Videogame estimula criatividade

Passar horas jogando videogame pode ser positivo, um estudo da Universidade Estatal de Michigan demonstra que os videogames estimulam a criatividade.

A pesquisa, feita com 500 crianças de doze anos de idade, foi publicada pela revista Computers in Human Behaviour e indica que jogar videogame faz com que a criança seja mais criativa para desenvolver outras atividades como desenhar ou escrever histórias.

A pesquisa também mostrou que o uso de telefones celulares, internet e computadores não teriam relação direta com a criatividade das crianças nesta idade.

Porém, é interessante impor limites. Uma pesquisa britânica, publicada em 2011, mostrou que crianças que passam muito tempo jogando videogames ou utilizando o computador podem desenvolver artrite infantil, doença que afeta as articulações e causa fortes dores, devido à repetição de movimentos.

Neste caso, videogames “ativos” podem ser uma opção interessante, já que estimulam que a criança se movimente enquanto joga. Apesar de não substituir as brincadeiras ao ar livre e atividades físicas, é uma opção para estimular as crianças pratiquem exercício de intensidade moderada.

Fonte: Universia, Terra e Revista Crescer

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Professor não pode concorrer com a internet

Para especialistas, o apresentador de informações vai desaparecer, mas o educador que vai além delas é cada vez mais necessário

Imagine, em um mundo sem internet, o dia em que professores são avisados que dali para frente uma ferramenta de pesquisa permitirá aos seus alunos ler, assistir, ouvir e discutir sobre qualquer assunto. Qual seria a reação dos educadores? Para especialistas, há muito motivo para comemorar: a chance de obter êxito no aprendizado aumenta. Na vida real, a recepção não foi bem assim. A falta de adaptação do professor às novas tecnologias e ao aluno influenciado por elas são tema do segundo dia da série especial do iG sobre os problemas na formação do docente.

Incluída ou não na aula, presente ou não na escola, a internet faz parte da rotina dos alunos. Em 2008, quando apenas 23% dos lares estavam conectados segundo o Ibope, o instituto já apontava que 60% dos estudantes tinham acesso à rede de algum modo. Em pesquisa realizada nas escolas estaduais do Rio de Janeiro em 2011, 92% disseram estar online ao menos uma vez ao dia.

Durante fórum sobre tecnologia e educação promovido pela Blackboard no último dia 12, em São Paulo, educadores estrangeiros sustentaram opinião parecida. A diretora de avaliação da Universidad Cooperativa de Colômbia, Maritza Randon Rangel, afirma que a democratização do acesso à rede dá oportunidade para que mesmo escolas rurais e afastadas tenham desempenho equivalente às que estão mais próximas de recursos culturais e financeiros. “Tivemos êxito com isso na Colômbia, mas além das máquinas é preciso uma equipe com objetivos claros.”

Data de publicação: 24/04/2012

Veículo: IG

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Ensino brasileiro sai da sala de aula para ocupar ambientes virtuais

Empresas como a americana Blackboard apostam que o país é um dos maiores do mundo em potencial de negócios mobile

Regiane de Oliveira

Uma constatação na área educacional está orientado os negócios da americana Blackboard, especializada em novas tecnologias para a educação, no Brasil: “O mercado brasileiro explodiu em 2011, porque tanto a iniciativa pública quanto a privada entendeu que é preciso acabar com o gargalo entre a educação e o plano do país de ser um grande líder mundial”, diz Renzo Gianfranco Capocci, gerente geral da América Latina e Caribe da companhia.

A empresa, que no Brasil é representado pelo Grupo A, tem negócios em mais de 40 países, com cerca de 9 mil clientes, e receita de US$ 500 milhões com a venda de tecnologia educacional. E tem visto bons indicadores de que o mercado brasileiro vai crescer nos próximos anos. O número de cursos a distância oferecidos no país, por exemplo, dobrou nos últimos três anos, segundo dados da Associação Brasileira de Educação a Distância – as faculdades já captam 42% dos alunos fora de seu estado sede. Só o Estado de São Paulo tem planos de digitalizar 40% das aulas da rede pública, com investimentos estimados em R$ 5,5 bilhões.

Para o executivo da Blackboard, o futuro da educação está na mobilidade, por meio de ambientes virtuais de aprendizagem, uma área onde o Brasil já está instrumentalizado para ser um dos maiores mercados do mundo. Afinal, hoje são mais de cinco bilhões de aparelhos celulares para os sete bilhões de habitantes do planeta. Mas no Brasil, dados de março da Anatel, mostram que existem 250,8 milhões de linhas ativas na telefonia móvel, sendo que os terminais de banda larga 3G totalizaram quase 52 milhões de acessos.

A Blackboard adquiriu recentemente duas empresas – Moodlerooms e a NetSpot-, focadas no fornecimento de serviços para Moodle (acrônimo em inglês para ambientes virtuais de aprendizagem) com foco em ampliar os negócios no país.

A empresa já desenvolve ferramentas de aprendizagens para empresas como FGV, Faap, Dom Cabral, IESB, ESPM, Unip, Unicsul, Senac-SP e Insper. Mas quer ampliar nos negócios para o mercado público. “Fizemos trabalhos para a UFMG na área de programas para a área médica”, diz Capocci. Atualmente, calcula-se que 1/3 dos aplicativos educacionais disponíveis no mercado foram feitos pela Blackboard.

Tecnologia

“Professores nunca serão substituídos pela tecnologia, mas professores que não souberem usar a tecnologia serão substituídos”. Aafirmação de Patrick Devin, vice- presidente de vendas globais da empresa bem pareceria conversa de vendedor, um tanto fatalista, não fosse a velocidade com que o mercado de educação vem sendo alavancado por novas tecnologias. “Conheço quem tenha pago US$ 250 mil por um curso em Stanford e hoje vê as aulas sendo divulgadas gratuitamente on-line”, relata.

Devin afirma, aliás, que o mercado de educação caminha para ter o mesmo destino da música, com o conhecimento ao alcance de todos. “Não tenho resposta para como vão ficar os negócios neste mercado. Mas uma coisa é certa, não há fórmulas prontas.Oque podemos é oferecer aos educadores instrumentos que os ajudem a inovar.”

Novos paradigmas

A Blackboard não é a única a ver as potencialidades de novas tecnologias para alavancar a educação. A Fundação Lemann, em parceria com o Instituto Natura e o Instituto Península, está levando a ferramenta Khan Academy para as escolas públicas. Trata-se de vídeo-aulas criadas por uma instituição não governamental, que ganharam destaque em todo o mundo por atrair a atenção de estudantes.

Inicialmente, o projeto piloto será realizado em seis turmas de 5º ano (antiga 4ª série) de escolas municipais de São Paulo. O objetivo é contribuir para a melhoria do desempenho dos alunos em Aritmética e experimentar a metodologia em sala de aula, com a contribuição dos professores. No segundo semestre, a experiência deve ser levada a mais 15 escolas, totalizando 1000 alunos beneficiados.

Outra empresa que aposta forte na área de educação é a Apple. A gigante norte-americana lançou no começo deste ano o Itunes U, uma plataforma de conteúdos que coloca cursos gratuitos de grandes universidade e outras escolas de todo o mundo ao alcance dos clientes que tem iPad, iPhone ou iPod touch.

Outra aposta da empresa é o desenvolvimento de aplicativos que permitem ao professor criar seu próprio material didáticos, como o Book Creator. O livro pode ser distribuído gratuitamente ou mesmo vendido na loja virtual da companhia.

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“Professores nunca serão substituídos pela tecnologia, mas professores que não souberem usar a tecnologia serão substituídos” – Patrick Devlin – Vice-presidente de de vendas globais da Blackboard

 

Fonte: http://namidia.empauta.com | Brasil Econômico

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Blackboard lança inscrições ilimitadas e acesso via dispositivos móveis para o CourseSites™

Sistema de cursos online grátis da Blackboard passa a ser disponibilizado através de dispositivos móveis

WASHINGTON, 23 de abril de 2012

A Blackboard Inc. apresentou hoje uma opção de inscrições livres para o CourseSites™, permitindo aos instrutores que liberem inscrições ilimitadas aos alunos. Assim, um número ilimitado de estudantes poderá se matricular nos cursos oferecidos através deste sistema online e gratuito. A companhia anunciou também que a plataforma CourseSites™ passa a estar disponível também através dos principais dispositivos móveis do mercado, possibilitando que mais de 200.000 usuários acessem a ferramenta através celulares e tablets.

Com a opção de inscrições livres, qualquer número ou tipo de estudantes pode matricular-se no curso de um instrutor, o que faz do CourseSites uma plataforma ideal para iniciativas de ensino livre, iniciativas de apoio à comunidade e programas colaborativos de pesquisa, modalidade de ensino que vêm se tornando cada vez mais populares no mundo inteiro.

“Durante a década passada o mundo tornou-se muito aberto ao aprendizado colaborativo” declarou o Dr. Curtis Bonk, professor de Educação na Universidade de Indiana, que está usando o CourseSites para lançar, neste mês, um curso livre sobre abordagens ao ensino online e ao método de aprendizagem colaborativa que privilegiem o aluno. “Com o CourseSites e outras iniciativas, a Blackboard dá um grande passo no sentido de promover oportunidades educacionais para além das fronteiras tradicionais.”

O curso do Dr. Bonk é parte de uma nova série de cursos livres e gratuitos da Blackboard, centrada no ensino e no aprendizado por intermédio da tecnologia. Os cursos serão dados através do CourseSites e conduzidos por figuras de ponta nos campos de tecnologia instrucional e pedagogia, além de especialistas da Blackboard que compartilharão estratégias e abordagens de sucesso nas áreas de aprendizagem online, projeto de cursos e facilitação.

A série de cursos e a disponibilidade de inscrições livres são parte do esforço contínuo da Blackboard em apoiar o interesse crescente em programas educacionais, que inclui oferecer amplos cursos livres e tornar mais fácil aos usuários criar, utilizar e encontrar cursos e conteúdos livres. No ano passado, o CourseSites pôde apoiar a publicação e o compartilhamento de cursos, sob a forma de recursos de educação livre e políticas para a Blackboard Learn™, a principal plataforma LMS da companhia, foram ajustadas para oferecer maior assistência à iniciativas livres.

A nova assistência do CourseSites a dispositivos móveis permite aos usuários que acessem cursos e outras informações através dos dispositivos iOS™, Android™, Palm® webOS™ and BlackBerry®. O CourseSites também inclui agora uma integração que permite que os instrutores acessem cópias de seus Google Docs dentro de seus cursos e as sincronizem com mudanças feitas no.

Lançado em 2011, o CourseSites é uma opção de curso gratuita e em nuvem, que tira vantagem da mais recente tecnologia da Blackboard em administração, colaboração pela Web e aprendizado móvel. O sistema é utilizado atualmente por mais de 30.000 instrutores de mais de 12.000 instituições em mais de 130 países, e pode ser acessado em inglês, espanhol, holandês, francês, alemão e português brasileiro.

O sistema é popular entre instrutores que estejam interessados em experimentar com ensino e aprendizado online, em testar as mais recentes tecnologias de ensino e aprendizagem da Blackboard, ou que não tenham acesso a um sistema de administração de aprendizagem (LMS) em sua instituição. Com o apoio à inscrição livre, a Blackboard está trabalhando para posicionar o CourseSites como uma opção dinâmica para todos os tipos de ensino livre.

Para mais informações sobre o CourseSites, por favor visite: http://www.coursesites.com.

Sobre a Blackboard Inc.

A Blackboard Inc. é uma líder mundial em tecnologia empresarial e soluções inovadoras que enriquecem a experiência de milhões de estudantes e alunos no mundo inteiro, todos os dias. As soluções da Blackboard permitem a milhares de organizações de ensino superior, primário e secundário, profissionais, corporativas e governamentais que ampliem o ensino e a aprendizagem online, facilitem a interação e a segurança dos campi, e comuniquem-se de modo mais eficaz com suas comunidades. Fundada em 1997, a Blackboard tem sua sede em Washington, D.C., com escritórios na América do Norte, Europa, Ásia e Austrália.

FONTE: Blackboard Inc.

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