IESB apresenta projeto de capacitação no uso de tecnologia para professores

Equipe IESB e Blackboard Brasil

Equipe IESB e Blackboard Brasil

 

Rodrigo Estevam, Gerente Geral de TI, e a Pró-reitora acadêmica Regina Tombini, representaram um importante case do IESB, cliente da Blackboard, em evento recente nos Estados Unidos – o BbWorld, maior evento da Blackboard no mundo, que reúne anualmente mais de 2.500 pessoas, representando cerca de 930 instituições de 28 países . Na oportunidade, os dois falaram sobre o projeto “Planejamento e Diagnóstico com Inteligência de Negócios para Aumento de Adoção de Docentes”, baseado na pesquisa sobre a forma de utilização da plataforma Blackboard pelos professores.

Rodrigo Estevam e Regina Tombini

Rodrigo Estevam e Regina Tombini

 

O IESB – Instituto de Educação Superior de Brasília, fundado em julho de 1994, tem quase 20 mil estudantes nos seus três Campus no Centro de Brasília e em nove campus de educação on-line. Tem como visão consolidar o seu prestígio como instituição que oferece educação de qualidade e como objetivo, tornar-se referência no uso de novas tecnologias aplicadas à educação. Foi o primeiro parceiro da Blackboard no Brasil – sociedade que completa mais de uma década.

Entre as estratégias usadas no projeto apresentado, estava a adoção integral de tecnologias na Educação Presencial, por parte dos professores, melhorando o processo de aprendizagem através da utilização da plataforma (Blackboard) e estabelecer a cultura de seu uso.

Para isso, foram criados 5 níveis para “avaliar” o os professores e como utilizam a plataforma:

Tradicional – Não usa nenhum tipo de plataforma, nem exemplos.
Postador, ou Uploader – Utiliza a plataforma de forma básica; Foca no upload de alguns arquivos, geralmente utilizados nas aulas presenciais; Não usa qualquer ferramenta para melhorar o aprendizado ou a sua comunicação com os alunos;
Curador – Faz upload de arquivos constantemente; Utiliza atividades para avaliação; Também utiliza arquivos, artigos, vídeos, sites, apresentações, capítulos de livros na Biblioteca Virtual; Se comunica por e-mails e notificações.
Interativo – Faz uso contínuo da tecnologia de interação com os alunos; Passa a ser um mediador do processo de aprendizagem; Os alunos discutem suas ideiais com o professor e seus colegas; O aluno passa a ser o foco central do processo de aprendizagem.
Construtor, ou Builder
Usa muito a plataforma; Constrói suas próprias estratégias pedagógicas utilizando a plataforma; Avalia os estudantes com atividades na plataforma; Usa artigos, vídeos, sites, apresentações; Se comunica de diversas formas.

Após a implantação do projeto, foi concluído que o sucesso para conseguir a adoção da plataforma devia considerar a infra-estrutura e o suporte completo para professores e alunos:

“Os professores não são auto-suficientes em tecnologia. Eles precisam de apoio. Este diagnóstico é essencial para melhorar a comunicação e o alinhamento das estratégias e objetivos. Além disso, a plataforma deve ser apresentada como um benefício para todos”, disse Estevam.

E completou:

“A parceria entre os departamentos de TI e Acadêmico é extremamente importante”.

Como ações futuras, destacou a necessidade de considerar os níveis de maturidade na promoção de docentes, além de analisar competências no uso de tecnologias educacionais, preferencialmente a Blackboard, no processo de contratação de novos docentes

Confira a palestra completa do projeto do IESB no link abaixo:
*Como a apresentação foi feita no BbWorld, nos Estados Unidos, a palestra está em inglês.
IESB – Apresentação no BbWorld 2015

 

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Plataforma argentina de videoaulas lança versão brasileira

Inúmeros portais e plataformas com conteúdos educativos são criados atualmente. A oferta de jogos interativos e videoaulas é tamanha que fez com que um grupo de professores argentinos criasse a “Educatina”, uma plataforma gratuita de videoaulas com conteúdo de diversas matérias voltadas para alunos de todas as idades. O portal que antes era focado apenas no público latino-americano, chega agora ao Brasil, com vídeos em português.

Isso se deve ao fato do crescimento alcançado pela Educatina em dois anos, que passou de 50 para 3.000 vídeos de 40 áreas temáticas, de história da arte à matemática básica, todos eles produzidos em espanhol e sendo acessados por mais de 100 mil internautas a cada dia. Agora, o site em português  já está oferecendo mais de 50 vídeos dos mais variados assuntos da matemática. Os vídeos também são direcionados aos professores e pais de alunos, já que o material acaba servindo de instrumento de aula ou suporte para melhor explicar as dúvidas dos filhos.

Denise Abulafia, que fundou a plataforma juntamente com Miela Ioszpe e Cristian Ventura, afirma que o objetivo principal é democratizar o acesso à educação de boa qualidade e que hoje, a internet está cheia de conteúdos digitais, o que acaba confundindo um pouco o aluno no momento em que ele precisa ir atrás de determinado assunto para se aprofundar. Ela acredita que com o Educatina, milhões de usuários que querem aprender em um formato dinâmico serão alcançados.

Clique aqui e conheça o Educatina!

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Biblioteca Pública de Nova York e o acervo digital

Ao entrar na Biblioteca Pública de Nova York, os leitores encontram a frase: “A biblioteca é esperança, é conhecimento, e é poder”. Depois da recepção, podem andar pelos corredores ou ir logo ao catálogo procurar o que lhes interessa. Com o número da carteirinha de sócio, podem retirar até 12 títulos de uma vez, a qualquer hora dia, sete dias por semana. E, então, decidir se vão ler a obra no smartphone, e-reader, tabletou no computador, além de escolher o tamanho da letra e fazer grifos usando apenas o dedo. É assim o caminho feito pelos usuários do acervo digital da instituição, acessado de qualquer dispositivo digital, pela internet. Os leitores não precisam mais ir fisicamente à entidade para pegar livros emprestados. Mas a biblioteca centenária vê sua força revigorada com a popularização dos e-books.

Os 34 mil títulos (quase 95 mil exemplares), do acervo digital ainda é um número muito pequeno comparado com a coleção em papel da Biblioteca Pública de Nova York, que tem quase 6 milhões de exemplares para empréstimo. Porém, a demanda pelos livros digitais cresce rapidamente. “Nos últimos cinco anos, a oferta cresceu oito vezes. Todos os dias, há mais pessoas adotando a leitura eletrônica como um estilo de vida e indo à biblioteca em busca desse novo formato. São os leitores que pedem a ampliação do acervo digital”, diz Christopher Platt, diretor de coleções e operações de circulação da instituição.

Usuários de todas as idades têm interesse por esses livros, e eles são especialmente atraentes para os idosos, por permitirem ajustes no tamanho do texto. A equipe da biblioteca oferece até cursos presenciais para ensinar a usar o e-reader e instalar o software de empréstimos.

Assim como mais de 22 mil bibliotecas em diversas partes do mundo, tanto públicas quanto de escolas e universidades, a de Nova York usa um sistema chamado OverDrive, que armazena e-books em uma nuvem e oferece empréstimos por tempo limitado, variável conforme o título. Muitos deles têm filas de espera. Por isso, nenhum pode ser renovado, mas pode ser “retirado” novamente se não houver reserva.

O modelo atrai o interesse até de quem vive longe dos Estados Unidos ou do Reino Unido, dois países com grande quantidade de acervos digitais, e surge a pergunta: por que liberar o acesso apenas aos moradores de uma determinada cidade ou bairro? Por que não permitir, por exemplo, que um brasileiro possa emprestar um e-book no Texas? Até porque, aqui no Brasil, falta algum tempo para que as bibliotecas adotem o acervo digital. Quem sabe futuramente?

Fonte: Época http://revistaepoca.globo.com/

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Modelos de educação online: MOOCs

Na maior parte dos modelos de oferecimento educacional online utilizados por volta da última década no ensino superior, a solução para os problemas de escala e acesso tem se dado pela duplicação das seções de curso. Contudo, como observado anteriormente, as coisas começaram a mudar com o novo conceito de Cursos Massivos e Abertos Online (Massive Open Online Courses – MOOCs). Em um MOOC, o curso propriamente dito é alavancado em escala a fim de possibilitar que um número essencialmente ilimitado de estudantes recebam formação a partir de membros do corpo docente, que projetam e lideram o curso. O processo de desenvolvimento substitui o conceito de curso mestre e alavanca o potencial natural de escala das ferramentas online.

As bases para os MOOCs foram estabelecidas em 2007-2008, em cursos abertos online ministrados por David Wiley, da Utah State University, e por Alec Couros, da The University of Regina. O nome MOOC foi usado pela primeira vez por Bryan Alexander e Dave Cormier ao se referirem ao curso “Connectivism and Connective Knowledge” (CCK08), liderado por Stephen Downes e George Siemens. Conforme a descrição de Downes:

Muitas das ideias que integram um MOOC já existiam antes do CCK08, mas esse curso marca a primeira vez em que o formato se estabeleceu como um todo. Em particular, poderíamos apontar para o curso Introduction to Open Education de David Wiley, que foi oferecido como um wiki aberto (chamado mais tarde de Wiley Wiki e para o curso aberto ECI831 de Alec Couros – Social Media and Open Education. Esses dois cursos foram influenciados, sem dúvida, por outros trabalhos nessa área – o conceito de educação aberta, no qual Wiley foi um pioneiro, com uma licença anterior mesmo às licenças do tipo Creative Commons, o wiki aberto, que se tornou famoso, obviamente, com a Wikipédia, entre outros.

No entanto, o ramo que mais atraiu a atenção da imprensa foi o de MOOCs da Stanford University, também conhecidos como xMOOCs. Esse ramo foi inaugurado em 2011 pelo curso “Introduction to Artificial Intelligence”, de Sebastian Thrun e Peter Norvig. Após os professores oferecerem o curso de graça para qualquer pessoa no mundo, 160.000 indivíduos se matricularam ao redor do globo. Nesse tipo de MOOC, a tecnologia educacional é usada para replicar online e em escala a típica experiência presencial de sala de aula. O ramo de MOOCs utilizado em Stanford inclui um portal de curso na Web, geralmente em um sistema de gestão de aprendizado (learning management system – LMS) customizado e desenvolvido na própria universidade, a hospedagem com vídeos de sala de aula, temas de casa e avaliações.

Os MOOCs atuais servem para comprovar a viabilidade do conceito, mas eles não resolvem problemas educacionais significativos. Para que os MOOCs se tornem verdadeiramente transformadores para o ensino superior, o conceito precisa atingir as seguintes metas:

  • – Desenvolver modelos de receita que tornem o conceito autossustentável
  • – Oferecer símbolos válidos de conclusão, como credenciais, distintivos ou aceitação em programas com reconhecimento acadêmico
  • – Promover uma experiência e um valor percebido que possibilitem taxas mais elevadas de conclusão (na maioria dos MOOCs atuais, menos de 10% dos estudantes inscritos chegam a concluir o curso)
  • – Conferir certificados aos estudantes para que instituições com reconhecimento acadêmico ou companhias abertas a contratações fiquem satisfeitas em reconhecer a identidade de um estudante

A chave é saber se e como os MOOCs ou seus modelos sucessores serão capazes de tirar proveito da escalabilidade e da abertura atuais e ao mesmo tempo atingir essas quatro metas.

Na análise atual sobre o potencial transformador dos MOOCs, é fácil esquecer que o próprio conceito tem apenas quatro ou cinco anos. Além disso, a definição do conceito propriamente dito passou por uma mudança significativa no último ano. Os dois ramos atuais de MOOCs são protótipos iniciais. Apesar do nome em comum, eles têm objetivos e métodos diferentes. O potencial dos MOOCs dependerá de um maior desenvolvimento de suas técnicas. Os exemplos que buscam superar as quatro barreiras de receita, credenciais, taxas de conclusão e autenticação estudantil acabarão provavelmente determinando a geração futura de MOOCs.

No próximo post da série sobre os modelos de educação online você confere a conclusão do série com algumas lições para as instituições tradicionais.

Fonte: artigo desenvolvido por Phil Hill resumido por Blackboard

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Modelos de educação online: Cursos mesclados/híbridos e salas de aula ao avesso

Cursos mesclados ou híbridos combinam tempo de aula presencial e online de um modo estruturado. Embora haja vários tipos de misturas de oferecimento de conteúdo e de atividades interativas nesta abordagem, a extensão lógica é algo denominado de “sala de aula ao avesso” (flipped classroom). O modelo sala de aula ao avesso envolve cursos em que a explanação tradicional, ou disseminação de conteúdo, envolve menos carga horária presencial e mais tempo online longe da sala de aula. O tempo de aula presencial é usado para aspectos práticos e aplicáveis, e não para a introdução do conteúdo sendo estudado. O instrutor passa a dispor, então, de tempo para ajudar pessoalmente os seus alunos com problemas específicos. As salas de aula ao avesso já existem desde o ano 2000, mas recentemente ganharam popularidade tanto em instituições de ensino superior quanto de ensino médio.

A Khan Academy, com mais de 3.400 vídeos abrangendo diversos assuntos, vem sendo uma das principais promotoras da popularização do conceito de sala de aula ao avesso. Esse vídeos são gratuitos e estão à disposição de todos. O uso mais comum deles dentro das esferas educacionais é para a formação de boa parte da porção de explanações ou disseminação de conteúdo online de um curso, seja substituindo ou aumentando o material disponibilizado pelo instrutor do curso. Embora os vídeos da Khan Academy sejam atualmente voltados sobretudo para a matemática de ensino médio, novos investimentos estão levando à expansão do conteúdo para além da matemática e para o nível pós-secundário.

Há muitos outros exemplos de abordagens mescladas ou híbridas. O tema comum é tornar a carga horária presencial mais eficiente, empregando-a para que o professor responda a questionamentos e exercite habilidades interativas, e permitindo que o conteúdo seja oferecido via ferramentas online mais eficientes.

Acompanhe, no próximo post da série sobre modelos de educação online descreveremos sobre o modelo educacional MOOCs.

Fonte: artigo desenvolvido por Phil Hill

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