O LMS Social

O que é aprendizado informal? E um LMS (Learning Management System) Social? A resposta é dada por Jenn Riddle, representante de marketing de educação profissional da Blackboard, nesse texto publicado no blog da Blackboard Internacional. Conheça uma forma mais social de ensino.

Por Jenn Riddle

Nossa postagem recente a respeito dos 5 Mitos Sobre o Aprendizado Informal levantou uma instigante discussão quanto ao aprendizado informal no ambiente de trabalho. Queremos elaborar esse texto em cima dessa discussão aqui, já que ela traz à tona alguns aspectos fundamentais sobre a importância das diferentes estratégias usadas atualmente no ambiente de treinamento profissional.

Boa parte desse debate baseou-se em um comentário de alguém que queria saber qual era a nossa definição de aprendizado informal. Seu questionamento foi: se o aprendizado informal é definido como qualquer aprendizado que ocorre fora de uma sala de aula, então ele não seria simplesmente uma parte normal de nossas interações cotidianas, ao invés de uma nova estratégia usada por educadores profissionais? Será que se trata de algo que realmente pode ser direcionado, quantificado e orientado rumo a uma meta mais abrangente? E será que um Sistema de Gestão de Aprendizado (LMS – Learning Management System) realmente contribui para esses processos informais?

Em nossa resposta, começamos explicando o que entendemos por aprendizado informal. Embora não seja algo recém inventado, o aprendizado informal é finalmente rotulado e definido na comunidade didática profissional. Caso se defina o aprendizado formal como aquele com se dá tradicionalmente em sala de aula, pode-se, de fato, argumentar que qualquer educação que ocorra fora da sala de aula é informal. No entanto, há certamente formas mais estruturadas de aprendizado informal do que outras (isto é, bate-papos de corredor comparados a fóruns de discussão online ou comunidades de prática). Acreditamos, sem dúvida, que é válido experimentar e mensurar esse tipo de aprendizado quando possível, a fim de ilustrar o seu impacto sobre os negócios.

Quanto ao fato de um LMS ser capaz ou não de cultivar o aprendizado informal, começaríamos afirmando que não somos um LMS tradicional, mas que a Blackboard é um LMS social. O nosso produto Blackboard Learn facilita o aprendizado social e o informal, tanto dentro de um curso de treinamento formal quanto fora dele. Sendo assim, você está bem servido por todos os lados!

Dentro de um curso, o Blackboard Learn oferece plataformas para wikis, blogs, grupos e fóruns de discussão a fim de garantir que os seus alunos estejam se comunicando informalmente uns com os outros e com o instrutor. Além disso, nossas soluções também promovem a troca de informações no âmbito de uma organização mais abrangente. O módulo comunitário da Blackboard permite que você estabeleça comunidades de prática onde indivíduos com interesses comuns possam se reunir para fazerem perguntas, estabelecerem contatos e socializar.

Mesmo que as soluções da Blackboard ainda gerenciem o conteúdo dos cursos como um LMS tradicional, a nossa integração dessas importantes ferramentas sociais e informais é o que nos destaca como um LMS social.

Adoraríamos saber o que você acha do rótulo “LMS social”. Para aqueles já familiarizados com a Blackboard, essa descrição soa verdadeira? Caso contrário, você nos considera como um LMS tradicional?

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Dos palcos da ópera ao desenvolvimento de um curso exemplar

No blog internacional da Blackboard, Sheryn Anthes fez uma matéria muito interessante mostrando como o curso de Música na Cultura Americana ministrado pela historiadora Teri Herron, da Delta State University, se tornou um exemplo de curso exemplar em um ambiente online. No texto, Teri fala sobre as vantagens que o ambiente virtual traz para o ensino, e como as ferramentas da Blackboard contribuíram para desenvolver o interesse dos alunos pelo ensino.

Dos palcos da ópera ao desenvolvimento de um curso exemplar 

Por Sheryn Anthes

Recentemente, Maisie Caines, Especialista em Desenvolvimento Docente na College of the North Atlantic, passou algum tempo conversando com Teri Herron, da Delta State University. Teri recebeu o Prêmio de Programa de Curso Exemplar de 2011, pelo seu curso online sobre Música na Cultura Americana. Então, quis saber Maisie, como uma historiadora da música e cantora de ópera com formação clássica conseguiu desenvolver e ministrar um curso online? De acordo com Teri, foi “um percurso inesperado”.

“Precisamos de projetos que nos tirem de nossa zona de conforto, pois é isso que eu peço que os meus alunos façam assim que se matriculam em minhas aulas.” Quando Teri procurou a Dr. Susan Hines, Diretora de Tecnologias Didáticas da Delta State, para conversar sobre o desenvolvimento de um curso online, ela não pediu facilidades. “Quero que você seja bem exigente comigo”, disse Teri. “Prefiro me matar trabalhando uma vez para construir então uma base sobre a qual eu possa acrescentar posteriormente várias camadas. Quer dizer, criar uma sólida fundação sobre a qual a gente possa acrescentar ou subtrair conteúdo, acrescentar ou subtrair mídias, brincar um pouco com nossos módulos didáticos… Mas dispor de algo verdadeiramente bom, estruturalmente impecável. Um lugar em que um estudante possa entrar e dizer ‘Uau! Essa pessoa realmente se importou quando construiu isso para mim’.”

A cada estágio do processo de desenvolvimento, Teri sempre teve em mente o usuário final. “Se fosse eu que estivesse em casa na minha mesa, em frente ao meu computador, quais seriam as coisas que de fato me ajudariam? E quais seriam as coisas que só iriam me irritar?” O projeto envolveu consistência nas unidades didáticas, bem como o conceito de um local onde o aluno possa encontrar tudo aquilo que procurar. Durante o desenvolvimento, Teri nunca perdeu de vista o usuário final: “…Eles nunca precisarão sair procurando pelas coisas, pois está tudo lá, e sempre nos mesmos lugares. Assim, cada unidade individual tem o mesmo visual e disposição e cada página geral tem o mesmo visual e disposição. A maioria dos meus alunos jamais participou de um curso online antes; por isso, quero ensinar-lhes não apenas as informações, mas também a participarem de um curso online em si”.

Para Teri, um dos grandes benefícios do ambiente online é a possibilidade de se libertar das restrições temporais da sala de aula com quatro paredes, permitindo que os estudantes busquem por “pepitas” de informação que sejam do seu interesse. Segundo Teri: “Essa é uma maneira de eu fazer com que eles também sejam os seus próprios professores, e de dar-lhes a chance de perceberem coisas totalmente novas sobre a música que jamais lhes tenham passado pela cabeça, deixando que façam essa busca por si mesmos caso estejam dispostos. Isso, na verdade, é o que esperamos. Esperamos estimular o suficiente o seu interesse para que eles  também comecem a ensinar a si próprios as informações. Na verdade, só o que fazemos como professores é oferecer informação. Não somos capazes de fazer ninguém aprender. Mas podemos fazer com que eles passem a achar interessantes coisas que antes não lhes interessavam. E no instante em que a gente capta o interesse deles, eles farão até mais por conta própria. E isso é realmente algo que se pode fazer melhor em uma sala de aula online do que pessoalmente”.

O Prêmio de Programa de Curso Exemplar e o reconhecimento na BbWorld 2011 inspiraram Teri a cogitar uma nova meta em sua carreira: “Eu não fazia ideia de quem eram os meus colegas no universo da Blackboard, e ao conhecê-los e conversar com eles, participando juntos de várias reuniões e encontros, acabei percebendo tudo o que é possível… Eu nunca, jamais imaginei que a essa altura da minha carreira estaria realmente interessada em buscar um outro diploma, mas estou cogitando seriamente em pelo menos me formar em desenvolvimento de cursos didáticos”.

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Os resultados de 2011 e o que a Blackboard reserva para 2012

Nesta carta publicada originalmente no blog de Ray Henderson, presidente da Blackboard Learn, ele comenta todos os avanços feitos nos produtos da Blackboard em 2011 e a avaliação daqueles que atuam juntamente com a empresa para desenvolver uma melhor experiência de educação, e ainda apresenta as novidades que reservamos para esse novo ano. Leia e saiba mais sobre como a Blackboard está aprimorando cada vez mais os seus produtos a fim de tornar a educação mais colaborativa e interativa.

Carta aos clientes da Blackboard

Ao longo de um ano, recebo inúmeros retornos com opiniões sobre como estamos indo – e-mails, reuniões com clientes, tuítes, etc. –, mas são as nossas enquetes sobre a satisfação dos clientes que me proporcionam a melhor visão geral quanto ao nosso progresso. São esses os números que eu estudo para saber como estamos trabalhando. Dentro do espírito de retrospectiva 2011, compartilharei algumas novidades sobre a direção apontada por essas enquetes, além de alguns marcos fundamentais que alcançamos esse ano nas áreas de conteúdo digital e educação aberta. Apresentarei também uma prévia das novidades que você pode esperar de nós para o início de 2012.

Aprimorando a experiência

Desde que cheguei à Blackboard, passamos a nos concentrar tremendamente no aprimoramento da qualidade de nossos produtos e serviços. Precisávamos melhorar bastante nessas áreas, e nos comprometemos profundamente com esse esforço ampliando o nosso quadro de funcionários, os nossos recursos e novos programas. De longe, esta tem sido a principal prioridade para nós enquanto companhia desde que cheguei à Blackboard.

Os mais recentes resultados de nossas enquetes independentes mostram um progresso vertiginoso. Os níveis de satisfação dos clientes continuaram a sua trajetória ascendente. Em praticamente todas as áreas abrangidas pelos levantamentos, eles apresentaram uma grande alta em 2011, e encontram-se agora nos patamares mais altos desde que começamos a fazer essas medições. Elas incluem a nossa prestatividade enquanto organização de serviços, a transparência em nossas práticas de negócio, a estabilidade e a qualidade dos nossos produtos e o valor total que fornecemos às instituições que servimos.

O mais encorajador é que o crescimento mais pronunciado se deu no número de clientes que nos recomendariam para um colega. Ainda que não tenhamos alcançado a meta absoluta que estabeleci para esse parâmetro, essa é uma confirmação estimulante de que nossos clientes estão testemunhando os benefícios do nosso foco no aprimoramento de nossos fundamentos e na execução de nossos compromissos. Não chega a ser surpresa que a curva indicando o percentual de clientes renovando suas relações conosco mostra uma saudável tendência de crescimento. Ambos esses indicadores enlevam o espírito de nossa equipe no exato momento em que ingressamos em 2012, prontos para levar ao mercado novas expressões daquilo que já tem sido visto nos últimos anos.

O nosso próximo passo é a abertura – o “botão compartilhar”

Abertura é um termo capcioso na área de tecnologia da educação atualmente. Algumas pessoas acham que ele é explorado demais por profissionais de marketing ávidos por tomarem parte de um “meme” positivo. Felizmente, somos julgados pelos fatos que indicam aquilo que nos tornamos, e também pelas novas possibilidades que oferecemos a nossos clientes e à indústria com relação ao que já foi feito previamente por qualquer empresa. Demonstramos um apoio consistente e vigoroso aos padrões educacionais abertos, à abertura de nossa plataforma e dos dados residentes nela e à interoperabilidade com outras plataformas, quer sejam comerciais ou de código aberto.

No último trimestre do ano passado, revelamos a nossa mais recente meta no que tange à abertura. Em EDUCAUSE, viramos notícia no tema da abertura por dois motivos. Primeiro, demostramos um suporte nativo para Open Educational Resources (OER – Recursos Educacionais Abertos) em nossa plataforma didática CourseSites e apresentamos uma visão de como isso viria a alcançar todos os âmbitos da plataforma Blackboard Learn. Em segundo lugar, fizemos uma modificação retroativa dos termos de licença a fim de garantirmos aos nossos clientes uma latitude maior de uso do seu investimento em nossas plataformas, para que expandissem o seu alcance nas suas comunidades didáticas, como quer que eles as definissem.

Nenhuma dessas medidas representou um ganho financeiro imediato para a Blackboard. Na verdade, elas terão um certo impacto financeiro negativo em nossas receitas advindas de licenciamentos. Mas o que nos atraiu nelas foi a possibilidade de nos alinharmos melhor à missão dos educadores que servimos. Um dos meus mentores, Tim O`Reilly, me deixou uma impressão duradoura com um de seus conselhos: para se criar uma grande companhia, o fundamental é “criar mais valor do que aquele que você captura”. Espero que esses investimentos em abertura e ainda outros por vir sejam encarados como exemplos desse espírito florescendo dentro da Blackboard.

Plataforma Didática & Conteúdo Didático: melhores lado a lado.

Em 2010, fizemos uma audaciosa declaração sobre o nosso desejo de inovar no uso do conteúdo didático no âmbito dos sistemas de gestão de aprendizado. Nossa parceria inicial com a McGraw-Hill chamou bastante a atenção, e no último ano expandimos o esforço com parcerias com todas as principais editoras no ramo da educação. Em 2011, também avançamos na forma de uma solução real, em escala: mais de 700 instituições ativaram um BuildingBlock que permite que instrutores e estudantes acessem as ferramentas e títulos da McGraw-Hill dentro do Balckboard Learn. O esforço implica uma mudança fundamental para uma área que não apresenta mudança alguma há uma década. Trata-se da forma mais elegante de integração entre plataforma e conteúdo em nosso ramo, e chegamos a ela com o benefício de centenas de títulos e com produtos amplamente usados, como o McGraw-Hill ConnectTM.

Este mês trouxe a nós a primeira leva de informações na forma de uma enquete com usuários, mostrando que 95% dos participantes em nossas experiências de campo creem que a integração representa uma “melhoria significativa” em sua experiência com esse produto. Num mundo em que os clientes esperam que os seus tuítes apareçam magicamente em suas páginas no Facebook, é fácil compreender a expectativa de que o seu conteúdo didático enteja integrado à sua experiência de plataforma de aprendizado. Isso também marca um feito na parceria empresarial em torno das necessidades dos educadores e na colaboração para implementar usando padrões abertos para conteúdo e integração de sistema.

O ano da tecnologia móvel

Muita coisa aconteceu no campo do LMS (Sistema de Gestão de Aprendizado – Learning Management System), mas 2011 também foi um ano de transição do ponto de vista dos produtos. Fazia bastante tempo que a Blackboard era vista apenas como uma companhia de LMS. Mas esse ano, o conceito da Blackboard como uma líder no fornecimento de uma infinidade de produtos e serviços para as instituições foi reforçada por meio de uma série de exemplos. Novas versões dos nossos produtos Blackboard Connect e Blackboard Collaborate tiveram uma adoção significativa. E introduzimos importantes possibilidades novas com o Blackboard Analytics e o Blackboard Student Services.

Porém, o exemplo mais emblemático vem da área móvel. Acho que o nosso trabalho nesse campo foi o mais inovador e o mais instigante que produzimos durante o ano. E é um ótimo exemplo de um novo conjunto de produtos que foi introduzido rapidamente, mas com uma execução sólida em escala, qualidade e suporte. Não é surpresa ver a forte adoção à medida que o mercado de aprendizado móvel e de aplicativos de serviços móveis ganham forma. Ou ver a enquete sobre Campus Computing confirmar que alguns desses fortes ganhos no compartilhamento enquanto experimentação passaram para o uso real.

Uma prévia de 2012: análise de aprendizado, e um novo visual para o Blackboard Learn

Seguindo em frente, não diminuímos nossos esforços em aprimorar continuamente os nossos fundamentos. Mas este ano nós também estabeleceremos um novo foco na inovação em algumas áreas importantes. Estamos trabalhando em inúmeros itens nos domínios social/móvel/analítico, que você irá conhecer em 2012, mas apresentaremos aqui uma prévia de dois itens importantes que estaremos engrenando nos primeiros meses do ano:

* Um visual novo e abrangente para o Blackboard Learn: Acabamos aceitando aquilo que para mim eram críticas justas sobre a demora em aprimorar o visual nos últimos anos. Em um mercado com clientes cada vez mais sofisticados de interface de usuário, isso tem uma enorme importância. Novidades sobre um grande esforço de modernização em nossa interface de usuário vêm vazando em nosso programa beta, e é grande a demanda pela revelação. Está prestes a ser lançado o programa visualmente mais bonito que já introduzimos até hoje. Apelidado de “The Ocho” por nossa equipe, o Blackboard 9.1 Service Pack 8 está próximo. Suas curvas e convenções são todas concebidas para 2012. No entanto, ainda que a superfície vá ser retocada, as metáforas subjacentes permanecerão familiares aos muitos milhões de pessoas que usam o nosso programa todos os dias. Ele estará disponível durante todo esse semestre após alguns ajustes finais baseados em contribuições vindas da versão beta.

* Um novo produto para análises: Acabamos de concluir um ano fantástico de crescimento para a nossa linha de produtos de análise, e contamos com mais de 150 clientes usando o nosso produto em produção. O interesse nativo em um aplicativo pré-instalado com integrações prontas para usar e com uma estrutura SIS revelaram-se tão intrigantes para a nossa comunidade quanto esperávamos. A participação em nosso programa beta para o nosso último módulo de análise, o Blackboard Analytics for Learn, foi robusta. Acabamos por confirmar que esse produto está fornecendo aos líderes didáticos uma visão sem precedentes sobre a atividade de aprendizado, e que ele está facilitando para eles o estabelecimento e a mensuração de metas didáticas em escala empresarial. A disponibilidade desse produto será anunciada dentro em breve.

Espero que essa carta dê a você uma noção de como estamos nos saindo, e sobre o que há por vir este ano. Há muitas coisas que não estamos prontos a mencionar ainda, mas basta afirmar que este já promete ser o nosso melhor ano em termos de inovações nos produtos e serviços que oferecemos e em termos de desenvolvimento sustentável da abertura e da transparência que você aprendeu a esperar da Blackboard que estamos nos tornando. Como sempre, os seus comentários e suas perspectivas são bem-vindos – envie um e-mail para ray@blackboard.com.

Saudações,

Ray”

*Afirmações quanto às nossas iniciativas de desenvolvimento de produtos, incluindo novos produtos e futuros upgrades, atualizações e melhorias, representam nossas intenções atuais, mas podem ser modificadas, adiadas ou abandonadas sem aviso prévio, e não há garantia de que tais ofertas, upgrades, atualizações ou funcionalidades venham a se tornar disponíveis, a menos e até que tenham sido disponibilizadas para os nossos clientes em geral.

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