Utilizando o Facebook em sala de aula

Com tantas inovações tecnológicas, conseguir implementá-las ao dia-a-dia é essencial para se manter atualizado. Para os professores dessa era digital, existem maneiras de fazer com que essas inovações tecnológicas contribuam para o ensino. Interagir com os alunos por redes sociais, como o Facebook, por exemplo, pode ser uma ótima alternativa para acompanhar o desenvolvimento no aprendizado deles e manter contato quando necessário.

Confira 4 dicas para os professores utilizarem o Facebook em sala de aula:

1. Mantenha seu perfil profissional– Seu Facebook deve mostrar o seu trabalho, já que você pretende se conectar com alunos, com colegas de trabalho e também com as instituições de ensino nas quais poderia trabalhar. Por isso, é importante que você mantenha sua página com uma imagem profissional, para que assim, não seja necessário se preocupar com o que é apropriado compartilhar ou não.

2. Crie uma página– Uma das maneiras de interagir com seus alunos sem precisar adicioná-los ao seu perfil é criar uma página. Com isso, você pode atualizar os estudantes e até os pais deles sobre o que tem ocorrido na sala de aula, datas de entrega para projetos, etc. Como páginas no Facebook são públicas e todos podem ter acesso ao conteúdo, você também pode compartilhar conteúdo que seria interessante para mais pessoas e então divulgar seu trabalho.

3. Crie um grupo– Se você prefere apenas interagir com seus alunos de maneira privada, criar um grupo é uma boa alternativa. Isso também possibilitará que todos compartilhem ideias, trabalhos, datas, lembretes, etc.

4. Dê orientações– Mesmo que as redes sociais sejam ferramentas com as quais os estudantes normalmente estão acostumados, é necessário que você implemente algumas regras a seus alunos para que eles interajam de maneira correta.

Fonte: Universia

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As redes sociais estão ajudando ou atrapalhando a escrita dos estudantes?

Se é verdade que as redes sociais têm feito os estudantes escreverem mais, será que digitar cotidianamente palavras como “xatiado”, “naum”, “migo” e “tamu” não os está fazendo escrever pior? Será que tantos neologismos e emoticons não estão sendo importados para os momentos em que os alunos precisam escrever de maneira formal? Pesquisas realizadas nos EUA, cada uma com seu recorte e perfil, têm mostrado que, ao menos para eles, não. Essa geração está longe de ter emburrecido por causa do Twitter.

Uma delas, detalhada pelo jornal The Globe and Mail mostra exatamente isso. Andrea Lunsford, professora de escrita e retórica de Stanford, coletou 877 textos produzidos por alunos que entraram no ensino médio em 2006 e comparou com um estudo similar que já ela mesma havia feito em 1986 e com estudos feitos por outros acadêmicos com trabalhos de alunos de 1930 e 1917. Sua hipótese era que se a era digital tivesse afetado a habilidade de escrita dos estudantes, a quantidade de erros ortográficos e gramaticais deveria ter aumentado com o passar dos anos.

Porém, em um século, a média de erros aumentou muito pouco, passando de 2,11 erros por 100 palavras, em 1917 para 2,26 hoje. No entanto, a professora concluiu que a forma de escrita mudou, e mudou para melhor. De acordo com Lunsford, os trabalhos dos alunos foram aumentando em tamanho e em complexidade ao longo do século. Em 1917, os trabalhos desse grupo de alunos tinham em média 162 palavras e normalmente não passavam de narrativas pessoais. Em 2006, eles eram seis vezes maiores, com 1.038 palavras.

Ainda, o estudo aponta que esse aumento na sofisticação das produções textuais é reflexo tanto de uma maior disponibilidade de informações quanto de mais oportunidades para escrever e publicar textos. Segundo o estudo, 40% de todos os textos hoje são feitos fora do ambiente escolar – numa escrita para a vida, algo que os alunos fazem socialmente ou apenas por diversão. “Os jovens estão escrevendo mais do que as gerações anteriores”, afirmou a pesquisadora.

Clive Thompson, autor do livro “Mais esperto do que você pensa: Como a tecnologia está mudando nossas mentes para melhor”, ressalta a importância do objetivo do texto. Antes, quando ele era apenas escrito para o professor ler, tratava-se de um trabalho para nota. Mas, na medida em que os estudantes tomam consciência de que, ao publicar textos na internet, sua audiência é muito maior, eles tendem a produzir artigos melhores. “Parte do que faz o ambiente on-line tão poderoso é seu propósito: os estudantes escrevem coisas que têm impacto em seus mundos – outras pessoas estão lendo e respondendo”, diz.

Outro estudo, feito por Christine Greenhow, da Universidade do Estado de Michigan, mostra que as redes sociais também têm o papel de engajar mais os alunos aos estudos. Para a pesquisadora, a dinâmica das redes sociais permitem que os jovens se tornem mais ativos na busca por informações e na comunicação com colegas, professores ou mesmo especialistas em temas que estão pesquisando. “Os alunos se comprometem mais porque eles sentem que estão se conectando com algo real. Não é só aprender por aprender”, diz Greenhow.

Fonte: Porvir

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As redes sociais como aliadas do professor

Uma grande discussão no mundo educacional atualmente, além do uso das tecnologias como forma de aprendizado, é sobre o uso das próprias redes sociais dentro e fora das salas de aula, como auxilio ao professor.

O ponto de partida que especialistas adotam, é saber lidar com as redes de forma consciente, tanto da parte do educando como da parte do docente. Tendo essa consciência, os aspectos benéficos proporcionados pelo uso das redes sociais são válidos.

O primeiro benefício, que deve ser levado em conta, é a orientação dos educadores aos alunos, no sentido de lhes instruir que os grupos no Facebook atuam como importantes espaços para troca de informações acerca dos conteúdos ministrados em sala de aula. Assim, neles imersos, os alunos poderão ter a oportunidade de indicar links, páginas de instituições, vídeos, reportagens interessantes, as quais poderão, em muito, contribuir para o avanço da aprendizagem. Mas, em meio a esse ínterim, algo é incontestável: a presença do professor como mediador das relações. O ambiente ainda torna-se propício para sugerir um debate virtual.

 

Outro aspecto benéfico reside no fato de que o calendário das atividades, tais como a entrega de trabalhos, visitas a peças teatrais, visitas a cinemas, enfim, novidades acerca do universo cultural, podem ser retratadas por meio do “Meu calendário” e “eventos”, disponibilizados pelo Facebook. Quanto às dúvidas que forem surgindo, por que não compartilhá-las e, sobretudo, saná-las num espaço a elas destinado? O chat, por exemplo. Contudo, esse não pode ser o único meio de auxiliar os educandos nas necessidades diárias.

 

Os professores ainda podem utilizar as redes para interagirem entre si. Em grupos formados no Facebook ou em ferramentas voltadas à comunidade educativa como o ThinkQuest ou o Edmodo, professores podem trocar ideias, pedir conselhos, compartilharem seus resultados e aprenderem um com o outro. É um ganho para o educador e para a qualidade do seu ensino.

Por fim, alguns pontos são importantes para que isso tudo não fuja do controle. Devem ser estabelecidas regras previamente, as quais atuarão como um código de conduta. Assim, quem desrespeitá-las estará sujeito(a) a punições cabíveis ao ato.

 

As verdadeiras intenções de se utilizar as redes sociais como aliadas da aprendizagem precisam estar claras para os pais, de modo a não correr o risco de interpretações errôneas. Também, sempre haverá aqueles professores, ainda que em menor proporção, que não usam esses recursos tecnológicos. Dada essa realidade, torna-se imprescindível o fato de eles não se sentirem excluídos, por isso o ideal é fazer uso dessas ferramentas disponibilizadas pela intranet da própria instituição de ensino. Assim, todos poderão ter acesso.

 

 

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Alunos de inglês corrigem celebridades pelo Twitter como exercício

Um grupo de crianças brasileiras entre 7 e 13 anos, que estudam inglês, resolveram usar as redes sociais não somente para conversar com seus ídolos, mas também para corrigir os erros gramáticas que eles cometem. Pois é, através do Twitter eles explicam para o ator de Harry Potter, Daniel Radcliffe, que o correto é “amazing” (incrível) e não “amaizing”. Dizem também para Lady Gaga que ela é ótima, mas “crowd” (multidão) não tem nenhuma letra “e” no meio dela.

Esse exercício praticado pelos alunos, nasceu de uma iniciativa da escola de idiomas Red Balloon que queria integrar redes sociais e educação. “Queríamos mostrar que as redes sociais podem ser um ambiente de aprendizado, quando o uso é  feito com cautela e supervisão”, diz Rodrigo Facchinetti, gerente de marketing da instituição. E  a ideia de usar os ídolos veio na sequência. “Os famosos não se preocupam muito com a linguagem na hora de escrever mensagens rápidas em suas contas do Twitter”, explica. O número é cada vez maior de jovens seguindo artistas estrangeiros nas redes e esses erros podem ser uma má influência, já que eles nem sempre falam bem inglês e aquela frase vai parecer correta. “Conseguimos virar esse jogo e transformar nossos alunos em um bom exemplo para seus ídolos, de uma maneira divertida e descontraída”, diz.

Assim a tietagem das celebridades passou a incluir também um exercício de gramática, para por exemplo, Rafael, que enviou uma mensagem ao ator Charlie Sheen, da famosa série Two and a Half Men, dizendo que a grafia correta para cérebro é “brain” e não “brane”, como ele havia publicado. Já Ana Beatriz, de 8 anos, disse para a modelo Kim Kardashian que ela é linda mas que escreveu “were” e o correto é “we’re”.

Marcus, de 11 anos, pergunta se pode ajudar Paris Hilton e explica que devia ter escrito “it’s love it” e não “loves it” e aproveita para mandar um beijo. E a turma toda se reuniu para dizer para Rihanna que amam suas músicas e que não é “it’s to she”, é “it’s to her. Bye Bye”.

Isso mostra o quanto o uso das tecnologias, principalmente ligadas às redes sociais, podem ser importantes para o aprendizado dos jovens e, ao mesmo tempo, pode ser um exercício divertido para eles!

Confira as imagens das crianças enviando as mensagens para as celebridades:

Fonte: porvir.org

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Pesquisa aponta a demografia das redes sociais e quem são seus usuários

O centro de pesquisa Pew Research revelou estatísticas de uma pesquisa que realizou (com base nos usuários norte-americanos) onde observou que de todos os usuários da internet, 67% estão presentes nas redes sociais. Nos EUA, o Twitter continua sendo mais usado que o Pinterest, Instagram e Tumblr. Alguns dos resultados estão dentro do esperado e outros são bastante surpreendentes. Mulheres, por exemplo, passam, em média, 9% mais tempo nas redes sociais que homens.

De acordo com a pesquisa, o “usuário médio” do Facebook é uma jovem de 25 anos, que mora em alguma metrópole, com diploma do ensino superior e uma renda familiar de US$ 75 mil por ano (nos EUA).

No infográfico abaixo, você pode conferir outras informações, como grupos de idade, dados demográficos e outros:

 

Fonte: administradores.com.br

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