Como escolher o Sistema de Gestão de Aprendizagem ideal?

sistema de gestão de aprendizagem

Os alunos que estão frequentando os colégios e universidades de hoje são completamente diferente dos colegas que seus pais tinham quando estudavam. São mais experientes em tecnologia e mais flexíveis quando se trata de como e onde eles aprendem. Ao longo dos últimos 20 anos, o Sistema de Gestão de Aprendizagem tem ajudado as instituições a acompanharem a evolução desse novo perfil de estudante – e a ajudá-los a prosperar.

Identificar o Sistema de Gestão de Aprendizagem ideal para sua instituição de ensino pode ser complexo. Veja abaixo alguns tópicos que devem ser considerados antes de tomar essa decisão. Neste outro artigo, leia sobre Ambientes Virtuais de Aprendizagem: Tecnologia garante o sucesso dos alunos.

Então, você precisa de um Sistema de Gestão de Aprendizagem. E agora?

 

Apoio às instituições em crescimento
Soluções escaláveis evoluem com as necessidades dos professores e com os padrões em constante mudança.

Centrado nos estudantes
O Sistema de Gestão de Aprendizagem deve estar engajado com os estudantes acostumados com a tecnologia e com os alunos móveis, que buscam aprender em qualquer lugar.

Estímulo à acessibilidade
Pensar em oportunidades educacionais iguais promove a inclusão de todos os estudantes.

Envolvimento com os aprendizes
Um Sistema de Gestão de Aprendizagem deve evoluir com a mesma velocidade das novas tecnologias educacionais.

Integrado a outras plataformas digitais
Provavelmente sua instituição já utiliza alguns softwares em setores como administrativo, financeiro ou até em sala de aula. É recomendado que seu novo Sistema de Gestão de Aprendizagem consiga se integrar com essas ferramentas e evoluir seu uso.

Promova o sucesso a longo prazo
Ofereça suporte contínuo a treinamento e capacitação dos professores para promover o sucesso dos estudantes, seja por meio de materiais para dar suporte ao conteúdo de sala de aula ou seja com suporte a inovação na instituição.

Agora que você sabe alguns dos pontos fundamentais a serem avaliados antes de definir o melhor LMS para sua instituição, conheça melhor nosso Sistema de Gestão de Aprendizagem: Blackboard, parceira de mudanças na educação.

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Estratégias de captação: você sabe quem é seu aluno alvo?

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Para aumentar o número de matrículas em sua Instituição de Ensino, é preciso pensar como um estudante. Para isso, é melhor ter uma imagem clara de quem é esse aluno. Considerando a mudança demográfica do estudante universitário de hoje, sabe-se que não existe mais o estudante típico – ou tradicional. Isso significa que uma estratégia de captação única para todos os seus públicos, provavelmente, não funcionará.

Então, como você atende a um público cada vez mais amplo e diversificado, tornando ainda assim a mensagem direcionada e personalizada? É preciso fazer um exercício de segmentação de audiência: dividir um público potencial em subgrupos menores, criando estratégias de mensagens e divulgação específicas.

Essa segmentação pode ajudar a instituição a identificar e priorizar seus diferentes públicos-alvo; adaptar suas mensagens de forma direta às suas necessidades; direcioná-las de forma mais eficiente e, finalmente, alcançar mais alunos e aumentar as inscrições.

Para começar, responda a essas três perguntas:

Quem são eles?

Conduza pesquisas internas e externas para criar um perfil de sua população estudantil. Pense além dos termos demográficos: quantos anos eles têm? Qual o seu gênero e contexto cultural? Onde vivem? Quais são suas crenças e valores, seus hobbies e interesses? São solteiros, casados, moram sozinhos? Têm filhos? Um pai solteiro que trabalha em tempo integral terá necessidades e motivações muito diferentes de um jovem profissional que procura um MBA para tentar uma promoção no trabalho.

O que os motiva?

O segundo passo é pensar nas motivações desse público para se inscrever. Eles são graduados que procuram maior especialização? São desempregados em busca de novas habilidades ou credenciais profissionais para mudar de carreira? Ou são pessoas maduras que voltam aos estudos em busca da satisfação pessoal de completar algum curso?

Conhecer as necessidades do público-alvo irá ajudá-lo a entender o que é mais importante para eles e a adaptar suas mensagem de marketing de acordo.

Onde você pode encontrá-los?

Ao definir a demografia e os interesses de seus alunos, você pode começar a entender como e onde eles procuram informações. Que sites ou canais de mídia eles frequentam? Existem muitos recursos online para descobrir quais canais os públicos segmentados são mais propensos a usar.

Você também deve pensar sobre a tecnologia que eles provavelmente usarão. Se estiverem sempre em movimento e lerem e-mails em um dispositivo móvel, certifique-se de que sua comunicação digital está otimizada para smartphones e tablets.

Uma vez que você começa a responder a essas perguntas, alguns perfis distintos de seus potenciais alunos irão surgir. Mas não pense neles em termos de dados e estatísticas: você pode escolher um personagem para cada perfil de público-alvo, dando a ele um nome, um rosto, uma idade.

Com esse retrato de seus alunos em mente, sua características, necessidades e motivações únicas, pense no que eles esperam e querem ouvir de você… E não no que você tem a dizer para eles.

Continue sua leitura: Veja 4 ações imediatas para aumentar o número de matrículas em sua instituição

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Blackboard recebe reconhecimento do mercado com o Prêmio Top Educação

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A Blackboard, principal companhia global de tecnologia para educação, foi reconhecida com o Prêmio Top Educação como a marca de LMS mais lembrada pelos leitores das revistas Educação e Ensino Superior nas áreas de ensino básico e superior. A votação ocorreu a partir de maio de 2017 e o resultado foi divulgado em agosto.

A premiação demonstra o sucesso de um trabalho sólido de suas operações no país. Representada pelo Grupo A Educação, as soluções em tecnologia para a educação melhoram de forma contínua a experiência de ensino e aprendizagem de inúmeros estudantes e professores, entregando à comunidade acadêmica um portfólio único que tornam a educação a distância mais simples e engajadora.

Presente em mais de 230 instituições no Brasil, com 1,3 milhão de usuários na plataforma, a Blackboard aposta em produtos inovadores que acompanhem as constantes demandas do mercado da educação, sendo reconhecida pela capacidade de dar suporte a diferentes necessidades das Instituições de Ensino. Para entregar resultados notáveis, desenvolve soluções abrangentes que visam garantir o sucesso do aluno, em qualquer etapa de sua formação.

“É muito legal para a Blackboard e para o Grupo A receber esse tipo de reconhecimento. Isso só reforça nossa costumeira dedicação e nos mantém sempre em busca de novas e melhores formas de atender a nossos clientes”, resume Pavlos Dias, Gerente Nacional Blackboard Brasil no Grupo A Educação.

O Top Educação é uma pesquisa quantitativa de participação espontânea, que busca apontar as marcas mais lembradas na área de educação. Criada pela Editora Segmento, a premiação reconhece empresas de produtos e serviços nas áreas de educação básica e ensino superior há 12 anos. Confira a relação completa dos vencedores em cada categoria.

Sobre a Blackboard Inc.

A Blackboard é uma das principais desenvolvedoras de tecnologia educacional do mundo e tem como missão ser parceira da educação na mudança, ajudando alunos, educadores, instituições e empresas a prosperarem, desafiando o pensamento convencional e desenvolvendo novos modelos de aprendizagem. A fim de atender às necessidades do aluno moderno e das instituições que os servem, a Blackboard implanta tecnologias e serviços relevantes e significativos para o crescimento tanto das instituições de ensino quanto dos alunos. A partir de parcerias com instituições de ensino fundamental, médio e superior, além de organizações empresariais e agências governamentais em todo o mundo, ajudamos cada aluno a atingir seu pleno potencial.

Sobre o Grupo A Educação

O Grupo A, holding educacional brasileira com mais de 40 anos de atuação no mercado editorial, detém os selos Artmed, Bookman, Artes Médicas, McGraw-Hill, Penso e Série Tekne. Com mais de dois mil títulos em catálogos, sua linha editorial está voltada para a publicação de livros científicos, técnicos e profissionais (CTP) nas áreas de biociências, ciências humanas, exatas, sociais e aplicadas. O Grupo A reúne, ainda, um grande portfólio de negócios voltados para a educação. Representa parceiros internacionais de peso, como Blackboard e Moodlerooms (plataformas de aprendizagem). Possui a SAGAH, empresa que desenvolve conteúdos para cursos de graduação e pós-graduação fundamentados na metodologia de aprendizado ativo e a GSI, uma fábrica de conteúdos digitais que desenvolve soluções didáticas e inovadoras para instituições de ensino e empresas. Também fazem parte do Grupo A iniciativas como as Revistas Pátio, os portais MedicinaNET, Harrison Brasil, Biblioteca A, Minha Biblioteca e Pasta do Professor.

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7 etapas para capacitar professores em novas ferramentas tecnológicas

Novas ferramentas tecnológicas

Mudar é sempre difícil. Quando se fala em novas ferramentas tecnológicas, há três perfis de pessoas: aquelas que dominam e utilizam em qualquer situação; as que aprenderam a usar e acabaram incluindo na rotina; e as que sabem que existem, mas acham complicado demais até para tentar.

A formação tradicional de professores não inclui no currículo ferramentas tecnológicas. Isso faz com que muitos deles excluam essa possibilidade da sala de aula, achando que não se faz necessária para o processo de aprendizagem. No entanto, o novo perfil de aluno é conectado e vê a inovação como aliada, inclusive na aprendizagem.

Para entender melhor o novo perfil de aluno, leia este artigo: O que os estudantes estão nos dizendo sobre tecnologia e por que isso é importante?

Por isso, mesmo nos ensinos presencial e semipresencial, quando o professor consegue dialogar com os alunos na mesma linguagem e utiliza ferramentas inovadoras que eles já dominam percebe resultados diferentes em sala de aula. Saiba como o uso da tecnologia em sala de aula desperta interesse nos alunos.

Veja a seguir sete estratégias para facilitar a adoção de tecnologia pelo corpo docente, indicados por Geralyn Stephens, professora associada da Universidade Estadual Wayne, que é cliente da Blackboard nos Estados Unidos.

1 – Comece pequeno

Inicialmente, escolha os professores que são mais adeptos a novidades e comece a capacitação com esse grupo. A tendência é que eles disseminem o conhecimento entre seus pares, estimulando a participação de pessoas que são naturalmente mais resistentes.

2 – Complemente as práticas atuais

A instituição pode promover cursos de atualização dos currículos dos professores utilizando o próprio ambiente virtual de aprendizagem. Assim, o uso da tecnologia fica em segundo plano e o corpo docente testa as ferramentas e suas possibilidades na prática, na posição de aluno.

3 – Faça com que seja conveniente

Realize os treinamentos presenciais em locais de fácil acesso para os professores e em horários alternativos. Essa flexibilidade pode inicialmente exigir um esforço da instituição, mas incentiva a confiança dos professores.

4 – Torne relevante

Reserve algumas aulas de capacitação presencial para dar suporte aos professores, de forma que seja possível construir em conjunto planos de aula alternativos, incluindo ferramentas tecnológicas. Quando o professor desconhece todas as alternativas possíveis, tem dificuldade em colocar sua utilização na prática, por isso, essa tutoria é fundamental e motivadora.

5 – Inclua novas ferramentas aos poucos

Incentive o uso do blog, de fóruns de discussão ou outras ferramentas durante os treinamentos. Motive-os a continuar usando essas ferramentas não só durante a capacitação, mas também em sala de aula, com uma turma. Vá introduzindo as alternativas aos poucos, de forma que ele consiga aprender enquanto utiliza e aplica em turmas piloto.

6 – Colete dados e avalie

Documente como os participantes utilizam os recursos apresentados na capacitação. Posteriormente, esses dados e as recomendações do corpo docente podem ser utilizados para melhorar a experiência de treinamento.

7 – Crie uma comunidade de aprendizado

É possível utilizar o próprio fórum de discussão para gerar tópicos para troca de conhecimento sobre ensino online, tecnologias educacionais e as ferramentas Blackboard. Esses fóruns devem ser acompanhados pela área de suporte para que quaisquer questões técnicas ou necessidades de instruções sejam imediatamente respondidas. Além disso, em outra sessão, a instituição pode publicar dicas rápidas, orientações e outros itens relacionados ao uso do ambiente virtual na instituição.

Quer complementar sua leitura? Veja 7 hábitos altamente eficientes dos professores que utilizam tecnologia.

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Uma revolução sendo criada com o Moodlerooms

A revolução da tecnologia no EAD

 

A forma como pensamos, agimos e convivemos mudou com a tecnologia. Isso ocorreu e influenciou também a educação. Por isso, as universidades que utilizam a inovação para expandir experiências de aprendizagem por meio de plataformas de educação a distância são as que conseguem acompanhar o novo perfil dos estudantes.

O UNASP (Centro Universitário Adventista de São Paulo) é uma delas: a instituição existe há mais de um século e tem quatro campi: Engenheiro Coelho, Hortolândia, São Paulo (sede central) e Virtual. Em todos eles, o grupo educacional oferece uma variedade de cursos e programas de licenciatura, pós-graduação (Lato e Stricto Sensu) e extensão.

Sua filosofia é baseada no respeito e na promoção das crenças adventistas, e abrange áreas muito mais amplas do que o próprio conhecimento: busca incentivar o equilíbrio espiritual, intelectual, físico e social.

>> Veja como a Feevale planeja a ampliação de seu EAD

O plano de estudo tem o objetivo de promover a excelência acadêmica sem abrir mão de valores, justiça e responsabilidade. Tudo isso aliado a estratégias de aprendizagem inovadoras, com a utilização de ferramentas online.

Figura central: o aluno

Quando começou a oferecer cursos de EAD, o UNASP estava motivado a sair do convencional da educação no Brasil e no mundo, em que o professor é a figura central da sala de aula e detentor de todo o conhecimento.

Essa maneira de pensar muda com a educação a distância, porque a atenção é focada no aluno, que desempenha um papel mais ativo e participativo na evolução do aprendizado. Além disso, o mito de que a qualidade do EAD é diferente da oferecida no ensino presencial já foi superado, em virtude dos resultados significativos alcançados pela instituição desde 2005. Esse foi o ano em que os cursos a distância foram introduzidos no UNASP, tendo como suporte a plataforma Moodlerooms. Veja como o LMS se relaciona com o sucesso do curso a distância.

A EAD garante também benefícios em relação à otimização de tempo, reduzindo distâncias: com ela, as agendas individuais podem ser manejadas mais facilmente, evitando que um estudante tenha que viajar periodicamente de casa até a universidade.

– Quando uma universidade passa a investir em EAD, está buscando ampliar seu campo de atuação. O UNASP faz parte de um grupo com 400 unidades escolares, fora outras instituições, localizados em todo o Brasil. Então, a educação a distância foi um passo natural, pois existe a possibilidade de criar polos presenciais de apoio à EAD onde existir uma escola do grupo – explica o Diretor de Produções e Processos do campus Virtual do UNASP, Valcenir do Vale Costa.

Em 2016, o UNASP atendeu mais de 5.000 alunos na educação a distância, aumentando para cerca de 6.500 estudantes nos sete primeiros meses de 2017. Hoje, a instituição oferece cursos de pós-graduação e de extensão a distância, mas já está credenciada para, a partir de 2018, ofertar seis cursos de graduação – Ciências Contábeis, Administração, Pedagogia e Letras – e os tecnólogos em Gestão de RH e Processos Gerenciais.

Capacitação do corpo docente

No início da implantação do projeto no UNASP, o corpo docente apresentou-se um pouco resistente, pois era algo novo com que os professores não estavam acostumados. No entanto, à medida que se desenvolviam as aulas virtuais, suas percepções foram mudando. Três elementos centrais começaram então a se apresentar: ter, dominar e fazer uso adequado, ideal e harmonioso das ferramentas digitais.

Cada professor é treinado e está constantemente aprendendo e conhecendo as aplicações e outros temas relacionados às ferramentas online. O interessante é que o UNASP utiliza diferentes estratégias para essa capacitação.

– Hoje, não trabalhamos mais com a capacitação em tecnologia por si só. Nós desenvolvemos atividades complementares para que os professores se atualizem em seus campos de atuação, atividades essas que são realizadas com apoio da plataforma tecnológica. Assim, o uso da ferramenta acaba se tornando secundário, não é o foco do professor, o que diminui sua resistência e aumenta sua familiaridade – esclarece Valcenir Costa.

Para ele, o professor tem o importante papel de facilitador do aprendizado. Portanto, a tecnologia não vai substituí-lo. Mas, se ele não procurar inovar, consequentemente estará se colocando do lado de fora da sala de aula.

Assim, são empregados todos os esforços para capacitar e motivar constantemente o corpo docente, assegurar que esteja totalmente em sintonia e que entenda as inúmeras possibilidades oferecidas pela tecnologia quanto aos resultados positivos e os processos educativos.

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A evolução da educação

A grande dificuldade de toda mudança não é o estabelecimento de processos tecnológicos, porque esse conhecimento já está disponível. Para colocar o aluno como figura principal no processo de educação, é preciso promover uma mudança cultural, como Valcenir comenta:

– Temos que rever os processos pedagógicos e também a cultura dos professores, porque quem foi formado na educação presencial tem uma resistência natural à educação a distância.

Em todo e qualquer momento, o processo educacional deve ter como ponto central o aluno, por um motivo simples: a educação tem como base o processo de ensino e aprendizagem. O ensino depende do professor, mas a aprendizagem, do aluno. E quando o estudante é colocado como figura principal nesse processo, ele é incentivado a buscar complementação ao conteúdo em diferentes lugares, a procurar o conhecimento.

A educação a distância exige leitura, debate, estudo, realização de provas e atividades; por isso, é tão importante a ascensão das metodologias ativas, em detrimento da sala de aula tradicional, que ainda tem uma visão industrial.

– É preciso considerar que a internet não possui limites de espaço ou de tempo. O uso das tecnologias digitais conectadas pela internet como um recurso na sala de aula tradicional, apesar de seu valor, não deve ser a tônica da prática pedagógica dessas tecnologias; não se pode conceber o uso territorializado de tecnologias pervasivas.

Moodlerooms: canal de comunicação

A plataforma Moodlerooms tem sido uma parte fundamental do processo de expansão da instituição, que cresce em quantidade de alunos com a premissa de manter a qualidade do ensino que oferece.

– É o canal de comunicação entre instituição e aluno, além de ser onde todo o nosso conteúdo está publicado – aponta Costa.

Atualmente, os estudantes podem fazer 20% de sua carga acadêmica na plataforma virtual. Há, aproximadamente, 15 mil estudantes em cursos presenciais e que também estão inscritos em diversos programas a distância, e 400 estudantes inscritos em cursos de pós-graduação. Adicionalmente, existem cursos para os estudantes interessados em educação em curto prazo (de 10 a 40 horas), e nos últimos 12 meses foram oferecidos sete programas de extensão.

– Contamos com uma plataforma robusta, acessível e com suporte tecnológico. O Moodlerooms tem diferenciais importantes: oferece diferentes relatórios, mais usabilidade, design de interação mais sofisticado e limpo. O resultado é a maior adesão por parte dos professores e, principalmente, dos alunos.

A instituição tem planos otimistas: em cinco anos, planeja ter 20 mil alunos inscritos na educação a distância. Favorecem a expansão de sua atuação diferentes fatores, entre eles a capilaridade no Brasil, credibilidade e seriedade.

Recentemente, o Ministério da Educação liberou o credenciamento de cursos 100% EAD no Brasil – que não requerem a presença do aluno no campus e/ou polos. Ou seja, trata-se de uma evolução do semipresencial para a educação totalmente a distância, tudo resolvido no ambiente em que o estudante preferir.

– O UNASP já vem se preparando para esse momento há alguns anos. E, nesse caminho, contaremos certamente com o suporte do Moodlerooms – finaliza Costa.

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