Oportunidade para conhecer os lançamentos da Blackboard

Você é cliente e não pode participar do Encontro da Comunidade Blackboard ou quer aprofundar os conhecimentos sobre algumas ferramentas e lançamentos que foram apresentados? O webinar de atualização de produtos é a oportunidade certa. Em 90 minutos, você irá conhecer as mais recentes inovações lançadas em abril, incluindo recursos e fluxos de trabalho que foram adicionados para melhorar a experiência de uso.

> Veja como foi o Encontro da Comunidade Blackboard 2016

Serão abordados o lançamento do Learn 9.1, de abril de 2016, os desenvolvimentos no Blackboard Collaborate Ultra e os últimos lançamentos em mobile, inclusive o app Bb Student. Além disso, também serão apresentadas as inovações dos próximos meses.

O webinar acontece dia 1º de junho, a partir das 15h. Clique aqui para fazer sua inscrição.  

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Especialista diz em conferência que educação digital é necessidade

especialista fala sobre educação digital

Durante a Contec 2014, conferência realizada pela Feira do Livro de Frankfurt em parceria com o Sesc SP, o vice-presidente e gerente geral de educação da Enciclopédia Britânica, Michael Rosso, falou sobre a educação digital, trazendo suas contribuições ao evento que discute educação, tecnologia e literatura com escritores, professores e desenvolvedores interessados no futuro da aprendizagem interativa.

Para Ross, a educação digital é uma necessidade.  “As crianças são fluentes na tecnologia, estão envolvidas e inseridas em ambiente digital por meio de videogames, Internet, e celulares. Os editores e educadores precisam lidar com isso e descobrir um jeito de fazer essas tecnologias vingarem nas suas áreas”, disse o executivo. Para ele, a tecnologia não está presa às bibliotecas ou e-books. “As crianças estão tendo um bom desempenho nas escolas graças às tecnologias. Às vezes, a criança não está interessada na matéria, até que ela entra em contato com os meios digitais e o interesse aumenta”, explica.

Michael Ross conta que, entre os objetivos da Britânica, está a transformação das crianças em “aprendizes digitais”. Para isso é preciso captar recursos, desenvolver dispositivos digitais de alta qualidade, para que seja possível customizar o aprendizado. “Promover a educação digital não somente é algo bom, mas é uma necessidade. É bom para o país”, afirma.

Alguns dados justificam a estratégia da Enciclopédia Britânica que, ao longo de 15 anos, é voltada para produtos digitais: em um paralelo entre o crescimento das editoras que possuem estratégias digitais contra aquelas que não têm, as que possuem estratégias crescem 60%, enquanto que as que não possuem crescem apenas 2%. O quadro negro interativo foi outro recurso citado como aliado no aprendizado infantil: nos Estados Unidos, o alcance desse equipamento chegou a 58% das salas de aula americanas em 2013, contra 28% em 2009.

Segundo Ross, após muitos anos de existência, a versão clássica e impressa da Enciclopédia Britânica acabou em fevereiro de 2012. A mudança gerou questionamentos sobre a possibilidade dos e-books substituírem obras impressas. “Não é uma questão de perda, mas de ganhos. Não nos preocupamos em manter as impressoras vivas e trabalhando. Se não forem eficientes, mudamos”, afirma. Acima da questão do papel e e-book, as preocupações da Britânica giram em torno do conteúdo e da forma como são elaborados materiais de qualidade. O novo conteúdo deve ser confiável e as informações atualizadas e relevantes, deve também haver variedade de formatos, assim como soluções tecnológicas atualizadas, serviços customizados e um preço realista.

 

Adaptado via Tribuna Hoje

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Relatório aponta tendências para o ensino superior

tendências no ensino superior

Publicado este mês, o último relatório do NMC (New Media Consortium) sobre o ensino superior apontou as principais tendências, as tecnologias emergentes e desafios do setor em três prazos distintos: menos que um ano, de dois a três anos, e de quatro a cinco anos. Para isso, no final de 2013, 53 especialistas de 13 países diferentes passaram três meses coletando pesquisas, artigos científicos, notícias, publicações em blogs e projetos para compilar informações e tentar antever as principais mudanças nos processos educativos.

Nos próximos dois anos, a tendência é que as mídias sociais estejam completamente integradas ao ensino superior. As vantagens do uso dessas plataformas estão no diálogo mais informal entre alunos, entre professores, entre professores e alunos e até entre futuros alunos e as instituições. Além de estimularem o compartilhamento de histórias e experiências sobre os assuntos abordados em sala de aula.

Segundo o documento: “As redes sociais estão mudando a forma como as pessoas interagem, como apresentam ideias e informações e, ainda, como julgam a qualidade dos conteúdos e contribuições. Um pesquisa recente divulgada pela Business Insider diz que 2,7 bilhões de pessoas, quase 40% da população mundial usam essas plataformas. O impacto total dessas mudanças na comunicação e na credibilidade das informações ainda está por vir, mas claramente as redes sociais ganharam importância em quase todos os setores da educação”.

Outra expectativa para um futuro próximo é a integração entre aprendizagem on-line, ensino híbrido e colaborativo. As plataformas on-line são usadas como facilitadoras de trabalhos em grupo e estão cada vez mais se tornando ambientes colaborativos de aprendizado. Elas vêm melhorando a comunicação entre os alunos e a execução de projetos mais conectados com a realidade do trabalho. Segundo os autores do relatório, “Para incentivar a colaboração e reforçar as habilidades do mundo real, as universidades estão experimentando métodos que permitem mais liberdade nas interações entre os alunos, trabalhando com projetos que inspirem a criatividade e o pensamento crítico”.

Para daqui a quatro ou cinco anos, duas tecnologias, ainda pouco difundidas no Brasil, aparecem como futuras tendências. Uma delas é o Quantified Self (algo como “quantificar você mesmo”), que é relacionado a possibilidade das pessoas poderem acompanhar e acumular dados sobre elas mesmas, sobre o funcionamento de seus corpos, por meio do uso de tecnologias. Os dispositivos portáteis, como relógios e óculos, projetados para coletar informações dos usuários, criam um banco de dados de parâmetros individuais. Segundo o relatório, ao monitorar hábitos de leitura ou a postura do aluno em uma aula, seria possível usar este conjunto de dados para mudar e melhorar os resultados da aprendizagem.

Outra nova tecnologia que aparece no relatório são os Assistentes Virtuais. O conceito baseia-se na evolução de interfaces (como celulares, computadores e TVs) controladas a partir de comandos de voz e gestos. Esses dispositivos ganham mais inteligência artificial e vão aprendendo com as buscas e navegações, melhorando os conteúdos de pesquisa que apresentam e até sugerindo temas de interesse. Ambas tendências ainda dependem do desenvolvimento de versões mais acessíveis.

Confira no infográfico a seguir, seis tendências e seis tecnologias que, segundo os especialistas, irão fazer parte da vida de estudantes e professores universitários nos próximos anos:

relatorio aponta tendências - ensino superior

Adaptado via Porvir

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Plataforma facilita troca de conteúdos para estudantes

Disciplina e dedicação são fatores importantes para cumprir uma rotina de estudante, tanto para o vestibulando quanto para o aluno universitário. Mesmo pertencendo a diferentes níveis de ensino, regularmente, ambos têm diante de si uma série de novos conteúdos, exercícios, provas e outras atividades pedagógicas.

Para facilitar essa rotina, uma solução foi criada para auxiliar diretamente o estudante de nível médio e o de nível superior a facilitar seus estudos. Na rede social acadêmica Passei Direto, os universitários conseguem compartilhar qualquer tipo de material de aula com colegas de qualquer  faculdade do Brasil.

Criada no ano passado – mas ofertada de maneira restrita a algumas instituições -, a plataforma Passei Direto passou, a partir do dia 9 deste mês, a liberar o acesso para estudantes universitários de todo o país. O portal gratuito já conta com mais de 350 mil estudantes cadastrados. A plataforma permite que os usuários compartilhem materiais acadêmicos, exercícios e provas. Ainda é possível tirar dúvidas por meio do portal e manter contato com estudantes calouros e veteranos da mesma universidade ou de outras instituições cadastradas.

No Passei Direto, depois de um rápido cadastro, o usuário tem acesso a mais de 100 mil materiais disponíveis por alunos do mesmo curso, de outras instituições ou até de estudantes que já concluíram a universidade e resolveram disponibilizar parte do seu acervo no portal. Visando tornar o ambiente mais descontraído, a plataforma resolveu incorporar estratégias simples de gameficação. Assim, quem mais posta materiais ou ganha recomendações de outros estudantes cadastrados recebe pontos. Ao ganhar mais pontuação, o participante sobe de nível. Ele pode sair da condição inicial de “calouro” e chegar até a de “oráculo”, ou seja, um usuário que disponibiliza materiais que servem de reverência para centenas de estudantes.

Fonte: Porvir

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Plataforma argentina de videoaulas lança versão brasileira

Inúmeros portais e plataformas com conteúdos educativos são criados atualmente. A oferta de jogos interativos e videoaulas é tamanha que fez com que um grupo de professores argentinos criasse a “Educatina”, uma plataforma gratuita de videoaulas com conteúdo de diversas matérias voltadas para alunos de todas as idades. O portal que antes era focado apenas no público latino-americano, chega agora ao Brasil, com vídeos em português.

Isso se deve ao fato do crescimento alcançado pela Educatina em dois anos, que passou de 50 para 3.000 vídeos de 40 áreas temáticas, de história da arte à matemática básica, todos eles produzidos em espanhol e sendo acessados por mais de 100 mil internautas a cada dia. Agora, o site em português  já está oferecendo mais de 50 vídeos dos mais variados assuntos da matemática. Os vídeos também são direcionados aos professores e pais de alunos, já que o material acaba servindo de instrumento de aula ou suporte para melhor explicar as dúvidas dos filhos.

Denise Abulafia, que fundou a plataforma juntamente com Miela Ioszpe e Cristian Ventura, afirma que o objetivo principal é democratizar o acesso à educação de boa qualidade e que hoje, a internet está cheia de conteúdos digitais, o que acaba confundindo um pouco o aluno no momento em que ele precisa ir atrás de determinado assunto para se aprofundar. Ela acredita que com o Educatina, milhões de usuários que querem aprender em um formato dinâmico serão alcançados.

Clique aqui e conheça o Educatina!

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