É amanhã! Prepare-se para o Encontro da Comunidade Blackboard

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Faltam poucas horas para o Encontro da Comunidade Blackboard, um encontro entre clientes e a empresa. As equipes nacional e internacional da Blackboard estarão presentes para apresentar as melhores práticas de uso das nossas ferramentas, apostas futuras e posicionamento em relação as nossas soluções tecnológicas para a educação no Brasil.

Assim, nossos clientes e parceiros estarão em contato direto com nosso time, tendo a oportunidade de comunicar feedbacks e solucionar dúvidas de utilização das nossas ferramentas. Veja a programação completa do Encontro.

As vagas estão esgotadas e já existem pessoas na lista de espera. Se você está inscrito, não deixe de comparecer!

O Encontro da Comunidade Blackboard 2017 acontecerá na ESPM. Localize-se:

Quem preferir ir de carro encontrará vagas de estacionamento disponíveis dentro da ESPM.

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Educação tem espaço reservado na Campus Party

A 7ª edição da Campus Party – um dos maiores eventos de tecnologia do país – traz a São Paulo uma lista de palestras e atividades relacionadas à inovação em educação. O evento, que acontece de 27 de janeiro a 2 de fevereiro, trará inúmeras atividades que propõem a conexão entre a tecnologia e processos de ensino e aprendizagem. São palestras, painéis, mesas de debate e workshops que podem servir de inspiração para a melhoria das práticas pedagógicas entre professores e gestores educacionais.

Cerca de 8 mil participantes já foram escritos no evento, e mesmo com as inscrições esgotadas, as discussões poderão ser acompanhadas ao vivo pelo portal do evento. E para facilitar a busca pelos melhores encontros que vão ocorrer na Campus Party, o site Porvir compilou as atividades que mais se relacionam com o campo da educação, ou então que se envolvem com as principais tendências associadas à personalização, experimentação e tecnologia. O guia serve tanto para os participantes interessados no tema que já se inscreveram como para aqueles que poderão acompanhar o evento via streaming. Confira:

Mobilidade
Palestra: Celulares, mobilidade e currículo nas escolas das redes públicas de ensino – encontro possível?
Quando: 28 de janeiro, 17:00 – 18:00
Onde: Cross Space
Palestrante: Ghisleine Trigo Silveira

Recursos educacionais abertos
Painel: Politicas públicas para REA e software livre na educação
Quando: 31 de janeiro, 10:00 – 11:30
Onde: Palco Sócrates
Palestrantes: Salete Farias Almeida, Bianca Santana, Débora Sebriam, Tel Amiel

Game
Painel: Desenvolvimento de games com software livre
Quando: 28 de janeiro, 11:15 – 12:30
Onde: Palco Sócrates
Palestrantes: Salete Farias Almeida, Wilson Kazuo Mizutani, Vinícius Daros, Fernando Masanori Ashikaga

Programação
Workshop: Scratch: quando design e programação viram brincadeira de criança
Quando: 28 de janeiro, 10:30 – 12:30
Onde: Espaço Workshop II

Workshop: Scratch: Linguagem de programação para crianças e iniciantes
Quando: 31 de janeiro, 20:30 – 22:30
Onde: Espaço Workshop III
Oficineiro: Jocemar do Nascimento

Robótica
Mesa: Aplicações Pedagógicas de Robótica
Quando: 28 de janeiro, 10:00 – 11:00
Onde: Palco Galileu
Palestrantes: não foram fornecidos pela Campus Party

Palestra: Robótica Educacional com Software e Hardware Livre na Escola
Quando: 30 de janeiro, 20:30 – 21:30
Onde: Palco Sócrates
Palestrantes: Giany Abreu e Sergio Graças

Fablab

Mesa: Fab Lab Brasil e os laboratórios onde se fabrica (quase) qualquer coisa
Quando: 28 de janeiro, 15:45 – 16:45
Onde: Palco Galileu
Participantes: Heloisa Neves, Fabien Eychenne, Eduardo Lopes e Claudia Bär

Habilidades socioemocionais 

Palestra: Mapas Afetivos
Quando: 30 de janeiro, 20:30 – 21:30
Onde: Palco Michelangelo
Palestrantes: Felipe Lavignatti e André Deak.

Mesa: Tecnologia Assistiva: Interface Interativa de Comunicação
Quando: 31 de janeiro, 11:15 – 12:15
Onde: Palco Galileu
Mediador: Fernando Scalabrini

Palestrantes: Bruna Francieli Kwiatkovski, Lucas Padilha Gois, João Paulo Oliveira e Victor Caparica

Vídeo

Palestra: Do Youtube para o Youtuber
Quando: 30 de janeiro, 14:30 – 15:30
Onde: Palco Gutenberg
Palestrante: Federico Goldenberg

Cinema

Oficina: Storyboard: criando narrativas
Quando: 29 de janeiro, 14:30 – 16:30
Onde: Espaço Workshop II
Oficineira: Clarissa Monteiro

Empreendedorismo

Debate: É falhando que se empreende
Quando: 28 de janeiro, 21:00 – 22:00
Onde: Palco Hypatia
Debatedores: Maurilio Alberone e Horácio Poblete

Adaptado via Porvir

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Quebrando paradigmas: entrevista com José Luiz Trinta, diretor de negócios do Ibmec

Mostrar que as Universidades só têm a ganhar com a implementação do Ensino a Distância (EAD) é um grande desafio. O diretor de negócios do Instituto Brasileiro de Mercado dJosé TrintaCapitais (Ibmec),José Luiz Trinta, relata a experiência da instituição no mercado de educação online, hoje, no Ciclo de DebatesDesafios da Educação, com a palestra IBMEC ONLINE: Mudando o paradigma do eLearning através das plataformas Blackboard. Trinta conversou com o blog Desafios da Educação sobre EAD e como a tecnologia ajudou a quebrar antigos preconceitos no Ibmec:

Qual é o maior desafio que a educação enfrenta hoje?
Difícil elencar um desafio maior em um país tão grande e com uma multiplicidade de realidades. Mas um grande desafio perene na educação é entender as demandas e preparar a oferta, seja de conteúdo, seja de didática, seja de elementos físicos e virtuais de ensino. Cada vez mais temos pessoas entrando no ensino superior. Por isso, estamos investindo em EAD e convênios internacionais. Com relação ao EAD, o desafio é quebrar preconceitos, mostrando que a tecnologia pode estar mais presente e ser um instrumento que melhora as condições e a qualidade de aprendizado.

Qual é a importância do Ensino a Distância no país?
Em um país de dimensões continentais, eu arrisco a apontar o ensino a distância como fundamental. Não é possível levar educação a todos os lugares de forma física e presencial. A Rússia, que é um país tão grande quanto o Brasil, é um dos mais avançados no ensino a distância. Não é possível crescer sem usar o EAD. O maior desafio de administrar um curso de pós-graduação, por exemplo, são os professores e a logística.

Conte um pouco da experiência do Ibmec com as plataformas Blackboard.
O Ibmec investe em educação a distância há quatro anos. Somos novos nisso e foi ano passado que decidimos usar o elearning para a melhoria do aprendizado. Temos MBA e cursos para o público em geral. Utilizamos as ferramentas da Blackboard há 10 meses. Foi a implementação mais rápida do Brasil, o processo foi muito veloz. Ajudou-nos a quebrar antigos preconceitos, como: o “elearning não tem qualidade de um curso presencial”, “não tem a interação”, “não tem o networking”, “o aluno do EAD quer estudar menos”, etc.

Quais os desafios de gerir uma equipe voltada para esse tipo de aprendizagem?
Para mim são os mesmos da equipe presencial. O professor do EAD está sempre voltado à inovação e traz muitas ideias que podem ser executadas. Às vezes, o professor presencial está mais apegado a determinadas crenças e valores, mas de maneira geral se adapta com facilidade. No Ibmec, a equipe é formada por pessoas que tem qualificação para trabalhar com educação a distância. Alguns dos professores presenciais também são tutores de disciplinas EAD. Muitos já conhecem as plataformas: nós recebemos mais curiosidade do que resistência.

E você, também acredita que o EAD será um dos protagonistas da educação nos próximos anos?

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Fonte: Desafios da Educação

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Evento do Google discutiu o futuro da educação

Na última terça-feira (10), aconteceu na sede do Google em São Paulo, o evento Think Education With Google, com o objetivo de discutir os possíveis rumos da educação a partir da influência da tecnologia. Professores e especialistas da área abordaram em palestras, assuntos como o perfil dos estudantes brasileiros e como tirar proveito dos recursos online para ampliar a efetividade dos processos de ensino.

Durante a primeira parte do evento, especialistas do Google e da área de educação, falaram sobre o comportamento do estudante brasileiro na internet e como isso influencia a decisão de escolha por instituições e métodos de ensino. De acordo com Maria Helena Marinho, Market Insight Manager do Google Brasil e Vicente Carrari, Gerente de Negócios para o segmento Educação do Google Brasil, os jovens consultam vídeos antes de decidir por um método ou instituição de ensino, de modo que a educação deve estar presente em todas as telas a que um jovem tem acesso, como tablets, smartphones, computadores e a televisão.

Marco Fisbhen, fundador e CEO do site de vídeo-aulas Descomplica, falou sobre o papel do professor e do vídeo na transmissão de conteúdo. Para ele, a educação online deve ser um complemento daquilo que não pode ser feito pela educação tradicional e a função do online é fazer o que o professor não consegue”.

A segunda parte do evento foi voltada para o segmento de conteúdos educacionais gratuitos. De acordo com Andreia Inamorato, consultura em educação à distância e tecnologia educacional pela DigiLearn, a disponibilização de conteúdos gratuitos altera a forma de ensino no Brasil, mas para que o processo seja efetivo é preciso entender as particularidades de cada modelo de curso. Para ela, é fundamental que os professores conheçam os possíveis formatos de cursos e, a partir daí, disponibilizem conteúdo de graça. A professora ainda ressaltou que os educadores devem disponibilizar conteúdo online em diversos formatos, o que facilita o compartilhamento e o uso dos projetos como fonte para demais professores e pesquisadores.

Por fim, o CEO e co-fundador do portal Veduca, Carlos Souza, falou sobre o futuro da educação a partir dos recursos onlines. Para ele, existe no Brasil uma grande demanda por educação de qualidade e essa lacuna pode ser preenchida por cursos online. Segundo ele, “a revolução que tem acontecido na educação no Brasil é uma grande oportunidade de tirar o país das últimas posições nos rankings educacionais e colocá-lo em seu lugar de direito: o topo”.

Fonte: Universia

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Confira o que foi discutido no Fórum Desafios da Educação

Como engajar o aluno multimídia em sala de aula?
Como tornar o ensino divertido?
Quais são as tendências para o futuro da educação?

Estas e outras questões foram discutidas no Fórum Desafios da Educação, que aconteceu semana passada em São Paulo. Mais de 200 líderes, gestores e professores encontraram-se na Universidade Anhembi Morumbi para compartilhar suas ideias sobre o futuro do ensino, suas experiências dentro e fora da sala de aula e muita inspiração. Confira uma breve recapitulação feita pelo Blog Desafios da Educação sobre tudo o que foi discutido no evento:

Como construir uma nova educação?
Felipe Anghinoni, um dos fundadores da escola de atividades criativas Perestroika, abriu o Fórum discutindo as vertentes fundamentais da educação do futuro:

1. Tecnologianotebookstabletssmartphones. Aplicativos, games, aulas online. Você consegue imaginar uma sala de aula sem o uso de tecnologia, hoje? Além dos dispositivos, Felipe argumentou que a nova educação irá contar também com a ajuda de análises de desempenho dos alunos para customizar suas rotas de aprendizagem.

2. Descentralização: estudantes ensinando outros estudantes. Professores aprendendo com alunos. A escola do futuro não é mais só de um para muitos, mas também funciona em uma estrutura de rede, com diferentes pontos de contato.

3. Personalização: nem todo mundo aprende da mesma forma. Alguns são mais visuais, outros preferem anotar. Em breve, a educação será cada vez mais customizada para atender as necessidades de cada aluno.

4. Experiência: as aulas puramente expositivas já não são mais suficientes para a Geração Y – os jovens querem ser conquistados também pela emoção. Aqui, vale a máxima de Confúcio:

Diga-me e esquecerei. Ensina-me e aprenderei. Envolva-me e entenderei.

5. Narrativa: ensinar por meio de histórias, o chamado storytelling, é uma forma eficiente de instigar alunos totalmente conectados ao mundo visual.

6. Gameficação: assim como as histórias, os games, com os seus badges, suas fases, seufeedback constante, conseguem divertir e ensinar ao mesmo tempo.

Felipe acredita que não há um modelo único para o sucesso do ensino do futuro.

7. Desescolarização: reaprender a aprender. Essa é a ideia da desescolarização, movimento que defende que a escola e a universidade não são os únicos locais para adquirir conhecimento.

8. Da escola para a vida: como ser um bom amigo? Como lidar com os seus filhos? De que forma as mulheres podem se empoderar? Felipe Anghinoni acredita que a escola do futuro precisará tratar também de temas corriqueiros da vida.

Aprender errando: o uso de games no ensino
Segundo palestrante do dia, João Mattar, professor da Universidade Anhembi Morumbi, compartilhou com os participantes do Fórum um pouco do seu vasto conhecimento sobre a utilização de games em sala de aula. Para o pesquisador, os jogos são uma estratégia eficiente de ensino porque, além de envolver os alunos, também ajudam a desmistificar os erros.

“Ninguém joga games com medo de errar. Errando a gente aprende.”

No modelo tradicional de ensino, o erro é punitivo. Com os games, o erro torna-se parte fundamental do processo de aprendizagem. Em uma apresentação rica e cheia de exemplos, João Mattar enfatizou que jogos não são apenas mais um recurso pedagógico para as aulas. Eles representam, principalmente, uma nova forma de entender e organizar todo o sistema de ensino. Gameficar uma aula não é apenas usar um jogo, mas mudar toda a estrutura de ensino para que os alunos tenham feedback constante, aprendam em diferentes níveis e conforme a sua capacidade. Um desafio e tanto!

Seis tendências para a educação do futuro
Katie Blot, vice-presidente da Blackboard e última palestrante da manhã, conversou com o público sobre as principais tendências para o futuro do ensino. Katie, que já trabalhou como CIO para o Federal Student Aid nos Estados Unidos, destacou seis pontos fundamentais que irão transformar o modo como ensinamos e aprendemos:

Katie defende que as Instituições devem experimentar com novas tecnologias.

Educação global: que tal aprender inteligência artificial com um professor de Stanford? Ou ter aulas de matemática no MIT? Por meio dos cursos online abertos e massivos, os chamados MOOCs, é possível assistir a aulas de qualquer parte do mundo.

Estudantes não tradicionais: copiar a matéria do quadro-negro? Ficar sentado, passivo, enquanto ouve o professor explicar a disciplina? Essas técnicas já estão ultrapassadas para os estudantes de hoje, que querem participar, interagir e contribuir para a sua própria aprendizagem.

Modelos alternativos de consumo: consumo colaborativo e espaços de coworking já são práticas comuns no mundo dos negócios. Nos próximos anos, a expectativa é que modelos alternativos de consumo também avancem no setor da Educação.

Ensino centrado no aluno: em vez de focar apenas no conteúdo a ser transmitido, o ensino do futuro se preocupará cada vez mais em atender e envolver os estudantes multimídia.

Big data: dados quantitativos e qualitativos sobre como aprendemos serão essenciais para moldar a sala de aula do futuro e customizar cada vez mais o ensino para atender aos diferentes perfis de estudantes.

Mobilidade: ensino a qualquer hora, em qualquer lugar. Os alunos de hoje buscam uma sala de aula expandida, disponível não apenas nos horários padrão.

Workshops e cases
Durante a tarde, os participantes puderam escolher entre três workshops para aprofundar o debate sobre os desafios da educação: Orlando Júnior, da Kroton, compartilhou sua experiência sobre como produzir conhecimento em larga escala sem perder a qualidade; Ana Karin Nunes, da Feevale, mostrou suas técnicas bem-sucedidas para engajar os professores no uso de novas tecnologias; e José Trinta, do IBMEC, divulgou os métodos que a sua Instituição emprega para internacionalizar o conhecimento.

As últimas palestras do dia ficaram por conta de Janes Tomelin, professor da Anhembi Morumbi, e Roberto Paes, diretor da Fábrica de Conhecimento da Estácio. Janes e Roberto apresentaramcases sobre como suas Instituições lidam com as dificuldades e inovações promovidas pelo ambiente de ensino digital.

Janes Tomelin aproximou-se do público para compartilhar suas experiências.

Roberto Paes mostrou como garante a qualidade de ensino entre as diferentes unidades da Estácio.

Após mais de sete horas de palestras, conversas e discussões, o Fórum mostrou a importância de compartilharmos nossas experiências e nossos desafios para, juntos, idealizarmos e construirmos o futuro da Educação. Ainda há muito o que aprender, mas o caminho já está trilhado, como afirmou o participante Rafael Mota, do Mackenzie:

“O Fórum ajudou a demonstrar que todos estamos juntos no mesmo processo, uns mais avançados, outros começando, mas todos aprendendo como revolucionar algo que ainda está ligado às raízes originais.”

E que venham os próximos Desafios da Educação!

Fonte: Desafios da Educação

 

 

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