Troca entre instituições promovida pelo Encontro da Comunidade Blackboard aprimora o uso das soluções da empresa


Um dos pontos principais do Encontro da Comunidade Blackboard Brasil é a dedicação, durante um dia inteiro, ao aperfeiçoamento de experiência e uso das soluções da Blackboard no apoio ao processo de ensino e aprendizagem, seja ele EAD, presencial ou híbrido. Além disso, a troca de experiências entre as instituições faz com que sejam discutidos desafios enfrentados cotidianamente nas Instituições, ainda que cada uma tenha diferentes perfis de alunos. É assim que Leo Salomone, um dos palestrantes do evento e responsável por elaborar e comunicar as novas tecnologias Blackboard para os clientes no Brasil, define a importância do Encontro.

> Inscreva-se no Encontro da Comunidade Blackboard, exclusivo para clientes 

– Criando uma comunidade de usuários de nossas soluções e compreendendo melhor suas visões sobre o futuro da tecnologia voltada ao ensino, conseguimos colaborar com as instituições para reimaginar a experiência de aprendizagem de seus alunos – sintetiza Salomone.

O movimento de troca entre instituições faz com que se aprimorem os processos internos. Por isso, quanto mais usuários participam, mais experiências e cenários diferentes são debatidos.

– Isso aumenta a variedade de pontos de vista no evento e possibilita que essa troca seja ainda mais rica e gratificante para todos. Essa participação também garante que a Blackboard conheça melhor os seus usuários e possa se preparar cada vez melhor para atender às suas necessidades – diz Gabriel Cavalcante, Coordenador de Suporte Blackboard Brasil, no Grupo A.

Reunindo professores, gestores, desenvolvedores, administradores de sistemas e líderes de instiuições clientes Blackboard de todo o Brasil, o Encontro da Comunidade Blackboard Brasil ocorre no dia 11 de maio, no Insper, em São Paulo, e é exclusivo para clientes da empresa. As vagas são limitadas e gratuitas. Inscreva-se!

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3 dicas para se conectar com seus alunos on-line

 

Post escrito por Josh Murdock, designer instrucional na Faculdade de Valencia, na Flórida.

Os alunos de hoje não são mais como conhecíamos na nossa época de escola. Eles estão aprendendo em novos ambientes, utilizando ferramentas que não existiam a até pouco tempo. Mais de 21 milhões de estudantes estão matriculados em pelo menos um curso on-line, e esse número cresce a cada semestre. A realidade é que não há mais estudantes  tradicionais ou estudantes on-line; discentes de todos os lugares estão fazendo tanto cursos on-line quanto em salas de aula. Como instrutores e administradores, temos a oportunidade de ajudar os alunos acostumados a cursos tradicionais a fim de que se tornem, também, um sucesso em ambientes on-line.

Um dos ajustes mais difíceis para os estudantes em transição de uma sala de aula tradicional para um ambiente on-line é a ligação com seu professor. Muitas vezes nos cursos on-line, os alunos são apenas “um nome de usuário”, enquanto os instrutores passam a ser computadores virtuais que respondem questões. Mas, com alguns truques essenciais para criar um ambiente em que o professor on-line se torne “real”, isso não precisa acontecer.

Aqui estão três dicas simples para ajudar os alunos nesta transição:

Dica # 1: Criar uma comunidade desde o início
Desenvolva o senso de conexão entre você e os alunos no início do curso através de uma primeira conversa. Peça aos alunos para postarem sobre si mesmos em fóruns de discussão ou blogs para o resto da turma, incentivando-os a responder uns aos outros. (Não se esqueça de incluir algumas questões que se relacionem com o curso). Como instrutor, a melhor maneira de começar essa conexão é personalizar a conversa com cada aluno. Você pode começar postando alguns de seus interesses pessoais, como livro favorito, por exemplo. Oferecendo informações pessoais, você auxilia os alunos a se conectarem e perceber que você não é um professor-online robotizado.

Dica # 2: Inicie um projeto “All About Me”, ou “Tudo Sobre Mim”, em português.
Outra tarefa que ajuda a aprender mais sobre os estudantes e lhes ensina como usar um tipo de software é um projeto “All About Me”, em que os alunos contem um pouco mais sobre si mesmos e sua vida, a fim de se apresentarem para a turma. Tenho indicado tanto o PowerPoint quanto o Glogster para os alunos criarem projetos sobre sua formação, educação, história de trabalho, interesse pessoal e objetivos futuros. Crio um exemplo com as minhas informações, o que nos ajuda a conhecer melhor uns aos outros. Importante: certifique-se de responder, não dê apenas o retorno do projeto, mas ajude com informações que possam ser usadas na vida pessoal.

Dica # 3: Aumente o envolvimento dos alunos com anúncios de vídeo
Esta dica foi a mais bem-sucedida e parece ser rara nos cursos on-line atualmente: fornecer anúncios ou atualizações semanais através de atualizações de vídeo. Eu criei atualizações semanais via webcam para meus cursos de tecnologia educacional on-line e os estudantes têm dado um grande feedback sobre este tipo de vídeo. Os alunos dizem que se sentem mais conectados, entendem melhor as expectativas e obtém uma melhor experiência com as atribuições de cada semana.

  • Siga com temas similares a cada semana;
  • Discuta a semana anterior como um tipo de incentivo ou lembrete do conteúdo;
  • Discuta as próximas atribuições com detalhes e as melhores.

Este tipo de anúncio de vídeo é fácil de produzir usando uma webcam básica e às vezes gravados diretamente para o YouTube. Ao não listar o vídeo em seu canal através das configurações, por exemplo, permite que você compartilhe o link ou incorpore ele em posts sem ter o vídeo aparecendo em seu canal do YouTube. O YouTube é ótimo, porque ele vai transcodificar automaticamente qualquer mídia para o formato correto e é acessível na maioria dos dispositivos móveis. Não esqueça o quão importante é a qualidade de áudio durante a gravação; considere usar um microfone, em vez do microfone da webcam (dependendo da sua qualidade e clareza). Crie um script simples ou um esquema a seguir para cada semana que você gravar; isso vai ajudá-lo a manter o foco e não esquecer detalhes. Este tipo de anúncio de vídeo permite que os alunos vejam seu professor on-line, o que muitas vezes é raro. Também é importante incluir uma transcrição do anúncio para os alunos que precisam de acesso a uma versão de texto.

Sentir-se mais ligado ao curso é sempre reconfortante para os alunos, especialmente aqueles que estão tendo seu primeiro curso on-line ou lutando para entender as atribuições com base em indicações de texto e exemplos.

Siga estas três dicas simples e, garanto, os alunos irão lhe dar um feedback positivo no final. Recebo algumas perguntas sobre as atribuições e enfatizo sempre o anúncio em vídeo. Conheço meus alunos muito melhor e logo no início do curso criando uma “comunidade” e incentivando o projeto “All About Me”. Também me sinto muito mais ligado ao meu curso on-line, seguindo essas dicas. 

Josh Murdock, também conhecido como Professor Josh, é um designer instrucional na Faculdade Valência, na Flórida, onde ele tem experiência de construção e desenvolvimento de cursos online, treinamento de tecnologia com professores, e resolução dos problemas da Blackboard no mundo. Ele é professor de cursos on-line , híbridos e presenciais há dez anos.

Fonte: Blackboard

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Bill Ballhaus e Blackboard 4.0

*Postagem escrita por Mark Strassman, Vice-Presidente Senior de Industria e Gestão de Produtos, em parceria com Peter George, Vice-Presidente Senior de Desenvolvimento de Produto, Suporte e Serviços em Nuvem.

A Blackboard é líder global em tecnologia educacional, e está se reinventando para apoiar e servir professores e estudantes de maneira única e incomparável. Nós, Mark e Peter, entramos na empresa em sua fase 3.0, e sabemos que a Blackboard tem uma rica história de inovação e reinvenção. Sendo uma dupla de “caras do produto”, agora avaliamos a Blackboard como entrando em sua “4ª versão”.

Blackboard 1.0: LMS pioneiro

Michael Chasen e a equipe que fundou a Blackboard eram visionários em sua missão de abrir caminhos e popularizar o LMS, ou AVA,, e estabelecer a empresa como a principal fornecedora de ambiente virtual de aprendizagem. Eles abriram o capital da empresa, conquistaram quase a metade das instituições de ensino superior dos Estados Unidos e tornaram a Blackboard líder mundial em tecnologia educacional.

Blackboard 2.0: Rápido crescimento de portfolio e aquisições

A Blackboard ampliou seu portfólio de produtos e liderança de mercado, tanto através de desenvolvimento orgânico, quanto de aquisições agressivas. Não só adquiriu outras empresas de LMS, incluindo WebCT, Angel e Moodlerooms, mas também ampliou seu conjunto de soluções para além do ambiente virtual de aprendizagem com outras ofertas de tecnologia educacional, como Connect, Mobile, Colabore e Analytics.

Sob a nova administração da Providence Equity Partners, a Blackboard também estendeu seu portfolio para o ensino básico, como Edline / Engage CMS. A Blackboard era uma empresa com os melhores produtos de tecnologia educacional, através de linhas de negócios independentes.

Blackboard 3.0: Integração, transformação na nuvem e foco no aluno

Em 2012, Jay Bhatt juntou-se a Blackboard e de forma rápida auxiliou a transformá-la em uma empresa mais integrada e com foco em soluções. Organizacionalmente, a empresa passou de unidades de negócios e produtos semi-automatizados, para um organismo de marketing e desenvolvimento centralizados, auxiliando organizações voltadas para o mercado.

  • Seu produto-chave, o ambiente virtual de aprendizagem Learn,passou por uma reinvenção significativa, que inclui uma versão SaaS (Software as a Service), que agora conta com mais de 100 casos; também foi lançado um novo e simplificado conjunto de fluxos de trabalho “Ultra”; entrega bi-anual de lançamentos 9.1, todos com foco em qualidade; e ao invés de ser oferecido em diversos e diferentes componentes, o Learn passou ser entregue em quatro opções de pacotes de soluções.
  • Moodlerooms ampliou seu alcance de mercado e tecnologia com o as aquisições do Learner Remote UK e da Nivel Siete, acrescentando inovações tais como  a interface responsiva SNAP.
  • O Collaborate deixou de operar via Java e passou para a tecnologia WebRTC com o novo Collaborate com experiência Ultra.
  • Em vez de ter dezenas de aplicativos móveis, a Blackboard apresentou sua nova estratégia baseada em personas, começando com Bb Student – um moderno, amigável e intuitivo aplicativo para os alunos, permitindo que estes acessem o Learn e o Collaborate (ambos 9.1 e Learn SaaS), via dispositivo móvel a qualquer hora, em qualquer lugar.
  • Analytics avançou significativamente com a aquisição e integração do X-Ray Learning Analytics para Moodlerooms, e com a solução focada em retenção Blue Canary. Com mais de 100 milhões de usuários utilizando nossas soluções todos os anos, a Blackboard pode agoratornar seus dados em conhecimentos e informações preditivos, permitindo que as instituições possam tomar ações melhores e mais efetivas para reter seus os alunos e torná-los bem-sucedidos.
  • O mercado internacional (que corresponde a países além dos Estados Unidos e Canadá) tornou-se um grande foco para Blackboard, oferecendo funcionalidades para cada uma das regiões específicas, que abrangem mais de 20 idiomas, a fim de atender a estilos de ensino e pedagogias educacionais de acordo com as características locais. Fizemos muitos avanços que para sermos uma empresa global, como a parceria estratégica com o Grupo Positivo, e a oferta de soluções de ensino e aprendizagem da Blackboard para milhares de estudantes brasileiros em mais de 40 instituições de ensino superior.
  • Com a aquisição da Parentlink e Schoolwires, a Blackboard combinou as soluções de ensino básico, criando uma nova e integrada categoria de engajamento entre comunidade e pais desses estudantes.

Blackboard 4.0: Entrega de produtos líderes em performance, e o foco no compromisso com o cliente.

Bill Ballhaus tem uma vasta experiência e é conhecido por sempre promover e encorajar a inovação nas organizações onde atuou, sempre atendendo às necessidades dos clientes e fornecendo produtos de qualidade, tudo no tempo certo. Bill é o líder certo para Blackboard se consolidar, após este intenso período de renovação, como uma empresa de alta confiança e performance, e que encanta e supera as expectativas do mercado e da comunidade educional.  Sob sua liderança, a Blackboard está focando sua entrega de produtos em quatro temas:

Encantar clientes

Com milhares de instituições usando o Learn 9.1, a Blackboard está dobrando seus esforços para avançar ainda mais na performance desse produto,  através da sua qualidade, conjunto de recursos e experiência de usuário. O grande release do último quarter de 2015 é a mais alta qualidade do Learn até agora, que acrescentou inovações tais como painéis de educação baseada em competências. O Learn 9.1 também é nativamente compatível com o BbStudent, nosso líder em aplicativo móvel. E esse é só o começo para o Learn 9.1 e nossos demais produtos. Com Bill Ballhaus, esteja preparado para uma Blackboard que apoiará seus clientes como nunca visto.

Entregar inovação sem migração

Embora a Blackboard esteja trabalhando arduamente em novas plataformas de SaaS e experiências de usuário, elas pareciam fora do alcance dos usuários atuais. , Nosso próximo passo é oferecer nossas inovações aos clientes sem a necessidade de migração e com o mínimo de disrupção possível.

Ser um modelo cidadão para a comunidade educacional

A comunidade educacional é única e exige plataformas abertas, API’s abertas, e envolvimento profundo da comunidade. A Blackboard tem sido o maior parceiro para a base de código do Moodle, é um companheiro ativo do IMS Global Learning Consortium, tem a maior comunidade de desenvolvimento de LMS/AVA com a sua plataforma Building Block, e está introduzindo uma nova, a API REST aberta para Learn SaaS. Bill e todo o seu time de líderes estão comprometidos com tal abertura de gestão, e você verá ainda mais pela frente.

Realizar entregas confiáveis e transparentes

Acima de tudo, a Blackboard irá entregar aos clientes aquilo que promete. Estamos animados com todas as inovações e transformações, mas tudo precisa ser avaliado, facilmente adaptado e de alta qualidade.  

Não poderíamos estar mais orgulhosos da evolução da Blackboard para a fase 4.0 com a liderança de Bill. Será um tempo de inovação, entrega real e foco no consumidor. Nós damos as boas-vindas ao Bill ao time da Blackboard!

Fonte: Blackboard 

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O quê nos tira o sono – lidando com a próxima “grande novidade” na educação superior

Este texto foi escrito por Brian D. Voss, membro do Conselho Consultivo da Blackboard. O Conselho, composto por líderes do ensino superior de instituições e organizações em todos os Estados Unidos, fornece feedback sobre tecnologia, soluções, estratégia corporativa e temas-chave que afetam o ensino superior hoje, bem como apoia atividades de liderança da Blackboard.

Em uma recente reunião do Conselho Consultivo da Blackboard, me perguntaramo que tirava o meu sono à noite, quando era um CIO (Diretor de TI). Ah, os bons e velhos dias de noites sem dormir. Uma coisa que eu posso dizer sobre ser um CIO aposentado é que há muito mais boas noites de sono. No entanto, meu trabalho como consultor, muitas vezes, me coloca diretamente em contato com os meus colegas e amigos CIOs estressados, então esta é uma questão válida a ser ponderada.

Quando eu era um CIO, uma infinidade de coisas me mantinha acordado à noite: a preocupação com a segurança da minha rede no campus e dados institucionais; a capacidade da minha organização para atrair e reter talentos; mudanças no corpo docente, a forma como se ensina e o papel da TI nessa mistura; as demandas de pesquisadores de ponta para infraestrutura online; desafios de financiamento provocados por condições econômicas no estado; e muitos outros problemas conhecidos e mencionados em muitas listas. Masa uma pergunta que não está em nenhuma lista e ainda assim estava sempre em minha mente era: “Qual será ‘a próxima grande novidade’ e como encontrar recursos para lidar com ela?”

No passado, muitas dessas “próximas grandes novidades” chegaram como um furacão. Às vezes você tem um monte de avisos e tem tempo para se preparar (criar estoques e pedir conselhos). Mas outras vezes a tempestade se materializa de forma rápida e chega de repente, com a reação sendo a ordem do dia.

Claro, há muitos exemplos de “tempestades” que eu poderia listar. Mas vamos olhar para três. O que nós podemos, no ensino superior, fazer quando elas acontecem?

1) Infra-estrutura de internet insuficiente para suportar a demanda repentina

A tempestade: Quando smartphones e tablets explodiram nos nossos campus no outono de 2007, muitos de nós ficamos com redes sem fio lamentavelmente subdimensionados para lidar com alunos que tem até três dispositivos em suas mochilas  e que necessitam de conexão. Isto desafiou nossa capacidade de adicionar infra-estrutura de pessoal para fazer o trabalho e financiamento para adquirir hardware. Além disso, nós estávamos lutando para lidar com o desafio de uma disponibilidade cada vez menor de endereços IPv4.

Como nós lidamos com isso: O déficit de WiFi foi abordado ao se investir dinheiro e esforço pessoal; instalar mais pontos de acesso sem fio e controladores. Para abordar a questão do espaço de endereços de rede, investimos em reengenharia de nossas redes de campus para usar endereços privados, e uma eventual e mais estratégica mudança para o IPv6. Como o tempo passou, este acabou por ser um problema sem fim, enquanto mais e mais dispositivos e sua demanda por acesso continuam a crescer. Eventualmente, pensamos que um dia conseguiremos equilibrar essa equação, – embora ainda não tenha acontecido. Mas este desafio provavelmente já esteja bem mapeado e previsto por muitas instituições, e por nós.

2) O ensino e a aprendizagem passam a ser processos, também,tecnológicos.

A tempestade: Em meados dos anos 1990, o ensino e a aprendizagem abriram as portas para o uso de ferramentas de tecnologia da informação para melhorar os cursos, com os então chamados sistemas de administração de cursos (CMS, na sigla em inglês). Tivemos algum tempo para prever essa chegada, pois a aderência do corpo docente foi gradual. Muitas instituições aplicaram o que já tinham feito com outras formas de sistemas corporativos – nós escrevemos nosso próprio CMS ecriamos aplicativos específicos do campus que não seriam sustentáveis, e a maioria dos quais não estavam satisfazendo professores e alunos.

Como nós lidamos com isso: A pedagogia habilitada por TI eventualmente levou à utilização de sistemas desenvolvidos por fornecedores,soluções abertas e soluções em comunidade. Hoje, quase ninguém está “curtindo sozinho” e a maioria das Intituições tem um ambiente virtual de aprendizagem implantado. Blackboard, Instructure, Moodle, entre outras plataformas, estão fornecendo uma infinidade de soluções para instituições. O desafio atualmente é escolher de forma sábia e apoiar sua utilização de forma adequada no campus, e essas soluções continuam a evoluir e expandir suas ofertas e utilidades. Eu sugeriria que, já que estamos longe de superar essa tempestade, nós utilizemos as ferramentas necessárias para envolver nossos estudantes e corpo docente. Mudar e incluir um ambiente virtual de aprendizagem, como eu já mencionei, é um desafio significativo. Mas provavelmente não mantém muitos de nós acordados à noite.

3) A crescente necessidade de uma capacidade de internet melhor

A tempestade: Também em meados de 1990, enfrentamos um desafio que se desenvolveu rapidamente sob a forma de uma necessidade insaciável de banda larga, alimentando a demanda por redes até então frágeis e tênues. Já não estávamos apenas lidando com o fluxo do tráfego de e-mails e comunicação, mas agora a internet comercial estava construindo demanda em nossos campus para um conjunto mais amplo de usos de banda larga. Algumas destas necessidades eram acadêmicas e de pesquisa, mas muitas não eram. Lutamos para adicionar 56 circuitos kilobit e sinais digitais, o que fazemos a preços gigantescos das operadoras de comunicação comerciais.

Como nós lidamos com isso: Este desafio foi resolvido de duas maneiras. Em primeiro lugar, a comunidade se reuniu e fez investimentos significativos na construção de nossa própria rede com foco acadêmico e em pesquisa. Trinta e quatro instituições fizeram uma aposta para lançar o Internet2, construindo uma rede e comunidade onde a rede pode até ser o propósito principal, mas também promove colaboração e inovação. A partir deste esforço, estados e regiões construíram uma infra-estrutura de  de fibra óptica para dar suporte a esta rede nacional de pesquisa, aumentando ainda mais os recursos e reduzindo custos. A segunda maneira foi que o crescimento mais amplo de aplicações de Internet e serviços utilizados por todos, levou a um crescimento em ofertas comerciais (e descida de preços) em todo o mundo.

É este último exemplo que eu acho intrigante, considerando os motivos para se perder o sono pensando sobre “a próxima grande novidade”. Eu não sei que novidade é essa  – ninguém sabe – mas algo está surgindo, e eu me preocupo, tendo as necessidades de ensino superior em mente,  que simplesmente jogar recursos ou esperar que o mercado comercial a resolva não será a forma como será abordada e solucionada.

Em meados dos anos 1990, os tempos financeiros eram diferentes. Essas trinta e quatro instituições tinham recursos disponíveis para aplicar na construção da plataforma que iria fornecer a solução para o desafio. Hoje, eu tenho certeza que todo mundo está sem o financiamento de investimento necessário para se lançar no que poderia ser a próxima grande novidade. Orçamentos institucionais foram aparados para um ponto em que há muito pouco (ou nenhum) dinheiro discricionário para investir. E já não estamos em posição de tomar riscos significativos. Estamos lidando não apenas com todas as questões que consideramos prioritárias, como também com as que estão fora do nosso radar e irão aparecer como tornados e tempestades. CIOs estão correndo para acompanhar as mudanças, e estão sob pressão para serem economicamente sustentáveis e terem eficiência de resultados. Se nós não podemos mostrar que o investimento vai ser compensado, não apenas eventualmente, mas imediatamente, nós provavelmente não seremos capazes de fazer esses investimentos. Não é uma questão de ter a coragem, a maioria dos CIOs simplesmente não têm a flexibilidade de recursos para fazê-lo.

Então, quando “a próxima grande novidade” aparece, eu me preocupo que uma das ferramentas de maior sucesso que tivemos no passado, a comunidade se unindo para investir na criação de algo para resolver o desafio, não está mais disponível para nós. A maioria das empresas de tecnologia têm orçamentos de pesquisa e desenvolvimento para evoluir produtos e serviços existentes e criar novos. Esses orçamentos podem não ser tão grandes quanto já foram, mas eles ainda estão lá. Eu não vejo uma mentalidade de investimento em pesquisa e desenvlvimento no ensino superior ao nível institucional, muito menos nas mãos do CIO. Isto é especialmente verdadeiro se levarmos em consideração a diminuição potencial do escopo (e orçamento) do papel do CIO.

Hoje, as margens financeiras em nossas instituições são tão apertadas e a tolerância ao risco é tão baixa que, a menos que o desafio seja claramente afirmado e a necessidade sentida com urgência em toda a amplitude do ensino superior, a vontade coletiva para agir pode não se materializar. E pior, eu me preocupo que, mesmo que o perigo seja claro e presente, a flexibilidade para fazer até mesmo uma aposta certeira pode não existir.

Como eu cheguei ao fim desta epístola, você pode estar esperando que eu vá ter alguma sabedoria a respeito de uma solução. E infelimente eu não tenho. Eu não acho que nós podemos gastar da forma que gostaríamos para abordar essa tempestade que se aproxima (seja ela qual for), porque, bem, nós não temos o dinheiro para investir. Podemos contar com o setor comercial para resolvê-la para nós? Acho mais provável que este setor seja o que produz a tempestade, quando ele chega ao mercado com “a próxima grande novidade”. E por causa das pressões de orçamentos apertados e expectativas tremendas para o sucesso de qualquer investimento, eu me preocupo que uma massa crítica de investimentos feitos pelo CIO na comunidade possa não se materializar.

Até então, eu acho que um monte de CIOs terão algumas noites sem dormir.

E alguns aposentados também.

Fonte: Blackboard

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10 dicas para evitar uma desconexão na comunicação na instituição de ensino?

Ouvimos o tempo todo que uma comunicação eficaz em uma instituição de ensino é o centro para o sucesso do aluno. Embora isto seja verdade, pode ser complicado identificar como otimizar a sua estratégia de comunicação se você não sabe em quais áreas precisa melhorar. Você pode estar se perguntando:

-Estou atingindo as pessoas certas?
-Quais os canais de comunicação são relevantes nos dias de hoje?
-Meu público sabe onde encontrar informações?
-Como faço para determinar quais informações devo compartilhar?

Estas incertezas são comuns – são dúvidas de escolas e universidades de diversos países. Aqui, compartilhamos dez dicas para evitar uma “desconexão” em sua comunicação:

Como sabemos que estas dicas vão ajudar? Os pesquisadores da Blackboard ouviram educadores, pais e colegas, além de consultar especialistas em pesquisa.

1. Conheça sua comunidade

Qual o seu índice demográfico? A maioria das pessoas em sua comunidade tem mais de 65 anos? Se sim, a comunicação tradicional pode ser a forma mais eficaz de alcançá-los do que canais de mídias sociais. Sua comunidade é formada por pais jovens? Se a respostas for sim, enviar notificações para seus telefones pode ser um canal assertivo para compartilhar atualizações e notícias.

2. Conheça seu público-alvo

“Os boletins serão publicadas na próxima semana!” Esta notícia é importante, mas não necessariamente para todos os seus públicos. Os alunos, pais e famílias estão sempre interessados em informações acadêmicas. No entanto, a comunidade em geral pode não ter interesse nesta notícia. Esteja consciente sobre quem será impactado por suas notícias e anúncios e oriente-as para o público correto.

3. Sociabilize seus canais

Há uma desconexão entre os canais que você usar para se comunicar? Segundo a pesquisa, 84% dos líderes de comunicação dizem que sua instituição está presente nas mídias sociais, mas apenas 46% dos pais sabem disso. É difícil ganhar a aprovação dos familiares se você não diz a eles de diferentes maneiras que está mandando mensagens e se comunicando. Para corrigir esta falha, você pode divulgar a sua presença social, colocando ícones sociais em seu site, nos aplicativos e nas assinaturas de e-mail para clicar e se conectar.

4. Preste atenção às preferências da comunidade

Em uma pesquisa recente, aprendemos que as preferências de comunicação dos educadores foram, em alguns casos, drasticamente diferente das dos pais. Como líderes, é preciso ouvir as necessidades e desejos das famílias em sua comunidade em vez de depender de canais que você considera como melhores. 73% dos pais querem saber mais sobre o desempenho acadêmico de seu filho via e-mail, por isso é importante enviar este tipo de informação. Se as comunidades querem saber sobre eventos esportivos em seu site, publique isso em sua home page.

5. Questões urgentes precisam de comunicação urgente

É preciso adaptar a comunicação de forma que ela seja adequada a todas as situações e tenha uma “postura lógica” em todo seu planejamento. Situações emergenciais e informações sensíveis devem ser enviadas pelos canais móveis, como mensagens de texto e nas mídias sociais, para dispositivos que as pessoas carregam em todos os momentos – como smartphones e tablets. E é esta a preferência dos pais: 72% disseram que preferem mensagens de texto para notificações de emergência, mesmo que apenas 16% dos diretores preferem enviar recados através deste canal. Anúncios cotidianos, como menus de almoço, próximos programas e resultados desportivos podem ser postados no site ou em aplicativos para que o público acesse em seus momentos de lazer.

6. Pense fora da caixa

Com o recente aumento nas ferramentas de comunicação, pode ser difícil ter sucesso em todos os recursos que elas fornecem. Arrisque utilizar todos os recursos de suas ferramentas, aumentando as práticas tradicionais.

Por exemplo:

*Coloque o seu sistema de notificação em massa para trabalhar em todo o tipo de comunicação.

*Tenha um diálogo dentro de seu site, usando formulários e pesquisas para ter feedbacks de sua comunidade.

*Use o seu aplicativo móvel para compartilhar vídeos e manter a comunidade envolvida quando ela não puder participar.

7. Não compartilhe demais

Enviar muitos comunicados pode desestimular alguns públicos. Você não precisa fazer um minuto a minuto dos jogos realizados na instituição, por exemplo, mas seria interessante compartilhar a notícia sobre o time vencedor. É importante compartilhar informações, mas cuide para que seus seguidores não fiquem sobrecarregados.

8. Não compartilhe de menos

É preciso atualizar e ser atualizado. Se o conteúdo não é regularmente atualizado em seu site, aplicativo ou outras plataformas de mídias sociais, o seu público pode começar a ignorá-los.

9. Tenha canais diferentes para cada público

Vamos voltar o segundo ponto: conheça seu público-alvo. Conhecendo seu público e sabendo o que eles precisam da instituição, você pode ter um processo de comunicação muito mais assertivo e otimizado. Você não precisa lotar todos os canais com cada atualização da comunidade escolar. É importante ter sites específicos, listas de contatos, canais de mídias sociais e aplicativos para informações relevantes e direcionadas de acordo com o perfil de cada público.

10. Adaptar, adotar e unificar

O que você sabe hoje pode mudar amanhã. Em vez de ficar frustrado com a necessidade de adaptação, abrace as mudanças. Crie uma estratégia que inclua planos de comunicação que lhe permitem integrar novos canais e produtos, sem barreiras. Unificar as ferramentas é uma ótima maneira de poupar tempo e dinheiro.

Após estes tópicos, reforçamos a importância de uma comunicação eficaz e que atinja seus objetivos. É importante perceber que as formas de comunicação mudam de público para público e com o passar do tempo. A partir destas dicas, é possível fazer um bom planejamento de comunicação e bem informar diferentes comunidades que fazem parte da instituição.

Fonte: Blackboard

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