3 mitos sobre EAD que toda instituição deve repensar

3 mitos sobre EAD

A regulamentação da educação a distância no Brasil proporcionou uma verdadeira revolução no número de vagas e cursos no país. Por outro lado, em alguns casos, nem sempre foram efetuados estudos e adaptações necessários para a entrada nesse mercado.

“Como havia poucos players, surgiram referências que não necessariamente eram boas”, explica o diretor comercial do Grupo A Educação, Bruno Weiblen. “Algumas instituições continuam tendo falsas crenças sobre a EAD.”

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O Grupo A produziu, em parceria com a empresa de pesquisa de mercado Educa Insights, o estudo Jogo dos 7 erros. Aqui, veja 3 mitos sobre EAD apontados na pesquisa que, na visão dos especialista, toda instituição de ensino superior deve repensar.

1. “Sou pequeno e não tenho chances de competir”

Com o aumento das instituições credenciadas, apesar de os grandes grupos já terem anos de investimento e know-how na educação a distância, as IES que desempenharem suas atividades básicas com eficiência têm chance de sucesso – seja uma marca local ou nacional, pois ainda há players que negligenciam ações simples, como o atendimento rápido e efetivo aos seus alunos, o que resulta potencialmente em evasão.

2. “Não dou atenção à empregabilidade”

“A IES tem que mensurar seus índices de empregabilidade”, garante o diretor. Na sua visão, toda instituição deveria ter áreas dedicadas a carreira e estágio.

“E, no EAD, que possui um índice médio de evasão considerado mais alto, é muito importante saber qual curso está em alta ou como melhorar seu conteúdo para preparar o aluno adequadamente, de acordo com as demandas do mercado de trabalho”, explica.

Weiblen cita a plataforma da Symplicity como ferramenta que permite gestão completa do ciclo de empregabilidade dos alunos.

3. “É preciso desenvolver o LMS e conteúdos próprios”

Ao produzir internamente um ambiente virtual de aprendizagem, a IES pode estar investindo em um produto que talvez não ofereça uma experiência atrativa ao aluno – e que pode resultar tanto em evasão quanto interferir na captação de novos estudantes, porque há risco de avaliações negativas.

“Existem produtos, como o Blackboard, que são referência no mercado, com milhões de alunos em centenas de instituições, e que vem dando suporte ao crescimento de várias IES no país”, ressalta.

Weiblen também comenta o caso das instituições que optam por produzir totalmente seu conteúdo de forma interna. “Não faz sentido reescrever conceitos básicos já sacramentados, é como produzir a Lei de Newton novamente”, exemplifica.

Para o diretor, a questão é como se oferece isso de forma que o aluno perceba um diferencial na sua instituição.

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O Grupo A é representante exclusivo do Blackboard no Brasil.