios, controle de presença em determinadas atividades e análise de relatórios do ambiente virtual de aprendizagem – também é fundamental para que ele vença o plano de aulas e não abandone o curso. O aluno não pode se sentir invisível aos olhos do professor.

– Explorar as diferentes ferramentas nos ambientes pode diminuir a falta de contato presencial. O uso de câmera durante uma webconferência para uma conversa pessoal com estudantes que estão perdidos no curso pode resgatar o olho no olho e aumentar a proximidade do aluno com o professor.

– Aproveitar bem as eventuais aulas presenciais para aproximar os alunos faz com que a turma se conheça e reforce a relação de confiança com o professor. Além disso, criar um espaço nos fóruns do ambiente virtual para que a turma converse sobre amenidades e temas diferentes dos abordados em aula gera um senso de pertencimento.

 

Quando instituição e professor trabalham juntos

 

O professor e a instituição precisam criar táticas diferentes para acompanhar o aprendizado e antecipar obstáculos. Na Universidade Cruzeiro do Sul, a estratégia é permanecer junto ao aluno, mesmo que virtualmente. Todos os cursos de EAD têm uma disciplina obrigatória em que o estudante dialoga diretamente com o coordenador. Na licenciatura de matemática, por exemplo, onde surgem muitas dúvidas pontuais em relação à matéria abordada ao longo da graduação, o professor Douglas Tinti teve a ideia de solucionar exercícios durante o encontro virtual e, usando um tablet e uma caneta especial, disponibilizar em vídeo para consultas posteriores. Dessa forma, o aluno de curso online se sente tão próximo da instituição quanto os de aulas presenciais.

A Universidade investe também em encontros presenciais mesmo nos cursos de educação a distância. Na semana de tecnologia, palestrantes convidados conversam com estudantes de licenciatura, já incluindo, dessa forma, a educação online na formação dos futuros professores.”

“A Cruzeiro do Sul disponibiliza diferentes especializações específicas para a capacitação de docentes para a educação a distância, como as pós-graduações “Educação a distância: elaboração de material, tutoria e ambientes virtuais” e “Tecnologias digitais e inovação na educação a distância”, ambas podendo ser cursadas online”, diz o professor Marcos Ota, supervisor do núcleo de produção de conteúdos da universidade.

Nessa transição de curso presencial para o virtual, é importante não ter medo de voltar a aprender e estar aberto às novidades. As dificuldades e características são as mesmas do ensino presencial, apresentadas e superadas de formas diferentes. O professor deve ter um pensamento em mente: quais são as barreiras no EAD que impedem o aluno a ser melhor? Identificando isso, consegue criar, em sua disciplina, meios e materiais alternativos específicos para os diferentes perfis de alunos.

Artigo de Pavlos Dias, gerente nacional de Blackboard

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Na Universidade de Groningen, os alunos gerenciam sua própria experiência de aprendizagem

Universidade de Groninger

Com uma forte tradição acadêmica que oferece pesquisa e ensino de alta qualidade, a Universidade de Groningen, fundada em 1614, investe em agilidade nas mudanças para se manter no topo das tabelas internacionais de classificação universitária. A instituição se tornou mais inovadora, robusta e resiliente no uso da tecnologia para continuar crescendo, sempre com foco em quatro pontos:

> Otimizar a experiência online do aluno, dando suporte ao crescimento internacional;
> Personalizar as experiências de ensino e aprendizado dos alunos;
> Desenvolver estratégias de avaliação e feedbacks eficientes;
> Criar eficiências institucionais e acadêmicas por meio da integração dos sistemas.

>> Saiba como a tecnologia pode ajudar sua instituição a atingir suas metas estratégicas

Usuária desde 1999 do Blackboard Learn, a instituição incorporou também, em 2010, o Blackboard Managed Hosting. A iniciativa proporcionou uma experiência melhor e mais estável para seus professores e alunos, além de desonerar a universidade dos riscos operacionais de hospedar internamente o ambiente virtual de aprendizagem, permitindo a expansão do uso.

“A transição permitiu que a instituição se concentrasse na missão central de educação – e não em gerenciar tecnologia”, defente Louwarnoud Van Der Duim, responsável por suporte e inovação educacional do Centro de Tecnologia da Informação da Universidade de Groningen.

Envolvimento dos alunos na gestão de sua experiência educacional
O segundo passo foi empregar alunos para ajudar a dar suporte ao ambiente de aprendizagem, desenvolvendo novas aplicações e serviços institucionais. Além disso, possibilita parceria, colaboração, envolvimento e tomadas de decisões dos alunos em todos os níveis, colocando-os no controle de sua própria experiência de aprendizagem.

Aplicação de avaliações digitais
Desde a transição para uma solução de hospedagem gerenciada, a Universidade de Groningen aplica provas online, incluindo a submissão de avaliações dissertativas durante até 15 horas por dia, seis dias por semana. A principal meta dessa mudança para o digital é melhorar a qualidade das provas, fornecendo ao aluno tecnologia que o ajuda na pesquisa, no desenvolvimento e na submissão de seus textos. Isso aumentou a qualidade das avaliações de muitos estudantes. No primeiro ano, 200 professores marcaram provas online, poupando 6600 horas acadêmicas de correção e submissão de notas.

Redução nos níveis de evasão
A universidade registrou melhorias consideráveis na redução dos índices de evasão e no aprimoramento das taxas de sucesso no nível de graduação. Utilizando dados do Sistema Acadêmico e da Blackboard, a Groningen desenvolveu um sistema de alerta para que os acadêmicos fiquem atentos ao desempenho dos alunos. Essas informações são usadas a fim de proporcionar auxílio e suporte adicionais para evitar a desistência.

“Nós estamos estruturados de forma que o estudante tem liberdade para, se quiser, montar sua própria grade de horários. Nós não apenas oferecemos isso através da nossa versão web do ambiente Blackboard, mas também possuímos uma versão mobile onde mostramos exatamente as mesmas informações, para que eles possam acessá-las onde quer que estejam”, conta Lisette Bakalis, gerente de projetos responsável pelo ambiente virtual de aprendizagem da universidade.

Está com dificuldades para implementar a tecnologia em sua instituição? Baixe nosso Guia de Adoção da Tecnologia e tire suas dúvidas.

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