Uso da tecnologia em sala de aula desperta interesse nos alunos

Da educação infantil à graduação, existe uma grande preocupação de proporcionar ao aluno atividades atrativas que, aliadas ao conteúdo pedagógico de cada disciplina, auxiliem efetivamente no aprendizado. Os estudantes de hoje aprendem com muita facilidade e rapidez, mas se cansam facilmente das práticas repetitivas do ensino cotidiano. Eles anseiam sempre por novidades! E é por isso que o uso da tecnologia em sala de aula desperta o interesse dos alunos.

Essa mudança na forma de aprender obriga o professor a elaborar diferentes aulas da mesma matéria para conseguir atingir uma ampla e diversificada gama de alunos. Os educadores sabem que precisam dispor sempre de novos recursos que os auxiliem a explorar as atividades em grupo, a aumentar a atenção e a disciplina na sala de aula.

Além disso, cada aluno tem necessidades e dificuldades diferentes e, por isso, o uso da tecnologia integrando conteúdos podem apoiar os professor no desenvolvimento e planejamento das aulas.

O próprio professor pode criar uma primeira atividade, que exigirá tempo para sua construção, mas que, posteriormente, poderá ser alterada e adaptada de acordo com os próximos conteúdos.

As metodologias ativas, que colocam o aluno no centro do aprendizado, transformando-o em protagonista de sua evolução acadêmica, encontram na tecnologia suporte para que o aluno absorva o conteúdo. Nesse outro post, você pode entender como a tecnologia facilita a aprendizagem no método da Sala de Aula Invertida.

Mais do que atrair e motivar, a tecnologia também pode garantir a acessibilidade no ensino, colaborando para que barreiras sejam superadas por pessoas que têm necessidades especiais. Nesse sentido, a tecnologia bem aplicada passa a ser uma facilitadora no acesso à informação e à educação.  

No caso de o professor não ter muita habilidade com inovações, ele pode solicitar ajuda de um aluno, que, certamente, se sentirá muito importante em realizar a tarefa. Além disso, veja também 7 hábitos altamente eficientes dos professores que usam tecnologia e torne-se um especialista no assunto. 

É natural que o uso da tecnologia em sala de aula desperte o interesse dos alunos. Elas lhes permitem criar atividades em planilhas eletrônicas, multimídia, fazer edição de filmes e imagens, entre muitos outros recursos. Essas atividades estimulam a participação dos alunos no processo de construção do próprio conhecimento. Mas, independentemente dos recursos ou materiais utilizados, só trarão os resultados esperados se forem bem direcionadas e planejadas.

Até na educação infantil já se provou que os jogos e as brincadeiras – diversas delas realizadas com o apoio da tecnologia – ajudam no desenvolvimento integral da criança. O uso de recursos tecnológicos vem ganhando cada vez mais espaço nas escolas. Por isso, o contato do aluno com a tecnologia é muito importante desde cedo, mantendo-o ao longo de sua formação. Qualquer disciplina, matéria ou conteúdo pode ter atividades preparadas, construídas e realizadas com recursos tecnológicos.

Se os educadores souberem combinar as atividades lúdicas com os recursos tecnológicos, as aulas não se tornarão rotineiras e maçantes, mas despertarão o interesse dos alunos, facilitando o aprendizado e desenvolvendo neles o gosto pelos estudos.

E não é só na sala de aula que a tecnologia colabora com o ensino. Conheça 4 verdades sobre como o uso de dados favorece o sucesso dos alunos também no acompanhamento da rotina escolar, no planejamento de aulas e muito mais.

Quer continuar bem informado? Saiba quais foram as melhores inovações para a educação em 2016 e surpreenda seus alunos!

Com informações de administradores.com.br

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Sete hábitos altamente eficientes dos professores que usam tecnologia

Na maioria das vezes, professores que usam tecnologia em sala de aula são muito diferentes dos que não usam. Eles gerenciam sua sala de aula de uma forma mais interativa, criam um ambiente positivo de aprendizagem e – grandes professores, especialmente – colaboram com as diversas partes interessadas para se certificar de que cada tentativa é humanamente possível para atender a todas as necessidades dos alunos.

Mas usar a tecnologia na sala de aula de forma eficaz pode exigir alguns pequenos ajustes por parte do professor para que dê resultados. Com inovação e alternativas criativas para solução de problemas, pode-se melhorar a aprendizagem com o uso da tecnologia.

Leia também:
O que os alunos estão nos dizendo sobre tecnologia e por que isso é importante

A influência das novas tecnologias em sala de aula

Veja no infográfico quais são os 7 hábitos eficientes dos professores que usam tecnologia:

7 hábitos altamente eficientes dos professores que usam tecnologia

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10 dicas para evitar uma desconexão na comunicação na instituição de ensino?

Ouvimos o tempo todo que uma comunicação eficaz em uma instituição de ensino é o centro para o sucesso do aluno. Embora isto seja verdade, pode ser complicado identificar como otimizar a sua estratégia de comunicação se você não sabe em quais áreas precisa melhorar. Você pode estar se perguntando:

-Estou atingindo as pessoas certas?
-Quais os canais de comunicação são relevantes nos dias de hoje?
-Meu público sabe onde encontrar informações?
-Como faço para determinar quais informações devo compartilhar?

Estas incertezas são comuns – são dúvidas de escolas e universidades de diversos países. Aqui, compartilhamos dez dicas para evitar uma “desconexão” em sua comunicação:

Como sabemos que estas dicas vão ajudar? Os pesquisadores da Blackboard ouviram educadores, pais e colegas, além de consultar especialistas em pesquisa.

1. Conheça sua comunidade

Qual o seu índice demográfico? A maioria das pessoas em sua comunidade tem mais de 65 anos? Se sim, a comunicação tradicional pode ser a forma mais eficaz de alcançá-los do que canais de mídias sociais. Sua comunidade é formada por pais jovens? Se a respostas for sim, enviar notificações para seus telefones pode ser um canal assertivo para compartilhar atualizações e notícias.

2. Conheça seu público-alvo

“Os boletins serão publicadas na próxima semana!” Esta notícia é importante, mas não necessariamente para todos os seus públicos. Os alunos, pais e famílias estão sempre interessados em informações acadêmicas. No entanto, a comunidade em geral pode não ter interesse nesta notícia. Esteja consciente sobre quem será impactado por suas notícias e anúncios e oriente-as para o público correto.

3. Sociabilize seus canais

Há uma desconexão entre os canais que você usar para se comunicar? Segundo a pesquisa, 84% dos líderes de comunicação dizem que sua instituição está presente nas mídias sociais, mas apenas 46% dos pais sabem disso. É difícil ganhar a aprovação dos familiares se você não diz a eles de diferentes maneiras que está mandando mensagens e se comunicando. Para corrigir esta falha, você pode divulgar a sua presença social, colocando ícones sociais em seu site, nos aplicativos e nas assinaturas de e-mail para clicar e se conectar.

4. Preste atenção às preferências da comunidade

Em uma pesquisa recente, aprendemos que as preferências de comunicação dos educadores foram, em alguns casos, drasticamente diferente das dos pais. Como líderes, é preciso ouvir as necessidades e desejos das famílias em sua comunidade em vez de depender de canais que você considera como melhores. 73% dos pais querem saber mais sobre o desempenho acadêmico de seu filho via e-mail, por isso é importante enviar este tipo de informação. Se as comunidades querem saber sobre eventos esportivos em seu site, publique isso em sua home page.

5. Questões urgentes precisam de comunicação urgente

É preciso adaptar a comunicação de forma que ela seja adequada a todas as situações e tenha uma “postura lógica” em todo seu planejamento. Situações emergenciais e informações sensíveis devem ser enviadas pelos canais móveis, como mensagens de texto e nas mídias sociais, para dispositivos que as pessoas carregam em todos os momentos – como smartphones e tablets. E é esta a preferência dos pais: 72% disseram que preferem mensagens de texto para notificações de emergência, mesmo que apenas 16% dos diretores preferem enviar recados através deste canal. Anúncios cotidianos, como menus de almoço, próximos programas e resultados desportivos podem ser postados no site ou em aplicativos para que o público acesse em seus momentos de lazer.

6. Pense fora da caixa

Com o recente aumento nas ferramentas de comunicação, pode ser difícil ter sucesso em todos os recursos que elas fornecem. Arrisque utilizar todos os recursos de suas ferramentas, aumentando as práticas tradicionais.

Por exemplo:

*Coloque o seu sistema de notificação em massa para trabalhar em todo o tipo de comunicação.

*Tenha um diálogo dentro de seu site, usando formulários e pesquisas para ter feedbacks de sua comunidade.

*Use o seu aplicativo móvel para compartilhar vídeos e manter a comunidade envolvida quando ela não puder participar.

7. Não compartilhe demais

Enviar muitos comunicados pode desestimular alguns públicos. Você não precisa fazer um minuto a minuto dos jogos realizados na instituição, por exemplo, mas seria interessante compartilhar a notícia sobre o time vencedor. É importante compartilhar informações, mas cuide para que seus seguidores não fiquem sobrecarregados.

8. Não compartilhe de menos

É preciso atualizar e ser atualizado. Se o conteúdo não é regularmente atualizado em seu site, aplicativo ou outras plataformas de mídias sociais, o seu público pode começar a ignorá-los.

9. Tenha canais diferentes para cada público

Vamos voltar o segundo ponto: conheça seu público-alvo. Conhecendo seu público e sabendo o que eles precisam da instituição, você pode ter um processo de comunicação muito mais assertivo e otimizado. Você não precisa lotar todos os canais com cada atualização da comunidade escolar. É importante ter sites específicos, listas de contatos, canais de mídias sociais e aplicativos para informações relevantes e direcionadas de acordo com o perfil de cada público.

10. Adaptar, adotar e unificar

O que você sabe hoje pode mudar amanhã. Em vez de ficar frustrado com a necessidade de adaptação, abrace as mudanças. Crie uma estratégia que inclua planos de comunicação que lhe permitem integrar novos canais e produtos, sem barreiras. Unificar as ferramentas é uma ótima maneira de poupar tempo e dinheiro.

Após estes tópicos, reforçamos a importância de uma comunicação eficaz e que atinja seus objetivos. É importante perceber que as formas de comunicação mudam de público para público e com o passar do tempo. A partir destas dicas, é possível fazer um bom planejamento de comunicação e bem informar diferentes comunidades que fazem parte da instituição.

Fonte: Blackboard

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Tendências na educação em 2015

Especialistas destacam a gestão de dados, o ensino por competências e as novas formas para avaliar e certificar como alvo das atenções

por Vinícius de Oliveira

É cada vez mais comum encontrar plataformas tecnológicas – e atrativas – para promover aprendizado, jogos que imediatamente elaboram rankings da classe ou ferramentas que geram relatórios com desempenho de alunos. Mas professores ainda sentem falta de um norte que apoie e fomente estratégias para impulsionar o desempenho de alunos. Especialistas ouvidos pelo Porvir consideram que 2015 pode começar a mudar esse quadro e veem como tendências que estarão no centro do debate educacional a adoção de plataformas de gestão de dados, o aprendizado baseado em competências e as novas formas de avaliar e de certificar conhecimentos. É por meio deste pacote inovador, segundo eles, que se conseguirá fomentar o empreendedorismo, a consciência e competências para resolver problemas urgentes relacionados à sustentabilidade e desenvolver as habilidades do século 21.

Tudo começa com o enfrentamento de dois grandes desafios: a garantia de conectividade plena, que permitirá acesso a recursos multimídia de maneira eficiente, e uma formação de professores que os prepare para inovar e lidar com ferramentas digitais.

Novas formas de avaliar e certificar

Ao longo do ano, os testes padronizados que formam rankings e que tanto preocupam gestores e políticos, também devem ocupar o centro da arena de debate e sofrer questionamento maior. David Albury, consultor independente de educação e diretor do Innovation Unit, instituição parceira do Porvir, chega a falar até em “desilusão” com este tipo de método para avaliar desempenho escolar. “Mais e mais países começam a entender as características e competências que jovens precisam para sobreviver e ser bem-sucedidos no século 21, como tomar iniciativa, criatividade, resolução de problemas de forma colaborativa, etc”, diz Albury.

Uma das receitas para alcançar esse aprendizado mais profundo, que dê conta das competências inter e intrapessoais, é novamente o uso da tecnologia e o olhar criterioso para os dados. As avaliações personalizadas ainda facilitam uma mudança que permeia todo o processo de aprendizado, que deixa de ser guiado pelo tempo e passa a ser baseado em competências. Métodos como o ensino baseado na resolução de problemas e o uso elementos do mundo dos jogos são algumas das formas de conectar aprendizados com o mundo real. No Brasil, segundo Adriana Martinelli, consultora em educação e sócia-fundadora do LED (Laboratório de Experimentações Didáticas), será um ano importante para a expansão dos FabLabs, laboratórios integrados para aprendizado que combinam física, química com robótica e programação.

Com novas formas de ensinar e avaliar, a maneira de atestar conhecimento também é impactada e começa a ficar mais flexível, se adaptando aos conteúdos e à duração. Assim, surgem os nanocertificados (ou nanodegrees, em inglês), que oferecem apenas algumas áreas de cursos tradicionais, como o MBA, para o estudante se concentrar. Parece distante? A Udacity, empresa gestada na Universidade de Stanford, nos EUA, já oferece modelos de cursos assim que podem ser feitos online (e de qualquer lugar do mundo). A Fundação Mozilla, por meio do openbadges.org, também aposta na tendência de desmembramento dos cursos universitários e, junto a instituições como museus e centros de pesquisa, oferece badges (condecorações) online para atestar o domínio de uma determinada área de programação, por exemplo. Apesar de inovadoras, essas formas diferentes de chancelar o domínio sobre determinado assunto ainda enfrentam um grande desafio: convencer empregadores. “O ano de 2015 terá uma maior atividade de formas alternativas de certificação atuando sobre o mercado de trabalho, mas sua aceitação acontecerá em um ritmo menor do que a esperada pelas pessoas”, diz Michael Horn, do Clayton Christensen Institute.

“Tenho o sonho de que o nanodregree aterrisse no Brasil trazendo características muito parecidas com a residência, no curso medicina. É muito ligado à prática, dura entre seis meses e um ano, e você sai um especialista. Com ele, você dá ao aluno a chance de customizar a aprendizagem”, diz a consultora Adriana Martinelli. A expansão desta modalidade no Brasil também esbarra na lei que, dentre outros requisitos, exige 360 horas de aulas. “Por causa de regulamentação do MEC, por enquanto é possível criar cursos como esses de caráter livre, mas não como especialização”, diz.

A Blackboard utiliza a moPen badges, uma ferramenta que permite que os professores façam o rankeamento dos alunos em forma de emblemas e certificados. Esta ferramenta já está configurada, mas as instituições podem optar por ativá-la através do administrador e podem ser facilmente exportada para o Mozilla Backpack. Além disso, a Blackboard oferece oportunidades de personalização, permitindo que os professores customizem os critérios e parâmetros, assim como as datas de vencimento para “as conquistas” e para os estudantes publicarem no Mozilla.

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Pais não olhem para o outro lado

Lisa Nielsen

“A maioria dos homens prefere negar uma verdade dura a enfrentá-la”
– George R. R. Martin, Game of Thrones

Os seres humanos vêm equipados com um mecanismo de defesa primitivo destinado a reduzir a ansiedade: “Se eu ignorá-lo, ele vai embora”. Muito humano, muito natural e muito compreensível. Todos nós fazemos isso. Isso pode até ter alguma vantagem evolutiva. Afinal, isso pode baixar a pressão sanguínea e manter o stress sob o controle.
Mas os problemas têm uma dinâmica própria: eles só pioram quando são ignorados.

Quando não enfrentamos a verdade por ela ser assustadora e nos perturbar, a movemos para um lugar chamado “negação”. Mas as emoções têm pouco a ver com a lógica. Se a negação é um pequeno quarto escuro, junte forças e entrente a verdade buscando a luz do dia. Mas a negação é onde alguns pais estão vivendo. Eles estão olhando para o outro lado, ignorando problemas ou pior, justificando-os.

Acho que é compreensível. Pais de todo o país são confrontados com a realidade de que o sistema de ensino no qual eles colocaram sua fé, pode ter falhas que não estão sendo corrigidas – e isso os leva a crer que estão perdendo o controle. Esta é uma realidade difícil de enfrentar e deve transformar o mundo de qualquer pai de cabeça para baixo. Então, esses pais às vezes se tornam distantes, se fechando nos “quartos da negação”.

Esta é exatamente a realidade que a mãe Christine Dougherty, de Nova York, teve que enfrentar depois que seu filho de 12 anos de idade, Joseph, “foi obrigado” a fazer alguns testes padronizados em sua escola. Christine pediu que a escola exercesse a aprendizagem de forma mais significativa. Apesar de seus desejos, Joseph foi intimidado pelo diretor Thomas Joseph Capone e forçado a fazer o teste. Alguns professores até chamaram o menino de “fresco” por não seguir suas ordens e fazer o que foi dito.

Christine não estava vivendo a “fase” da negação e não foi dissuadida. Ela se impôs e fez tudo que podia para que os desejos de seu filho fossem concedidos. Infelizmente, nem todos os pais são tão corajosos, fortes ou capazes de encarar os fatos como Christine fez. Em vez disso, quando ouviram da situação, alguns entraram em um estado de negação. Eles foram atrás desta mãe e defenderam o diretor da escola em vez de olhar para os fatos.

Houve também uma explosão de tweets por administradores, professores e pais, todos chocados com as ações do líder desta escola. Felizmente, muitos cidadãos são guiados por uma bússola moral que coloca os direitos das crianças em primeiro lugar: eles não toleraram as ações do diretor.

Infelizmente, vários dos pais da escola se sentiram confortáveis em seu estado de negação, criaram uma página no Facebook contra a mãe e a favor do agressor. O que eles não perceberam foi que, em vez do apoio esperado, eles receberam uma enxurrada de comentários daqueles que apoiaram a mãe e não concordaram com estes pais ou com o diretor responsável.

Essas táticas são compreensíveis quando você leva em consideração que eles foram feitos por pessoas que não têm nenhuma intenção de desistir de seu estado de negação.

 

Os pais, como os que se levantaram contra esta mãe representam um segmento infeliz de nossa população que perdeu a fé em si mesmo ou outros pais que decidem o que é melhor para os seus próprios filhos.

Chegamos a um ponto onde muitos pais estão dispostos a entregar seus filhos a uma instituição para criá-los, mesmo quando é claro que imposições como estes testes estão prejudicando as crianças.

Há pais que ignoram a verdade, em vez de reconhecer o mal que está acontecendo com as crianças nas escolas. E há um nome para o que eles estão fazendo: negação, o que significa escolher uma realidade alternativa como forma de evitar uma verdade incômoda.

E aqui está o detalhe: muito da educação tradicional, como a conhecemos hoje, não é bom para as crianças. Muitas das práticas que todos nós conhecemos e vivemos não é o melhor para os nossos filhos. E isso é muito difícil de enfrentar!

“A mente humana não é um lugar terrivelmente lógico ou coerente. A maioria das pessoas, dada a escolha de enfrentar uma verdade hedionda e aterrorizante ou evitá-la convenientemente, escolhem a conveniência e paz de normalidade”

Jim Butcher

Os pais foram doutrinados por um sistema que diz: faça o que eu disse. Deixem as suas crianças e os direitos dos pais na porta. Eles foram condicionados para não confiar em si mesmos ou em seus instintos quando se trata de seus filhos. Eles aceitaram que (como foi compartilhado na página do Facebook e em comentários do blog), “os melhores interesses de seus filhos são deixados para os especialistas”.

Pais, e não funcionários do governo ou empresas, têm os melhores interesses de seus filhos no coração. Lute para proteger seus filhos! Proteger o seu filho é um direito seu.

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