Humor e movimento estimulam o aprendizado

O pesquisador e professor William Strean, da Universidade Alberta nos Estados Unidos, defende que o humor é fundamental para criar um clima de leveza, que facilita a aprendizagem. Entretanto, para ele o humor deve ir além de apenas contar piadas e fazer os alunos rirem: envolve trabalhar o movimento físico, atividades lúdicas e contação de história.

Ao contrário do que se imagina, Strean não propõe essas metodologias para alunos da educação básica, e sim para jovens universitários. O pesquisador afirma que é no ensino superior, onde estamos mais focados nas habilidades cognitivas, que precisamos trabalhar mais habilidades como paciência, trabalho sob pressão, concentração e o pensamento criativo.

Para Strean, começar uma aula com a leitura de um texto engraçado, compartilhando uma história divertida ou ainda jogando e dançando, pode ter um impacto direto no aprendizado. “Embora a aprendizagem seja um negócio sério, pressão e emoções negativas podem ficar no caminho de uma pedagogia de sucesso. O humor é uma boa forma de desviar a atenção desses problemas”, afirma. O professor explica que o nosso nível de atenção durante uma aula, o que chama de consciência somática, é impactado por nossos sentimentos e empatia com o professor. “Somos incapazes de separar emoções da racionalidade”, garante o educador.

Ou seja, os alunos serão menos capazes de prestar atenção na aula e, por consequência, apreender todo o conteúdo, se estiverem preocupados com outras coisas ou apreensivos com o tratamento do próprio professor. “Além de promover a tão valiosa leveza, o humor constrói a ligação professor-aluno, que é essencial para a absorção e retenção do conteúdo”, disse Strean. “Para melhorar essa relação com os alunos, nada melhor do que um professor fazer piada de si mesmo, por exempo.”

Segundo um artigo publicado por Strean, os estudantes de hoje têm sido acusados de querer saber apenas o que precisam para as provas. E para ele, isso acontece porque o próprio modelo de universidade foca apenas o cognitivo. É no ensino superior onde ocorre uma maior diminuição das atividades relacionadas ao físico e emocional. “É essencial incluir abordagens em sala de aula que passem a dar mais atenção e reforçar as questões ligadas à concentração e ao aprofundamento do aprendizado não-cognitivo. Por meio do humor conseguimos fazer conexões no cérebro que estimulam, por exemplo, o tão deseja pensamento criativo”, diz.

“Uma boa maneira de chamar a atenção é começar a aula passando um clipe de música. Entre os meus preferidos estão músicas do Black Eyed Peas, do Rolling Stones. Isso depende do gosto da turma, da atividade que você pode propor com isso”, conta. Outro exemplo pode ser pedir que os alunos entreguem tarefas relacionadas a essas atividades, como listas de top 10 filmes ou músicas para serem discutidos em aula, cartuns e até elaboração de quadros humorísticos.

Como professor, Strean também sabe das dificuldades de manter o bom humor e encarar a aula com leveza e, para ajudar, sugere que os mestres procurem algum tipo de meditação. Mas também levanta o questionamento: “Se fizermos uma pausa antes de entrar em sala de aula e pensarmos: já que estou indo ensinar, posso escolher antes como vou fazer isso hoje. Como seria a melhor maneira para esse momento? Inquisidor? Curioso? Divertido? Feliz?’”.

Para ele, “é bastante claro que se formos capazes de moldar nosso clima e criar um modo de se envolver com os alunos, as ações dos educadores vão ser muito mais eficazes”.

Adaptado via Porvir

 

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Conheça o Polls, da Blackboard, ferramenta gratuita para fazer enquetes on-line em salas de aula

Como saber a opinião dos alunos sobre determinado assunto em tempo real, sem atrapalhar o andamento da aula? Em um país como o Brasil, em que, segundo dados do Ibope de 2013, 50% dos 72 milhões de internautas acessam a Internet para fins relacionados à educação, é fácil imaginar que essa resposta está online. Por isso, a Blackboard lançou a ferramenta Polls by Blackboard, que possibilita realizar enquetes com os alunos durante a aula, de forma gratuita.

O Polls permite que enquetes sejam respondidas em tempo real por meio de um aplicativo para iPhone, dispositivos móveis ou por um navegador Web. Os usuários podem enviar feedback sobre o produto diretamente do app ou por meio do site, permitindo que a empresa realize melhorias nas próximas atualizações. A ferramenta ainda está disponível apenas em inglês, mas em breve terá versão em português. Além de facilitar o ensino a distância, o Polls incorpora mais um meio de interação em salas de aula, permitindo o maior fluxo de comunicação possível entre aluno e professor.

Em um país onde o número de alunos em cursos a distância triplicou nos últimos cinco anos, fica fácil perceber que tecnologia educacional é o ponto focal de investimentos das IES. Os Ambientes Virtuais de Aprendizagem, por exemplo, já estão se consolidando no Brasil. Levando em consideração apenas as soluções Blackboard (como o Blackboard Learn), já são mais de 1 milhão de usuários brasileiros em instituições como a ESPM (Escola Superior de Propaganda e Marketing) e a Universidade Anhembi-Morumbi (comprada no passado pelo Grupo Laureate, que recentemente comprou a FMU).

 

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De vilão a aliado: celular vira alternativa para melhorar a educação

A ideia do celular como inimigo da educação está ficando para trás. Devido à sua facilidade de acesso, o celular já é considerado um aliado da educação por especialistas em ensino a distância.

No Brasil temos exemplos de iniciativas como o ProDeaf, aplicativo para Android que traduz tudo o que você escrever ou falar para libras (língua de sinais usada por pessoas surdas e mudas). Outro exemplo é o serviço oferecido por uma operadora de telefonia celular que tira dúvidas de português da escola ou do trabalho pelo aparelho, além de cursos de idiomas e de outras áreas via smarphone.

Mas não é só isso. A fim implementar soluções móveis com capacidade de levar o ensino ainda mais longe, a Blackboard trouxe ao Brasil o Blackboard Mobile. Este conjunto de soluções é uma forma de manter os alunos conectados ao campus e de divulgar sua instituição para alunos em potencial. Todos terão tudo que necessitam nos dispositivos móveis que possuem, através de aplicativos como Blackboard Mobile Learn, e Blackboard Mobile Central. Com eles, alunos, ex-alunos e faculdade têm acesso a cursos, conteúdos e organizações, além de informações especiais e auxílio na utilização plena dos recursos do campus. Com ferramentas como esta, podemos construir uma melhor experiência de ensino para todos, em toda a parte, a qualquer momento.

Adaptado via Porvir

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O professor deve incentivar o uso de blogs pelos alunos

Utilizar blogs em salas de aula pode beneficiar os alunos em diversos sentidos. Com eles, os alunos são encorajados a compartilhar suas opiniões e, um simples projeto escolar, pode se tornar muito mais interessante, já que possibilitará maneiras mais interativas de criação aos estudantes. Veja como e por que os professores deveriam incentivar o uso de blogs aos alunos:

1. Administrar as atividades de estudantes– Por meio de blogs, professores e estudantes podem ter uma melhor forma de interação. Os alunos podem publicar seus trabalhos no site e os membros do corpo docente podem, por exemplo, compartilhar as atividades que devem ser feitas.

2. Aumento das habilidades com escrita– A prática leva à perfeição. Portanto, por que não utilizar os blogs para que seus alunos e até mesmo você possam aprimorar as habilidades de escrita? Incentive-os! Manter uma página diária falando sobre matérias do colégio, sobre que aprenderam, quais dúvidas tiveram e também escrever sobre assuntos que os interessem, irá aprimorar muito o vocabulário dos mesmo.

3. Feedback– Uma dúvida frequente entre alunos é entender seu desempenho apenas através de notas. Com um blog, você pode fazer comentários em textos dos alunos, por exemplo, dando uma explicação melhor sobre o que está correto e o que não está.

4. Encoraje a colaboração– Outra vantagem dos blogs é a possibilidade de encorajar a colaboração entre os alunos, permitindo que eles se juntem para realizar projetos. Dessa maneira, eles saberão como avaliar o trabalho de outros alunos e saberão se expressar melhor.

O professor pode usar essa ideia como um projeto para sua disciplina, onde o mesmo será avaliado. Porém, se for bem administrado e coordenado, os alunos possivelmente irão continuar o desenvolvimento deste meio, o que continuará agregando valor aos seus sonhecimentos!

Fonte: Universia

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Três dicas para que seus alunos saibam usar as tecnologias

A cidadania digital é um dos termos mais utilizados no mundo educativo. Isso porque, uma grande preocupação que surgiu juntamente com o uso das tecnologias na sala de aula foi a falta de ética no âmbito on-line e o mau uso das redes. Se você quer evitar esses problemas, confira 3 dicas para construir a cidadania digital e ser bem sucedido na utilização do método como forma de ensino:

1. Sempre incentive o bom comportamento
Os alunos sempre vão se espelhar nos adultos. Eles observam como tratamos uns aos outros e a nossa forma de nos envolvermos com o mundo. Por esse motivo, sempre incentive o bom comportamento e seja o tipo de professor pelo qual vale a pena ser inspirado.

2. Discuta abertamente a etiqueta online
Existem algumas regras de etiqueta que devem ser seguidas no mundo on-line. Discuta esses hábitos abertamente com os seus alunos e explique quais são os problemas que podem ser evitados se eles se comportarem de maneira ideal na internet.

3. Incorpore as redes sociais nas suas aulas
Incorporar as redes sociais nas suas aulas é uma ótima forma de colocar as dicas anteriores em prática. Assim, você poderá exemplificar aos seus alunos o que é a etiqueta on-line, e não apenas falar sobre isso.

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