Cinco recursos de acessibilidade para melhorar suas ofertas de cursos on-line

Sabemos que os estudantes necessitam de mais ofertas de cursos acessíveis. Se a sua instituição não tornar o conteúdo on-line acessível também aos estudantes com deficiência, você pode ficar suscetível a complicações legais. No caso dos Estados Unidos, embora a American with Disabilities Act (ADA) não preveja normas específicas para a acessibilidade em determinados cursos, isso continua sendo uma exigência federal.

“As instituições que têm uma boa política de acessibilidade e que estão agindo de boa-fé são menos propensas a serem processadas. As instituições que não estão implementando essas políticas são vulneráveis”, conta Eva Hill, Subprocuradora Geral de Justiça e de Direitos Civis do Departamento de Justiça dos Estados Unidos.

Reunimos aqui 5 recursos de acessibilidade para ajudá-lo a ficar em dia com essas políticas.

Web Content Accessibility Guidelines (WCAG) 2.0 – Abrange uma gama de recomendações para tornar o conteúdo da web mais acessível. Seguindo essas orientações, o conteúdo ficará mais acessível a mais pessoas com deficiência visual, auditiva, limitações cognitivas, entre outros.

Universal Design for Learning Series  – Oferecido pelo Centro Nacional de Desenho Universal para a Aprendizagem (UDL), fornece apresentações e recursos de mídia na web para aumentar a compreensão, a utilização e potencializar os recursos da UDL, informando famílias e comunidades sobre iniciativas de desenvolvimento e políticas profissionais.

CAST – É uma organização de pesquisa e desenvolvimento da educação sem fins lucrativos que trabalha para expandir as oportunidades de aprendizagem através do Universal Design for Learning. O CAST, trabalha para entender toda a extensão da variabilidade humana e dos alunos para encontrar abordagens transformadoras que tornem o ensino mais eficaz para todos.

Materiais de Qualidade – Um corpo docente centrado no processo de revisão deve estar atento à qualidade dos cursos online e mistos. É interessante submeter o curso a uma revisão e receber feedbacks para melhorar o desempenho.

Centro Nacional para a Deficiência e o Acesso à Educação – Aborda questões de tecnologia nas práticas de educação para melhorar o rendimento das pessoas com deficiência e suas famílias.

No Brasil, o ensino on-line é uma forma de democratizar o ensino superior, utilizando-se das novas tecnologias e alcançando mais pessoas que buscam uma qualificação que se encaixe dentro do seu perfil pessoal e profissional. Este modelo de ensino surge também da necessidade de proporcionar educação a pessoas que não se enquadram no sistema tradicional.

Aqui na Blackboard, nós oferecemos recursos valiosos. Temos uma seção de nossa Central de Ajuda totalmente dedicada à acessibilidade. Você tem necessidade de mais recursos acessíveis na web? Nossos Consultores de Acessibilidade estão prontos para criar uma parceria e desenvolver, revisar ou aperfeiçoar estratégias e conteúdo. Você pode nos contatar por aqui ou se conectar diretamente no LinkedIn. Enquanto algumas instituições criam mecanismos eficazes para estabelecerem mudanças na indústria, não podemos esquecer que nossa principal motivação são os alunos! Quando construímos a acessibilidade no ambiente de aprendizagem, todos se beneficiam. 

Adaptação do texto de Scott Ready. Fonte: Blackboard

FAÇA UM COMENTÁRIO

Blackboard é reconhecida pelo Washington Business Journal

 

O jornal norte-americano Washington Business Journal publicou, nesta quarta-feira (2), reportagem reconhecendo o trabalho realizado pela Blackboard. No texto, a companhia de tecnologia de educação é elogiada por estar cada vez mais investindo na habilidade de prever quais as chances de um estudante ser bem ou mal sucedido no processo de aprendizagem, e, a partir daí, empoderar as instituições de ensino para intervirem e ajudarem ao aluno, focando no seu desempenho e retenção.  

A partir deste mês, os trabalhos da Blackboard ficaram ainda mais completos com a compra do startup de análise preditiva de dados Blue Canary. Com essa aquisição, a Blackboard expande seu portfólio focado em análise de dados, que já contava com o Blackboard Analytics e o X-Ray Analytics, e agora expande suas ferramentas preditivas, que tem um papel importante em dar aos clientes o poder de não apenas acompanhar o desempenho dos alunos, disponibilizar dados de cursos online e offline, como também fornecer análises preditivas essenciais no processo de decisão pedagógica e administrativa das IES. 

Com grandes investimentos em produtos e ferramentas,  a companhia se coloca como um importante parceiro estratégico das Instituições, a fim de promover uma melhor experiência de aprendizagem, reter os alunos, e conseguir manter os estudantes como clientes das Instituições, sempre os ajudando a melhorar seu desempenho escolar. “Mantê-los como clientes é um problema de negócios para as instituições. É tudo sobre manter os estudantes no sistema e isso significa que você precisa fazê-los ser bem sucedidos”, disse Mark Strassmann, vice-presidente indústria e produtos da Blackboard, para o Washington Business.  

Segundo o texto, a Blackboard irá se focar primeiramente em análises preventivas de retenção, mas seus possíveis participantes vão ainda recrutar estudantes e encontrar espaço no mercado de trabalho. “Estudantes estão dizendo ‘o que eu quero da minha educação?’ e agindo como consumidores em termos de escolher suas experiências educacionais”, afirmou Strassman. 

Além disso, a companhia também tem se esforçado para integrar suas diferentes linhas de produto, que variam desde ambiente virtual de aprendizagem, ferramentas de colaboração online, até cartões de facilidade e consultoria de recrutamento. A Blackboard não revela suas informações financeiras, mas a firma de estimativas Moody’s estima que sua receita de 2015 esteja em 685 milhões de dólares, enquanto em 2013 seria $ 630 milhões.

O presidente da Blue Canary, Sharkley, também saudou o fato da empresa agora fazer parte do grupo Blackboard, afirmando que a companhia tem milhões de dados sobre seus estudantes, o que pode ajudar as escolas a intervir em seu desempenho já no início do semestre, ao invés de apenas quando saem as notas finais.

Confira o artigo aqui.

FAÇA UM COMENTÁRIO

Recursos educacionais abertos: maximizando o tempo dos professores e o engajamento dos estudantes

Os recursos educacionais abertos são uma ótima maneira para os professores fazerem uso de conteúdos digitais em sala de aula. Estes recursos educacionais estão disponíveis gratuitamente on-line para que todos possam usar e contribuir em seus conteúdos. De acordo com uma pesquisa do Projeto Amanhã, de 2014, 65% dos bibliotecários escolares dizem que o acesso a esses materiais seriam eficazes e ajudariam os professores a melhor utilizar os conteúdos digitais em sala de aula. E, mais de 70% dos professores consideram conteúdo gratuito como o fator mais importante quando se avalia a qualidade dos materiais usados em sala de aula. Os professores também querem fazer a curadoria e modificar o conteúdo digital que utilizam em suas aulas.

Recentemente, o Departamento de Educação dos Estados Unidos anunciou uma nova campanha, “#GoOpen”, destinada a pressionar por mais material educativo a ser livremente disponível. Dez distritos se comprometeram com o desafio para substituir pelo menos um livro com Recursos Educacionais Abertos, incluindo clientes Blackboard.

Para atender a essas necessidades a Blackboard está empenhada em fornecer acesso contínuo aos recursos educacionais abertos dentro de suas soluções. O Xplor, desenvolvido pela Blackboard, é uma plataforma cruzada, onde se repõe conteúdos globais e fornece aos educadores um universo de conteúdos de aprendizagem. Os professores podem descobrir, criar e participar da curadoria dos objetos de aprendizagem e compartilhá-los.

A Blackboard também fez uma parceria com os melhores distribuidores de conteúdo digital K-12 OER (Open Educational Resource): a CK-12 Foundation, a SAS Curriculum Pathways e a Khan Academy, para poupar tempo e fazer com que os professores escolham conteúdos digitais que sejam interativos e envolventes para seus alunos.

CK-12 Foundation
A CK-12 Foundation é uma organização sem fins lucrativos que fornece cobertura completa para K-12 de matemática e ciências. A CK-12 é utilizada por alunos e professores em mais de 30.000 escolas e fornece uma gama completa de soluções de aprendizagem; cerca de 100 mil professores criaram livros didáticos digitais e testes totalmente personalizáveis. Além disso, a CK-12 é totalmente gratuita para os estudantes, professores e escolas e agora está disponível em soluções de ensino e aprendizagem através da Xplor.

SAS Curriculum Pathways
A Pathways SAS oferece atividades interativas, baseadas em ferramentas, recursos e aplicativos para as classes K-12. Suas normais são diferenciadas para atender às variadas necessidades e capacidades tecnológicas. Dentro da Blackboard Xplor, os recursos e aplicativos do SAS Pathways estão disponíveis sem nenhum custo.

Khan Academy
Khan Academy é uma organização educacional sem fins lucrativos criada em 2006 pelo educador Salman Khan, e que fornece “Educação mundial e livre para qualquer pessoa, em qualquer lugar”. A organização produz micro palestras publicadas em vídeos no YouTube. Além das palestras, o site da organização também dispõe de exercícios práticos e ferramentas para educadores. Todos os recursos estão disponíveis gratuitamente para qualquer pessoa ao redor do mundo. A Khan Academy OER é outro grande exemplo de conteúdo digital, livre e de alta qualidade disponível para os clientes Blackboard K-12 através do Xplor.

Conteúdo gerado por usuários
Finalmente, o “mundo de recursos de ensino aberto” não seria completo sem considerar o conteúdo gerado pelo próprio usuário. Com Xplor, os professores podem criar, compartilhar e colaborar em objetos de aprendizagem com colegas dentro da sua região ou em todo o mundo. Os professores podem compartilhar facilmente o conteúdo de forma global ou com grupos seletos e “publicar” conteúdos digitais em canais para que outros os encontrem e também utilizem o material. A Blackboard Xplor oferece conteúdos protegidos e utiliza os direitos autorais Creative Commons, reconhecido em todo o mundo.

A Crowley Independent School District (Crowley ISD), atende mais de 15 mil estudantes em escolas em Crowley e Fort Worth, e aproveita o poder da Blackboard Xplor. “Graças a Blackboard Xplor, nossos professores são capazes de criar e compartilhar livremente seus conteúdos entre as classes e outros professores sem ter de replicar os esforços”, conta Chris Tims, Instrutor Tecnológico na Crowley ISD. E completa: “os professores preparam, enriquecem e editam o conteúdo que estará imediatamente disponível nos nossos ambientes online e disponibilizados para docentes e alunos”.

A Blackboard Xplor atingiu e ultrapassou o marco de 100 mil recursos em OER. “A Educação Aberta está no DNA da Blackboard e estamos animados com este novo marco alcançado por nossa plataforma”, disse Mark Strassman, vice-presidente sênior de marketing de produto e gestão na Blackboard. “A Blackboard Xplor é atualmente utilizada em cerca de 60 países ao redor do mundo com um alcance potencial de mais de 4 milhões de alunos. Estamos orgulhosos de colaborar com os educadores para criar uma comunidade global que incentiva o sucesso educativo dos alunos”, completa Strassman.

FAÇA UM COMENTÁRIO

Tendências na educação em 2015

Especialistas destacam a gestão de dados, o ensino por competências e as novas formas para avaliar e certificar como alvo das atenções

por Vinícius de Oliveira

É cada vez mais comum encontrar plataformas tecnológicas – e atrativas – para promover aprendizado, jogos que imediatamente elaboram rankings da classe ou ferramentas que geram relatórios com desempenho de alunos. Mas professores ainda sentem falta de um norte que apoie e fomente estratégias para impulsionar o desempenho de alunos. Especialistas ouvidos pelo Porvir consideram que 2015 pode começar a mudar esse quadro e veem como tendências que estarão no centro do debate educacional a adoção de plataformas de gestão de dados, o aprendizado baseado em competências e as novas formas de avaliar e de certificar conhecimentos. É por meio deste pacote inovador, segundo eles, que se conseguirá fomentar o empreendedorismo, a consciência e competências para resolver problemas urgentes relacionados à sustentabilidade e desenvolver as habilidades do século 21.

Tudo começa com o enfrentamento de dois grandes desafios: a garantia de conectividade plena, que permitirá acesso a recursos multimídia de maneira eficiente, e uma formação de professores que os prepare para inovar e lidar com ferramentas digitais.

Novas formas de avaliar e certificar

Ao longo do ano, os testes padronizados que formam rankings e que tanto preocupam gestores e políticos, também devem ocupar o centro da arena de debate e sofrer questionamento maior. David Albury, consultor independente de educação e diretor do Innovation Unit, instituição parceira do Porvir, chega a falar até em “desilusão” com este tipo de método para avaliar desempenho escolar. “Mais e mais países começam a entender as características e competências que jovens precisam para sobreviver e ser bem-sucedidos no século 21, como tomar iniciativa, criatividade, resolução de problemas de forma colaborativa, etc”, diz Albury.

Uma das receitas para alcançar esse aprendizado mais profundo, que dê conta das competências inter e intrapessoais, é novamente o uso da tecnologia e o olhar criterioso para os dados. As avaliações personalizadas ainda facilitam uma mudança que permeia todo o processo de aprendizado, que deixa de ser guiado pelo tempo e passa a ser baseado em competências. Métodos como o ensino baseado na resolução de problemas e o uso elementos do mundo dos jogos são algumas das formas de conectar aprendizados com o mundo real. No Brasil, segundo Adriana Martinelli, consultora em educação e sócia-fundadora do LED (Laboratório de Experimentações Didáticas), será um ano importante para a expansão dos FabLabs, laboratórios integrados para aprendizado que combinam física, química com robótica e programação.

Com novas formas de ensinar e avaliar, a maneira de atestar conhecimento também é impactada e começa a ficar mais flexível, se adaptando aos conteúdos e à duração. Assim, surgem os nanocertificados (ou nanodegrees, em inglês), que oferecem apenas algumas áreas de cursos tradicionais, como o MBA, para o estudante se concentrar. Parece distante? A Udacity, empresa gestada na Universidade de Stanford, nos EUA, já oferece modelos de cursos assim que podem ser feitos online (e de qualquer lugar do mundo). A Fundação Mozilla, por meio do openbadges.org, também aposta na tendência de desmembramento dos cursos universitários e, junto a instituições como museus e centros de pesquisa, oferece badges (condecorações) online para atestar o domínio de uma determinada área de programação, por exemplo. Apesar de inovadoras, essas formas diferentes de chancelar o domínio sobre determinado assunto ainda enfrentam um grande desafio: convencer empregadores. “O ano de 2015 terá uma maior atividade de formas alternativas de certificação atuando sobre o mercado de trabalho, mas sua aceitação acontecerá em um ritmo menor do que a esperada pelas pessoas”, diz Michael Horn, do Clayton Christensen Institute.

“Tenho o sonho de que o nanodregree aterrisse no Brasil trazendo características muito parecidas com a residência, no curso medicina. É muito ligado à prática, dura entre seis meses e um ano, e você sai um especialista. Com ele, você dá ao aluno a chance de customizar a aprendizagem”, diz a consultora Adriana Martinelli. A expansão desta modalidade no Brasil também esbarra na lei que, dentre outros requisitos, exige 360 horas de aulas. “Por causa de regulamentação do MEC, por enquanto é possível criar cursos como esses de caráter livre, mas não como especialização”, diz.

A Blackboard utiliza a moPen badges, uma ferramenta que permite que os professores façam o rankeamento dos alunos em forma de emblemas e certificados. Esta ferramenta já está configurada, mas as instituições podem optar por ativá-la através do administrador e podem ser facilmente exportada para o Mozilla Backpack. Além disso, a Blackboard oferece oportunidades de personalização, permitindo que os professores customizem os critérios e parâmetros, assim como as datas de vencimento para “as conquistas” e para os estudantes publicarem no Mozilla.

FAÇA UM COMENTÁRIO

4 dicas rápidas para aumentar a matrícula de estudantes

como aumentar o número de matrículas

Christina Fleming

Esta semana falarei na Mid-Atlantic Conference Regional UPCEA , na Filadélfia, sobre como aumentar o número de alunos matriculados. Um colega da George Mason University se juntará a mim e vamos falar sobre nossos esforços de colaboração para aumentar a Mason Online. No caso de George Mason, e para muitas outras instituições, nosso objetivo era aumentar as matrículas e lançar novos programas, apesar de orçamentos e recursos limitados. Isso cria uma necessidade imediata para fazer melhor uso do que já está em vigor e ser criativo com custos baixos e canais de alto impacto. Todas as ferramentas, recursos e precisam ser otimizados para a conversão.

Usamos o termo “Marketing de conversão” para descrever o processo de transformar os potenciais futuros alunos em alunos matriculados. Uma conversão pode ser o número de alunos que preencheram um formulário, acessaram um aplicativo, participaram de algum evento de orientação, clicou em um e-mail ou teve contato com algum conselheiro – qualquer ação que leva a realizar um objetivo específico. Em última análise, a taxa de conversão é de longe o maior indicativo da existência ou não do plano de marketing. Conhecendo o seu desempenho, você pode eliminar gastos desnecessários, maximizar seus recursos e “criar um roteiro” para aumentar o número de matrículas dos alunos.

Aqui estão 4 ações imediatas que você pode tomar para melhorar suas conversões:

1. Faça uma análise do seu site
Fazer uma avaliação honesta de seu site, dos conteúdos e da facilidade de utilização é a primeira “parada” em um caminho para melhores taxas de conversão. Pense em seu site como a porta de entrada para os futuros alunos. Ele precisa responder a três questões-chave rapidamente sobre qualquer programa, certificado ou curso que você tem a oferecer:

1) Quanto vai custar?

2) Quanto tempo vai demorar?

3) O que vou receber?

Tendo esses detalhes, juntamente com um formulário simples para solicitar mais informações, são os dois passos mais importantes na estruturação do conteúdo do seu site. E não se esqueça: seu site deve ser amigável móvel, acessível e com navegação clara!

2. Influência para conversão
A mídia social é uma ferramenta fundamental para mostrar sua marca, personalidade e conteúdo exclusivo para os futuros alunos. A maioria das escolas tira proveito de ferramentas como Facebook e YouTube para compartilhar atualizações sobre as atividades, programas e eventos. Mas a chave é assegurar que a mídia social também está agindo para realizar as “conversões”. Pense em como você pode usar os sites de mídia social para fornecer a seus seguidores informações sobre suas ofertas de programa, corpo docente e a experiência de outros alunos. É importante tratar as mídias sociais como qualquer outro componente importante no processo de gestão de matrículas e marketing.

3. Medir e melhorar
Minha equipe gosta de usar o ditado “se você vê, você pode corrigir”. Por isso, se você tem uma boa visibilidade sobre o que está acontecendo em todo o seu processo de matrículas, você pode ver o que não está funcionando como planejado. Segundo nossa experiência, esses pequenos ajustes podem realmente ajudar a aumentar o número de matrículas.

4. Seja pró-ativo e específico
Mesmo que você alcance conversão, isso não significa o final. Sua primeira troca com um potencial estudante é apenas o começo: este é o momento de ser pró-ativo e entrar em contato com esses alunos com um objetivo específico. Você tem um grande número de futuros alunos que começaram um aplicativo, mas não terminaram? Você tem um grupo de estudantes que se inscreveram previamente, mas não se matricularam no prazo? Aproveite os dados que você tem e converse com os alunos para que façam a matrícula. Além disso, campanhas de divulgação podem trazer resultados rapidamente. 

Com estas quatro etapas em mente, você estará no caminho para tornar seus esforços de marketing e de matrícula mais eficazes e eficientes. Estas técnicas são importantes principalmente nos momentos em que você precisa “fazer mais com menos”.

FAÇA UM COMENTÁRIO

Veja mais posts

O Grupo A é representante exclusivo do Blackboard no Brasil.