7 etapas para capacitar professores em novas ferramentas tecnológicas

Novas ferramentas tecnológicas

Mudar é sempre difícil. Quando se fala em novas ferramentas tecnológicas, há três perfis de pessoas: aquelas que dominam e utilizam em qualquer situação; as que aprenderam a usar e acabaram incluindo na rotina; e as que sabem que existem, mas acham complicado demais até para tentar.

A formação tradicional de professores não inclui no currículo ferramentas tecnológicas. Isso faz com que muitos deles excluam essa possibilidade da sala de aula, achando que não se faz necessária para o processo de aprendizagem. No entanto, o novo perfil de aluno é conectado e vê a inovação como aliada, inclusive na aprendizagem.

Para entender melhor o novo perfil de aluno, leia este artigo: O que os estudantes estão nos dizendo sobre tecnologia e por que isso é importante?

Por isso, mesmo nos ensinos presencial e semipresencial, quando o professor consegue dialogar com os alunos na mesma linguagem e utiliza ferramentas inovadoras que eles já dominam percebe resultados diferentes em sala de aula. Saiba como o uso da tecnologia em sala de aula desperta interesse nos alunos.

Veja a seguir sete estratégias para facilitar a adoção de tecnologia pelo corpo docente, indicados por Geralyn Stephens, professora associada da Universidade Estadual Wayne, que é cliente da Blackboard nos Estados Unidos.

1 – Comece pequeno

Inicialmente, escolha os professores que são mais adeptos a novidades e comece a capacitação com esse grupo. A tendência é que eles disseminem o conhecimento entre seus pares, estimulando a participação de pessoas que são naturalmente mais resistentes.

2 – Complemente as práticas atuais

A instituição pode promover cursos de atualização dos currículos dos professores utilizando o próprio ambiente virtual de aprendizagem. Assim, o uso da tecnologia fica em segundo plano e o corpo docente testa as ferramentas e suas possibilidades na prática, na posição de aluno.

3 – Faça com que seja conveniente

Realize os treinamentos presenciais em locais de fácil acesso para os professores e em horários alternativos. Essa flexibilidade pode inicialmente exigir um esforço da instituição, mas incentiva a confiança dos professores.

4 – Torne relevante

Reserve algumas aulas de capacitação presencial para dar suporte aos professores, de forma que seja possível construir em conjunto planos de aula alternativos, incluindo ferramentas tecnológicas. Quando o professor desconhece todas as alternativas possíveis, tem dificuldade em colocar sua utilização na prática, por isso, essa tutoria é fundamental e motivadora.

5 – Inclua novas ferramentas aos poucos

Incentive o uso do blog, de fóruns de discussão ou outras ferramentas durante os treinamentos. Motive-os a continuar usando essas ferramentas não só durante a capacitação, mas também em sala de aula, com uma turma. Vá introduzindo as alternativas aos poucos, de forma que ele consiga aprender enquanto utiliza e aplica em turmas piloto.

6 – Colete dados e avalie

Documente como os participantes utilizam os recursos apresentados na capacitação. Posteriormente, esses dados e as recomendações do corpo docente podem ser utilizados para melhorar a experiência de treinamento.

7 – Crie uma comunidade de aprendizado

É possível utilizar o próprio fórum de discussão para gerar tópicos para troca de conhecimento sobre ensino online, tecnologias educacionais e as ferramentas Blackboard. Esses fóruns devem ser acompanhados pela área de suporte para que quaisquer questões técnicas ou necessidades de instruções sejam imediatamente respondidas. Além disso, em outra sessão, a instituição pode publicar dicas rápidas, orientações e outros itens relacionados ao uso do ambiente virtual na instituição.

Quer complementar sua leitura? Veja 7 hábitos altamente eficientes dos professores que utilizam tecnologia.

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Uma revolução sendo criada com o Moodlerooms

A revolução da tecnologia no EAD

 

A forma como pensamos, agimos e convivemos mudou com a tecnologia. Isso ocorreu e influenciou também a educação. Por isso, as universidades que utilizam a inovação para expandir experiências de aprendizagem por meio de plataformas de educação a distância são as que conseguem acompanhar o novo perfil dos estudantes.

O UNASP (Centro Universitário Adventista de São Paulo) é uma delas: a instituição existe há mais de um século e tem quatro campi: Engenheiro Coelho, Hortolândia, São Paulo (sede central) e Virtual. Em todos eles, o grupo educacional oferece uma variedade de cursos e programas de licenciatura, pós-graduação (Lato e Stricto Sensu) e extensão.

Sua filosofia é baseada no respeito e na promoção das crenças adventistas, e abrange áreas muito mais amplas do que o próprio conhecimento: busca incentivar o equilíbrio espiritual, intelectual, físico e social.

>> Veja como a Feevale planeja a ampliação de seu EAD

O plano de estudo tem o objetivo de promover a excelência acadêmica sem abrir mão de valores, justiça e responsabilidade. Tudo isso aliado a estratégias de aprendizagem inovadoras, com a utilização de ferramentas online.

Figura central: o aluno

Quando começou a oferecer cursos de EAD, o UNASP estava motivado a sair do convencional da educação no Brasil e no mundo, em que o professor é a figura central da sala de aula e detentor de todo o conhecimento.

Essa maneira de pensar muda com a educação a distância, porque a atenção é focada no aluno, que desempenha um papel mais ativo e participativo na evolução do aprendizado. Além disso, o mito de que a qualidade do EAD é diferente da oferecida no ensino presencial já foi superado, em virtude dos resultados significativos alcançados pela instituição desde 2005. Esse foi o ano em que os cursos a distância foram introduzidos no UNASP, tendo como suporte a plataforma Moodlerooms. Veja como o LMS se relaciona com o sucesso do curso a distância.

A EAD garante também benefícios em relação à otimização de tempo, reduzindo distâncias: com ela, as agendas individuais podem ser manejadas mais facilmente, evitando que um estudante tenha que viajar periodicamente de casa até a universidade.

– Quando uma universidade passa a investir em EAD, está buscando ampliar seu campo de atuação. O UNASP faz parte de um grupo com 400 unidades escolares, fora outras instituições, localizados em todo o Brasil. Então, a educação a distância foi um passo natural, pois existe a possibilidade de criar polos presenciais de apoio à EAD onde existir uma escola do grupo – explica o Diretor de Produções e Processos do campus Virtual do UNASP, Valcenir do Vale Costa.

Em 2016, o UNASP atendeu mais de 5.000 alunos na educação a distância, aumentando para cerca de 6.500 estudantes nos sete primeiros meses de 2017. Hoje, a instituição oferece cursos de pós-graduação e de extensão a distância, mas já está credenciada para, a partir de 2018, ofertar seis cursos de graduação – Ciências Contábeis, Administração, Pedagogia e Letras – e os tecnólogos em Gestão de RH e Processos Gerenciais.

Capacitação do corpo docente

No início da implantação do projeto no UNASP, o corpo docente apresentou-se um pouco resistente, pois era algo novo com que os professores não estavam acostumados. No entanto, à medida que se desenvolviam as aulas virtuais, suas percepções foram mudando. Três elementos centrais começaram então a se apresentar: ter, dominar e fazer uso adequado, ideal e harmonioso das ferramentas digitais.

Cada professor é treinado e está constantemente aprendendo e conhecendo as aplicações e outros temas relacionados às ferramentas online. O interessante é que o UNASP utiliza diferentes estratégias para essa capacitação.

– Hoje, não trabalhamos mais com a capacitação em tecnologia por si só. Nós desenvolvemos atividades complementares para que os professores se atualizem em seus campos de atuação, atividades essas que são realizadas com apoio da plataforma tecnológica. Assim, o uso da ferramenta acaba se tornando secundário, não é o foco do professor, o que diminui sua resistência e aumenta sua familiaridade – esclarece Valcenir Costa.

Para ele, o professor tem o importante papel de facilitador do aprendizado. Portanto, a tecnologia não vai substituí-lo. Mas, se ele não procurar inovar, consequentemente estará se colocando do lado de fora da sala de aula.

Assim, são empregados todos os esforços para capacitar e motivar constantemente o corpo docente, assegurar que esteja totalmente em sintonia e que entenda as inúmeras possibilidades oferecidas pela tecnologia quanto aos resultados positivos e os processos educativos.

o aluno no centro da educação1600

A evolução da educação

A grande dificuldade de toda mudança não é o estabelecimento de processos tecnológicos, porque esse conhecimento já está disponível. Para colocar o aluno como figura principal no processo de educação, é preciso promover uma mudança cultural, como Valcenir comenta:

– Temos que rever os processos pedagógicos e também a cultura dos professores, porque quem foi formado na educação presencial tem uma resistência natural à educação a distância.

Em todo e qualquer momento, o processo educacional deve ter como ponto central o aluno, por um motivo simples: a educação tem como base o processo de ensino e aprendizagem. O ensino depende do professor, mas a aprendizagem, do aluno. E quando o estudante é colocado como figura principal nesse processo, ele é incentivado a buscar complementação ao conteúdo em diferentes lugares, a procurar o conhecimento.

A educação a distância exige leitura, debate, estudo, realização de provas e atividades; por isso, é tão importante a ascensão das metodologias ativas, em detrimento da sala de aula tradicional, que ainda tem uma visão industrial.

– É preciso considerar que a internet não possui limites de espaço ou de tempo. O uso das tecnologias digitais conectadas pela internet como um recurso na sala de aula tradicional, apesar de seu valor, não deve ser a tônica da prática pedagógica dessas tecnologias; não se pode conceber o uso territorializado de tecnologias pervasivas.

Moodlerooms: canal de comunicação

A plataforma Moodlerooms tem sido uma parte fundamental do processo de expansão da instituição, que cresce em quantidade de alunos com a premissa de manter a qualidade do ensino que oferece.

– É o canal de comunicação entre instituição e aluno, além de ser onde todo o nosso conteúdo está publicado – aponta Costa.

Atualmente, os estudantes podem fazer 20% de sua carga acadêmica na plataforma virtual. Há, aproximadamente, 15 mil estudantes em cursos presenciais e que também estão inscritos em diversos programas a distância, e 400 estudantes inscritos em cursos de pós-graduação. Adicionalmente, existem cursos para os estudantes interessados em educação em curto prazo (de 10 a 40 horas), e nos últimos 12 meses foram oferecidos sete programas de extensão.

– Contamos com uma plataforma robusta, acessível e com suporte tecnológico. O Moodlerooms tem diferenciais importantes: oferece diferentes relatórios, mais usabilidade, design de interação mais sofisticado e limpo. O resultado é a maior adesão por parte dos professores e, principalmente, dos alunos.

A instituição tem planos otimistas: em cinco anos, planeja ter 20 mil alunos inscritos na educação a distância. Favorecem a expansão de sua atuação diferentes fatores, entre eles a capilaridade no Brasil, credibilidade e seriedade.

Recentemente, o Ministério da Educação liberou o credenciamento de cursos 100% EAD no Brasil – que não requerem a presença do aluno no campus e/ou polos. Ou seja, trata-se de uma evolução do semipresencial para a educação totalmente a distância, tudo resolvido no ambiente em que o estudante preferir.

– O UNASP já vem se preparando para esse momento há alguns anos. E, nesse caminho, contaremos certamente com o suporte do Moodlerooms – finaliza Costa.

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3 pontos essenciais para criar cursos EAD de alta qualidade

criar cursos EAD de alta qualidade

A tendência de aumento do número de alunos no EAD segue firme. A previsão é de que, a partir de 2023, os cursos a distância ultrapassem o ensino presencial. Para isso, é fundamental que se invista em educação online de qualidade, obtendo resultados tão positivos quanto o ensino presencial.

As etapas essenciais para a construção de disciplinas online são numerosas, mas existem 3 pontos fundamentais para criar cursos EAD de alta qualidade em sua instituição.

1. Análise antecipada

Quando se trata de design instrucional, um dos investimentos mais importantes que se pode fazer é a análise antecipada, que deve ocorrer primeiro no nível institucional: qual é a cultura da instituição, o histórico com EAD, cronograma, credeciamentos?

Em seguida, a análise se move para o programa do curso, momento em que muitas perguntas devem ser feitas:

  • Quais são os resultados que os alunos precisam atingir?
  • Quem são os alunos? Como eles chegaram a um curso EAD?
  • Qual é a expectativa de tempo do curso?
  • De onde vem seu conteúdo? É uma adaptação de um curso presencial, baseia-se no conteúdo existente na plataforma LMS ou é algo completamente novo em desenvolvimento?
  • Quais são as restrições técnicas ou funcionais para a entrega desse conteúdo?

Sob pressão para começar a produzir cursos imediatamente, algumas instituições tendem a tomar notas de disciplinas presenciais e forçá-las a um formato online, negligenciando o tempo de análise inicial.

Para evitar que isso aconteça, antecipe o planejamento do curso e reserve tempo para a análise antecipada. Todo o restante será desenvolvido a partir das respostas às questões essenciais.

2. Mapeamento de estrutura

Com a análise completa, o próximo passo é projetar e criar a estrutura do curso, mapeando as informações originadas a partir de seus questionamentos. Veja a seguir um exemplo de como a análise inicial orienta a criação do curso online.

O material de origem é um curso de três créditos, apresentado em uma aula presencial que teve três horas de duração.

Pode-se pressupor que esse material renderia uma semana de curso online. No entanto, para um um aprendiz não tradicional ou um estudante inscrito pela primeira vez em um EAD, uma conferência de três horas oferecida em uma semana pode representar muito material a ser absorvido.

Dessa forma, a palestra e os materiais de apoio precisam ser desagregados e redesenhados para que o aluno consiga, em sua jornada de aprendizado, absorver todo o conteúdo.

Uma mudança na abordagem conceitual quando o conteúdo do ensino presencial é adaptado para o EAD alivia a sobrecarga cognitiva que poderia se transformar em um resultado ruim, ou seja, um aumento da evasão. Por isso, é importante criar formatos diferentes para apresentar o material de forma compreensível, sem perder de vista o resultado desejado pela instituição: no caso, o sucesso do aluno.

Se no planejamento do EAD se prever tempo para entender o material de origem e a experiência do usuário antes de começar a projetar, a instituição estará mais preparada para oferecer ao aluno o que ele precisa, de forma compreensível.

ambiente virtual de aprendizagem - AVA

3. Experiência do aluno

Embora a forma como os materiais do curso são apresentados seja fundamental para criar um EAD bem-sucedido e de alta qualidade, também é igualmente importante considerar a experiência do aluno.

Muitos estudantes já se inscrevem no EAD enfrentando dificuldades. O objetivo da instituição deve ser facilitar, e não sobrecarregar com desafios adicionais quando se trata de navegação, lógica de sequência dos materiais, expectativas do curso e requisitos de avaliação.

As instituições devem evitar que um aluno bloqueie o aprendizado porque não consegue descobrir como chegar ao material complementar seguinte. Eles podem não saber interagir sozinhos em uma disciplina. Por isso, deve-se investir em uma ferramenta intuitiva e inteligente, que preencha as lacunas de conhecimento em tecnologia dos estudantes. Veja como o LMS influencia o sucesso do curso a distância.

Não há motivo para que a experiência de aprendizagem online não seja tão boa quanto o ensino presencial. De certa forma, pode oferecer até mesmo um meio ainda melhor, já que apoia as necessidades daqueles com diferentes estilos de aprendizagem.

É necessária, no entanto, a criação de uma experiência que considere as múltiplas interações que a aprendizagem online requer, incluindo: entre pares, do estudante com os materiais e do aluno com o instrutor. Todos esses tipos de interação devem ser incorporados no design e no desenvolvimento do EAD.

Prevendo tempo para analisar a situação previamente, usando o resultado da análise para criar cuidadosamente o curso e tendo em mente o fato de que o que mais importa é a qualidade da experiência geral do aluno, as instituições podem criar os tipos de curso que mais envolvem e têm mais chance de reter estudantes.

Para complementar a leitura, veja o estudo de caso da Universidade Positivo sobre como mesclar os ensinos a distância e presencial, no artigo O que é ensino híbrido e por que ele é tendência?

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Blackboard: parceira de mudanças na educação

Blackboard: parceira de mudanças na educação

Entender as necessidades, desafios e oportunidades dos clientes, para atender suas demandas de maneira única é o objetivo da Blackboard, empresa de tecnologia para a educação que atende às principais universidades de todo o mundo – só no Brasil, são mais de 250 instituições, o que significa 1.3 milhão de usuários da plataforma). Assim define Katie Blot, diretora de estratégia global da empresa, que defende o compromisso com o essencial: além de desenvolver, entregar e dar suporte aos clientes, inovação e comunicação são fundamentais.

“Inovação, há um tempo, era um ‘plus’ nas entregas. Hoje, ela é essencial, o mundo está evoluindo muito rápido, o que nos obriga a estar sempre adiantados”, explica Katie.

Para que todos os clientes estejam em sintonia com as atualizações, novidades e melhores práticas de uso das soluções tecnológicas da empresa, a diretora indica a participação de todos os clientes na comunidade Blackboard, que agora tem área em português especialmente para clientes brasileiros.

“Dificilmente outra plataforma de tecnologia oferece esse tipo de troca entre clientes e empresa”, garante.

Leia também: O que é ensino híbrido e por que ele é tendência?


Blackboard: parceira de mudanças na educação

Cenário educacional em constante mudança

Katie explica que as dinâmicas de mercado estão mudando, principalmente na educação superior, com a concorrência se tornando cada vez mais global. Além disso, mais alunos estão entrando nas universidades, o que aumenta a demanda, mas também aumenta a diferença de perfil dos alunos.

Tudo isso torna a jornada do estudante mais complexa, fazendo com que as instituições sofram pressões para atingimento de metas, de padrões de qualidade e manutenção do custo.

“Como companhia, precisamos também atender aos desafios dos clientes de diferentes países, que têm obstáculos diferentes.”

As soluções tecnológicas da Blackboard são desenvolvidas para alunos em qualquer ciclo: ensinos fundamental e médio; ensino superior; empresas e governos (treinamento corporativo). Mas, segundo Katie, as linhas não são sequenciais. Um mesmo aluno pode terminar o colégio e entrar para o mercado de trabalho, para somente após voltar a estudar em um curso superior ou em um treinamento rápido. E isso deve ser considerado no desenvolvimento das ferramentas.

“Desenvolvemos soluções abrangentes para atingir o sucesso estudantil, com máxima capacidade em inovação, buscando atender o aluno do futuro”, conclui Katie Blot.

Este artigo foi baseado na palestra de Katie Blot no Encontro da Comunidade Blackboard 2017. Você pode acessar outros conteúdos apresentados no evento no site Fórum de Lideranças – Desafios da Educação 2017.

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Encontro da Comunidade Blackboard reúne dezenas de usuários das soluções tecnológicas

Encontro da Comunidade Blackboard - Crédito Paula Crem

Trocar experiências de uso, atualizar os clientes sobre atualizações de produtos e as apostas futuras da empresa, além de ouvir suas expectativas e opiniões. O Encontro da Comunidade Blackboard, promovido anualmente somente para clientes da empresa, é um momento dedicado a compartilhar boas práticas com outros usuários das soluções e com as diferentes equipes da Blackboard.

Neste ano, o Encontro da Comunidade Blackboard aconteceu dia 5 de abril, reunindo mais de cem usuários. Pavlos Dias, gerente nacional da empresa, abriu o evento dizendo que é muito relevante ver que, a cada ano, mais clientes se engajam em dedicar um dia inteiro para pensar o uso da tecnologia em suas instituições.

Quem esteve presente no Encontro declarou as vantagens de acompanhar os planos da Blackboard para o futuro:

“Aqui podemos conhecer um pouco mais sobre o Grupo A e o que a Blackboard fazem e quais as propostas de produtos e lançamentos para este ano”, definiu Antônio Dalbem, administrador de sistemas EAD no Instituto Cultural Newton Paiva Ferreira.

“Neste encontro, a gente consegue ver o que as outras instituições estão conseguindo fazer e como estão conseguindo avançar utilizando as soluções Blackboard. Para a gente, é muito importante conhecer também o que a Blackboard está planejando e quais ferramentas estão em roadmap”, disse Michele Dias, de tecnologias educacionais da Kroton.

Assista ao vídeo e confira como foi o Encontro da Comunidade Blackboard 2017:

Aqui, você também pode acompanhar como foi o Fórum de Lideranças – Desafios da Educação 2017.

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