4 verdades sobre o sucesso do estudante com o uso de dados

Artigo por Katie Blot, vice-presidente de estratégia corporativa e desenvolvimento de negócios na Blackboard.

Na última semana, 180 pessoas reuniram-se para a 2º Conferência de Desempenho Institucional (IPC), realizada pela Blackboard em Austin, Texas. No evento,  debatemos profundamente as tendências e desafios no ensino superior, com foco em como usar os dados para aumentar a o sucesso e desenvolvimento do aluno.

Dados são, sem dúvida, ferramentas poderosas que nos apoiam a alcançar nossos objetivos educacionais. Desde aqueles dados para assessorar a tomada de decisão institucional ao uso de dados para permitir experiências personalizadas – que eu acredito ser o mais poderoso de todos -. Experiências essas que nós entregamos ao aluno para que ele possa fazer escolhas sobre o seu próprio caminho. Transformar dados em ação foi um tema que esteve presente em todas as sessões ao longo dos dois dias. Aqui estão alguns dos maiores tópicos desta grande conferência.

1.       Quando as universidades colaboram, os estudantes ganham

Bridget Burns, diretora executiva da University Innovation Alliance, discutiu a necessidade de agir com os dados para ajudar os alunos a ter sucesso. Ela observou que, em 2025 os Estados Unidos terão uma carência de 16 milhões de graduados, em comparação com o número que será necessário para a força de trabalho. Nós simplesmente não temos número suficiente de pessoas que concluam o ensino superior e não temos um número suficiente de programas de graduações certos para a força de trabalho de amanhã. Bridget e a UIA estão ajudando os alunos a alcançar o sucesso através de colaboração interinstitucional para promover a inovação, escala e difusão. Ela falou sobre o fato de termos vários projetos pilotos e experimentos acontecendo no âmbito educacional e de tecnologia – mas a capacidade é muito limitada para dimensionar essas inovações em serviço de um grande número de estudantes. Eu fiquei pessoalmente impactada com a sua poderosa fala a respeito de agir com o objetivo de derrubar as barreiras tradicionais que temos mantido, e compartilhar abertamente sobre casos de sucesso e fracasso a fim de que possamos todos, juntos, evoluir.

2.       Com acesso em tempo real aos dados, você pode criar conversas e resultados

Clientes do Blackboard Analytics estão aproveitando o acesso aos dados para medir o desempenho institucional e acompanhar o envolvimento e desempenho dos alunos. Paul O’Brien, vice-presidente associado de Tecnologia Institucional, e Kendall St. Hilaire, Diretor Administrativo do Campus Virtual, ambos no Indian River State College (IRSC), discutiram como eles usaram os dados para ajudar a impulsionar o crescimento bem-sucedido em seu Campus Virtual. Em três semestres letivos, o IRSC foi capaz de eliminar a lacuna as taxas de sucesso do ensino presencial e  on-line, aumentando a consciência e conversas dentro de todos os níveis da faculdade.

3.       Para sobreviver à mudança, você precisa estar disposto a mudar

No segundo dia, tivemos a palestra de dois líderes excepcionais. Recebemos Susan Aldridge, Ph.D., Vice-Presidente Sênior deAprendizagem On-line, na Drexel University e Presidente da Drexel University Online, e também o Dr. Michael McCall, Presidente Emérito daKentucky Community & Technical College System. Ambos falaram sobre o crescimento de suas instituições e como resolver os desafios atuais. Susan pontuou sabiamente: “Não tente ser tudo para todos. Desenvolva programas com foco em seus pontos fortes e naquilo que você pode se diferenciar.” Eles também falaram sobre a entender os alunos e usar isso para ajudar a conduzir o seu foco. E não tenha medo de fazer os ajustes, a fim de fazer isso.Um dos meus trechos favoritos durante a palestra de Mike McCall foi “para sobreviver à mudança, você precisa estar disposto a mudar”.

4. Comece tendo o final em mente

Pensar amplamente sobre o que o sucesso representa para o aluno, além de apenas se formar, e como repensar o nosso modelo tradicional de apoio ao estudante, foram temas abordados ao longo dos dois dias. Havia uma grande quantidade de energia em torno de “puxar as coisas para a frente”- desde aconselhar os serviços de carreira até ter um impacto maior sobre o sucesso do aluno. Candice Carpenter Olson, Co-Fundadora e Presidente Executiva do Fullbridge, Inc, concluiu a conferência. Focada em como podemos ajudar a educar a próxima geração de profissionais e permitir que os alunos se tornem grandes agentes globais, Candice falou sobre como as intervenções de sucesso dos estudantes e treinamento focados em preparação para o mercado de trabalho devem começar no início da experiência da faculdade, e sua palestra foi recebida com uma série de sinais de aprovação e consentimento por parte da platéia.

A Blackboard segue neste debate sobre dados e o sucesso do aluno no BbWorld 2016, que acontece em Las Vegas, de 12 a 14 de julho. Nossa conferência anual reúne líderes de todo o mundo para as sessões educacionais, demonstrações de produtos, troca de conhecimentos, networking, entre outros temas. Fique atento às novas informações sobre o BbWorld 2016 que serão divulgadas em breve!

Fonte: Blackboard. 

FAÇA UM COMENTÁRIO

Pais não olhem para o outro lado

Lisa Nielsen

“A maioria dos homens prefere negar uma verdade dura a enfrentá-la”
– George R. R. Martin, Game of Thrones

Os seres humanos vêm equipados com um mecanismo de defesa primitivo destinado a reduzir a ansiedade: “Se eu ignorá-lo, ele vai embora”. Muito humano, muito natural e muito compreensível. Todos nós fazemos isso. Isso pode até ter alguma vantagem evolutiva. Afinal, isso pode baixar a pressão sanguínea e manter o stress sob o controle.
Mas os problemas têm uma dinâmica própria: eles só pioram quando são ignorados.

Quando não enfrentamos a verdade por ela ser assustadora e nos perturbar, a movemos para um lugar chamado “negação”. Mas as emoções têm pouco a ver com a lógica. Se a negação é um pequeno quarto escuro, junte forças e entrente a verdade buscando a luz do dia. Mas a negação é onde alguns pais estão vivendo. Eles estão olhando para o outro lado, ignorando problemas ou pior, justificando-os.

Acho que é compreensível. Pais de todo o país são confrontados com a realidade de que o sistema de ensino no qual eles colocaram sua fé, pode ter falhas que não estão sendo corrigidas – e isso os leva a crer que estão perdendo o controle. Esta é uma realidade difícil de enfrentar e deve transformar o mundo de qualquer pai de cabeça para baixo. Então, esses pais às vezes se tornam distantes, se fechando nos “quartos da negação”.

Esta é exatamente a realidade que a mãe Christine Dougherty, de Nova York, teve que enfrentar depois que seu filho de 12 anos de idade, Joseph, “foi obrigado” a fazer alguns testes padronizados em sua escola. Christine pediu que a escola exercesse a aprendizagem de forma mais significativa. Apesar de seus desejos, Joseph foi intimidado pelo diretor Thomas Joseph Capone e forçado a fazer o teste. Alguns professores até chamaram o menino de “fresco” por não seguir suas ordens e fazer o que foi dito.

Christine não estava vivendo a “fase” da negação e não foi dissuadida. Ela se impôs e fez tudo que podia para que os desejos de seu filho fossem concedidos. Infelizmente, nem todos os pais são tão corajosos, fortes ou capazes de encarar os fatos como Christine fez. Em vez disso, quando ouviram da situação, alguns entraram em um estado de negação. Eles foram atrás desta mãe e defenderam o diretor da escola em vez de olhar para os fatos.

Houve também uma explosão de tweets por administradores, professores e pais, todos chocados com as ações do líder desta escola. Felizmente, muitos cidadãos são guiados por uma bússola moral que coloca os direitos das crianças em primeiro lugar: eles não toleraram as ações do diretor.

Infelizmente, vários dos pais da escola se sentiram confortáveis em seu estado de negação, criaram uma página no Facebook contra a mãe e a favor do agressor. O que eles não perceberam foi que, em vez do apoio esperado, eles receberam uma enxurrada de comentários daqueles que apoiaram a mãe e não concordaram com estes pais ou com o diretor responsável.

Essas táticas são compreensíveis quando você leva em consideração que eles foram feitos por pessoas que não têm nenhuma intenção de desistir de seu estado de negação.

 

Os pais, como os que se levantaram contra esta mãe representam um segmento infeliz de nossa população que perdeu a fé em si mesmo ou outros pais que decidem o que é melhor para os seus próprios filhos.

Chegamos a um ponto onde muitos pais estão dispostos a entregar seus filhos a uma instituição para criá-los, mesmo quando é claro que imposições como estes testes estão prejudicando as crianças.

Há pais que ignoram a verdade, em vez de reconhecer o mal que está acontecendo com as crianças nas escolas. E há um nome para o que eles estão fazendo: negação, o que significa escolher uma realidade alternativa como forma de evitar uma verdade incômoda.

E aqui está o detalhe: muito da educação tradicional, como a conhecemos hoje, não é bom para as crianças. Muitas das práticas que todos nós conhecemos e vivemos não é o melhor para os nossos filhos. E isso é muito difícil de enfrentar!

“A mente humana não é um lugar terrivelmente lógico ou coerente. A maioria das pessoas, dada a escolha de enfrentar uma verdade hedionda e aterrorizante ou evitá-la convenientemente, escolhem a conveniência e paz de normalidade”

Jim Butcher

Os pais foram doutrinados por um sistema que diz: faça o que eu disse. Deixem as suas crianças e os direitos dos pais na porta. Eles foram condicionados para não confiar em si mesmos ou em seus instintos quando se trata de seus filhos. Eles aceitaram que (como foi compartilhado na página do Facebook e em comentários do blog), “os melhores interesses de seus filhos são deixados para os especialistas”.

Pais, e não funcionários do governo ou empresas, têm os melhores interesses de seus filhos no coração. Lute para proteger seus filhos! Proteger o seu filho é um direito seu.

FAÇA UM COMENTÁRIO

Veja quais são as maiores tendências na área da educação

tendências em educação

Uma das áreas que vem passando por inúmeras modificações devido ao avanço constante da tecnologia é a educação. Com as diferenças perceptíveis do modelo de aprendizado, é importante saber exatamente de que maneira isso tem ocorrido para que seja possível se acostumar a esse novo padrão e então tirar proveito das inovações.

Sendo assim, confira sete tendências na área da educação atualmente:

1. Acesso a dispositivos móveis

Os dispositivos móveis têm substituído o uso de computadores para estudos e desenvolvimento de projetos. Quando os celulares são equipados com conexão à internet, os alunos têm mais facilidade para fazerem pesquisas em qualquer local onde estiverem.

2. Uso de vídeos

Professores e alunos têm utilizado vídeos em sala de aula para dar ênfase ao conteúdo que deve ser estudado ou até mesmo para apresentar trabalhos.

3. Uso de ferramentas diferentes para tarefas diferentes

Os estudantes têm aproveitado a maior quantidade de aparelhos possíveis para garantir um bom desempenho no que precisam realizar, ao invés de usar apenas algumas ferramentas para realizar várias tarefas.

4. Atenção à marca pessoal

A maioria dos estudantes têm se mostrado preocupada com a imagem que passa por meio da internet, em redes sociais por exemplo. Isso é um ponto positivo, já que o futuro profissional dos jovens também depende da marca que eles criam online.

5. Interesse em aprendizado online

A quantidade de cursos online disponíveis tem aumentado cada vez mais e mesmo os estudantes que não participam dessa plataforma de ensino demonstram interesse em tentar a experiência. Esse interesse se deve, entre outras coisas, ao fato do aluno ter mais controle sobre o próprio aprendizado.

6. Jogos para aprendizado

Muitos estudantes utilizam computadores ou outros aparelhos móveis como celulares e tablets com a finalidade de jogar. Mas ao contrário do que muitos pensam, o lazer não é o único intuito dessa atividade: muitos desses estudantes têm optado por cursos relacionados à tecnologia de jogos, fazendo desse tema mais uma tendência na educação.

7. Redes sociais

Assim como os jogos, as redes sociais não são apenas usadas para entretenimento. Também servem para possibilitar as conexões entre alunos e professores, aprimorando a experiência de ensino.

Adaptado via Universia

FAÇA UM COMENTÁRIO

As escolas do futuro já existem

A Orestad Gymnasium, escola municipal inaugurada no ano de 2005 em Copenhague, Dinamarca, teve até a planta do seu prédio planejada para viabilizar o conceito de “escola do futuro”. Apesar de possuir algumas salas de aula tradicionais, 50% das atividades são realizadas em espaços de convivência, de forma que alunos do ensino médio são incentivados a resolver desafios em pequenos grupos. La o aluno não é obrigado a usar cadernos feitos de papel ou tirar cópias de livro: tudo é digital. E, apesar de metade dos estudantes da Orestad ter pais sem diploma universitário – fator que está associado ao desempenho escolar – a maioria dos alunos tem um aproveitamento superior à média nacional.

Não muito longe dali, em Nova York, a iSchool, criada em 2007, também tem resultados surpreendentes. Da turma formada em 2012, 95% dos alunos foram aprovados em universidades. Como a média do estado é de 65%, levou pouco tempo até que a escola chamasse a atenção e virasse objeto de análise de educadores de todo o mundo. Como explicar tamanha eficiência? “A estratégia foi repensar a educação e adequá-la à nova realidade, em que as crianças passam a maior parte dos seus dias conectadas à internet”, afirma a americana Isora Bailey, diretora da iSchool. Na instituição, a navegação na web é restrita ao conteúdo relacionado às atividades escolares.

Exemplos como o da Orestad Gymnasium e da iSchool são cruciais, pois indicam possíveis caminhos para o futuro da educação. A popularização dos computadores e da internet nas últimas duas décadas mudou a maneira como os consumidores compram, como as pessoas se comunicam, como boa parte das empresas trabalha e como as notícias se propagam.

Pouca gente duvida que as salas de aula serão afetadas da mesma forma, mas até agora a esperada revolução na área da educação não aconteceu. É fato que o ambiente escolar foi invadido por PCs — no Brasil, há uma máquina para cada grupo de seis alunos e, nos países ricos, a média é de um computador para cada dupla. Embora o acesso à internet nas escolas seja um fato, ainda não se conseguiu medir com exatidão seus efeitos em larga escala.

Adaptado via Exame

 

FAÇA UM COMENTÁRIO

As 6 tendências comuns das universidades em 2020

A educação vive momentos de ruptura com sistemas que têm se mostrado inadequados para a realidade do século 21. É a tecnologia sendo absorvida organicamente por alunos e prometendo melhorar as oportunidades de aprendizado. E essa efervescência, que chega com força às escolas, não deixou as universidades de fora. A CIO da Blackboard,  Katie Blot, estudou as tendências que têm observado na educação e tentou prever o que será comum para as universidades em 2020. “Fizemos uma lista só de seis tendências. Mas tem muita coisa acontecendo na educação, em diferentes países”, afirmou ela ao Porvir. Veja, a seguir, a lista das tendências para o ensino superior apontadas por Blot, com os comentários e dados trazidos pela especialista:

1. Educação global- Para Blot, a educação tem se tornado uma prioridade para muitos países e as barreiras geográficas têm desaparecido. “As pessoas poderão consumir educação de diferentes lugares. E eu não estou falando de Moocs [cursos on-line, normalmente de nível superior, dados de graça]. Estou falando de sistemas de educação tradicionais”, diz ela. Segundo a especialista, as instituições têm se conectado com outras e facilitado a ida de seus estudantes para outros países. “Parece que estamos nos encaminhando para uma situação em que mais alunos vão complementar sua educação com estudos feitos internacionalmente. Temos percebido uma tendência de instituições de diferentes países firmarem parcerias”, complementa.

2. Modelos alternativos- De acordo com Blot, a tecnologia tem facilitado a avaliação de resultados e, em muitos casos, tem escancarado desempenhos muito ruins. Assim, afirma ela, existe um sentimento geral de que é preciso tentar coisas novas. “No futuro vamos ver muita experimentação em educação, não necessariamente em um único modelo. Não vamos mais ter ‘o modelo de educação dos EUA’ ou ‘o modelo francês de educação’. O que vamos ver é que a educação precisará desenvolver uma miríade de diferentes modelos que podem ser usados juntos por diferentes atores”, diz ela.

3. Voltada para as necessidades do aluno- O trabalho de Blot na Blackboard a faz conviver com diferentes universidades. Sua percepção é que está havendo uma mudança do foco do ensino. Primeiro, afirma ela, as instituições ofereciam uma aprendizagem muito voltada para as suas necessidades ou para as necessidades de seu programa ou de um curso específico. Agora, ela acredita que o estudante está no centro dos processos de ensino e aprendizagem. “O que vamos ver é uma educação centrada no estudante. No futuro, os alunos vão deixar de ouvir as instituições dizerem: ‘Isso é o que você tem que estudar, esse é o seu caminho, aqui estão suas notas e seu certificado’. Os alunos vão assumir a responsabilidade e poderão dizer: ‘o caminho que eu quero é esse’”, afirma Blot. A especialista ainda destaca o papel dos Moocs na personalização do ensino. “As experiências de educação formal e informal estarão juntas, com os Moocs, por exemplo. É um processo de individualização dos cursos, em que o aluno vai fazer com que a sua experiência seja diferente da do colega. Os alunos vão reunir créditos das mais diferentes fontes”, sugeriu ela.

4. Revolução on-line e tecnológica- Esta quarta tendência é chamada de “quase óbvia” por Blot. A presença de recursos digitais e tecnológicos nas salas de aula já existe, mas, para a especialista, nos próximo anos haverá uma mudança de perspectiva e de importância dada para as aulas on-line. “Estamos caminhando para um futuro em que o on-line não será mais suplementar, mas se tornará parte do curso. É engraçado ver crianças de 4 ou 5 anos interagindo com tecnologia. Vendo os pequenos, fica claro que a tecnologia vai desempenhar um papel cada vez mais importante”, afirma ela.

5. Alunos não tradicionais- Blot cita um dado do National Center for Education Statistics, órgão dos EUA responsável por estatísticas em educação, que diz que, até 2020 os “estudantes tradicionais” serão apenas 15% do total, contra 85% de alunos não tradicionais. De acordo com os critérios do órgão norte-americano, são considerados estudantes não tradicionais alunos que satisfazem ao menos uma das características: matriculam-se tarde (completam os estudos fora da idade esperada), trabalham 35 horas ou mais, são arrimos de família, são pais ou mães solteiro(a)s, optam por sistemas de ensino diferentes do tradicional presencial, dentre outras características.

6. Big data- A última das tendências apontada por Blot foi o uso de dados e das ferramentas de analytics para facilitar decisões pedagógicas. “Nos EUA, a educação está sendo uma das últimas indústrias a usar dados para orientar as tomadas de decisão. Já estamos vendo professores usarem alguns dados para modificar a forma como ensinam. Mas o big data mesmo ainda está chegando: sabermos como instituições têm ido, o que podemos aprender sobre por que um estudante é bem sucedido. Além disso, o big data traz uma cultura de análise para a tomada de decisão”, diz ela.

Fonte: Porvir

FAÇA UM COMENTÁRIO

Veja mais posts

123

O Grupo A é representante exclusivo do Blackboard no Brasil.