Uma revolução sendo criada com o Moodlerooms

A revolução da tecnologia no EAD

 

A forma como pensamos, agimos e convivemos mudou com a tecnologia. Isso ocorreu e influenciou também a educação. Por isso, as universidades que utilizam a inovação para expandir experiências de aprendizagem por meio de plataformas de educação a distância são as que conseguem acompanhar o novo perfil dos estudantes.

O UNASP (Centro Universitário Adventista de São Paulo) é uma delas: a instituição existe há mais de um século e tem quatro campi: Engenheiro Coelho, Hortolândia, São Paulo (sede central) e Virtual. Em todos eles, o grupo educacional oferece uma variedade de cursos e programas de licenciatura, pós-graduação (Lato e Stricto Sensu) e extensão.

Sua filosofia é baseada no respeito e na promoção das crenças adventistas, e abrange áreas muito mais amplas do que o próprio conhecimento: busca incentivar o equilíbrio espiritual, intelectual, físico e social.

>> Veja como a Feevale planeja a ampliação de seu EAD

O plano de estudo tem o objetivo de promover a excelência acadêmica sem abrir mão de valores, justiça e responsabilidade. Tudo isso aliado a estratégias de aprendizagem inovadoras, com a utilização de ferramentas online.

Figura central: o aluno

Quando começou a oferecer cursos de EAD, o UNASP estava motivado a sair do convencional da educação no Brasil e no mundo, em que o professor é a figura central da sala de aula e detentor de todo o conhecimento.

Essa maneira de pensar muda com a educação a distância, porque a atenção é focada no aluno, que desempenha um papel mais ativo e participativo na evolução do aprendizado. Além disso, o mito de que a qualidade do EAD é diferente da oferecida no ensino presencial já foi superado, em virtude dos resultados significativos alcançados pela instituição desde 2005. Esse foi o ano em que os cursos a distância foram introduzidos no UNASP, tendo como suporte a plataforma Moodlerooms. Veja como o LMS se relaciona com o sucesso do curso a distância.

A EAD garante também benefícios em relação à otimização de tempo, reduzindo distâncias: com ela, as agendas individuais podem ser manejadas mais facilmente, evitando que um estudante tenha que viajar periodicamente de casa até a universidade.

– Quando uma universidade passa a investir em EAD, está buscando ampliar seu campo de atuação. O UNASP faz parte de um grupo com 400 unidades escolares, fora outras instituições, localizados em todo o Brasil. Então, a educação a distância foi um passo natural, pois existe a possibilidade de criar polos presenciais de apoio à EAD onde existir uma escola do grupo – explica o Diretor de Produções e Processos do campus Virtual do UNASP, Valcenir do Vale Costa.

Em 2016, o UNASP atendeu mais de 5.000 alunos na educação a distância, aumentando para cerca de 6.500 estudantes nos sete primeiros meses de 2017. Hoje, a instituição oferece cursos de pós-graduação e de extensão a distância, mas já está credenciada para, a partir de 2018, ofertar seis cursos de graduação – Ciências Contábeis, Administração, Pedagogia e Letras – e os tecnólogos em Gestão de RH e Processos Gerenciais.

Capacitação do corpo docente

No início da implantação do projeto no UNASP, o corpo docente apresentou-se um pouco resistente, pois era algo novo com que os professores não estavam acostumados. No entanto, à medida que se desenvolviam as aulas virtuais, suas percepções foram mudando. Três elementos centrais começaram então a se apresentar: ter, dominar e fazer uso adequado, ideal e harmonioso das ferramentas digitais.

Cada professor é treinado e está constantemente aprendendo e conhecendo as aplicações e outros temas relacionados às ferramentas online. O interessante é que o UNASP utiliza diferentes estratégias para essa capacitação.

– Hoje, não trabalhamos mais com a capacitação em tecnologia por si só. Nós desenvolvemos atividades complementares para que os professores se atualizem em seus campos de atuação, atividades essas que são realizadas com apoio da plataforma tecnológica. Assim, o uso da ferramenta acaba se tornando secundário, não é o foco do professor, o que diminui sua resistência e aumenta sua familiaridade – esclarece Valcenir Costa.

Para ele, o professor tem o importante papel de facilitador do aprendizado. Portanto, a tecnologia não vai substituí-lo. Mas, se ele não procurar inovar, consequentemente estará se colocando do lado de fora da sala de aula.

Assim, são empregados todos os esforços para capacitar e motivar constantemente o corpo docente, assegurar que esteja totalmente em sintonia e que entenda as inúmeras possibilidades oferecidas pela tecnologia quanto aos resultados positivos e os processos educativos.

o aluno no centro da educação1600

A evolução da educação

A grande dificuldade de toda mudança não é o estabelecimento de processos tecnológicos, porque esse conhecimento já está disponível. Para colocar o aluno como figura principal no processo de educação, é preciso promover uma mudança cultural, como Valcenir comenta:

– Temos que rever os processos pedagógicos e também a cultura dos professores, porque quem foi formado na educação presencial tem uma resistência natural à educação a distância.

Em todo e qualquer momento, o processo educacional deve ter como ponto central o aluno, por um motivo simples: a educação tem como base o processo de ensino e aprendizagem. O ensino depende do professor, mas a aprendizagem, do aluno. E quando o estudante é colocado como figura principal nesse processo, ele é incentivado a buscar complementação ao conteúdo em diferentes lugares, a procurar o conhecimento.

A educação a distância exige leitura, debate, estudo, realização de provas e atividades; por isso, é tão importante a ascensão das metodologias ativas, em detrimento da sala de aula tradicional, que ainda tem uma visão industrial.

– É preciso considerar que a internet não possui limites de espaço ou de tempo. O uso das tecnologias digitais conectadas pela internet como um recurso na sala de aula tradicional, apesar de seu valor, não deve ser a tônica da prática pedagógica dessas tecnologias; não se pode conceber o uso territorializado de tecnologias pervasivas.

Moodlerooms: canal de comunicação

A plataforma Moodlerooms tem sido uma parte fundamental do processo de expansão da instituição, que cresce em quantidade de alunos com a premissa de manter a qualidade do ensino que oferece.

– É o canal de comunicação entre instituição e aluno, além de ser onde todo o nosso conteúdo está publicado – aponta Costa.

Atualmente, os estudantes podem fazer 20% de sua carga acadêmica na plataforma virtual. Há, aproximadamente, 15 mil estudantes em cursos presenciais e que também estão inscritos em diversos programas a distância, e 400 estudantes inscritos em cursos de pós-graduação. Adicionalmente, existem cursos para os estudantes interessados em educação em curto prazo (de 10 a 40 horas), e nos últimos 12 meses foram oferecidos sete programas de extensão.

– Contamos com uma plataforma robusta, acessível e com suporte tecnológico. O Moodlerooms tem diferenciais importantes: oferece diferentes relatórios, mais usabilidade, design de interação mais sofisticado e limpo. O resultado é a maior adesão por parte dos professores e, principalmente, dos alunos.

A instituição tem planos otimistas: em cinco anos, planeja ter 20 mil alunos inscritos na educação a distância. Favorecem a expansão de sua atuação diferentes fatores, entre eles a capilaridade no Brasil, credibilidade e seriedade.

Recentemente, o Ministério da Educação liberou o credenciamento de cursos 100% EAD no Brasil – que não requerem a presença do aluno no campus e/ou polos. Ou seja, trata-se de uma evolução do semipresencial para a educação totalmente a distância, tudo resolvido no ambiente em que o estudante preferir.

– O UNASP já vem se preparando para esse momento há alguns anos. E, nesse caminho, contaremos certamente com o suporte do Moodlerooms – finaliza Costa.

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3 pontos essenciais para criar cursos EAD de alta qualidade

criar cursos EAD de alta qualidade

A tendência de aumento do número de alunos no EAD segue firme. A previsão é de que, a partir de 2023, os cursos a distância ultrapassem o ensino presencial. Para isso, é fundamental que se invista em educação online de qualidade, obtendo resultados tão positivos quanto o ensino presencial.

As etapas essenciais para a construção de disciplinas online são numerosas, mas existem 3 pontos fundamentais para criar cursos EAD de alta qualidade em sua instituição.

1. Análise antecipada

Quando se trata de design instrucional, um dos investimentos mais importantes que se pode fazer é a análise antecipada, que deve ocorrer primeiro no nível institucional: qual é a cultura da instituição, o histórico com EAD, cronograma, credeciamentos?

Em seguida, a análise se move para o programa do curso, momento em que muitas perguntas devem ser feitas:

  • Quais são os resultados que os alunos precisam atingir?
  • Quem são os alunos? Como eles chegaram a um curso EAD?
  • Qual é a expectativa de tempo do curso?
  • De onde vem seu conteúdo? É uma adaptação de um curso presencial, baseia-se no conteúdo existente na plataforma LMS ou é algo completamente novo em desenvolvimento?
  • Quais são as restrições técnicas ou funcionais para a entrega desse conteúdo?

Sob pressão para começar a produzir cursos imediatamente, algumas instituições tendem a tomar notas de disciplinas presenciais e forçá-las a um formato online, negligenciando o tempo de análise inicial.

Para evitar que isso aconteça, antecipe o planejamento do curso e reserve tempo para a análise antecipada. Todo o restante será desenvolvido a partir das respostas às questões essenciais.

2. Mapeamento de estrutura

Com a análise completa, o próximo passo é projetar e criar a estrutura do curso, mapeando as informações originadas a partir de seus questionamentos. Veja a seguir um exemplo de como a análise inicial orienta a criação do curso online.

O material de origem é um curso de três créditos, apresentado em uma aula presencial que teve três horas de duração.

Pode-se pressupor que esse material renderia uma semana de curso online. No entanto, para um um aprendiz não tradicional ou um estudante inscrito pela primeira vez em um EAD, uma conferência de três horas oferecida em uma semana pode representar muito material a ser absorvido.

Dessa forma, a palestra e os materiais de apoio precisam ser desagregados e redesenhados para que o aluno consiga, em sua jornada de aprendizado, absorver todo o conteúdo.

Uma mudança na abordagem conceitual quando o conteúdo do ensino presencial é adaptado para o EAD alivia a sobrecarga cognitiva que poderia se transformar em um resultado ruim, ou seja, um aumento da evasão. Por isso, é importante criar formatos diferentes para apresentar o material de forma compreensível, sem perder de vista o resultado desejado pela instituição: no caso, o sucesso do aluno.

Se no planejamento do EAD se prever tempo para entender o material de origem e a experiência do usuário antes de começar a projetar, a instituição estará mais preparada para oferecer ao aluno o que ele precisa, de forma compreensível.

ambiente virtual de aprendizagem - AVA

3. Experiência do aluno

Embora a forma como os materiais do curso são apresentados seja fundamental para criar um EAD bem-sucedido e de alta qualidade, também é igualmente importante considerar a experiência do aluno.

Muitos estudantes já se inscrevem no EAD enfrentando dificuldades. O objetivo da instituição deve ser facilitar, e não sobrecarregar com desafios adicionais quando se trata de navegação, lógica de sequência dos materiais, expectativas do curso e requisitos de avaliação.

As instituições devem evitar que um aluno bloqueie o aprendizado porque não consegue descobrir como chegar ao material complementar seguinte. Eles podem não saber interagir sozinhos em uma disciplina. Por isso, deve-se investir em uma ferramenta intuitiva e inteligente, que preencha as lacunas de conhecimento em tecnologia dos estudantes. Veja como o LMS influencia o sucesso do curso a distância.

Não há motivo para que a experiência de aprendizagem online não seja tão boa quanto o ensino presencial. De certa forma, pode oferecer até mesmo um meio ainda melhor, já que apoia as necessidades daqueles com diferentes estilos de aprendizagem.

É necessária, no entanto, a criação de uma experiência que considere as múltiplas interações que a aprendizagem online requer, incluindo: entre pares, do estudante com os materiais e do aluno com o instrutor. Todos esses tipos de interação devem ser incorporados no design e no desenvolvimento do EAD.

Prevendo tempo para analisar a situação previamente, usando o resultado da análise para criar cuidadosamente o curso e tendo em mente o fato de que o que mais importa é a qualidade da experiência geral do aluno, as instituições podem criar os tipos de curso que mais envolvem e têm mais chance de reter estudantes.

Para complementar a leitura, veja o estudo de caso da Universidade Positivo sobre como mesclar os ensinos a distância e presencial, no artigo O que é ensino híbrido e por que ele é tendência?

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Infográfico: como criar cursos EAD em sua instituição de ensino

cursos ead

Faculdades e universidades de todos os portes continuam a expandir suas ofertas de cursos de educação a distância (EAD). Aquelas instituições que continuam aperfeiçoando suas grades curriculares, adotando as mais recentes tecnologias para melhorar a experiência educacional, observam, como consequência, melhores resultados em avaliações de alunos e em número de matrículas.

Leia também:

Saiba como a Blackboard colaborou para a expansão dos cursos EAD da Feevale

Veja como estudantes bem-sucedidos usam o Ambiente Virtual de Aprendizagem

Alguns dos principais clientes da Blackboard internacional foram ouvidos e contaram, a partir de suas experiências, as melhores práticas e as lições aprendidas que descobriram ao longo do caminho.

Neste infográfico, foram incluídas algumas dessas constatações, perguntas, tarefas e dificuldades enfrentadas ao se desenvolver e executar uma estratégia de aprendizagem online, tais como:

  • Criando um plano de negócios;
  • Evitando o deslocamento da missão;
  • Conhecendo seu mercado e como alcançá-lo;
  • Preparando seu corpo docente.

Acreditamos que uma viagem bem-planejada é a maneira mais segura de se alcançar sucesso no ambiente de e-learning. Por isso, este infográfico pode servir como um guia de suporte para todas as instituições, em qualquer fase de desenvolvimento de cursos EAD.

Para visualizar o infográfico em tamanho maior, basta clicar na imagem.

cursos ead

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Ambientes Virtuais de Aprendizagem (AVA): Tecnologia garante o sucesso dos alunos

ambiente virtual de aprendizagem - ava
Foi percorrido um longo caminho desde o momento em que um sistema de gestão de aprendizagem se transformou em uma ferramenta de gerenciamento de cursos, permitindo que os alunos se inscrevessem nas aulas e ajudando os administradores e instrutores a manterem o controle da rotina escolar ou acadêmica. Com o tempo, os Learning Management Systems (LMS) ou, em português,
Ambientes Virtuais de Aprendizagem (AVA) evoluíram, incluindo recursos importantes como entrega e gestão de conteúdo, avaliações, acompanhamento financeiro, elaboração de relatórios, entre muitos outros.

A educação a distância se expandiu, e as melhores soluções AVA estavam lá para apoiar os alunos, instrutores e instituições que estavam à frente. O mesmo vale para a revolução do dispositivo móvel: as ferramentas de ponta se adaptaram e deram suporte para o desenvolvimento do ensino utilizando também as plataformas móveis.

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>> Como o LMS colabora para o sucesso do curso a distância

 

A tecnologia avança e, conforme surgem novas oportunidades de se utilizar ferramentas inovadoras dentro de um contexto de aprendizagem, as soluções AVA continuarão a evoluir para se tornar um ambiente cada vez mais abrangente.

Evolução das soluções AVA

A evolução contínua das soluções AVA é uma boa notícia para as faculdades e universidades, onde o sucesso do aluno é cada vez mais ligado a quanto a instituição inclui a tecnologia em seus cursos.

Isso também significa que, com a tecnologia disponível para colaborar com bom desempenho do aluno, há dezenas de opções a serem consideradas pelos administradores e reitores. Portanto, escolher uma solução AVA multifacetada se torna muito mais desafiador do que simplesmente comprar um produto com uma única finalidade.

Quando se trata de Ambientes Virtuais de Aprendizagem, não há como escolher clicando em um produto e o adicionando a seu carrinho de compras via site. A tarefa inclui muito mais fatores a serem considerados, já que diversos fornecedores investem em aprimoramentos contínuos para expandir e refinar as ferramentas tecnológicas, tornando-o um ambiente de aprendizagem integrado e completo, colaborando com praticamente todos os aspectos da educação.

ambiente virtual de aprendizagem - AVA

Muito além dos Ambientes Virtuais de Aprendizagem tradicionais

A avaliação do AVA que melhor atende a sua instituição está diretamente ligada às suas metas e estratégias. Porém, alguns pontos são comuns entre todas as faculdades e universidades: fornecer a melhor experiência educacional, alçando os alunos para posições de sucesso.

As soluções mais modernas combinam AVAs tradicionais com capacidades que permitem, entre outras coisas:

  • Colaboração entre alunos em projetos de classe;
  • Interação com seus instrutores fora da sala de aula (por exemplo, encontros durante horas de escritório virtual);
  • Funções administrativas, como registro de curso;
  • Suporte técnico utilizando os dispositivos e ferramentas sociais usuais;
    Aumento das ofertas de cursos em tempo real com o ensino a distância síncrono (quando professor e aluno estão na sala de aula virtual ao mesmo tempo);
  • Que faculdades e universidades encontrem uma plenitude de dados obtidos na ferramenta, podendo melhorar os resultados educacionais e desempenho financeiro.

Assim, quando se trata de escolher uma solução AVA, há muito a se considerar. Você vai querer se certificar de que o caminho escolhido não atende somente às necessidades da instituição, mas também antecipa a futura direção do ensino superior. E, acredite, isso vai muito além da utilização de um par de ferramentas tecnológicas.

Ainda tem dúvidas? Veja como a tecnologia pode contribuir para o aumento do número de alunos de sua instituição.

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3 dicas para personalizar o e-learning para os estudantes

3 dicas para personalizar o e-learning para os estudantes

Pense por um momento sobre sua experiência de ensino superior. Como você aprendia com o material, quando estava matriculado como estudante de graduação? Como os materiais de curso e palestras de seus instrutores colaboraram para que você tirasse o melhor proveito de uma determinada disciplina? Que recursos foram fornecidos que o ajudaram a estudar para as provas? Que cursos você sentiu que foram personalizados para você?

Sem dúvida, nem todo o material da graduação foi fácil de entender. E isso se reflete no aprendizado: você pode ter sentido que não absorveu tudo o que podia com base nesses conteúdos. Acontece com todos os estudantes.

Se o professor refletir sobre como aprendeu – e sobre o que não funcionou para ele – vai poder perceber que nem todos têm a mesma experiência de aprendizagem e que nem todos aprendem da mesma forma.

Apesar disso, existem literalmente dezenas de sites que apresentam as definições de estilo de aprendizagem e o que as difere. Não é possível utilizar todos os estilos em um mesmo curso. Em vez disso, que tal fornecer conteúdo de forma personalizada aos estudantes para ajudá-los, individualmente, em seus próprios estilos de aprendizagem?

Veja como é possível, no e-learning, personalizar os materiais para que o estudante consiga absorver todo o seu conteúdo.

>> O LMS e o sucesso do curso a distância

1 – Fornecer conteúdo em diferentes formatos

Muitos professores utilizam o Ambiente Virtual de Aprendizagem (AVA) como um repositório de plano de estudo, notas, tarefas e exames. No entanto, o e-learning possibilita mais do que apenas publicar resumos e avaliações, especialmente com estudantes de diferentes locais, disciplinas e, mais importante, estilos de aprendizagem. Por isso, é importante incorporar técnicas diferentes e oferecer conteúdos em formatos variados nos cursos online.

Em cadeiras mais práticas, por exemplo, é possível incluir as anotações sobre as aulas e, simultaneamente, uma lista de vídeos relacionados ao conteúdo do capítulo que está sendo apresentado. Detalhar o conteúdo com exemplos relacionados aos temas serve como complementação ao material abordado. Dessa forma, os alunos podem aprender lendo, vendo, ouvindo, revisão ou praticando em seus próprios projetos seguindo os modelos.

2 – Fornecer feedback detalhado e pessoal

Produzir comentários individuais sobre cada projeto e dar feedbacks adaptados para cada aluno valoriza seu esforço e colabora para seu aperfeiçoamento. Exalte os pontos fortes e indique onde erraram – somado a sugestões de modificações para garantir o sucesso futuro.

Além disso, muitas vezes um aluno entrega um trabalho incompleto ou abaixo do padrão porque acredita que era o suficiente para completar o problema. Ao fornecer um feedback detalhado e pessoal, o professor consegue colaborar com aquele que não compreendeu completamente o problema. Ele deve ser construtivo e positivo, visando apoiar a aprendizagem, ainda que seja apontando os erros.

Saiba como fazer um feedback eficiente.

3 – Dar apoio aos estudantes que não estão se encontrando

É possível, ainda, personalizar a experiência para aqueles alunos que parecem não ter se encontrado com os conteúdos e conceitos, a fim de ajudá-los. Mesmo que exija um pouco de tempo extra, colaborar para que estudantes tenham sucesso quando todo o resto não parece estar funcionando vai valer a pena.

Nos cursos presenciais, é possível chamar o aluno em seu escritório e ajudá-los durante o expediente. Com as ferramentas de colaboração e vídeo online, como o Blackboard Collaborate, pode-se ligar para os alunos em suas salas de aula online e proporcionar uma conversa olho no olho, uma sessão de trabalho colaborativo ou um encontro para tirar dúvidas. Reconhecer o esforço e ajudar enquanto eles estão lutando pode ser a motivação que faltava.

Artigo traduzido e adaptado de Brian Morgan, presidente e professor associado do Departamento de Ciência e Tecnologia Integrada da Universidade Marshall. Publicado originalmente no blog da Blackboard Internacional.

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