Tecnologia para a educação colabora para a criação de novos espaços de aprendizagem

Novos espaços de aprendizagem

O investimento em diferentes tecnologias por parte das instituições de ensino tem provocado uma revolução das salas de aula. Ambientes digitais e novos espaços de aprendizagem para professores e alunos facilitam a aplicação de metodologias diversificadas e incentivam o protagonismo dos alunos ao longo de sua formação. Na Rede Marista de Colégios, aulas presenciais são combinadas a interações em ambientes virtuais, com o objetivo de promover melhores experiências de aprendizagem para estudantes e educadores.

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De acordo com Caroline Serqueira, coordenadora educacional da Diretoria Executiva da Rede de Colégios (DERC), os ambientes digitais favorecem a expansão da sala de aula para além do espaço físico, ampliando as possibilidades de interação, colaboração, engajamento e produção de conhecimento. Dessa forma, geram recursos para que professores realizem mediações mais qualificadas para o processo de ensino e aprendizagem.

– Esse movimento gerou iniciativas por meio de diferentes metodologias, que projetam os estudantes como protagonistas de suas aprendizagens – afirma.

Nesse sentido, mais do que um local online para abastecimento de conteúdos complementares às atividades de sala de aula, diversos colégios da Rede Marista têm encontrado no Sistema de Gestão da Aprendizagem (LMS) Blackboard Learn recursos para compartilhar informações, realizar projetos e promover a aprendizagem em rede, além de possibilitar que o aluno acompanhe seu próprio desempenho acadêmico.

Novos espaços de aprendizagem permitem construção conjunta de conhecimento

Os alunos do 4º ano do Ensino Fundamental dos Colégios Maristas de Goiânia (GO), Ribeirão Preto (SP) e Pio XII, de Ponta Grossa (PR) nunca se encontraram pessoalmente, mas estão construindo conhecimento em conjunto por meio da plataforma Blackboard.
O projeto “Nossas Histórias” faz parte de uma atividade interdisciplinar de Língua Portuguesa, História, Geografia e Ensino Religioso e possibilita que as crianças produzam relatos sobre seu cotidiano, história de vida familiar e sobre sua cidade, compartilhando os conteúdos e comparando com os de colegas das outras localidades. Assim, percebem-se como agentes da própria história e desenvolvem percepção sobre seu posicionamento no mundo.

Os conteúdos produzidos são publicados em um blog dentro do LMS, reunindo informações que explicitam também as diferenças e proximidades culturais de cada região, já que as escolas estão em estados distintos. Ler e comentar os textos já produzidos pelos colegas, interagindo com as histórias, faz parte das atividades em turma, durante as aulas nos laboratórios de informática.

Segundo a coordenadora de tecnologia do Colégio Marista de Goiânia, Joicilany Costa, os alunos estão entusiasmados com o projeto.

– Estamos desenvolvendo narrativas de uma maneira divertida, as crianças ficam surpresas com as diferenças nos hábitos, no tipo de culinária. É uma troca muito rica – acredita.

Ensino personalizado

As atividades realizadas no Blackboard Learn possibilitam aos estudantes acompanhamento contínuo e personalizado de seu desempenho. Os professores do Ensino Fundamental II do Colégio Marista de Goiânia já estão explorando de maneira ainda mais profunda as novas relações que a solução tecnológica oferece.

Por meio do LMS, eles têm acesso às informações geradas a partir das atividades realizadas pelos estudantes, que possibilitam identificar necessidades individuais e coletivas. A mediação dos professores passa, então, a ser mais direcionada, indicando alternativas de recuperação e ampliação dos conteúdos, respeitando tempo e ritmo de cada aluno. As aulas também passaram a ser planejadas de acordo com as necessidades identificadas, qualificando cada vez mais o relacionamento entre professores e alunos.

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3 mitos sobre EAD que toda instituição deve repensar

3 mitos sobre EAD

A regulamentação da educação a distância no Brasil proporcionou uma verdadeira revolução no número de vagas e cursos no país. Por outro lado, em alguns casos, nem sempre foram efetuados estudos e adaptações necessários para a entrada nesse mercado.

“Como havia poucos players, surgiram referências que não necessariamente eram boas”, explica o diretor comercial do Grupo A Educação, Bruno Weiblen. “Algumas instituições continuam tendo falsas crenças sobre a EAD.”

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O Grupo A produziu, em parceria com a empresa de pesquisa de mercado Educa Insights, o estudo Jogo dos 7 erros. Aqui, veja 3 mitos sobre EAD apontados na pesquisa que, na visão dos especialista, toda instituição de ensino superior deve repensar.

1. “Sou pequeno e não tenho chances de competir”

Com o aumento das instituições credenciadas, apesar de os grandes grupos já terem anos de investimento e know-how na educação a distância, as IES que desempenharem suas atividades básicas com eficiência têm chance de sucesso – seja uma marca local ou nacional, pois ainda há players que negligenciam ações simples, como o atendimento rápido e efetivo aos seus alunos, o que resulta potencialmente em evasão.

2. “Não dou atenção à empregabilidade”

“A IES tem que mensurar seus índices de empregabilidade”, garante o diretor. Na sua visão, toda instituição deveria ter áreas dedicadas a carreira e estágio.

“E, no EAD, que possui um índice médio de evasão considerado mais alto, é muito importante saber qual curso está em alta ou como melhorar seu conteúdo para preparar o aluno adequadamente, de acordo com as demandas do mercado de trabalho”, explica.

Weiblen cita a plataforma da Symplicity como ferramenta que permite gestão completa do ciclo de empregabilidade dos alunos.

3. “É preciso desenvolver o LMS e conteúdos próprios”

Ao produzir internamente um ambiente virtual de aprendizagem, a IES pode estar investindo em um produto que talvez não ofereça uma experiência atrativa ao aluno – e que pode resultar tanto em evasão quanto interferir na captação de novos estudantes, porque há risco de avaliações negativas.

“Existem produtos, como o Blackboard, que são referência no mercado, com milhões de alunos em centenas de instituições, e que vem dando suporte ao crescimento de várias IES no país”, ressalta.

Weiblen também comenta o caso das instituições que optam por produzir totalmente seu conteúdo de forma interna. “Não faz sentido reescrever conceitos básicos já sacramentados, é como produzir a Lei de Newton novamente”, exemplifica.

Para o diretor, a questão é como se oferece isso de forma que o aluno perceba um diferencial na sua instituição.

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Mercado da educação a distância no Brasil: desafios e oportunidades

mercado da educação

Neste ano em que celebra 20 anos desenvolvendo produtos voltados para a tecnologia na educação, a Blackboard reuniu clientes em um encontro que ocorreu em São Paulo, em novembro, para compartilhar resultados e dividir planos para o futuro. Para Lee Blakemore, Presidente da Blackboard Internacional, em duas décadas de história, o principal desafio continua o mesmo: desenvolver produtos e plataformas para centenas de instituições em mais de 90 países, mantendo a tradição de atender a demandas específicas de cada uma delas.

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Lee destacou o crescimento significativo de alunos no país que entram no sistema educacional a distância nos últimos anos, movimento também observado na Índia e na China. “Existem cada vez mais alunos entrando no sistema educacional, e isso é exatamente o que nós almejamos: mais pessoas estudando e buscando completar sua formação. A complexidade das demandas por tecnologia nos impulsionou a criar uma plataforma que hoje tem capacidade para atender cinco vezes mais alunos por instituição”, disse o Presidente da Blackboard Internacional.

“No Brasil, encontramos um grande número de instituições de ensino com dezenas de milhares de alunos, o que é uma situação rara no mundo”, completou, ressaltando que essa característica torna único nosso mercado de ensino.

Dados do Censo da Educação Superior mostram que, enquanto as matrículas para o ensino presencial cresceram 0,26% em 2016, comparado ao ano anterior, a educação a distância (EAD) expandiu 7,25% no mesmo período. O levantamento também mostrou que, em uma década (2006-2016), o número de cursos de graduação (bacharelado, tecnologia e licenciatura) a distância cresceu de 349 cursos para 1.662, um aumento de 376%. Já para os cursos presenciais, o crescimento foi de 48% no mesmo período.

A Blackboard foi uma das precursoras do Learning Management System (LMS) e hoje é a maior fornecedora de serviços de LMS do mundo. Ainda segundo Lee, desafio atual da empresa é criar inovações em cima desse sistema. “Estamos focados em análises, dispositivos móveis e outros tipos de serviços para garantir o sucesso dos nossos estudantes.”

Este ano, por exemplo, a empresa lançou o Blackboard Ally, produto focado em acessibilidade que permite converter todo o conteúdo em vários formatos – incluindo HTML semântico, áudio, ePub e Braille eletrônico –, tornando os materiais acessíveis para estudantes com diferentes habilidades. “Alguns alunos aprendem melhor lendo, outros ouvindo. Portanto, há ritmos e modos diferentes de aprendizado, e precisamos estar atentos a isso”, disse Lee, destacando que a Blackboard é a empresa do setor que mais investe em pesquisa e desenvolvimento. “Temos a melhor tecnologia da indústria”.

Alta conectividade deverá moldar a educação nos próximos 20 anos

“As novas gerações já não vão perceber diferenças entre o offline e o online. Todos estamos – e continuaremos – conectados em tempo integral, com maior velocidade e melhores recursos. Além disso, o aluno do futuro não estará mais dentro de uma sala de aula por horas ouvindo sobre um mesmo tema. Ele buscará estar conectado com o mundo, coletando informações em diferentes plataformas”, afirmou Pavlos Dias, Gerente Nacional da Blackboard no Grupo A Educação.

Ele destacou, ainda, que a educação não tem fronteiras, ou seja, há muita informação disponibilizada em diversos locais. Portanto, uma das responsabilidades do Grupo A é apontar para os alunos os melhores caminhos.

“Como a gente faz para o aluno não ficar perdido nesse oceano de conteúdo? Devemos indicar onde estão os melhores materiais para aprender sobre determinado tema. Esse também é nosso papel”, disse Pavlos.

Dias também apontou que um dos desafios atuais é acompanhar a mudança de comportamento dos alunos. “No próximo ano, os alunos com 18 anos terão nascido em 2000, uma geração que sempre teve acesso a dispositivos móveis e vários outros recursos tecnológicos. É uma geração que não vai mais aceitar estar offline. Já existem escolas onde a educação ocorre 100% online. Esses estudantes vão guiar a maneira como professores e instituições ensinam. Haverá uma divergência, que já vemos agora, entre fazer as coisas da maneira antiga com um aluno que passou a vida inteira com um dispositivo na mão. Isso vai mudar a maneira como oferecemos educação”, conclui Pavlos.

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Seis atitudes que tornam especial o professor de EAD

professor de ead

A educação a distância já é uma realidade no Brasil e diversas instituições já concorrem para atrair mais alunos. Além disso, há uma cobrança sobre a qualidade desses cursos online, tornando-se cada vez mais importante que os professores atinjam as expectativas da IA.

Os alunos também esperam mais dos cursos. Hoje, a maioria dos tutores reconhece a importância de conhecer seus estudantes pelo nome nos fóruns de discussão e de oferecer feedbacks consistentes em seus trabalhos e tarefas. No entanto, há muito mais coisas a se fazer.

Veja a seguir seis atitudes que o professor de EAD deve tomar para levar uma experiência mais positiva a seus alunos.

1. Comunique-se usando vários canais

Se você tiver um comunicado importante a passar para seus alunos, não use apenas um canal, use múltiplos. Por exemplo, em vez de publicar as informações apenas na área de anúncios, escrever na página de comentários ou enviar um e-mail, faça os três. Isso reduzirá o número de estudantes dizendo que não recebeu o comunicado. Publicar as informações em tantos lugares quanto possível resultará numa pulverização da comunicação. Tente utilizar todas as possibilidades que o LMS de sua instituição oferece.

2. Receba os e-mails da escola em seu telefone

Descubra em sua instituição como sincronizar sua conta de e-mail profissional em seu celular. Não só o recebimento de e-mails em vários lugares reduzirá a possibilidade de você perder uma mensagem, mas também permitirá que dê uma resposta rápida a questões e preocupações urgentes. Mas estabeleça limites: informe a seus alunos que você responde normalmente dentro de 24 horas, durante o horário comercial normal. Isso ajudará a manter o equilíbrio entre trabalho e vida pessoal.

3. Tenha contas nas redes sociais

E as utilize para incentivar e compartilhar informações com os alunos. Você também pode criar uma conta no Instagram para que os alunos possam incluir citações motivacionais, memes, lembretes, dicas, etc. Você pode até incluir uma foto sua, para que os estudantes conheçam seu professor de EAD.

4. Mantenha uma lista de recursos para incluir no feedback

Quando for fazer uma crítica ou apontar um erro em alguma tarefa, inclua também recursos que o estudante pode usar para lidar com a dificuldade. Por exemplo, se você nota em um artigo que o estudante não sabe regras de uso de vírgulas, aponte o erro e inclua materiais complementares e indicação de sites onde ele pode buscar conhecimento para resolver as dúvidas.

5. Crie um fórum

Use o Sistema de Gerenciamento de Aprendizagem para criar um fórum fixo, onde os alunos encontrem informações úteis e façam perguntas sobre o curso. Se você notar que a maioria dos alunos tem dificuldade sobre um ponto específico da matéria, neste fórum deixe respostas para as perguntas frequentes e indique recursos sobre o assunto.

6. Reflita sobre seu ensino

Pergunte-se constantemente, duas ou três vezes por mês: o que pode ser melhorado em suas interações individuais com os alunos? O que você pode fazer para tornar determinado assunto atraente e memorável? O que falta na sua aula?

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Católica de Santa Catarina: Migração rápida e segura para Moodlerooms

universidade católica de sc

O desafio de criar cursos de educação a distância exige planejamento. Em uma instituição que já utiliza ambientes virtuais como apoio para o ensino presencial, tempo de implantação das disciplinas e capacitação dos professores devem ser considerados na escolha de uma nova ferramenta.

A Católica de Santa Catarina, com polos em Jaraguá do Sul e em Joinville, testou no primeiro semestre de 2017 a utilização do Moodlerooms com uma turma de estudantes da disciplina de Metodologia Científica que foi ofertada online. A partir da experiência positiva, no segundo semestre, lançou 10 cursos EAD, atendendo a 120 alunos.

A instituição utiliza o Moodle desde 2005, e há sete anos vincula todas as disciplinas a um ambiente virtual. Isso faz com que o corpo docente já tenha contato com a ferramenta, embora a utilize principalmente para disponibilizar materiais complementares aos cursos presenciais. No lançamento da modalidade de educação a distância, esse fator não deixou de ser considerado pela Católica.

“O Moodlerooms potencializa soluções ofertadas dentro do Moodle, sem gerar a exigência de capacitar os professores e a equipe em uma ferramenta nunca utilizada antes. Como tínhamos um prazo curto para implantação da EAD, essa foi uma característica decisiva na escolha do novo ambiente virtual”, garante Juliana Petris, coordenadora pedagógica da EAD da Católica de Santa Catarina.

Como diferenciais importantes, Juliana cita o suporte permanente, 24/7, e o armazenamento em nuvem como garantia de que os estudantes não terão nenhum problema com a disponibilidade da solução tecnológica. Para ela, qualquer falha na ferramenta pode significar a perda de um prazo de entrega de trabalho ou a mpossibilidade de acessar conteúdos de aula na EAD. Uma solução robusta e que ofereça suporte, nesse caso, é fundamental.

“Além disso, o tema SNAP, ofertado pelo Moodlerooms, nos ofereceu responsividade, maior navegabilidade e uso intuitivo, além da possibilidade de personalizar o layout dos cursos.”

Suporte à criação da EAD

A utilização do Moodlerooms na instituição ocorre simultaneamente com a criação dos cursos de educação a distância. Por isso, os professores e a equipe de EAD têm a oportunidade de criar novos formatos de disciplinas em conjunto, utilizando as ferramentas do ambiente virtual ideais para traduzir a linguagem pedagógica de cada curso. Assim, conseguem explorar todo o potencial que a plataforma de educação a distância oferece.

Em três meses de lançamento dos cursos, a Católica de Santa Catarina está utilizando a plataforma em sete cursos 100% EAD e três cursos híbridos. Como piloto, utilizou a disciplina de Metodologia Científica, que já rodava anteriormente na plataforma Moodle, em uma turma no primeiro semestre de 2017.

“O retorno dos alunos que usaram o ambiente no primeiro semestre foi extremamente positivo”, garante a coordenadora pedagógica.

Utilizando as duas soluções de forma simultânea – Moodle no ensino presencial e Moodlerooms em EAD –, a Católica tem planos para concluir a migração completa em 2018 para todos os alunos da instituição. A migração do corpo docente foi positiva, mas Juliana explica que o Centro Universitário tem objetivos a serem concretizados: querem utilizar melhor os relatórios oferecidos pelo Moodlerooms e automatizar processos, como o acompanhamento de tutorias.

“O suporte que recebemos do Grupo A nos dá segurança em nossos planos de crescimento. Temos um retorno tão rápido que, na maioria das vezes, conseguimos contornar problemas antes mesmo que os alunos os percebam”, finaliza Juliana Petris.

Para ela, o ensino e a aprendizagem na educação a distância exigem uma boa plataforma, para que você consiga fazer as proposições e estabelecer uma conexão com o aluno, mantendo a educação de tradição e a qualidade que a Católica de Santa Catarina oferece.

Principais ganhos com Moodlerooms


Para os alunos

• Acesso por dispositivos móveis;
• Usabilidade e navegabilidade facilitadas;
• Painéis intuitivos.

Para a instituição
• Programar a disponibilização dos materiais;
• Uso intuitivo e amigável das ferramentas;
• Recursos aprimorados e possibilidade de personalização:
• Suporte 24/7;
• Armazenamento em nuvem;
• Linguagem já dominada pelo corpo docente;
• Setor de tecnologia já ter a parametrização dos dois sistemas (gestão acadêmica e ambiente virtual).

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