Por que utilizar tecnologias móveis na sala de aula?

Os governos de todo o mundo estão cada vez mais atentos sobre a necessidade de utilizarem as tecnologias móveis, como celulares e tablets,em prol da educação. Por isso a Unesco publicou um guia com 10 recomendações políticas para tentar ajudar os governos a implantarem esses recursos nas salas de aula. E aos que ainda não estão 100% convencidos dos benefícios de um uso integrado da tecnologia com os objetivos pedagógicos, o guia, apresentado durante a Mobile Learning Week, em Paris, traz ainda 13 bons motivos para ter esse aliado na educação.

O especialista e coordenador do projeto, Steve Vosloo, conta que a ideia de lançar essas recomendações surgiu a partir da constatação de que, mesmo considerando o uso das tecnologias em sala de aula algo pedagogicamente importante, muitos governos não sabiam por onde começar.  Especialistas da Unesco espalhados pelo mundo começaram a elaborar um guia com orientações que servissem a qualquer governo, independentemente do grau de maturidade que o país estivesse nesse debate.

O documento começa com uma orientação que parece simples: ter políticas que incentivem o uso das tecnologias móveis em sala de aula. Na sequência, o guia traz a necessidade de se treinar professores e de fazer isso com o uso de tecnologias móveis, para que eles também se apropriem dessas ferramenta na vida deles. Outras recomendações presentes no documento referem-se à criação de conteúdo adequado e à promoção do uso seguro e saudável das tecnologias. Com essas orientações, acredita a Unesco, os governos estarão mais próximos e adaptados para usufruir dos benefícios do aprendizado móvel.

Veja um infográfico com as 10 recomendações e os 13 bons motivos para se usar tecnologias móveis em sala de aula:

Fonte: porvir.org

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Livros impressos já começam a ser substituídos por tablets no Brasil

Algumas escolas aqui no Brasil já estão exigindo tablets na lista de material escolar, que substituirão os livros. As instituições de ensino argumentam, com a devida razão, que o tablet é uma ferramenta de aprendizagem, no qual, todo conteúdo da versão impressa será colocado nessa nova tecnologia, poupando peso e papel, que consequentemente ajuda o meio ambiente. O custo desse recurso pode não se diferenciar muito do material impresso, o que faz dele uma ferramenta ainda melhor.

Dentro de apenas um aparelho móvel, além de 12 mil livros digitais em média, ainda podem ser armazenadas fotos, videoaulas, bloco de anotações, etc. Tudo isso com um consumo muito baixo de energia elétrica.

Nos livros digitais, assim como os impressos, também irão conter atividades com espaço para os alunos responderem questões. Porém, não serão abandonadas as atividades impressas, bem como provas e trabalhos.

A ideia de muitas escolas é implantar definitivamente o tablet como material escolar em 2014. Em 2013, serão apenas testados, para analisar o rendimento e a satisfação do aluno.

Confira no infográfico abaixo, mais dados dessa tecnologia que invade as salas de aula:

Fonte referência: porvir.org; nomundodoslivros.com

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Livros Digitais farão parte da vida escolar de alunos do ensino médio da rede pública

O Programa Nacional do Livro Didático (PNLD) abriu, no último dia 21, o período para inscrições de obras direcionadas a alunos e professores do ensino médio da rede pública para o ano letivo de 2015. A partir de agora, as editoras também poderão inscrever livros digitais – cujo acesso pode ser feito em computadores ou em tablets.

A versão digital deve ter o mesmo conteúdo que o livro impresso e incluir conteúdos educacionais digitais como vídeos, animações, simuladores, imagens e jogos para auxiliar na aprendizagem, o que já foi comprovado que realmente tem um grande valor na hora de aprender.

Ainda será permitida a apresentação de obras na versão impressa para viabilizar a participação das editoras que ainda não dominarem as novas tecnologias.

Outra novidade é a aquisição de livros de arte para os alunos do ensino médio da rede pública. Os demais livros a serem comprados pelo governo são os de português, matemática, geografia, história, física, química, biologia, inglês, espanhol, filosofia e sociologia.

Os títulos inscritos pelas editoras são avaliados pelo Ministério da Educação que elabora o Guia do Livro Didático com resenhas de cada obra aprovada. Esse guia é disponibilizado às escolas que aderiram ao PNLD do Fundo Nacional de Desenvolvimento da Educação (FNDE). Assim, cada escola escolhe o livro que deseja utilizar.

De acordo com o Ministério da Educação, a previsão inicial de aquisição para 2015 é de aproximadamente 80 milhões de exemplares para atender mais de 7 milhões de alunos.

O período de inscrição de obras pelo Programa Nacional do Livro Didático vai até 21 de maio. De 3 a 7 de junho, estará aberto o período de entrega de livros impressos e da documentação. De 5 a 9 de agosto, o de entrega de obras digitais e respectivos documentos.

Fonte de referência:  administradores.com.br

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Infográfico apresenta dados sobre os educadores e sua relação com a internet

A internet é hoje muito utilizada na educação das crianças e dos jovens, porém seu uso deve ser feito de maneira correta para não gerar certos problemas. A Safernet divulgou dados sobre a relação do educador com a internet e o que eles estão fazendo para orientar seus alunos.

Os educadores ficam, em sua maioria, de 1 à 3 horas conectados diariamente e suas principais atividades são estudar e realizar pesquisas. Fazendo uma comparação com os alunos, observamos que por eles, as redes sociais são mais acessadas, sendo sua principal atividade. O acesso dos educadores ocorre na escola e no trabalho.

Dados revelam que 57% dos educadores discutem com frequência em sala de aula os efeitos da tecnologia na vida dos alunos e 50% dos educadores entrevistados acham que trabalhar em aula questões ligadas ao uso da internet é extremamente importante e urgente. Até porque, 36% dos alunos tem um amigo que já foi vítima de cyberbulling ao menos uma vez, o que evidencia o a urgência de educar sobre o uso da internet também.

O infográfico abaixo revela mais dados coletados na pesquisa feita, veja:

 

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